Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Segunda-feira, 3 de Setembro de 2012

A serenidade advém do dever cumprido

- az íntima é a serenidade do ser!

- Também pode ser preguiça, relaxe, ora essa!

- Pois, pois. E, sem dúvida, que na maioria das vezes assim é confundida. De quem não se importa com nada dizemos que é uma pessoa calma.

- Exatamente, assim como dizemos dos surdos – são pessoas calmas.

- Mas ignorar o que se passa em redor não significa calma ou serenidade. Estas advêm do sentimento de fé…

- Só os religiosos são calmos?

- Nada disso, refiro a fé racional. Aquela que até os cientistas mais obstinados aceitam. A fé de que muito existe que interage de modo superior ao conhecimento humano e que não depende de riqueza ou poder terreno, mas que é uma interação regida por leis superiores que tudo regulam com perícia e objetivos determinados por Bem.

- Humm… hummm… E isso dá serenidade porque então podemos deixar de nos importar que esse algo resolve?

- Podemos ter fé em que o que não está em nossa mão resolver será resolvido em hora certa por algo superior a nós. Mas todos temos imensas tarefas que podemos realizar e que devem ser realizadas por Bem e em prol dessa unidade superior.

- Então é daí que advém a serenidade mesmo quando nem as nossas tarefas conseguimos realizar?

- A serenidade advém do dever cumprido com todas as nossas capacidades. Nesse caso, o que não conseguimos realizar é porque não depende de nós.

- Sem dúvida que esse ponto de vista é para pensar melhor…


publicado por eva às 00:26

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Segunda-feira, 12 de Dezembro de 2011

Questões de moral

- abes o que descobri?

- Oh. lá ‘tas tu! Se não dizes…

- Pronto! Descobri que posso fazer mentalmente exactamente igual ao que faço na realidade.

- Olha a novidade! Até chamam a isso o sonhar acordado.

- Ai, sim?! Bom, mas é mesmo útil. Olha, consigo falar com os outros, incutir-lhes as minhas ideias, pedir-lhes desculpas, convencê-los a irem almoçar comigo, a…

- Isso é muito feio. É falta de ética.

- Ohh, mas não é tudo! Consigo ir a casa das pessoas e espreitá-las em tudo o que fazem.

- Que horror, como te atreves a invadir a privacidade familiar?!

- Olha, olha!!! E até consigo trazê-las comigo quando quero.

- Pareces um monstro!

- Não, é por boas razões. Umas porque as quero, simplesmente. Outras, porque quero transferir energias e tudo o que consigo para melhorarem.

- Tudo isso são irreverências de quem não tem princípios morais nem a noção da realidade.

- Hã?

- Ninguém se pode armar em um deus perante os outros, sem sofrer as consequências dessa ambição desgovernada da razão e da moral mais cedo ou mais tarde. Muito pior se esses outros são mantidos na ignorância dos procedimentos. É por vezes evidente que vivemos entre seres monstruosos e seres angelicais, e que duns e doutros são as suas acções que os classificam socialmente nesses níveis. As capacidades da mente são ainda mal conhecidas mas, acima de tudo, penso que tudo o que pensamos e fazemos deve ser criteriosamente avaliado em termos morais. Temos a possibilidade de distinguir o bem e o mal, temos o que muitos chamam de centelha divina, ou o símbolo do Divino em nós. Seja esse signo desconhecido ou reconhecido por um ser, ele não lhe dá uma posição superior a ninguém, mas uma condição de progresso a ser bem avaliada. Como tal, a ética e a dignidade são essenciais para conseguir atingir um nível elevado de consciência.

- Ora, senão é o quê?

- É uma autêntica derrapagem e…

- Ora, divirto-me e muito, é o que é!

- Em um coitado é o que alguns se transformam, pior ainda se nem sequer percebem a distinção e teimam na decadência com todo o prazer.

- Interpretações, é o que é!

