Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Domingo, 20 de Dezembro de 2009

Maria João Brito de Sousa # Um Fantasma no Pinheiro de Natal

 

Era o corpo-presente de uma ausência!
Perfeitamente nítido na sala,
E vestido a rigor... traje de gala
Num lençol de alva e pura transparência.

Mas lá que era fantasma... ah, isso era!
Do alto do pinheiro de Natal,
Olhou-me e acenou. Não me fez mal.
Disse-me: - Noutro Natal! Eu fico à espera...

Sorri-lhe também eu, disse-lhe adeus,
Sumiu-se por caminhos muito seus
E eu ali fiquei, muito orgulhosa...


Fora um presente que era só p`ra mim
Pois mais ninguém na casa o viu assim
Naquela noite gélida, invernosa.
.

. 
in “http://poetaporkedeusker.blogs.sapo.pt/”
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Disse Maria João Brito de Sousa: Não há nada que caiba numa só vida, exceptuando essa mesma vida !
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publicado por eva às 13:39

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Domingo, 6 de Setembro de 2009

Maria João Brito de Sousa # Descaminhos

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Depois de perdido
No labirinto dos olhares do mundo,
Arrancado aos eixos de um tempo linear,
Afogado nas horas disfarçadas de azul-celeste...

Depois de devidamente
Arrancadas as raízes,
Podados os ramos do sentir,
Colhidos os frutos que podiam ser úteis,
Apontaram-lhe
O caminho politicamente correcto
Na direcção do cativeiro travestido de sorrisos.

Nesse mesmo dia,
Desenraizado,
Despojado de frutos,
Despido de sonhos,
Amputado de afectos
E devidamente encaminhado...

Aprendeu a voar por dentro.
.
.

.
in  http://poetaporkedeusker.blogs.sapo.pt/ 
 


 

Disse  Maria João Brito de Sousa:  Nós não somos só o que fazemos aqui e agora. Somos também as "pegadas" que por cá deixarmos !.
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publicado por eva às 00:10

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Domingo, 5 de Julho de 2009

Maria João Brito de Sousa # Eu quero este soneto e A ilha 2

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Eu quero este soneto
. 
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Eu quero este soneto como quem
Procura o dealbar de um horizonte!
Negada, ainda, a Barca de Caronte,
Retomo a estranha estrada de ninguém.

Eu quero este soneto e vou além,
Descubro o germinar da nova fonte…
Entre a Vida e a Morte há uma ponte
Erguida entre Nenhures e mais aquém.

Não fora a dor, quase estaria bem…
Não fora este cansaço, este esvair-me,
Diria que já está, que já passou…

De tudo hei-de falar! Eu sou alguém
E, antes de cantar, não quero ir-me!
Depois, porque o cantar mal começou!




A Ilha 2


Aqui me sento e tento erguer a voz
E desespero e sei que não consigo…
Chego a fugir dos braços de um amigo
Como quem foge às armas de um algoz.

Não mais maçã, assim converto em noz,
Escondendo em grossa casca – o meu abrigo –
Aquilo que me punha em maior p´rigo,
Como afinal fazemos todos nós…

Ilha deserta, escarpa, alta montanha…
Desvendo a solidão que me acompanha,
Defendo-a com a vida até poder!

Mas deixo-me habitar e multiplico
As sementes do verso. Eu frutifico!
Ilha e Poeta enquanto Deus quiser! 
 

