Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Domingo, 21 de Abril de 2013

Convívio infantil

- lá, bom dia ‘miga!

- Ora viva! Que Sol! As crianças gostam mais de brincar em dias assim…

- Até nós, ainda somos capazes de sentir as alegrias dos dias soalheiros!

- Pois, pois. Olha para toda aquela agitação. O meu esqueceu as pistolas em casa, felizmente…

- Aqui está mais entretido a brincar com os outros, e com as meninas até que é meigo…

- É sim. Contudo, quando fica fechado em casa parece que extravasa tudo o que é mais violento.

- Será da falta de espaço?

- Talvez… Creio que também é a falta de elementos naturais. Não posso ter plantas, nem animais de estimação e ele fica muito enquadrado nas paredes, mobiliário, etc.

- Não tens varanda, janelas onde ele possa estar?

- Em segurança - nem por isso. É difícil!

- Então tens todas as razões para vires até aqui, como nós, e trazer o teu pimpolho para brincar.

- Exato. O convívio até que é bom… Às vezes custa arranjar o tempo, mas enfim…

- Ohh! Isso custa sempre. Melhor que seja por boas razões. Olha, vou chamar a minha para o iogurte e fruta. E o teu?

- O meu não come nada disso. Vai uma sandes e das boas.

- Ehehehh! A cada um o seu, pois então. Felizes dos que podem comer quando têm fome.

 


publicado por eva às 00:22

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Sábado, 5 de Novembro de 2011

Cuidar é acarinhar

uidar é acarinhar

Da criança em nós

Das crianças pelo mundo afora

Cuidar é acarinhar

Do nosso coração etéreo

De todos os seres

Cuidar é acarinhar

Da nossa chama acesa de energias

Das energias que pairam

No ar, no planeta

 No espaço cósmico

Cuidar é acarinhar

Tudo e todos

Especialmente

Os que nos custam mais

Porque esses lembram nosso passado

E do passado precisamos

Passar adiante

Cuidar é acarinhar

Livres de dores ou remorsos

Cuidar de nós mesmos e dos outros

Do ambiente em redor

Cuidar é acarinhar

É Amar.


publicado por eva às 22:44

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Domingo, 27 de Dezembro de 2009

Querido Jesus

 

Na semana do Natal de 2007, o jornal “Corriere della Sera” publicou as seguintes frases de crianças:

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"Querido Menino Jesus, obrigado pelo irmãozinho. Mas na verdade eu tinha rezado para ganhar um cãozinho." (Gianluca)

"Querido Jesus, por que não inventa nenhum animal novo nos últimos tempos? A gente vê sempre os mesmos." (Laura)

"Querido Jesus, por favor, ponha um pouco mais de férias entre o Natal e a Páscoa. No meio, agora está sem nada." (Marco)

"Querido Jesus, o padre Mário é seu amigo ou conhece-o só do trabalho?" (Antonio)

"Querido Jesus, talvez Caim e Abel não se matassem tanto se tivessem um quarto para cada um. Com o meu irmão funciona." (Lorenzo)

"Querido Jesus, no Carnaval vou disfarçar-me de diabo. Tem alguma coisa contra?" (Michela)

"Querido Jesus, eu gosto muito do Pai-Nosso. Você escreveu tudo de uma só vez ou teve que ir apagando? Qualquer coisa que eu escrevo eu tenho que refazer um monte de vezes." (Franco)

"Querido Jesus, você é invisível mesmo ou é só um truque?" (Giovanni)

"Querido Jesus, em vez de fazer as pessoas morrerem e aí criar novas pessoas, por que você não fica com as que já tem?" (Marcello)

"Querido Jesus, se não tivesse acontecido a extinção dos dinossauros não ia ter lugar para nós. Você fez muito bem." (Maurizio)

"Querido Menino Jesus, não compre os presentes na loja de baixo do prédio, a mãe diz que eles são uns ladrões. É muito melhor no super." (Lucia) 
 

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Disse  Victor Borge:  O riso é a distância mais curta entre duas pessoas !
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publicado por eva às 00:30

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Quarta-feira, 29 de Julho de 2009

