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Escritos de Eva

Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

Escritos de Eva

10
Set09

Os caminhos de cada um

eva

Descoroçoados, desesperançados… São desesperos e amarguras muito fortes e vívidas que atroam no interior de alguns.
São gritos de dor que se tentam sufocar a todo custo mas que, de vez em quando, saem abruptamente sem dar aviso.
São gritos íntimos que nem sempre se sabem explicar por meio de estados lúcidos.
São sufocos para as alegrias e desprendimentos.
São estados prisionais desconhecidos da consciência, mas muito bem vividos pelo subconsciente e bem marcados na memória inconsciente.
São lágrimas com força de caudal de grandes rios.
São tristezas ditas infundadas. São securas inexplicáveis.
Todos nós somos isso tudo!
E todos nós, um dia, seremos livres disso tudo e por isso devemos manter viva a Esperança.
As prisões vividas em consciência da realidade, ou as vividas inconscientemente, hão-de ter os seus portões e portas escancarados, um dia…
Há um dia para cada um e para todos poderem sentir a liberdade no mais íntimo do seu ser!
- Dizem que se constrói o futuro a cada dia do presente…
- Mais uma razão para se vivificar a luz da esperança no interior de cada um a cada dia, a cada instante. Porque não sabemos nem o dia nem a hora em que vamos precisar dela para nos dar alento e prosseguir o nosso caminho.
- Os caminhos de cada um são cada vez mais fáceis ou mais difíceis?
- Não sei responder a isso, mas sei dizer que a Esperança vale como um bálsamo no caminhar mais árduo…
 
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Fotografia de Keith Erskine
Imagem retirada da net
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Disse  Antonio Porchia:  Se não levantares os olhos, pensarás que estavas no ponto mais alto !
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06
Nov08

Caminhos

eva

Aparece um rosto branco como se saísse da neve. Daquela neve que cai em flocos suaves e que se cola, ou adere a tudo «como quem não quer, mas faz».
Os olhos são fundos e escuros. Parece ser um rosto de homem – vê-se mal.
Mas sim, é um homem. E agora vê-se mais nitidamente que está com uma capa, ou capote, com capuz.
Está só e aponta um caminho pela estrada onde estamos.
Então, vamos todos por esse caminho que, de terra e entre árvores, vai dar a uma praia.
Está escuro e a praia deserta, a não ser a nossa presença.
O tal homem olha fixamente para o horizonte e todos esperamos…
É que estávamos perdidos, ou desnorteados de direcção, quando ele apareceu.
Por isso quando nos mostrou um caminho, que ninguém tinha visto antes, o seguimos de bom grado.
Esperamos ainda algumas horas, até que começou a nascer o Sol.
No horizonte, para onde ele olhava, apareceram os primeiros raios de luz coloridos.
Pouco depois já clareava meio círculo de luz sobre as águas, que agora pareciam estar lá, mais longe.
Nesta altura já podíamos avançar, pois via-se bem o novo caminho.
Estava, como o outro, mesmo à nossa frente – e não o víramos.
Era de areia muito branca e fina.
Um novo areal estendia-se até perder de vista e escondia as águas.
Chuvas de estrelas cintilantes caíram sobre as nossas cabeças e, espantados, olhámos o Sol, bem luminoso.
Surgiu então um lago transparente e lá continuámos o novo caminho lembrando os versos «Caminhante não há caminho, faz-se o caminho ao andar…»

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William Turner – Pôr-do-sol num Lago
Imagem retirada da net


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Disse  Antonio Machado y Ruiz:  Caminhante, não há caminho. Faz-se o caminho ao andar !
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15
Out06

António Variações # Anjinho da Guarda

eva
15 de outubro de 2006

Eu tenho um anjo
Anjo da guarda
Que me protege
De noite e de dia
Eu não o vejo
Eu não o oiço
Mas sinto sempre
A sua companhia
.
Eu tenho um guarda
Que é um anjo
Que me protege
De noite e de dia
A toda a hora
E em todo lado
Posso contar
Com a sua vigia
Não usa arma
Não usa a força
Usa uma luz
Com que ilumina
A minha vida
.
Ele não
Não usa arma
Ele não
Não usa a força
Usa uma luz
Com que ilumina
A minha vida
.
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in álbum "anjo da guarda" de António Variações
nome artístico de António Rodrigues Ribeiro
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