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Sexta-feira, 13 de Novembro de 2009

Da luz e da energia

Tanta desilusão e ilusão… e tanta maravilha que não observamos nem sabemos notar.
Tudo à nossa volta tem luz e energia. Nós temos luz e energia.
Tudo tem luz e energias próprias e adaptadas ao estado evolutivo de cada um.
Assim como tudo se relaciona em si, entre si e vai equilibrando os mais fortes e os mais fracos nessa capacidade de luz e energias.
- Tudo se mistura?
- Bem, tudo e todos se influenciam e auto-influenciam. Isto é, o nosso estado de saúde é psicossomático assim como o nosso bem-estar é um estado somático de ambiente-relacionamentos-próprio eu.
- Tudo se mistura como os ingredientes diferentes numa massa homogénea para sair um bolo passado o tempo de cozedura no forno-energia…
- Isto é, todos nos influenciamos mas não perdemos a individualidade. Temos que ter em conta a beneficiação de certas companhias e ambientes da natureza para nosso bem-estar e da troca que deveremos proporcionar, tão positiva como a que é recebida.
- O contrário também é possível, não é?
- Quase tudo é possível no seu contrário. Mas o que interessa reter é que somos influenciados e influenciamos tudo à nossa volta. São energias recíprocas que dependem da afinidade entre elas – se estamos bem equilibrados trocamos boas energias, senão acabrunhamos ainda mais as que temos.
- Qual é o remédio?
- É fazermos por criar ideias optimistas, favorecer a esperança e a fé de que tudo, absolutamente tudo, é passível de mudar a cada instante e que todo o bem é possível de ser atingido por todos, sem excepção.

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Imagem retirada da net
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Disse  António Damásio:  Grande parte do sofrimento humano é causado por conflitos das pessoas consigo mesmas !
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publicado por eva às 00:21

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Sexta-feira, 6 de Novembro de 2009

Ontem, hoje, amanhã

Todos vivemos a cada dia um dia futuro.
Alguns vivem-no como se fosse o único dia de suas vidas, com toda a intensidade possível, a nível de emoções e a nível de dedicação.
Outros vivem-no por meio das lembranças dos tempos anteriores, em que sentiram felicidade.
Outros vivem-no projectando as suas esperanças num tempo futuro em que as contrariedades de hoje estarão ultrapassadas, e seguindo o lembrete religioso que tudo passa por baixo do céu no tempo que lhe foi prescrito. Ou, segundo o ditado popular, que tudo passa, o mau e o bom, rodando sempre na roda da fortuna.
Enfim, de um modo ou de outro, todos temos a noção que caminhamos numa linha temporal, em que as coisas mudam constantemente.
- E qual é o elo dessa mudança?
- Somos nós mesmos, com as nossas atitudes, complexos e amplexos, mas sobretudo com a nossa esperança de que tudo pode mudar para melhor. A diferença maior está em pensar que essa possibilidade é exterior a nós, ou interior e que somos nós a construí-la.
- Hã?
- Temos em nós os condicionalismos do que pensamos e das acções que escolhemos tomar no passado. Assim como temos em nós, presentemente, a possibilidade de livre-decidir, ou livre-arbítrio, com ética, ou não, as atitudes que tomamos. Ao tentar corrigir os pensamentos, moralizando-nos, estamos a dirigir o nosso futuro, do mesmo modo que o passado nos condiciona os passos.
- Então não temos culpa do que vivemos porque isso já está pré-destinado?
- O que vivemos foi-nos infligido pelo nosso comportamento anterior, mas temos sempre ao dispor a possibilidade de resolvermos os problemas de modo mais altruísta que alguma vez fomos.
- E são essas novas posturas éticas que ditam o futuro de cada um?
- Conforme modifiquemos, ou amarguremos, ou projectemos novas atitudes assim estruturamos o futuro a cada instante do presente.
- Ahh! Isso é agradável!
- Isso é possível!
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Imagem retirada da net 
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Disse Pe. António Vieira: Se no passado se vê o futuro, e no futuro se vê o passado, segue-se que no passado e no futuro se vê o presente, porque o presente é futuro do passado, e o mesmo presente é o passado do futuro !
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publicado por eva às 19:15

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Quarta-feira, 7 de Outubro de 2009

Todos?

- E se a música é parte intrínseca de nós, ou em nós?
- E se não a podes ouvir?
- Se isso for possível, então o impossível também é possível?
- O melhor é pensar que tudo é possível.
- E, então, qual é a amplitude do desespero? Incomensurável?
- Por vezes chega ao suicídio…
- Mas o suicídio pode ser físico e real tanto para o próprio como para todos os que conhecem o suicidário.
- Mas… se tudo é ilusão…
- Mas… o suicídio pode ser também mental…
- O desespero é mental, também, e não deixa de ser bem sentido emocional e fisicamente.
- Então, tudo o que acontece ao indivíduo, já lhe aconteceu mentalmente?
- Isso é uma enormidade que pode ser considerada bem verdadeira… O acertado é viver sempre do modo mais recto que se conseguir, perdoando e amando todos – os que desconhecemos e conhecemos, os que nos injuriam e os que nos provocam amarguras e preocupações, os que nos são agradáveis e amamos simplesmente e de modo imediato.
- Todos?
- Compaixão e benevolência para com os outros gera benevolência por nós próprios. Então o tal desespero não tem lugar em nós.
- E seguiremos em frente no caminho com a nossa vidinha e a nossa Vida?
- Tal e qual.
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Imagem retirada da net
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Disse 
Pe. António Vieira:  A maior parte do que sabemos é a menor do que ignoramos !
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publicado por eva às 00:36

