Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Domingo, 25 de Março de 2012

Cultura e que fazemos nós por nós?

ultura é luz em conhecimento

Conhecimento é luz em cristal

Cristal legível

Como os dizeres antiquíssimos

Como os Lemurianos

Como a cultura dos avós…

Quem pensa tudo conhecer

É um coitado que nem o primeiro véu levantou

Porque quando este é ultrapassado

É fácil prever o que falta saber

Entender o além-conhecimento

E que o saber é tão infinito como eterno

Que o ínfimo pormenor

Da natureza ou da humanidade

Pode ser a chave dourada

Que abre o cristal mais protegido

E liberta a luz do conhecimento

Para todos os que almejam saber-conhecer

Sem se deixarem intimidar

Com a imagem minimizada das gentes

Vista pela objetiva de satélites orbitais.

Que fazemos nós por nós?

Que presente nos promove?

Se cultura é luz em conhecimento

E conhecimento é luz em cristal…


publicado por eva às 21:15

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Quarta-feira, 21 de Dezembro de 2011

Aprendizagem para a maturidade

nimais. Desenhos animados.

Cultura em vigor desde a infância.

Aprendizagem segura para a maturidade.

Atenção ao que se assiste.

Observação memorizada do que se vê repetidamente.

Dos veados ao Bambi vai um salto de imaginação.

Vai a moralização de uma criança.

Chega um adulto conhecedor da dignidade da floresta.


publicado por eva às 00:39

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Quarta-feira, 21 de Abril de 2010

Livros novos

mprestaram-me livros novos para me inteirar de novos assuntos, ou dos assuntos conhecidos de um modo novo.

São novidades, são.

De tudo, de tudo o que se vai fazendo por aí e de tudo o que se vai lendo. Umas coisas com interesse, outras com piada e outras sem nada de interessante a não ser esta conclusão, adaptada, do poeta – sei que não quero ir por aí!

Há de tudo neste mundo livreiro e como sempre é necessário escolher mas, para escolher, é necessário inteirar-se, entender.

A cultura e a sabedoria estão cada vez mais facilmente à mão, mas também cada vez mais exigentes. Hoje, com toda a facilidade se conhece isto e aquilo, e com toda a facilidade nos desembaraçamos do que não interessa.

O que talvez se tenha complicado é a selecção que se deve fazer em virtude da profusão de informação que vai havendo, em crescente dia-a-dia.

Enfim, a conjuntura cultural continua de vento em popa e nós? Também continuamos a todo o vapor?

- Olha, eu continuo! Aliás o vapor é tanto que nem vejo nada!

- ???

- Estou a sair de um banho turco, mas é evidente que por telemóvel não podias saber isso. Sabes que mais? Vou mandar-te uma foto, já já!

 


publicado por eva às 00:31

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Terça-feira, 9 de Março de 2010

Cultura de bairro

  

sempre a mesma coisa, todos os dias! Todos os dias tento adaptar-me a estes trabalhos manuais e não consigo. Umas vezes porque nem sequer tenho, ou consigo, a força necessária para os fazer, outras vezes porque o jeito é simplesmente zero.
- Não estarás a exagerar?
- Não e não há quem faça, porque são coisitas pequenas que não rendem para pagar a deslocação. Acreditas nisto?
- Estás a falar de quê, exactamente?
- Ora, de mudar uma fechadura, de pôr uma campainha a funcionar, de arranjar uma só divisão, adaptar um móvel à parede, instalar um sanitário partido, etc., etc.
- Aí está um problema tanto para quem não sabe, como para quem não pode. Porque muitos há que já não têm forças para o fazer, mesmo sabendo como é. Enfim, são problemas da actualidade.
- Então que fazer?
- Ter paciência para aprender ou para encontrar alguém que não se importe de fazer esses pequenos trabalhos. Muitas vezes juntam-se alguns vizinhos para se entre-ajudarem. Mas reconheço que isso também é uma cultura de bairro, se calhar até de bom provincianismo.
- Ah! Agora chama-se assim?
 

publicado por eva às 00:32

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Sexta-feira, 29 de Janeiro de 2010

Nuances da partilha

uando saía, ou melhor, antes de sair, olhava atentamente a imagem, ou observava-a, e lá ia para os seus afazeres, ou deveres.