Brincadeiras

- Se todos nos entreajudarmos vamos conseguir com certeza…
E todos deram as mãozitas e fizeram a rodinha do costume, cantarolando esta e outras canções, mais que sabidas e decoradas.
Decoradas a ponto de acordarem a cantar sozinhos.
Muitos, assim que acordavam, já davam pulos na cama enquanto os pais os iam vestindo, entre os pulos e os escorregas instantâneos pelo colchão e pela roupa da cama.
Viviam uma época feliz de suas vidas, da sua infância privilegiada.
Era Verão e o bom tempo reclamava brincadeiras ao ar livre.
- Ao ar livre? Hoje em dia essas brincadeiras não existem! Hoje são os jogos de consola e outros electrónicos do género – individuais e de jogar fechados em casa.
- É verdade, mas estes tinham outra sorte e outra iniciativa.
- Faziam desportos radicais para manter os valores de adrenalina?
- Não, brincavam simplesmente, como nós em criança.
- Na rua? Formando grupo nos becos sem saída?
- Que ideia! Pensa com simplicidade que, concordo, é mais difícil descortinar. Mas ainda existe e existirá sempre quem consiga passar entre os pingos da chuva sem se molhar.
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Imagem retirada da net
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Disse  Khalil Gibran:  Protegei-me da sabedoria que não chora, da filosofia que não ri e da grandeza que não se inclina perante as crianças !
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publicado por eva às 20:14

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Sexta-feira, 14 de Novembro de 2008

Escravidão de crianças

Não vi e vi, parece que vi só de saber e… as lágrimas caíram.
O assunto das imagens era o tráfico e escravidão de crianças, vendidas pelos pais por pouco dinheiro.
Um dos casos foi por alguma comida, durante uma semana. E nem quiseram saber se o filho que vendiam poderia ser muito mais que isso, ao ajudá-los na lida do campo.
Outras vezes são as raparigas escravizadas e violadas repetidamente para estarem continuamente grávidas e os bebés serem imediatamente traficados, para tudo (mesmo tudo) o que se possa imaginar.
Enfim – a decadência humana em esplendor!
Sei bem que as sociedades têm culturas próprias.
E que o contrário é igualmente verdadeiro – isto é, que todos são passíveis de se aculturarem.
Que não há mãos a medir em certos sítios – as pessoas vivem em piores situações que os animais.
Que há pessoas que têm bons quocientes de inteligência e que actuam, por vezes, de modo tão degradante que os animais lhes são superiores em dedicação e carinho pelos semelhantes.
Hoje, em finais de 2008, vê-se o quê sobre desigualdade de condições humanas por esse mundo? Vêem-se adultos a obrigar crianças a fazer coisas que eles, adultos, não querem fazer.
E vêem-se e… ahh, pois vêem! Vêem-se grupos, equipas de pessoas excelsas que sacrificam o seu bem-estar para socorrer todos os casos que podem.
São uma gota no oceano? – pois são!
Mas é gota a gota que se formará – um dia – um oceano de paz e dignidade humana.
Bem hajam os que dão o melhor de si e conseguem ajudar outros tão carenciados e, ainda, dar ânimo e esperança aos que desesperam e fraquejam.
- Olha ali! Está uma criança com uma flor enorme em amoroso agradecimento.
- Onde?
- Acho que é doutro nível…
- Hã?

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Imagem retirada da net

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Disse  Madre Teresa de Calcutá:  Sei que o meu trabalho é uma gota no oceano, mas sem ele, o oceano seria menor !
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publicado por eva às 00:23

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Domingo, 22 de Junho de 2008

Khalil Gibran # As Crianças

.
E UMA mulher
que trazia um menino ao colo
disse:
- Fala-nos das Crianças.

E ele respondeu:

- Os vossos filhos
não são vossos filhos:
são filhos e filhas
do chamamento da própria Vida.

Vêm por vosso meio
mas não de vós;
e apesar de estarem convosco,
não vos pertencem.

Podeis dar-lhes o vosso amor;
mas não os vossos pensamentos:
porque eIes têm pensamentos próprios.

Podeis acolher os seus corpos;
mas não as suas aImas:
porque as suas aImas
habitam a casa de amanha
que não podeis visitar,
nem sequer em sonhos.

Podeis esforçar-vos por ser como eles;
mas não tenteis fazê-los como vós.
Porque a vida não vai para trás,
nem se detêm com o ontem.

Sois os arcos, e os vossos filhos
as setas vivas projectadas.

O Arqueiro vê o alvo no caminho do infinito,
e reteza-vos com o seu poder
para que as setas
possam voar depressa para longe.

