Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Sexta-feira, 11 de Dezembro de 2009

Provas de vida

Nas provas de vida por que vamos passando, quando falta a saúde de modo mais dramático e sofredor, acabamos por rever o que somos.
O que somos na significância da nossa intimidade. Aquele sítio que resguardamos tão bem dos olhares alheios e onde, por vezes, nem o nosso próprio olhar lá chega.
O que somos realmente e, sobretudo, o que gostaríamos de ter sido?
Nesta altura, há o penoso observar do tempo que fugiu, ou evaporou mesmo, entre os nossos dedos.
Nessa hora não temos o registo das horas do presente, mas as do passado e como passaram… e como as deixamos passar…
Quanta inércia, quanto acomodar de situações e quanta luta desgastante para, afinal, estar ali assim…
De toda a vida o que resta, então, são os nossos sentimentos. Os sentimentos que nutrimos pelos outros mais outros, pelos outros mais familiares, mais íntimos e por nós mesmos.
O trabalho que fica por acabar… o que vai sobrar de nós, então, para a posteridade?
- E porque tem que sobrar algo? Porque não passar invisível pela linha da vida, pelos outros, invisível até para nós próprios? Quem se lembrará de nós? E que lembrança será essa – de gastura e alívio, ou de fraternidade e saudade? Afinal, que significamos para a família e para a sociedade? Afinal, que somos? O que fizemos para melhorar o nosso pequeno raio de acção e o mundo, a partir da irradiação desse? Que ensinamentos pedagógicos, ou didácticos, deixamos? Se morrêssemos hoje, que diferença teremos feito para o resto dos dias de vida dos nossos familiares e amigos? Que somos no cômputo total da nossa vida?
- Bem, outra questão se coloca ainda: que queremos, poderemos, ou conseguiremos ainda ser?

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Cartaz do filme Bem-vindo, Mr. Chance
Imagem retirada da net
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Disse Madre Teresa de Calcutá: O que você levou anos para construir, alguém pode destruir de uma hora para outra. Construa, apesar disso. Perceba que, no final das contas, é entre você e Deus. Nunca foi entre você e as outras pessoas !
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publicado por eva às 00:32

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Quinta-feira, 18 de Dezembro de 2008

Aventuras do dia-a-dia

Eles vêm trazendo as suas bandeiras.
São as bandeiras de países e a verdade é que sempre que estamos fora das fronteiras, as bandeiras e as simbologias nacionais adquirem valores mais fortes em nós e nas nossas recordações.
Esses símbolos passam a carregar também a soma das nossas emoções.
Então tudo se torna diferente, porque até o sítio mais desagradável se torna ameno, se nos mostra algo da nossa terra longínqua.
São identidades físicas e, como dizia alguém a quem o trabalho afastara da sua terra, as emoções eram muitas e o coração batia muito rápido sempre que se aproximava da sua terra ou se encontrava sequer nessa direcção.
A nossa casa paterna, como a nossa terra, recolhe e guarda igualmente muitas das nossas mais importantes emoções.
Conheci um casal que, ao ir habitar uma nova casa, encontrou escrito numa parede um resumo da vida dos anteriores habitantes e os desejos de felicidades para os habitantes seguintes.
Eles também se propunham escrever, na continuação do texto e na mesma parede, o resumo das suas vidas, ali, para o próximo habitante, tal fora o agrado da descoberta e da ideia. Era um fio de emoções que se seguia a cada frase que se lia.
A casa ficou mais acolhedora e trouxe uma espécie de amizade entre eles e os que escreveram as mensagens, mesmo sem nunca se terem realmente conhecido.
Partilharam, desse modo, numa parede, as suas aventuras e felicidades por intermédio de uma casa comum.
Enfim, aventuras do dia-a-dia.

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Imagem retirada da net
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Disse  Madre Teresa de Calcutá:  As palavras de amizade e conforto podem ser curtas e sucintas, mas o seu eco é infindável !
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publicado por eva às 00:32

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Terça-feira, 16 de Dezembro de 2008

Comportamentos

Jesus e seus ensinamentos são dados na catequese, mais que em casa dos pais.
Há algumas gerações atrás, estes ensinamentos serviam de educação à criança, ouviam-se na casa dos pais e nas missas ou cerimónias religiosas.
Porque Jesus representava um modo de viver e encarar a vida.
Jesus torna-se o Cristo, ou Messias, ou Profeta, ou um especial enviado de Deus na Terra precisamente por todo o significado que o seu modo de vida adquiriu.
Exemplo de comportamento individual – desde o vigiai os pensamentos, porque só por eles já se pode pecar, até o amar os outros como a si mesmo.
Exemplo de comportamento social – desde o aquele que for mais puro que atire a primeira pedra até aos homens de pouca fé que, ao duvidarem da sua capacidade de curar, foi como duvidar das capacidades de Deus.
Exemplo de comportamento respeitador de tudo o que o rodeava – desde o adoptar polidamente dos hábitos do dono da casa que o recebia até a sagração da natureza em todos os lugares onde passava.
Comportamento recto e condizente com as suas opções – desde a expulsão dos usurários no Templo até à sua humilde submissão aos desígnios divinos, ficando à espera que o viessem prender e condenar.
As suas palavras e atitudes eram conhecidas e conversadas em casas cristãs, de pais para filhos.
No entanto houve sempre problemas a todos os níveis, iguais e piores que os de hoje em dia.
- Para quê, então, a diferença do exemplo de Jesus?
- A diferença está em saber, mesmo que seja no fundo do coração, que é possível viver com ideais sublimes.
- E morrer!
- E que não interessam as consequências, pois se há quem siga ideais e morra por eles, como deixar de admitir que se pode viver dando exemplo de rectidão e bondade?- Maomé morreu, de repente, a rezar, não foi? E Moisés de doença na velhice… E a Madre Teresa de doença e velhice… e…

