Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Segunda-feira, 26 de Novembro de 2007

Doces

Dia escuro e chuvoso, uma música de jazz que enche a casa.
Casa que sofre arrumações e desarrumações para finalmente se ajeitarem móveis e futilidades (necessaríssimas!).
Tudo arrumado e o espaço que havia… já não há.
Todos os cantos e nichos estão preenchidos.
E se o chão está livre, cobre-se de seguida com um tapete.
Que é da casa espaçosa dos nosso sonhos? Não faço a mínima ideia porque tudo o que temos é preciso.
Às vezes acontece comprar novamente o que se tem porque não sabemos onde está, mas isso…
- Queres um bombom?
- Pois sim. Quem os inventou merecia um prémio, desses bem bons.
- E quem sabe se não inventaria algo melhor a seguir?
- Difícil mas possível.
- Sempre!
- Concordemos. São um encanto da culinária.
- Posso levar mais um? Assim dá para a viagem porque sair daqui para esse temporal que está lá fora, fica muito melhor com ajuda de bombons.
- Lá diz o povo “o que é doce nunca amargou”.
- É mais ou menos isso, é. O sentido está correcto.
- Para a próxima tenho bolo de chocolate.
- Isso, e com amêndoas raladas, por favor…
- Não estamos de dieta?
- Mas lembraste coisas tão boas… 
. .
♪: Tarde em Itapuã - Toquinho
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publicado por eva às 17:11

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Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2006

Os indispensáveis

11 de dezembro de 2006

Bombons e chocolate, doces e doçarias, são como os feriados; um prémio no meio da semana agitada do dia-a-dia.
O problema é o mesmo para os dois casos: nunca são demais.
E são sempre uma delícia.
Sentei-me na "minha" esplanada. Minha, porque costumo ir para lá quando posso.
O costume. Céu azul, pombos no largo, mães com crianças nos carrinhos a passear e a conversar com amigos e conhecidos.
Este país pode ter muitos problemas, mas tem um clima que não há igual.
Até quando chove é diferente. Continua a ser o "jardim à beira mar plantado " do poeta Camões.
Gente a passear ou apressados querendo fazer mil coisas ao mesmo tempo.
Uns, passam seguros de si e do seu charme.
Outros, verdadeiramente encantadores, são sempre os inseguros querendo ser melhores em cada dia.
Estes, que derramam o seu amor e carinho por quantos encontram - entre um sorriso amável ou uma abraço sentido - são sempre amorosos.
E são também sempre os mais carentes. É como se o mundo não necessitasse deles.
Mas, sem se aperceberem, eles é que são indispensáveis.
Para estes vai a minha admiração pois, no meio das guerras, conseguem ir em frente no seu caminho e sem desvios.
A sua insegurança se calhar é o motor que os mantém vigilantes na exigência para a sua evolução.
Bem hajam pela sua simplicidade e carinho de todos os dias.

publicado por eva às 20:00

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