- Evidentemente e a cada qual a sua, por vontade e livre-arbítrio.


publicado por eva às 00:32

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Quinta-feira, 24 de Novembro de 2011

Diferenças de opinião

gora chove, logo entra o Sol em nossa vida, em nossa casa.

A vida é composta de variantes e o que importa é avaliar o que somos mais do que o que temos. E…

- Vamos, vamos!

- Onde?

- Para a viagem no tempo.

- Que viagem é essa?

- É naquele transporte ali e voltamos aqui à noite.

- Mas não disse que era uma viagem no tempo?

- Pois, pois, mas voltamos segundo esta medida de tempo, a nossa, aqui. Entende?

- Mal.

- Pois é o seguinte…

- Humm…

- Se não quiser não vai, nem paga.

- Digo que não preciso ir. Na minha opinião tudo está em nós mesmos, apenas falta estudar e aprender. Aprender, e muito, sobre as capacidades mentais, as incapacidades, as estruturas do intelecto, das emoções e sentimentos, dos pensares.

- Então não vem? Olhe que aqui estão amigos seus…

- Pois, mas eu acho que cada um pode decidir por si, salvo razoáveis excepções e nesses casos estão aqueles que não conseguem usar a mente de modo lúcido – ou por não terem saúde mental, ou por serem infantis ou senis. E é sempre uma situação muito delicada, esta de alguém se responsabilizar por outrem.

- Adeus! A sua opinião não convém...

- Temos diferenças de opinião, sem dúvida, simplesmente.


publicado por eva às 00:30

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Terça-feira, 8 de Novembro de 2011

Maravilhosa graça

ais conhecida por Amazing  Grace, é o nome de uma canção com história e beleza de sons.

Quantos versos são histórias escondidas, envergonhadas ou submissas de seres que no seu íntimo sentem amargura ou alegria?

São exteriorizações de humildade para a humilhação ou trauma em certas situações. São exteriorizações de felicidade e alegria mal contida noutras circunstâncias.

O choro pode ser chorinho triste e amargo ou pode ser exteriorização de lágrimas contidas em ocasiões mais tristes.

Desvelos e emoções - são sempre!

O ser humano tanto se dobra como se desdobra.

Tanto é de infeliz em suas acções como de arrojado em busca de novas situações, em esperança contínua.

Essa esperança humana que se assemelha à persistência instintiva dos animais.

Para alguns, é apenas a evolução desta outra naquela primeira.

Seja como for, é esse sentimento depositado na mudança contínua das coisas que nos impulsiona.

Senão o desassombro surge e estonteia as oportunidades que vão surgindo.

Sejam esperançados em nós e nossas capacidades, nas circunstâncias em constante mutação e nos outros que vão progredindo a passo certo de si mesmos.

Sejamos esperançados em que novos dias surgirão e que o Sol continuará a iluminar o dia, como as estrelas e a Lua iluminam as noites que tenhamos que atravessar.

Nunca falta luz exterior. Não deixemos que falhe a de nossa consciência ou do entendimento  maior.

Até amanhã.


publicado por eva às 00:32

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Sábado, 14 de Maio de 2011

Dia de hoje

ia de hoje.

Posso pensar, ver, falar, mexer-me e perceber tudo à minha volta.

Tenho a bênção da vida em mim.

Tenho tarefas a executar e apenas tenho que me dirigir a outros lugares em diferentes horários para as realizar o melhor que sei e consigo.

À semelhança de outros dias devo encontrar as mesmas pessoas e dialogar com elas de modo livre, sem ser acusada politicamente disto ou daquilo.

Tenho possibilidades de ir comprar comida, cozinhá-la, mastigá-la e digeri-la sozinha, sem auxílio de tubos nem máquinas.

Tenho possibilidade de me alegrar ou não ao longo do dia.

Tenho possibilidade de, voluntariamente, ajudar este ou aquele a atravessar a rua, ajudar a equilibrar-se sem cair no seu percurso, distraí-lo, melhorar o seu dia e dores.