- Porque estás a explicar tudo?
- Porque há quem não saiba os significados recorrentes da sua própria língua mãe.
- Pois que vá ao dicionário!
- Esse livro não é utilizado pela maioria das pessoas. Agora é a net e o que lá não está, à primeira consulta, não existe.
- Bem, nem esse nem outro livro. Estamos na era da informática, a era do clique. Ou está lá o resultado da procura ou simplesmente se considera que tal não existe.
- O problema é que por razões de falha cultural não se encontra metade do que se poderia encontrar. Se soubermos procurar de modos variados, efectivamente, a net é um mundo de informação.
- Melhor, é o mundo de informação actual.
- Aí está uma nuance que a maior parte não observou ainda, a diferença desses artigos, adjectivos ou pronomes. Enfim são modos de dar as matérias, assumindo os significados imediatos ou os mais amplos da linguagem.
- Os temas de estudo são dados conforme a bagagem cultural do professor e o seu empenho em partilhar esses conhecimentos.
- Pois, pois, porque o interesse de quem ouve vai colar-se a esse empenho.
- Aí tens um dos princípios de quem instrui e de quem é instruído, ou um dos mecanismos de troca recíproca.
- Porém, quem aprende também partilha ao mesmo tempo o que tem e aquilo que é, com os que o rodeiam.
- Em muitos casos essa é uma das razões conscientes do óbice – não querer ser conhecido…
 

publicado por eva às 00:30

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Sexta-feira, 9 de Outubro de 2009

A Ignorância e a cultura

A ignorância e a cultura perfazem parte muito importante da vida do indivíduo.
Mais de metade das tentativas para fazer algo melhor, ou sequer fazer algo de novo, dependem do nível cultural do trabalhador.
E, quando falamos aqui de cultura não pensamos, apenas, na chamada cultura de colarinho branco ou na cultura de gabinete, mas nos conhecimentos que a pessoa tem e adquiriu face ao seu trabalho e modo de vida.
Não falamos da cultura simplesmente teórica, mas naquela que reúne teoria e prática.
Trabalhar à toa, ou trabalhar com conhecimento do que se está a fazer são modos diferentes de trabalhar e de encarar o labor no percurso da vida pessoal.
O trabalho é para o indivíduo fonte de independência financeira, mas também fonte de conhecimentos e saber.
Através do conhecimento podem melhorar-se performances de trabalho, equipamentos e produtos finais.
Através da cultura adquirida o indivíduo projecta a sua personalidade em novos moldes de ser e viver.
Todo e qualquer trabalhador poderia observar melhor o que está efectivamente fazendo, durante oito a dez ou mais horas por dia, de modo contínuo e, a partir daí, deveria poder elaborar planos estratégicos mais variados e melhorados em relação àqueles que tem que suportar quotidianamente.
Depois é uma questão de oportunidade – oportunidade de encontrar uma chefia, ou um patrão, disponível para aceitar novas ideias (de preferência sem a responsabilidade das oscilações de custos) ou oportunidade para formar a sua própria empresa.
Obviamente que essas novidades devem levar em conta os custos e a realidade que se vive, senão em vez de promoverem o trabalhador e o ramo de produção, apenas promovem uma rápida derrocada.
A noção dos termos da época económica que se vive é de extrema importância, porque sem estes conhecimentos quaisquer outros não têm validade para o presente.
Isto é, elaborar planos que prejudiquem mais do que favoreçam, não produzem bem-estar a ninguém. Mesmo que tais planos sejam valiosos em futuro próximo.
Cultura e conhecimentos têm os itens de validade, individual e social, conforme o mercado onde se vão equacionar com a actualidade desejável.
Ver o trabalho de forma construtiva para a cultura individual, forma melhores pessoas e melhores trabalhadores.