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Salvador Dali - Ascensão
Imagem retirada da net

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Disse  Madre Teresa de Calcutá:  Todas as nossas palavras serão inúteis se não brotarem do fundo do coração. As palavras que não dão luz aumentam a escuridão !
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publicado por eva às 00:24

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Terça-feira, 25 de Novembro de 2008

As prendinhas de Natal

O Natal ainda há-de vir e já se ouvem os que se fazem convidados.
Estes são os que utilizam a época natalícia para irem buscar dinheiros a outros, como se esses lhes fossem devedores de alguma coisa.
Não são necessitados, propriamente dito, mas têm o problema de gastar muito mais do que recebem e achar que podem resolver essa situação de mil maneiras inimagináveis.
Às vezes é preciso nervos de ferro e uma paciência de Job…
No entanto, vem aí uma época lindíssima e não podemos deixar que alguns pobres de Cristo a desvirtuem.
É época de prendas, mais de ofertas carinhosas que de prendas luxuosas.
Está agora na altura de começar a fazer, preparar ou comprar as prendinhas dedicadas especialmente a cada pessoa - seus gostos e necessidades.
As ofertas serão a tradução do nosso carinho, mais que do nosso dinheiro.
Então será possível fazer uma troca de Amor em todos os lugares que o possam festejar e desejar que a cada Natal nasçam mais lugares felizes e alegres festejos entre as gentes.
- Que sonho!
- Pois, às vezes temos que começar por sonhar…
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Imagem retirada da net
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Disse  Madre Teresa de Calcutá:  O importante não é o que se dá, mas o amor com que se dá !
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publicado por eva às 00:30

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Sexta-feira, 14 de Novembro de 2008

Escravidão de crianças

Não vi e vi, parece que vi só de saber e… as lágrimas caíram.
O assunto das imagens era o tráfico e escravidão de crianças, vendidas pelos pais por pouco dinheiro.
Um dos casos foi por alguma comida, durante uma semana. E nem quiseram saber se o filho que vendiam poderia ser muito mais que isso, ao ajudá-los na lida do campo.
Outras vezes são as raparigas escravizadas e violadas repetidamente para estarem continuamente grávidas e os bebés serem imediatamente traficados, para tudo (mesmo tudo) o que se possa imaginar.
Enfim – a decadência humana em esplendor!
Sei bem que as sociedades têm culturas próprias.
E que o contrário é igualmente verdadeiro – isto é, que todos são passíveis de se aculturarem.
Que não há mãos a medir em certos sítios – as pessoas vivem em piores situações que os animais.
Que há pessoas que têm bons quocientes de inteligência e que actuam, por vezes, de modo tão degradante que os animais lhes são superiores em dedicação e carinho pelos semelhantes.
Hoje, em finais de 2008, vê-se o quê sobre desigualdade de condições humanas por esse mundo? Vêem-se adultos a obrigar crianças a fazer coisas que eles, adultos, não querem fazer.
E vêem-se e… ahh, pois vêem! Vêem-se grupos, equipas de pessoas excelsas que sacrificam o seu bem-estar para socorrer todos os casos que podem.
São uma gota no oceano? – pois são!
Mas é gota a gota que se formará – um dia – um oceano de paz e dignidade humana.
Bem hajam os que dão o melhor de si e conseguem ajudar outros tão carenciados e, ainda, dar ânimo e esperança aos que desesperam e fraquejam.
- Olha ali! Está uma criança com uma flor enorme em amoroso agradecimento.
- Onde?
- Acho que é doutro nível…
- Hã?

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Imagem retirada da net

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Disse  Madre Teresa de Calcutá:  Sei que o meu trabalho é uma gota no oceano, mas sem ele, o oceano seria menor !
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publicado por eva às 00:23

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Sábado, 21 de Junho de 2008

Palavras

“Trabalho feito não cansa!”
- Lá isso é! O pior é quando o cansaço já se instalou e não se consegue trabalhar.
- Queres dizer, ficas no ponto zero, quanto mais atingir o ponto um?
- Ahhh! Exactamente, e não é de preguiça que falo. É de cansaço pesado. Pesado de sono não dormido.
- Também há cansaço por estar vivo…
- Pois, mas não é disso. No entanto algumas pessoas parecem estar simplesmente à espera que o tempo passe.
- Ou de morrer! Porque deixam de se sentir úteis e pensam que já não valem nada.
- O que não é verdade porque valem pelas memórias que têm e são capazes de transmitir. Não só falando delas e de suas vidas, mas com o exemplo que dão nas atitudes que hoje têm e até no que transmitem com o seu sorriso.
- Sim, conheci pessoas que não podiam falar e o seu sorriso, ou o seu olhar, era tão ou mais eloquente que a fala para muitos.
- Oh, há tantos que falam sem saber… falam, simplesmente.
- Outras vezes, também há palavras que são valiosas como o ouro. Há que saber escolhê-las.
 
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de Carlos Drummond de Andrade

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no Museu da Língua Portuguesa

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Disse  Madre Teresa de Calcutá:  As palavras de amizade e conforto podem ser curtas e sucintas, mas o seu eco é infindável !
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publicado por eva às 23:14

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Bem vindos! Namastê!

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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