Tenho capacidade para observar os pássaros, as flores, passar por um jardim e caminhar livremente, se bem que com precaução para não ser assaltada.

Não tenho dinheiro para gastar em qualquer coisa, nem saúde para esbanjar em esforços inúteis.

Mas mexo-me, mesmo com dores, e posso ter alguma comida em prato limpo.

Posso lavar-me e vestir-me, sem ser à moda, mas com simplicidade.

Tenho trabalho precário, mas trabalho que não escraviza.

Sou feliz!

 


publicado por eva às 00:31

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Segunda-feira, 22 de Novembro de 2010

Personalidade

ersonalidade latente. Personalidade emergente. Personalidade transparente.

Tudo isso somos nós, a grande maioria que não sabe o que faz inconscientemente, nem subconscientemente, às vezes nem sequer conscientemente.

- E afinal como se distinguem essas fases todas?

- Todas? Ainda não sabemos quais, ou quantas, são essas tais personalidades todas que podemos referir.

- Então de nós mesmos, ou das nossas capacidades, nada sabemos?

- Se referes as capacidades mentais, efectivamente não sabemos quase nada. Ou seja, sabemos que não sabemos.

- Já é um princípio!

- A ciência poderia trabalhar com perspectivas espirituais porque somos físico e espírito, e nessa perspectiva talvez pudéssemos chegar a construir algumas conclusões que não fossem arrojadas de dogmatismos mas de verdade.

- E a Verdade te libertará!

- Que é a verdade? – disse Pilatos

- Sei lá! – digo eu, que nem sou romana…



publicado por eva às 00:36

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Domingo, 25 de Abril de 2010

Primavera

rer, crenças. Quereres, ambições. Isolamento, silêncios. Sociabilidade, risos.

Tudo isto são emoções, sentimentos e posturas do ser perante a vida, com os seus matizes de sofrimentos, desalentos e alegrias.

E o vosso trabalho será sobre esta temática.

Acham muito? Pois seleccionem ou expandam o tema conforme as vossas capacidades e inspirações.

Hã, sobre a Primavera? Não, essa não consta. É a mesma coisa? Então desenvolva essas semelhanças que encontra e cá estaremos para discutir o seu ponto de vista entre todos os que vierem.

Até para a semana.

- A que propósito vais ainda arranjar mais trabalho? Primavera! Que tem ela a ver?

- Não percebes? Ele falou da vida em todos nós. Todos temos aquelas reacções em menor ou maior grau de desenvolvimento.

- De prioridades, é o que queres dizer. Porque esse é o resumo, como o indivíduo aproveita a vida e escolhe – mesmo que sem a lucidez do consciente dessa escolha – o modo como vai usufruindo a vida que tem com as capacidades que vai adquirindo, ou perdendo, para sobreviver a cada dia, a cada complicação.

- E isso não é comparável com a Primavera e todas as mudanças que se vêem, a olho nu, neste ditoso tempo natural de renovação?

- Bem, é um modo de ver – que mais posso dizer?

- Podes começar por querer perceber se alguma vez compreendeste a Primavera em ti.

 


publicado por eva às 00:37

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Quarta-feira, 4 de Novembro de 2009

Da fé

O que é a fé? É uma esperança? É uma força que nos projecta para além de nós, das nossas capacidades que desfalecem por isto ou por aquilo?
- A fé é isso tudo e muito mais. É o além da pessoa em si própria, a qualquer momento, em qualquer sítio, isolada ou acompanhada.
- É verdade que muitos só apercebem a fé, como uma força interior, ao encontrar-se com grupos que a sentem, praticam e doam em lugares de peregrinação, ou templos, ou assim…?
- Não haja dúvidas que certos lugares estão impregnados da força da fé de multidões que, repetidamente, ali se deslocam exactamente por causa da fé que sentem transbordar em si e que dedicam a este ou aquele sítio, a esta ou aquela figura de culto…
- A fé tem que ser só de pedinte? Isto é, dedicada apenas para pedir algo que se necessite com aflição, ou com muito desejo, ou até, por razões de capricho?
- A fé pode ser isso tudo ou engrandecer-se amorosamente, carinhosamente. A fé pode ser uma doação de Amor com dedicação restrita ou abrangente. A fé é uma força dedicada que transcende o ser, e é bom que seja por objectivos de bem…
- O bem e tudo o que se dedica com Amor engrandece quem o tem e o doa; aliás, esse ser resplandece onde quer que esteja. O seu corpo torna-se luminoso com uma luz que alguns podem ver, e que todos podem pressentir sem perceber identificar o que é, a não ser que consideram tal pessoa encantadora.