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Imagem retirada da net
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Disse  Frank Zappa:  A estupidez até pode ter um certo charme. A ignorância não !
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publicado por eva às 00:34

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Terça-feira, 21 de Abril de 2009

Diferenças culturais

Toques e melodias em flauta – de pan e pífaros.
São sons melodiosos ao ritmo oriental, e não ao ritmo sul-americano.
Apesar do instrumento ser o mesmo – flauta de pan – os sons que se ouvem não têm nada a ver
Enquanto uns apelam a danças leves e esvoaçantes, os outros são mais rápidos e alegres.
São ambos ritmos de grande beleza, de montanhas e serranias, e ambos têm, também, climas agrestes e difíceis e, no entanto, os sons que produzem são bastante diferentes.
Os hábitos e a roupa demonstram, igualmente, as diferenças culturais entre ambos.
Nós, na Europa, podemos anotar essas diferenças e aproveitar as suas culturas conjugando-as no mosaico europeu.
- Impossível, seria uma baralhada sem nexo.
- Agora! A cultura é precisamente o acumular de saberes, conhecendo-os e reconhecendo-os nas suas diferenças e semelhanças. Consegue-se criar, assim, um edifício de cultura apropriado ao saber do indivíduo.
- Então, não ocupa mesmo lugar?
- Não, a cultura, como as virtudes, pode sempre ampliar-se sem perder nada e ainda engrandecendo-se.

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Preparando um chimarrão
Imagem retirada da net

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Disse  Selma Lagerlöf:  A cultura é tudo o que resta depois de se ter esquecido tudo o que se aprendeu !

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publicado por eva às 12:49

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Domingo, 15 de Fevereiro de 2009

Vida depois da Vida na cultura ameríndia

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Não temas a morte nem a sua aparência aterradora, definitiva, consequência do terror do homem e da sua ansiedade perante o mistério da desaparição. Os sábios alcançaram estas outras paisagens por detrás do jogo das aparências. Mergulharam no interior do Rio. Sabem que não há morte mas transformação de mundo.
 
 
O defunto realiza uma mudança espiritual, como sucede com a serpente do deserto que abandona a pele antiga, morta e ressequida, e recupera um corpo novo
 
 
A morte é uma metamorfose, como o ensina a mudança das estações,  o retorno do sol após as neves de inverno. Tens de preparar o teu espírito para a metamorfose, tal como o aguioto das montanhas que abandona o ninho, vacila no vácuo sem compreender, empurrado pelas forças poderosas da Vida, abre as asas e torna-se uma águia.
 
 
Tudo no universo sofre a lei da transformação, da metamorfose. Nada está alguma vez excluído do Grande Jogo que não pára de rodopiar, nada é posto definitivamente no exílio. As coisas nascem, crescem, desaparecem e retornam com o mesmo movimento infinito de amor. Nada jamais se quebra ou se separa. As coisas falam eternamente umas com as outras, sem ter em conta o tempo nem o espaço.

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in “Sabedoria Ameríndia”
Prefácio e organização de Jean Paul Bourre 
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Diz  a Cultura Ameríndia:  Os funerais não são uma festa fúnebre, desesperada. Servem para acompanhar a viagem do defunto e para preparar o seu regresso !
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publicado por eva às 00:38