 

de Maria João Brito de Sousa
in "
http://poetaporkedeusker.blogs.sapo.pt/" 
 
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Disse  Maria João Brito de Sousa:  Somos todos aspirantes. É condição "sine qua non" para estarmos vivos...
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publicado por eva às 11:21

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Segunda-feira, 29 de Junho de 2009

Um infeliz

- É um mísero que ali anda.
- É assim tão pobre?
- Não, é mísero porque nunca está feliz onde está. Quer sempre estar noutro lado qualquer e quando lá chega, daí a nada já quer ir fazer outra coisa noutro sítio.
- É um insatisfeito!
- Pois é isso mesmo.
- Talvez seja doença?
- Talvez, mas sempre foi assim desde novo. Nunca estava bem em sítio algum, a não ser que estivesse entretido a trabalhar. Até nas horas de dormir, acordava e queria levantar-se para ir ver o que havia na casa.
- Seria medo à mistura…
- Nunca se percebeu. Uma vez por outra gostava e apreciava estar uma hora, ou pouco mais, a conversar. Porém, se estivesse em movimento, mantinha a conversa horas e horas. Resumindo - tinha que estar entretido com várias coisas ao mesmo tempo para relaxar e descansar como os outros.
- Será, então, hiperactivo?
- Sei lá! Só sei que dá pena vê-lo sempre insatisfeito, faça-se o que lhe fizerem para lhe agradar. Às vezes, até pede para descansar e ficar só.
- Sabes o que isso é? É não ter paz interior – quando se tem paz ou se está em paz consigo, com os outros e com o que nos rodeia, todos somos felizes onde estamos e nada mais é necessário.
- Se calhar é isso, porque não parece sentir paz alguma, nem sequer o mais leve sossego.
- Então, o mísero é um infeliz.
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Imagem retirada da net

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Disse  Maria João Brito de Sousa:  A magia dos dias está nas maravilhas que eles nos podem trazer !

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publicado por eva às 00:25

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Domingo, 25 de Janeiro de 2009

Maria João Brito de Sousa # O Caminhante ; Da Relatividade do Tempo

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O Caminhante
 

Passou por este espaço e quis parar...
Ficou refém do espaço, por momentos,
Olhando com uns olhos muito atentos
Em busca da razão que o fez ficar.

Passou por este espaço e, sem saber,
Passara por si mesmo uma vez mais
Sem que os olhos captassem os sinais
Que este espaço lhe dera a conhecer...

Depois foi normalmente à sua vida.
Não fora a sensação de uma partida,
Jamais se lembraria deste espaço...

Tem dias em que passa e já nem olha,
Em nenhum deles, porém, a sua escolha
Dependeu da vontade ou do cansaço.



Da Relatividade do Tempo


Um cansaço de vida, um quase-morte,
Depois um renascer contra a vontade.
O corpo à minha espera (identidade?)
Um Palácio de Luz eu sem norte...

É tudo tão dif`rente! Essa ilusão
Do tempo que se vive deste lado,
Dilui-se entre o futuro e o passado
E traduz-se num`outra dimensão.

Um segundo, um milénio... quanto tempo
Se passou, afinal, enquanto estive
Diante dessa luz cheia de paz?

Um milénio, por lá, é um momento
Daquilo que por cá se sente e vive.
Um segundo? Um milénio? Tanto faz!
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de Maria João Brito de Sousa
in "poetaporkedeusker"
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Disse  Maria João Brito de Sousa:  Não existe mudança de situação sem que antes tenha havido mudança de atitude !
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publicado por eva às 00:38

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Domingo, 4 de Janeiro de 2009

Maria João Brito de Sousa # Tão só por cá ficasse... ; O fantasma do poema

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Tão só por cá ficasse a minha pena...

Eu, por minha vontade, cantaria
A Vida até à hora derradeira!
Eu cantaria a Terra, toda inteira,
Desde o nascer do Sol ao pôr-do-dia!

Eu cantaria até tornar-me Terra,
Nesta alegria imensa de ser vida
E, embora doente e já vencida,
Eu cantaria a Paz vencendo a guerra...

Eu cantaria mais, tão só tivesse,
A força de cantar, tão só pudesse
Transformar-me em palavra e ser Poema...

Eu cantaria, ainda que já morta,
Tão só viesse a morte à minha porta
Levar-me e cá deixasse a minha pena!



O fantasma do poema

Nasci deste poema que fizeste.
Tu olhas-me e não queres acreditar
Mas eu sou, na verdade, esse pulsar
Do momento da escrita em que te deste.