Que a vossa tensão na mão do Arqueiro
seja de alegria.

Porque assim coma Ele gosta
da seta que voa,
também gosta do arco que fica.
 
.
.

de Khalil Gibran
in “O Profeta”
.

.
Disse Khalil Gibran : Somos irmãos gémeos, ó Noite, porque tu revelas o espaço e eu revelo a minha alma !
.
.

Outro texto de Khalil Gibran - Que pensar
Outro texto de Khalil Gibran - Os olhos
Outro texto de Khalil Gibran - A nova fronteira
Outro texto de Khalil Gibran - O amor
Outro texto de Khalil Gibran - O casamento

Outro texto de Khalil Gibran - O dom
.

.


publicado por eva às 14:51

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Terça-feira, 23 de Outubro de 2007

Sobrevivência

Tumulto de gentes em correria.
Casas que se afundam em águas que correm céleres no que, há poucos dias, eram estradas secas.
Carros, bicicletas, árvores, tudo derrubado ou partido.
Muitos morrem, muitos sobrevivem.
O desespero e a desolação grassam entre famílias e estranhos.
Bens, animais e demais haveres jazem nas águas.
E, com eles, o trabalho de anos e anos.
Lágrimas correm, as pessoas vão ficando desanimadas com a força da natureza.
Noites sobre noites e o ambiente não muda, antes se generaliza a outras regiões.
Após uma semana, o sol volta em força e vai secando as terras.
Muito trabalho, oh! muito trabalho vai ser necessário para reconstruir.
Não vale o tempo de ficar parado e triste.
Não vale o tempo para pensar.
A esperança floresce e dá fôlego.
Os miúdos vão-se juntando e vão cantando as canções da escola.
Juntam-se nas encruzilhadas para trocarem o pouco que lhes resta por coisas de maior necessidade.
Os valores são agora mais reais, são de sobrevivência.
As vozinhas convidam a olhar só para o futuro.
A sonhar para dar alento e avançar.
Avançar sempre para melhor. 
.
.

Imagem retirada da net (sem indicação de autoria)

♪: Menino do Rio - Caetano Veloso

publicado por eva às 08:45

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Domingo, 3 de Junho de 2007

José Vaz # As Lágrimas São Netas Do Mar

3 de junho de 2007
.
.
Vieram dizer ao Mar
que o Sal
andava a portar-se mal.
.
Quem veio meter
minhocas na cabeça do velho Mar
foi a Areia e a Espuma.
Tudo porque o Sal
era bonito 
e não lhes ligava nenhuma.
.
De queixinha em queixinha,
disseram ao Mar
que o Sal
tinha uma namoradinha.
.
Chamava-se Gota de Água.
Era linda,
branca, cristalina
e tinha vindo do Céu Azul.
.
As duas,
com dores de cotovelo,
contaram ao Mar
as conversas de amor
que tinham ouvido
quando o Sal estava a namorar
muito entretido.
.
Então, 
a Areia disse que a Gota de Água
falou assim para o Sal:
- Meu bem amado,
..se quiseres casar comigo
..deixarás de ser salgado.
.
E a Espuma disse que o Sal respondeu à Gota de Água:
- Minha ternura,
..por ti deito o salgado fora
..e fico uma doçura.
.
E neste disse-que-disse,
as duas marotas aproveitaram a maré
e
de tal maneira
atazanaram o velho,
que os seus cabelos ficaram em pé.
.
- O Sal virar doçura? – pensou o Pai Mar.
E, ao pensar nisto,
deixou entrar a tristeza e a amargura
no seu imenso coração.
.
O Pai Mar nem queria acreditar.
Então,
ele,
pai,
criou o Sal, desde catraio até homem feito,
feito para conservar
a beleza e a saúde dos habitantes do seu reino
- os peixes –
e o rapaz queria tornar-se doçaria?
Não podia!!!
.
Chamou o filho e disse-lhe:
- Filho, tem paciência,
..se continuas com o namoro,
..considero desobediência.
.
O Sal
fez ouvidos de mercador,
encolheu os ombros,
e continuou o seu grande amor…
pela Gotinha de Água.
.
Ao saber
o que o filho tinha decidido,
o Mar ficou bravo,
enraivecido,
tornou-se turbilhão, e foi grande a aflição:
as Ondas andaram numa fona,
os Mexilhões levaram tapona,
a Baleia veio respirar à tona,
um Cavalo-Marinho
tropeçou num penedo e partiu o focinho.
Até uma Gaivota,
de perna manca,
que era vizinha do Mar,
teve de dar à perna para não se afogar.
.
O velho Mar,
amargurado e furioso,
pôs o filho fora de casa,
em terra.
.
Mas o sal não se importou.
Casou.
Mas, como não havia casas para alugar,
o Sal e a Gota de Água
foram morar
para os olhos das pessoas.
.
É por isso
que, quando estamos tristes e amargurados nos nossos corações,
choramos.
E as nossa lágrimas
são salgadas
porque são filhas do Sal e da Gota de Água
e… netas do Mar.
 