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Sábado, 15 de Março de 2008

Cultura

Estudos, pesquisas, investigações sobre temas, mais ou menos especializados.
Tempos mais ou menos gastos, mais ou menos demorados, mais ou menos aproveitados.
Mas tudo é necessário e, no cômputo final, é gratificante o que se aprende e os conhecimentos que se adquirem e vão completando as nossas ideias.
Enfim, uma culturazita especializada que vai acrescentar a cultura que a vida, por outros meios, vai permitindo.
Há pessoas que são "um poço de cultura", extasiando pela sua conversa e presença agradável, sempre renovada de interesse.
Há umas gerações atrás, tal só era conseguido a partir de certa idade; hoje, com os meios disponíveis, podemos encontrar jovens já com uma vasta cultura.
Isto corresponde a conhecimentos mais alargados e maiores possibilidades de investigação científica, por mais indivíduos ao mesmo tempo; e daí pressupõe-se mais progresso para a humanidade.
E a esperança de que os valores humanistas ultrapassem a importância dos economistas e políticos, vai-se mantendo acesa.
Apesar dos horrores que ouvimos ou lemos, há sempre a esperança que não seja sempre assim e que a mente vá manter-se aliada ao coração, sem grandes materialismos.
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Imagem retirada de http://europa.eu 

..
Disse 
António Alçada Baptista :  nasci em pleno reino do ter. Agora estamos no reino do fazer, mas tenho uma certa esperança de que um dia se alcance o reino do ser !
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publicado por eva às 20:22

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Domingo, 29 de Outubro de 2006

Sabedoria Ameríndia # Preceitos de Vida

29 de outubro de 2006

A terra é tua antepassada. É sagrada. Deves respeitá-la, agradecer-lhe o alimento e a alegria de viver. Se não vires nenhuma razão para lhe agradecer, é em ti que está a falta.
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A paz nunca chega de surpresa. Não cai do céu como a chuva. Vem ter com quem a prepara.
. .
O teu próprio espírito não está preso, acorrentado dentro de ti mesmo. Sem que tu saibas, comunica com a natureza subtil dos seres e das coisas. Desloca-se a grandes distâncias, fala nos teus sonhos, envia-te sinais que não sabes traduzir. Aprende a ler no teu espírito, e o Grande espírito do universo responder-te-á.
. .
Não renuncies nunca a amar, apesar dos desgostos e da aridez do coração. O amor é a grande força que sustenta o universo; sem ele, o mundo viveria um inverno perpétuo.
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Quando se desce muito fundo no interior de si próprio, desemboca-se inevitavelmente na imensidão do mundo. Pode-se facilmente tomar o lugar de uma árvore, de uma montanha, de uma folhagem que respira, tornar-se o voo do pássaro ou o perfume de uma flor. Tens em ti o poder de experimentar as possibilidades espantosas da natureza, pela experiência interior que nos leva ao centro de todas as coisas.
. .
Quando recorres à meditação, lembra-te que ignoras tudo de ti mesmo. Prepara-te como que para um grande encontro. Vais mover-te num território sagrado, encontrar espíritos dominadores, animais de poder, a alma dos teus antepassados e a de todos os que te precederam no caminho da vida. O espírito do homem é um abismo de pura luz, que se estende pelo infinito do corpo e que atravessa todas as idades.

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Durante o teu sono, estás noutro mundo, dentro do teu corpo, num território imenso de horizonte ilimitado. Aprende a sentir esta vertigem, esta visão de infinito no teu próprio corpo. Transforma-te no universo inteiro.

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O sonho não está encerrado no cérebro de quem dorme. O sonho escapa-se, como o vento sobre a pradaria, e desloca-se por vastas extensões. Quem sonha, não dorme. Viaja.
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Oração ao Grande Espírito: " Ó Grande Espírito, de que oiço a voz nos ventos e cujo sopro dá vida a todas as coisas, escuta-me... Faz-me sábio, de modo que eu possa compreender o que ensinaste ao meu povo e as lições que guardaste em cada folha e em cada rochedo. Peço-te força e saber, não para ser superior aos meus irmãos, mas para ser capaz de combater o meu mair inimigo, eu próprio."

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Preceitos de Vida dos Índios da América do Norte
in "Sabedoria Ameríndia"
com organização de Jean-Paul Bourre
..

publicado por eva às 16:10

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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