Venho lá bem do fundo do teu ser,
Sou a ponte que leva a tudo o mais,
Trago anseios, urgências animais,
De partir e de dar-me a conhecer...

Não quero nem morada, nem fronteiras!
O corpo é para ti que és pequenina.
Eu "sou", sem dimensão de tempo ou espaço!

Saltei das tuas mãos, entre canseiras...
Do fundo dos teus sonhos de menina,
Da estranha imensidão do teu cansaço!
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de Maria João Brito de Sousa
in
http://poetaporkedeusker.blogs.sapo.pt/
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Disse  Maria João Brito de Sousa:  Nem sempre o menos claro é menos bom Porque realça a luz, omnipresente !
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publicado por eva às 00:09

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Domingo, 5 de Outubro de 2008

Maria João Brito de Sousa # O Abraço

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Ó lusitano mar de quem herdei
As veias dos poemas que te faço,
Eu venho-me entregar ao teu abraço
Pela mão de um soneto que criei!
 
E tu, em cujo seio eu engendrei
A voz que trará vida ao meu cansaço,
Repara nestas linhas que te traço
E aceita esta vida que te dei...
 
Eu sou quem te levou a outras raças,
Quem de ti fez cavalo que galopa,
Quem ouve esses segredos que revelas...
 
Eu sou a terra-mãe que tu abraças
No ponto mais Oeste da Europa,
A Nação que te encheu de caravelas! 
.
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de Maria João Brito de Sousa
in http://poetaporkedeusker.blogs.sapo.pt/
.
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Disse  Fernando Pessoa:  Ó mar salgado, quanto do teu sal São lágrimas de Portugal !
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publicado por eva às 00:27

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Domingo, 14 de Setembro de 2008

Maria João Brito de Sousa # Mar, Céu e Natureza

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De quanta coisa neste mundo amares
Ama a centelha viva acesa em ti!
De quantas coisas houver por aqui
Ama-te nos reflexos que encontrares,
 
Pois se te vês naquilo que conheces
O Mundo serás tu e tu o Mundo!
Em verdade te digo que confundo
O próprio Mundo com as minhas preces!
 
Se te encontrares no Céu, na Natureza,
Se o Mar amares serás, com certeza,
Alguém que encontrou já o seu caminho!
 
Serás, então, reflexo da beleza,
Desse estranho ideal que me tem presa,
E nunca mais te irás sentir sozinho!
.

 

de Maria João Brito de Sousa 
in “http://poetaporkedeusker.blogs.sapo.pt/

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Disse  Vinicius de Moraes:  A vida só se dá para quem se deu !
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publicado por eva às 00:33

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Domingo, 25 de Maio de 2008

Maria João Brito de Sousa # (In)Definições; Amar é; A Mulher Interrompida

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(IN)DEFINIÇÕES

Eu quase não entendo o que em mim cresce...
Aceito o que vier, só de o sentir,
E prefiro aceitar do que pedir.
Sou semente do Deus que em mim floresce...
.
De humana e pequenina que sei ser
Ascendo à condição de ser Palavra
Por obra dessa Força que em mim lavra
Do Verbo original essoutro CRER
.
Que vai tão mais além do que o que sou!
Pequena, tão pequena que nem sei
Como alcançar os longes que me apontam!
.
E deixo-me embalar... eu venho e vou
Entre o que já vos disse e o que direi
Nos versos que encontrei... ou que me encontram?


Amar é…

Amar é estar em paz, acreditar...
É ser gato e mulher e planta em flor!
Mais do que ter amor é Ser amor
E nesse amor fluir, frutificar...
.
É ter dentro de nós a terra, o mar,
É pintar um poema em cada cor,
É poder consolar quem sinta dor,
Semear um sorriso em quem chorar...
.
É saber aceitar a vida, a morte
Sem o medo ou a sombra da revolta...
E, equilibrando os pratos do destino,
.
É vislumbrar, lá longe, a nossa sorte...
Agarrar o fiozinho, a ponta solta
Daquilo que há em nós e que é divino!


