Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Domingo, 4 de Setembro de 2011

A soma das parcelas

erços, quartos, oitavos, rodas, etc.

Objectos e instrumentos que os homens se munem para conseguirem concentrar-se.

Ou no trabalho ou na religiosidade.

Em tudo isto o intelecto e a mente progridem.

Pelo trabalho progride o homem.

Pela moral se eleva espiritualmente.

Cuidemos de tudo porque a soma das parcelas fará sempre o resultado do total.

Em cada vida, em cada episódio da existência, saibamos extrair os melhores ensinamentos. Pois estes são os promotores de progresso individual.

E como a família é a célula estrutural das sociedades, assim o indivíduo que se eleva espiritualmente é a célula promotora e exemplar do que se pode conseguir a nível da personalidade.

O progresso deve permear tudo e todos.

O mundo, o planeta, são correlativos connosco.

A responsabilidade é mútua e recíproca.

É bom, é útil e benéfico encontrar os elos de ligação entre nós mesmos e o mundo.


publicado por eva às 00:31

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Sexta-feira, 3 de Junho de 2011

Meditação e equilíbrio e paz no dia-a-dia

- arros e pássaros!

- Carros e pássaros? Que é isso?!

- É o que vejo e oiço agora.

- Estás a conduzir?

- Mais ou menos…

 - …?

- Estava a querer meditar e só ouvia os carros e pássaros à minha volta sem me deixarem concentrar.

- Ora essa!

- Dificultam a tarefa de dirigir os pensamentos para começar a viagem da meditação.

- Dito assim, parece que tomaste algum produto para provocar esse estado.

- Nada, não! Mas não consigo abstrair-me na-tu-ral-men-te (gostas assim?) com todos estes ruídos/sons.

- Então, se quiseres prosseguir nos teus intentos, tens que os incluir na tua paisagem mental.

- Achas?

- Pois claro! Ou ainda podes ir para algum lugar mais recatado?

- Não posso, não!

- Então faz que nada te desvie dos bons propósitos. A meditação traz equilíbrio e paz no dia-a-dia. E eu vou indo tratar do meu dia. Adeus e bons resultados com… humm… os carros e pássaros também.

 


publicado por eva às 00:38

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Domingo, 6 de Março de 2011

Alterações de consciência

- oje estou aqui e estou além.

- Só hoje? (risos)

- Um dia de cada vez, ora!

- Tenho que concordar que é mais fácil viver a vida assim.

- Nem por isso. O engano advém de, no início, serem só os agradáveis sentires.

- Como os vícios?

- Exactamente, tal como os vícios que se tornam viciantes para maiores quantidades e os efeitos tornam-se cada vez mais reduzidos. O que se deve fazer é alicerçar a concentração.

- De modo constante?

- Do modo mais constante possível, senão a ilusão pode tomar conta da mente e perder-se rapidamente a noção da realidade da vida a ser vivenciada.

- Então… e as chamadas alterações de consciência?

- Estávamos a falar de viver à base de ilusões, que serão fugas das realidades a vivenciar, resolver, superar melhorando o ser que somos. O que chamas, e muitos chamam, alterações de consciência podem ser assumidas também como fuga à realidade e então serão doentias; ou podem ser alterações assumidas para trabalhos noutros níveis e reencontro com a paz íntima, ou podem ser alcançadas por mérito, logo abençoadas, e estas permitem atingir com toda a facilidade níveis elevadíssimos que se partilham com outros seres semelhantes.

- Então poderá dizer-se que há sempre muitas interpretações para as mesmas palavras?

- Isso é dizer o mínimo q.b. a quem procura a verdade de si.

 


publicado por eva às 00:33

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Domingo, 30 de Janeiro de 2011

Vontade própria

tudo remete ao coração, esse órgão…

- Reparaste na palavra órgão?

- Que tem?

- Ora! Tem dois acentos!

- Francamente, lembras-te de cada coisa. Que tem isso a ver com o assunto, podes explicar?