In “Para Sonhar com Borboletas Azuis”
de José Vaz com ilustrações de Luisa Brandão
.
.
♪: Aquarela - Toquinho

publicado por eva às 00:52

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Terça-feira, 9 de Janeiro de 2007

Sinais

9 de janeiro de 2007

Rosas e todas as flores brancas que se possam imaginar, entravam pelas janelas do quarto.
Pelas paredes que davam para um jardim, pela estrada que levava à casa.
Pelos céus que se abriam para deixar chegar mais flores.
Os meninos olhavam, admirados, para tudo aquilo.
Mulheres - mães - vinham com uma luz de vela e ficavam em frente à casa.

E davam, em palavras e gestos, o seu amor para a mãe e os meninos.
Eram solidárias nesse sentir de incúria, relaxe e tudo o que se possa pensar nesses momentos.
Nesses instantes que parecem horas em que uma mãe se pergunta como foi incapaz de defender os filhos.
Se tomara todos os cuidados, se coagira liberdades para que os perigos não assaltassem os seus filhos...
Como pôde ela deixá-los à mercê de pessoas que usaram a sua influência e boa posição, reconhecida por todos?
Pessoas que eram consideradas "insuspeitáveis" por essa mãe que se julgava, ela mesma, cuidadosa.
Zelosas de situações descabidas, com o querer consolar essa mãe e os filhos, estavam ali todas aquelas mulheres.
Paredes cheias de luz e flores.
A mãe e as crianças agradeceram. Estão a tentar esquecer e dar nova oportunidade a si mesmos. Dar a si próprios oportunidade de esperança.
Porque se há indivíduos menos que animais, há pessoas de verdadeira excelência.
Será a humildade um sinal a procurar, para encontrar pessoas equilibradas em pensamentos e acções de boa moral?
Será, pelo menos, um dos sinais?

publicado por eva às 19:20

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Quinta-feira, 16 de Novembro de 2006

As crianças

16 de novembro de 2006

A menina pequenina acordou e queria ficar com a rosa que luzia no seu sonho.
- Não pode, diz-lhe a mãe, o sonho já passou.
- Então quero dormir outra vez, para ver a rosa. se calhar, tem um jardim também. E, se calhar, tem gatos. E pássaros também.
- Já agora uns bancos, umas bolas e baloiços, escorregas...
- Boa, boa. Era bom. Quero dormir, não quero sair.
Mas tem que sair. É preciso ir ao médico.
- Nem pensar. Quero dormir.
- Podes dormir lá na sala de espera.
- Ele deixa?
- Acho que sim. Pelo tempo que esperamos, podes sonhar um jardim e até uma feira de diversões. 
Olha, sonha com a praia.
- Não quero. Quero sonhar outra vez com a rosa que luzia.
- Não percebo porque todas as crianças têm esta paixão pela luz e pelo que brilha.
- Ó Dr., não são só as crianças. Parece-me que qualquer um é assim. até os mais velhos!
- Lá isso é verdade. Os que querem a escuridão estão, geralmente, muito doentes. E quase sempre da cabeça. Pronto! Estás despachada para encontrares o teu sonho.
- Se for capaz de me dizer como. É que ele agora já fugiu!
- Tenta dormir.
- Agora já não me apetece. Mas logo, vou deitar-me a pensar na tal rosa e vou lembrar a cara de vocês todos a brilharem junto dela. Se ela quiser. Pode ser que lhes faça tão bem como a mim.
- Ah, as crianças são únicas. Pena nos ser tão difícil imitá-las.

publicado por eva às 18:22

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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