Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Sábado, 19 de Novembro de 2011

A clareza no falar

- ue dizes?

- Era o que eu mesmo ia perguntar...

- Mas… não ouviram nada?

- Pouco, distraí-me…

- Lamento, tive que atender o telefone.

- Bom, vou repetir…

- Não entendi! Se calhar até ouvi antes, mas como não entendi também não me apercebi que não tinha ouvido tudo.

- Se quer que diga, também não percebi bem qual é a ideia geral nem tampouco os objectivos que pretende atingir.

- Mas falamos a mesma língua!

- Com certeza, a questão é a clareza que põe nas frases e no tema que expõe. Se não lhe deu uma forma entendível, se não o organizou com índice de temas não pode esperar que compreendamos tudo conforme lhe interessa.

- Ok, vou dizer de outro modo…

- Ah! Agora entendi perfeitamente!

- Igual.

- Ora, pensei que em conversa ligeira os assuntos ficavam mais claros.

- Às vezes é um engano. Os índices, o desenrolar metódico dos temas são o melhor meio de expor as ideias.

- Então… e a conversa amiga, onde fica?

- Fica nos cochichos e na consolação de aflições. São fraternidades, não são exposição de assuntos de trabalho.

- Mas olhe que há situações que uma conversazinha resolve muito!

- Isso depende do interlocutor que tem e da ética dele.

- Hum… hum…


publicado por eva às 00:31

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Terça-feira, 6 de Setembro de 2011

Tudo a seu tempo

- i, ‘tou aqui!

Ninguém responde…

Será porque não ouvem? Será porque não me ligam?

E porque não me ligam?

- Oi, ‘tou aqui!

Será que deveria explicar que preciso deles? Da sua companhia?

Precisar, precisar, não preciso.

Mas seria muito agradável que me respondessem. Que entendessem que estou aqui ao seu lado. Que nunca os deixaria. Que nunca os abandonaria em circunstância alguma. Que a minha vida sem eles, a minha família, amigos… não tem sentido. Que vivo lutando e sobrevivendo especialmente por eles. Que, por mim, não necessitaria de tanto. Que trabalho e faço o melhor para eles se sentirem felizes.

Como explicar-lhes isto se não me ouvem? E mesmo quando parecem ouvir-me as minhas palavras são água a passar sem se deter.

- Oi, ‘tou aqui!

Mais um que passa sem se deter. Será que ficaram todos surdos? Ora bem, vou pôr-me mesmo à frente a ver se agora me atropelam…

- Oi, ‘tou aqui!

Não compreendo, juro que não compreendo. Que será que aconteceu a todos?

Parece que estou num mundo irreal. Mais um…

- Oi, ‘tou aqui!

- E eu estou a teu lado, mas tu ainda não reparaste em mim.

- Quem és e como estás aqui?

- Como podes observar, vemos e percebemos umas coisas, outras não. Tudo a seu tempo, na oportunidade apropriada.


publicado por eva às 00:35

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Sexta-feira, 2 de Setembro de 2011

Comunicar

- lha ali, vai a fugir!

- O quê?

- Já fugiu!

- O quê?

- Com tanta pergunta foi tudo inútil.

- Só fiz uma.

- Foi quanto bastou, ora!

- Mas já agora, o que é que fugiu?

- Algo muito importante.

- Com certeza, deve ter sido…

- Algo que já está em desuso mas que me dá muito gozo.

- E agora… o que é?

- Pois como é que não adivinhas? diz-me tu!

- É difícil não sendo adivinha, não estando nada à frente que me dê uma pista que seja…

- Ohh!

- Poderias ter a fineza de explicar o que foi que aconteceu?

- Fazer o quê? Ohh!

- …

- Estou a falar do berlinde que fugiu e não vejo para onde.

- Ohh! - digo eu! Está aqui!

- ‘Bigado!

- De nada! Já agora, a falar as pessoas entendem-se…

- Isso…! Às vezes reconheço que ajuda.

(risos)


publicado por eva às 00:38

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Domingo, 31 de Outubro de 2010

Comunicação

- enho que ir aprender linguagem gestual.

- Porquê?

- Porque não sei nada sobre essa e poderá ser útil, um dia.

- Essa é boa! Assim não páras de aprender e nunca praticas o que aprendes.

- Nada disso, apenas vou ficando mais apta a cada dia que passa.

- Apta – para quê?

- Apta para todo o tipo de serviço social que me possa aparecer, ora!

- Mas que tem a linguagem gestual para aprender se são apenas um conjunto de gestos que pretendem significar palavras e frases?

- Bem, os gestos são normalizados, ou universais, se quiseres…

- Humm…

- Além disso acho que dará algum conforto a quem necessite mesmo dessa linguagem para comunicar o facto de perceber que mais alguém conhece esse tipo de comunicação e está disposto a interagir no momento oportuno.

- Humm…

- Que queres dizer com o teu humm?

- E onde vais aprender? Quanto custa? Quanto tempo é?

- Não sei ainda.

- Quando souberes diz.

- Hã? Humm! (risos)

 


publicado por eva às 00:35

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Sábado, 8 de Maio de 2010

On line

- cho que hoje vai ser um bom dia!

- Um bom dia?

- Sim, um dia bonito de Sol, um dia produtivo em termos de trabalho, um dia harmonioso entre as pessoas e um dia calmo e restaurador com a família, assim que nos encontrarmos ao fim do dia, de dia ou começo da noite. Porque a nossa família mais íntima, a da casa, encontramos de manhã e à noite, não é?

- Sim, raramente as pessoas se vêem durante o dia, excepto em localidades mais pequenas e em que é possível ir almoçar a casa.