- Bem… não consegui deixar de pensar nisso assim que a palavra foi dita.

- Aí está!

- Está o quê? – pergunto eu agora.

- Está o problema – não consegues deixar de fazer associações contínuas, é o que é.

- Então… bem… não tinha pensado nisso.

- Pois nem deves ter tempo para pensamentos úteis, apenas para um destrambelhar de torrentes deles, constantemente e em completo desgaste psíquico.

- Achas? Ai, já estou a sentir-me fraca… Olha, vou para casa e deito-me.

- Para casa, deitar? Ó menina, vá mas é reeducar esse modo de pensar e a cada dia vai melhorar.

- Isto tem cura?

- Ohhh! Faça exercícios de concentração da atenção o mais constantemente que conseguir, primeiro por poucos minutos e amiudados; depois mais demorados até atingir o controlo deles em discernimento lúcido e por vontade própria. A sua! Não de outrem.

- Quer dizer, ser mais eu mesma? Eu-comigo, digamos.

 


publicado por eva às 00:38

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Sexta-feira, 26 de Março de 2010

Adeus... até depois

- deus, adeus. Até à Páscoa!

- Até lá, então! Boa viagem!
- Adeusinho, até amanhã!
- Adeus, cumprimentos!
- Adeus, tenho que ir que são mais que horas de me pôr a caminho.
- Adeus!
Eis os costumes das pessoas. Vão usando palavras e expressões que pouco têm a ver com o significado de raiz do termo.
Adeus significa um grande afastamento entre pessoas. O até já ou até logo significam um afastamento relativo.
- Pois, mas toda a gente diz assim.
- E não está errado, mas também não está correcto. O que se nota é um índice de relaxe no uso de termos semelhantes, sem acuidade pelo seu significado. Isto sucede em qualquer linguagem e no linguajar referente. A questão que se põe é a falha de sentido do linguajar. Todos nos vamos acomodando a palavras semelhantes e refugiamos no entre aspas. Mas isso denota falta de vocabulário mais adequado, a não ser que tal se use de propósito e por uma razão específica, nomeadamente o querer provocar alguma aproximação e entendimento com pessoas de pouca instrução.
- Essa aproximação está errada?
- Pode ser, até, acertada. A questão aqui é de o sujeito perceber e conhecer a língua que fala e o que diz exactamente.
- Ora, mas isso requer concentração!
- Pois.
 

publicado por eva às 00:32

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Sábado, 6 de Fevereiro de 2010

Fronteiras

 finalizamos esta conferência garantindo que a maior força cósmica que existe é constituída essencialmente por amor fraternal!

- Ufa! Já estamos perto de casa. Foi cansativa, não foi?
- A conferência? Não achei, mas reconheço que fui divagando pelos entremeios.
- Ah! Assim está bem! Assim aguenta-se quase tudo.
- Não é o que estás a pensar, os devaneios não são por vontade, são incapacidade de concentração, de dirigir a minha atenção. Em suma, são defeito e não pretendidos.
- Não percebo, tu eras a que melhor te concentravas, no que querias e quando querias.
- Pois, mas não sou. Parece que estou sempre cansada, nada me interessa e apenas espero o passar dos dias.
- Tens a certeza que és tu mesma? Pelo que acabas de dizer, nem te reconheço!
- Nem eu me reconheço na maior parte das vezes. Parece que estou aqui e noutro lado ao mesmo tempo.
- E sabes onde é isso que chamas de outro lado? É mais interessante que este teu dia-a-dia?
- Pois nem sei nada de nada, apenas que me sinto um pouco aflita por não poder resolver a minha direcção de pensamentos.
- Bem, se sentes aflição então não é por te encontrares melhor que aqui, portanto não se trata de fuga do presente.
- De modo algum, mas não sei o que é.
- Então só resta esperar para ver onde isso vai dar.
- Pois, obrigada! Isto é, devo agradecer esse conselho? Isso é um conselho a ter em conta?
- Quando não sabemos que fazer, esperamos quietos e atentamente por mais algum indício que possa tornar esclarecedora a situação, mesmo que seja um item mínimo.
 

publicado por eva às 00:36

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Segunda-feira, 1 de Fevereiro de 2010

Centros de força (Chakras)

- oje fico por aqui, vão ensinar-me a mexer com energias.