A MULHER INTERROMPIDA

Não foi assim tão antigamente...
Foi há cerca de um tempo
Mais duas metades de dois tempos meios.
Uma voz amiga, certamente,
Embora longínqua, perguntou por mim
E eu, tão confusa, não me conhecia...
Sou mulher de um homem,
Respondia.
E a voz insistia:
- Mulher, quem és tu?
- Sou a mãe de um filho que não mora cá
E de três meninas que me querem muito,
Apesar da culpa, apesar de tudo...
E a voz repetia:
- Mulher, quem és tu?
.
Eu iria jurar que não mentia
quando respondia:
- Eu sou essa mãe, apesar do luto!
A voz não cedia quando perguntava
Do Espaço, do Tempo e outras coordenadas:
- Ó mãe dos teus filhos, diz-me quem és tu!
Onde moram as tuas horas carnais?
Onde guardas o corpo quando sais
E voas em busca do filho perdido?
Que fazem essas tuas mãos?
Que estrelas tão negras trazes no olhar?
Que morte tão estranha te veio buscar
E esqueceu teu corpo entre os teus irmãos?
.
E eu respondia
Sem me aperceber
Que me descrevia sem me conhecer:
- Sou a mulher do meu homem
E a mãe das minhas crias!
Procuro o que se perdeu, o que morreu mal nasceu
E não alcanço encontrar...
.
Mas a voz não se calava no seu calmo perguntar:
- Mulher, que é feito de ti?
Só a ti tens de encontrar!
.
Então procurei-me em mim
E vi que não estava lá...
Procurei-me em todo o mundo,
Do abismo mais profundo à montanha mais escarpada,
Fui ao Nilo, fui ao Ganges,
Procurei-me em cada ventre
Das grutas mais ignoradas...
.
Devo ter percorrido o universo inteiro
Quando, de repente,
Encontrei um corpo que me não era alheio
E uma alma ardente
Onde cabia, exactamente,
A chama tão acesa do meu peito!
E juro
Que foi a primeira vez,
Em toda a minha vida,
Que aceitei a minha imagem denegrida
E me orgulhei da estranha condição
De SER UMA MULHER INTERROMPIDA!

.
.

Disse  Florbela Espanca:  Ser poeta é ter fome, é ter sede de Infinito!
.
.

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publicado por eva às 12:26

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Domingo, 18 de Maio de 2008

Maria João Brito de Sousa # Angra do Heroísmo; A Cor das Estrelas

.
ANGRA DO HEROÍSMO

Angra do Heroísmo, eu vi-te agora!
Teu casario pintado a verde e mar...
O sol, por entre as nuvens vem beijar
As casas onde o branco se demora...
.
Angra, eu não sei sequer como te vi
Se aqui, no Continente, sempre estive,
Se o meu corpo por cá resiste e vive
Sem ter tido a ventura de ir aí...
.
E, no entanto, vi-te! Eu sei que sim!
Cidade recortada a branco e céu
Afundada no verde das colinas.
.
E sei que agora tu moras em mim,
Que me corre nas veias sangue teu
Por obra de outras Mãos bem mais divinas!


A COR DAS ESTRELAS

Uma estrela é da cor que existe em nós...
Azul ou amarela... tanto faz!
A cor da estrela muda porque traz
Ecos do nosso olhar, da nossa voz...
.
A estrela tem a cor que Deus quiser
Reluz e vai pulsando em nosso peito...
Se o nosso olhar procura o que é perfeito
Só nos devolve a cor que nele houver...
.
São todas como espelhos pequeninos
A enfeitar o Grande Firmamento!
São os olhos do céu, às vezes choram...
.
Todas têm a luz desses destinos
Que ascendem em total deslumbramento
E são da cor dos sonhos que lá moram!



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Disse  Florbela Espanca:  Ser poeta é ter cá dentro um astro que flameja !
.
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publicado por eva às 00:02

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