- Ou sempre que a casa fique perto do local de trabalho.

- O que é mais raro a cada dia…

- De qualquer modo há sempre a tentativa de ligação por telefone, ou agora, de conversação via net em grupos sociais.

- Isso não é só para grupos profissionais ou de amigos?

- É para todos esses e muitos mais. Mas a família de casa deve ser a primeira a estar sempre on line, ou não será assim?

- Se não for assim é porque há aí um problema de comunicação e interesses, porque podemos ter vários grupos on line e em simultâneo.

- A net é, sem dúvida, uma grande companhia, sobretudo se gerida tanto com precaução como bom-senso.

- E é uma companhia que se está a tornar cada vez mais humanizada, à força de não podermos encontrar as pessoas frente a frente, como no tempo dos avós…

 


publicado por eva às 00:31

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Sábado, 13 de Fevereiro de 2010

Diálogo

alas por monólogos ou nenhuma fala são pressupostos de que algo vai mal.

E que vai mal a nível social, pois o mutismo constante não é saudável.
Por outro lado o falar palrando sem parar, é igualmente sintoma de algo errado.
É bom o equilíbrio entre o som e o silêncio, entre o pensar e o dizer, entre o monologar e o dialogar.
- Aliás, faz parte do rol das torturas e demais sacrifícios a proibição da fala.
- O ser humano desenvolveu a expressão da linguagem como um dos meios de comunicação fácil e sadia entre outros da mesma espécie. Os que têm deficiência de expressão ou audição sofrem bastante com isso, assim como aqueles a quem são infligidos sacrifícios nesse sentido, ou por imposição de outrem ou por auto-defesa, etc.
- Falar será então um incentivo que pode ser utilizado como terapia e esperar daí auspiciosos resultados.
- Os psicólogos usam muito esse método e com bons resultados, na generalidade.
- E tu, então, que sabes isso tudo porque és tão calada?
- Bem, não tenho nada para dizer de útil…
- Diz à mesma, porque o inútil para ti pode ser utilíssimo para outrem.
- Pois será… mas acho que a voz fica – e seca – na garganta.
- Ora, disparate! Vamos já beber qualquer coisa e isso passa imediatamente, até consegues esquecer o que ias fazer… é uma questão de dar tempo ao tempo.
- Mas isso é alguma terapia?
- Agora podes calar?!
 

publicado por eva às 00:30

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Terça-feira, 13 de Outubro de 2009

Da comunicação

Ensinos e ensinamentos. Professores e alunos aprendem uns com os outros.
Uns aprendem a seleccionar a informação de forma clara e concisa mas, além disso, informação que tenha significado a nível prático, para a vida quotidiana dos outros.
Ou então, que tal informação possa ter comparações práticas e semelhantes ao que acontece regularmente.
Senão a comunicação não é percebida na sua totalidade e, às vezes, nem sequer parcialmente. É necessário estabelecer a conjuntura adequada à transmissão da informação para esta ser melhor compreendida.
Saber transmitir com mestria a matéria de um programa e as próprias conclusões dessa matéria são deveres que nem todos conseguem cumprir. Seja em aulas, seja em simples conversas.
- Quantas vezes se trocam as palavras e os significados destas?
- E quantas vezes tornamos inteligíveis os nossos pensamentos em palavras? Quantas vezes pensamos uma coisa e dizemos outras relaxadamente, distraidamente…
- Pois, e então, inadvertidamente, podemos constranger até aqueles que amamos enganando-os, sem querer de todo enganar ninguém e muito menos esses.
- Isso requer um uso judicioso de comunicação verbal, que passa pelo melhor sentido das palavras, e das atitudes que demonstramos com a nossa fala, ou quando escutamos a fala dos outros.
- Ou seja, quando expressamos os nossos sentimentos…
- Ou seja, quando nos importamos com os outros mais do que connosco.

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Imagem retirada da net
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Disse  Molière:  A palavra foi dada ao homem para explicar os seus pensamentos, e assim como os pensamentos são os retratos das coisas, da mesma forma as nossas palavras são retratos dos nossos pensamentos !
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publicado por eva às 00:32

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Sexta-feira, 23 de Fevereiro de 2007

Os bons costumes

23 de fevereiro de 2007

Correio e cartas. Telefones e conversas.

Computadores e comunicações mais sofisticadas.
Em época de tecnologias para a informação e a comunicação, parece que as pessoas e as relações interpessoais foram quase esquecidas.
Dizer bom dia ou boa tarde, às vezes parece simples lembrança de um passado pouco distante.
Os bons costumes devem ser preservados.
Os novos costumes devem ser avaliados pelas suas qualidades. A verdade é que, cada vez mais, a pessoa é mais indivíduo que pessoa.
Cada vez mais o isolamento é facilitado em vez do convívio.
Formam-se grupos quase exclusivamente para divertimentos, mais ou menos esporádicos e mais ou menos familiares.
E as pessoas vão ficando mais frágeis nos seus modos de sentir, a não ser que façam um esforço razoável para ultrapassarem estas questões.
As épocas também são para ser vividas com os problemas e características que as vão definir num futuro histórico.
Cabe a cada um vencer a inércia e a acomodação fácil, e auto-promover o seu bem estar interior. Seja lendo bons livros, ou ouvindo boa música, ou seguindo de perto as investigações científicas e tecnológicas.
E estabelecendo um diálogo construtivo de conhecimentos e interesse com outros semelhantes.
E estabelecendo também a alegria e a sensação de ser feliz, um pouco em cada dia.
Cada dia será então um ponto de valor acrescido à construção da sua felicidade.

publicado por eva às 17:26

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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