- Tens a certeza? Que é isto, ou isso, de mexer com as energias?
- Pois, olha que não percebi lá muito bem, a não ser concluir que isso pode ajudar a minha saúde e que está agora na moda.
- Vê lá o que fazes tu e as tuas iniciativas arrojadas, só para descobrir e descobrir nem sei bem o quê!
- Ora, descobrir a mim próprio! Além disso é fácil e não exige mais esforço que o da concentração.
- Tens a certeza? Não te querem angariar para nada, nem pedir nada?
- Bem, ter a certeza não tenho, mas parece que simplesmente se pagam as aulas e depois fico por minha conta.
- E fazes, ou fazem, exactamente o quê?
- Se queres que te diga ainda não percebi bem, mas dizem que tenho muito jeito.
- Jeito? Para quê?
- Para tratar de mim mesmo. Afinal ainda percebes menos disto que eu…
- Pois se eu nunca entrei aí!
- Qualquer um pode entrar e perguntar o que quiser, mas em relação a mim estão a ensinar-me um mundo de coisas que me rodeiam e a todos os seres vivos, e que nunca suspeitei. Especialmente que existem energias, como a energia eléctrica, que rodeia e está em tudo, animado ou inanimado. Porque até o que parece inanimado não o é, apenas tem outro tipo de energia que ainda não é bem conhecida. Pela concentração da nossa atenção conseguimos atrair a energia útil a qualquer parte do organismo, nosso ou de outrem, e promover aí a cura de qualquer problema.
- De qualquer problema?
- Sim, de doença física ou mental, assim como de problemas traumáticos ou de personalidade – tudo o que puderes imaginar.
- Parece o apregoar da antiga banha-da-cobra.
- Hã? Pois a mim parece-me ignorância maior que a minha, que ainda é muita…
 

publicado por eva às 12:11

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Quinta-feira, 8 de Outubro de 2009

Fantasia, realidade

Não estou bem, estou perturbado, mentalmente alterado…
A cada dia que passa tudo parece mais um sonho sonâmbulo do que realidade.
Faço tudo de modo mecânico, sem prestar atenção a nada e a ponto de me admirar quando percebo que as minhas tarefas estão concluídas.
Nem sei como isto acontece…
Sinto-me a voar a cada dia, em cada lugar, em mim mesmo.
Sabe dizer-me o que é isto, Dr.? Será loucura? Porque parece um alhear da realidade, não é?
- Se faço exercícios de concentração? Concentração da atenção, é o que pretende dizer?
Pois, nada! Mal consigo fixar o olhar num objecto – não que o queira fazer como experiência, mas porque é necessário que olhe para lá – para determinado objecto ou lugar. Como ao conduzir, por exemplo, e fico admirado de chegar a casa. Ou então, quando saio já nem me lembro por que estou a sair ou, sequer, para onde vou!
- Se eu tenho lucidez para distinguir isto ou se alguém me diz que estou assim?
Sou eu mesmo que me apercebo disto, de mim.
- Então não estou mal? Estou consciente de situações que outros nem sonham que vivem? Mas isso… resolve o quê?
- Devo viver o mais correctamente para comigo, de modo a não me sentir mal com as minhas atitudes? Mas, eu já faço isso!
- Devo dar mais atenção ao que, eu mesmo, acho que seria a melhor atitude a tomar – de modo altruísta – em vez de me deixar levar pelas emoções e sentimentos ao responder?
Então isto tudo é a diferença entre o que eu gostaria de ser e o que ainda sou?- Devo dar a melhor atenção possível ao que faço e à correcção que posso fazer a cada instante, de modo a ficar satisfeito comigo? E não querer o impossível, mas o melhor possível? Mas, eu já faço isso! Não faço?
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Fotograma de "O Homem Bicentenário"
Imagem retirada da net
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Disse  Georges Braque:  Em busca do destino a pessoa descobre-se a si mesma !
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publicado por eva às 00:28

