Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Quarta-feira, 25 de Julho de 2012

Bem estar

- lha, vou comprar isto, e isto, e isto e…

- E o catálogo todo, é o que é!

- Se tenho e o ganho com o meu suor é porque posso gastar no que quero e apetece, ora!

- Por um lado concordo que a comodidade faz bem, dá relaxe e permite apreciar a vida de modo mais fácil, sobretudo para quem já passou por tanta coisa infeliz. Mas quando sentires que já chega não te deixes ir afundando em compras e requisitos que, nessa altura, ao contrário, irão afastar-te dos valores da vida que poderias desfrutar.

- Quais, os sociais, das pessoas? Essas não fazem falta e até transtornam com tanta parvoíce e interesses…

- Pois, talvez, mas além do mais o ser humano é um ser social – naturalmente. Por isso muito mais que consumir é útil ser sociável.

- Escolhendo?!

- Selecionando, sem dúvida, assim como tudo o que queres comprar. Vivemos em mundo de dualidade, por isso há de tudo nas espécies em evolução.

- Ou seja, não confundir bem-estar com bem-fazer?

- Exatamente! Vamos saber então desses sofás que te interessam, mas só necessitas de um e se tens assim tanto para gastar poderias doar esse dinheiro para aliviar a fome de muitos...

- Ohhh! Lá vens tu com as tuas samaritanices…


publicado por eva às 12:44

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Segunda-feira, 28 de Novembro de 2011

Época sem época

stamos em época de compras.

Compras à parva e compras necessárias.

Compras caridosas e compras deixadas por comprar.

Época de sacrifícios sabendo porquê e não entendendo o porquê.

Idades que não têm muitos anos mais e ainda menos forças para ganhar o sustento.

Idades em que se deveria sobreviver à custa de tanto esforço e trabalho feito pela vida afora.

Idades que não têm utilidade política porque já não se deslocam para o voto.

Estamos em época sem época.

Estamos pelo menos em nós próprios e na fé que nos permite esperar cada dia um dia melhor.

Estamos na esperança de que alguém se lembre dos mais desfavorecidos em caridade fraterna.

Estamos na esperança que a humanidade pare a louca correria de viver em luxos e viagens e olhe para os que já nem conseguem sobreviver.

Estamos na esperança que a humanidade insana se dignifique respeitando o bem-estar comum e o progresso de todos.

Estamos na esperança de mais além do que a humanidade possa conceber de humanismo.


publicado por eva às 16:14

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Quarta-feira, 12 de Janeiro de 2011

Regalos

- oje podemos ir às compras, não podemos?

- Quais compras?

- As de Inverno, claro!

- Mas… não tarda é tempo de Primavera…

- Pois, pois, mas os saldos de Inverno são agora e quem não pode comprar antes, talvez o possa fazer agora….

- Quem não comprou quando precisou não deve poder comprar agora, também. Quem precisa e tem para comprar, compra, simplesmente.

- Será, mas pelo menos pode comprar-se algo nos saldos, ou não?

- Oh! No estilo de estrear uma comprinha nas feiras…

- E então? Alegra o dia, alegra o coração!

- Bem, às vezes é necessário tão pouco para alegrar!

- Engraçada a linguagem tão-pouco. O tão implica grandeza e o pouco, o contrário.

- Exactamente a ideia, a grandeza do pouco. Que tem de errado?

- Parece mais lógico a pobreza do pouco…

- Por favor! Na pobreza e na alegria mantém a Paz e estarás sempre bem. Há dificuldades horríveis na pobreza como na riqueza, há bênçãos felizes para uns e para outros nesta e noutras vidas.

- Felicidades para todos, então! Bem, e se possível com compras regalo para todos!

 


publicado por eva às 00:33

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Quarta-feira, 21 de Julho de 2010

Compras

omos fazer compras, das baratinhas mas necessárias.

Bem… não exactamente necessárias, digamos utilitárias.

Gera-se alguma confusão entre estes dois termos, sobretudo se vão servir de razão, ou desculpa, para algo.

Além de que compras são compras e de vez em quando dão uma sensação boa, quando se compra a gosto e não por ser preciso, irremediavelmente.

E, tantas vezes até, esse irremediável não é necessário.

Fomos integrando um mundo de comodidade e higiene que deu lugar a um mundo de gostos e caprichos, por vezes até a um mundo de sentimentos concorrenciais com os amigos.

Necessário – preciso… talvez não… nada mesmo...

Enfim, olhando para a situação de outros que não têm outro remédio senão suportar a falta de condições, ou para aqueles que as escolhem como seu meio de vida para ajudar alguém, obtemos uma noção mais ajustada das nossas necessidades.

- Essas desgraças todas a mim só me dá para sair a correr e mostrar a mim mesma que não estou naquela situação.

- A maioria de nós é assim que reage e depois vai comprando um monte de coisas para o pó, ou para mostrar à vizinhança, à chefia, aos amigos…

- Então – isso tudo é o que somos!

- Se há dinheiro para essa representação, o dinheiro é para ser aplicado e cada um escolhe em quê. O problema surge quando nem dinheiro há para esse jogo de representações, um jogo que não conduz a nada a não ser à ilusão de si e à bancarrota familiar.

- Ai! Tanto exagero! Só fui comprar uns puffs – lindos, por sinal!

 


publicado por eva às 00:36

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Quarta-feira, 30 de Maio de 2007

Sociedade de consumo

30 de maio de 2007

De visita a um casal amigo, um casal mais jovem comenta as dificuldades de concentração na vida moderna.
- Não sei se é deste corre-corre em que as pessoas andam, ou se é de poder escolher fazer tanta coisa ao mesmo tempo…
- Pois é isso que parece! As pessoas não sabem o que querem!
- A bem dizer, nem precisam escolher. Vem tudo parar à mão!
- Ou às prateleiras das lojas.
- Sim, até o que nem se imagina lá está e com tão bom aspecto que alicia qualquer um para a compra.
- Então é por isso mesmo que se chama “sociedade de consumo”, porque se consome sem precisar.
- É isso! Temos tanta tralha que nem precisamos, mas temos, pronto!
- O mais grave é que as nossas cabeças se desabituaram de pensar o que é importante, e ocupam-se a pensar no que é dispensável, e até estéril, para a nossa vida.
- Pois é! E depois os pensamentos formam castelos de ilusões.
- Mais grave que isso! Reagem conforme as ilusões que criaram e alteram as suas opiniões, sem reflectir sequer.
- Parece uma doença desta época! O pensamento inconstante e ilusório, sem qualquer reacção, da nossa parte, ao que pensamos.
- Na maior parte das vezes nem damos por isso! É a futilidade que se instala devagar e depois obscurece a mente por completo.
- Estou a ver! Lá terei de deixar de usar a calculadora por tudo e por nada.
- É um começo. A seguir escolhe o que precisas. Senão, talvez sim… ou talvez não!

publicado por eva às 09:21

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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