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A Virgem e Jesus
Imagem retirada da net
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Disse  Buda:  A sabedoria é o melhor guia e a fé a melhor companheira !
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publicado por eva às 00:32

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Segunda-feira, 12 de Outubro de 2009

Aquilo que vemos

O céu azul é cheio da luz e do brilho do Sol. O céu negro é iluminado, apenas, pela Lua e os milhares e milhares dos pontinhos luminosos das estrelas.
Chamamos estrelas ao que já sabemos serem as estrelas: planetas, cometas e toda a variedade de astros celestes, incluindo os lixos e derivados.
Sabemos também que aquilo que vemos pode nem mais existir, em virtude da velocidade de propagação da luz até à sensibilidade da visão humana.
- Não é do olho, ou olhos?
- Os olhos são os órgãos especialmente dedicados à visão que vê, essencialmente, por capacidade mental. Por isso muitos cegos vêem e outros vêem com os olhos fechados.
- Mas vêem o quê?
- Vêem formulações mentais de imagens, tanto por si próprios como inferidas por outros, devido, por exemplo, a transmissões de pensamento.
- Isso tem a ver com a realidade.
- Tem a ver com a realidade num sentido lato, o que não é exactamente igual à realidade do quotidiano, das pequenas tarefas e necessidades imediatas.
- Isso ultrapassa-me completamente.
- Nem por isso. Todos nós somos seres com imensas capacidades mentais que, na grande maioria dos casos, não só não suspeitamos sequer da sua existência como não as utilizamos correctamente. Essas capacidades chegam a ser notáveis, mas também desapreciadas, em muitos de nós. E outros tantos gostariam de as saber utilizar noutras grandezas de que apenas suspeitam as possibilidades. É através da ética moral que se atingem outros níveis, sem percursos desagradáveis, e até funestos, em termos de lucidez.

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Dupla visão - Cara ou Flores
Imagem retirada da net
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Disse  Victor Hugo:  A alma humana necessita mais de um ideal que da realidade. É pela realidade que existimos; é pelo ideal que vivemos !
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publicado por eva às 23:37

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Segunda-feira, 2 de Março de 2009

Possibilidades

Instrução e educação – disciplinas necessárias à evolução de todos e de cada um.
Pela habilidade de uma e pela mestria que a outra permite o indivíduo pode conseguir êxito pessoal na sociedade do seu tempo.
A vida é para se viver com todo o esplendor que o indivíduo for capaz de projectar.
Quando os filósofos afirmam que temos todas as possibilidades para vivermos o que é conveniente, podem querer dizer que temos, também, a capacidade de aproveitar, melhor ou pior, essas condições.
Muitas vezes acontece que os nossos objectivos são diferentes das capacidades que demonstramos e, a partir daí, pode cria-se um angustioso diferencial.
- Talvez o mais fácil seja fazer concessões em vez de exigências. Desse modo somos facilmente felizes, porque à semelhança das crianças, nos alegraremos com as coisas simples que nos vêm parar à mão.
- Então, e onde fica a labuta por um futuro melhor?
- E quem pode ter a certeza que o futuro considerado melhor, assim seja?

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Imagem retirada da net

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Disse  Miguel de Unamuno:  O horror ao trabalho dá trabalhos sem conta !

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publicado por eva às 00:19

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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