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Quarta-feira, 25 de Fevereiro de 2009

Querer

Barulho de cadeiras a serem mexidas, na sala grande.
Perturbação geral, e o silêncio que se conseguira era agora ruído e estardalhaço.
Porquê? Ninguém sabia explicar.
Era assim constantemente. Assim que eles conseguiam atingir a concentração em determinado objectivo, por altruísta que este fosse, vinha, em seguida, um não sei o quê desconcentrá-los.
Só um ou outro continuava, persistentemente, atentamente parado.
O objectivo, ali, era apaziguar a mente, pensando em valores construtivos e tudo o que fosse agradavelmente calmo.
Podia ser dirigir atenção para as cores, ou para a música que soava baixinho, ou para paisagens amenas da natureza, etc.
Depois daquela hora (ou duas) saíam todos muito calmos e bem-dispostos, com a impressão de ter concluído um dever bem cumprido.
- E fizeram os tais deveres?
- Uns fizeram o que deviam, outros não conseguiram ainda. É uma questão de tempo, desde que a pessoa esteja decidida, pois o seu projecto depende de si mesma.
- Não tem gastos, pois não?
- Não! Pode fazer-se o mesmo individualmente, em casa, no jardim, na praia ou onde quiser. A questão é querer e decidir de si para si.

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Richard Earl Thompson - Concentração
Imagem retirada da net

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Disse Max Weber: O homem não teria alcançado o possível se, repetidas vezes, não tivesse tentado o impossível !

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publicado por eva às 00:37

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Sábado, 17 de Janeiro de 2009

O caminho e os passos

Ela está a tremer – não sabe porquê.
Sente impressões na barriga – não sabe porquê.
Sente que os seus olhos não vêem, mas vê – não sabe porque lhe parece isso.
Está esquisita, como se fosse outra pessoa e ela ao mesmo tempo. Como se flutuasse e pensasse longe de si mesma.
Entretanto lembra-se do que ouviu dizer, a pessoas mais sabedoras destas e doutras coisas esquisitas.
E começa a falar para si mesma com calma, respirando pausadamente para se ajudar nessa, tão necessária, calma disciplinada.
Vai tentando concentrar-se em si mesma, onde está e o que está a fazer, a cada momento.
Ao mesmo tempo tenta lembrar-se de alguma oração ou ladainha ou mantra – enfim, algo que lhe entretenha os sons que ouve em si mesma.
Por fim vai recitando as palavras que lhe parecem úteis naquela ocasião, em voz baixa e pausada, como tantas vezes (oh! tantas!) viu ensinar outros e… consegue sentar-se, finalmente.
Treme, como se fosse gelatina, e aos poucos vai recuperando as forças.
Agora sobrevêm as tonturas e apetece-lhe deitar-se, porque lhe parece mais seguro.
Mas como chegar à cama? Pois é, lembra-se ainda – concentrar em um movimento de cada vez.
Lentamente levanta-se e vai indo, fazendo pelo caminho tudo o que vai lembrando como necessário e útil para si e para a família, de modo a ficar descansada nas horas seguintes.
Chegou à cama, agora é deitar-se e conseguir descansar.
- Que foi isso tudo?
- Uma crise que já soube ultrapassar com alguma naturalidade, porque é da sua natureza de ser. Crise ou modo de viver… - algo assim!

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Imagem retirada da net

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Disse  Buda:  Existe uma grande diferença entre saber o caminho, e andar o caminho !
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publicado por eva às 00:32

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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