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Domingo, 20 de Setembro de 2009

António Ramos Rosa # O Jardim

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Consideremos o jardim, mundo de pequenas coisas,
calhaus, pétalas, folhas, dedos, línguas, sementes.
Sequências de convergências e divergências,
ordem e dispersões, transparência de estruturas,
pausas de areia e de água, fábulas minúsculas.

Geometria que respira errante e ritmada,
varandas verdes, direcções de primavera,
ramos em que se regressa ao espaço azul,
curvas vagarosas, pulsações de uma ordem
composta pelo vento em sinuosas palmas.

Um murmúrio de omissões, um cântico do ócio.
Eu vou contigo, voz silenciosa, voz serena.
Sou uma pequena folha na felicidade do ar.
Durmo desperto, sigo estes meandros volúveis.
É aqui, é aqui que se renova a luz
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in "Volante Verde" de António Ramos Rosa
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Disse  António Ramos Rosa:  Há em nós algo que é indefinível, incomunicável e indescritível !
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publicado por eva às 00:33

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Sábado, 18 de Julho de 2009

A cada um a sua medida

Nunca tinha visto os pés assim, ao contrário. Os dedos são gordos e muito redondinhos. As unhas estão muito bem aparadas e perfaziam o resto do desenho.
Nesta óptica, os pés eram… humm… bem… eram diferentes.
Afinal, todo o peso do corpo assenta neles – pobres coitados – e a maior parte das pessoas nem um olhar lhes dirige, apesar de serem bonitos.
- Se começássemos a ver o corpo a partir dos pés…
- Se calhar, todos encontrávamos coisas nunca vistas!
- Ah Ah! No mínimo!
- Vamos hoje à feira?
- Aí está outra coisa que deve ser engraçada ver de baixo para cima.
- O ano passado até telemóveis se perderam nos solavancos dos carrinhos, aviões, rodas, etc., das diversões.
- Pudera! Com tanta volta e reviravolta…
- Sabias que nalguns casos nem deixam levar os chinelos para as viagens?
- Não, mas tem jeito de ser, sim senhor!
- Tudo aquilo é uma confusão e até uma aflição para mim, que nem tento ir naquelas voltas.
- Também é mais confuso para quem fica a olhar. Lá, apertados com os cintos não parece tão perigoso.
- Para mim, são riscos desnecessários e não são, de todo, brincadeira.
- Mas outros gostam do risco, da velocidade e das emoções que conseguem sentir com tudo isso e, ainda, com a vantagem de estar junto dos amigos.
- Pois, para cada um a sua medida.
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Imagem retirada da net
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Disse  Pe. António Vieira:  Das obras grandes ou pequenas, das acções generosas ou vis, cada um traz na própria cabeça a verdadeira medida !
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publicado por eva às 22:09

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Domingo, 14 de Junho de 2009

António Ramos Rosa # Estar só é estar no íntimo do mundo

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Por vezes cada objecto se ilumina
do que no passar é pausa íntima
entre sons minuciosos que inclinam
a atenção para uma cavidade mínima
E estar assim tão breve e tão profundo
como no silêncio de uma planta
é estar no fundo do tempo ou no seu ápice
ou na alvura de um sono que nos dá
a cintilante substância do sítio
O mundo inteiro assim cabe num limbo
e é como um eco límpido e uma folha de sombra
que no vagar ondeia entre minúsculas luzes
E é astro imediato de um lúcido sono
fluvial e um núbil eclipse
em que estar só é estar no íntimo do mundo
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in "Poemas Inéditos"
de António Ramos Rosa
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Disse  António Ramos Rosa:  A poesia deverá ser uma afirmação de dignidade e de liberdade humana !
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publicado por eva às 23:22

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Quinta-feira, 7 de Maio de 2009

Hábitos

Os animais estão pela casa, porque eram bem-vindos e não havia razão para ali não estarem. Nem sequer havia mais ninguém.
Eles cuidavam dele e ele deles. Raças diferentes ali conviviam em harmonia.
Diria que viviam até com alguma promiscuidade, porque ocupavam todos os sítios sem qualquer restrição.
Até dentro da cama podiam acomodar-se. Enfim, hábitos que remontam ao berço da humanidade e que têm continuado um pouco por cada povo, cada indivíduo – este misturar íntimo de pessoas e animais.
Uma porta dava para a escada amarela e daí podia subir-se mais e mais até chegar ao terraço, virado para o céu – parecia-lhe o topo do mundo.
Flores, pássaros e outros que tais andavam por ali, à volta dele.
- Não era ele?
- Era, mas agora é também outra pessoa.
- Ahh!
- Lá em cima corria um ar fresco, finalmente.
- E ele?
- Ele continuava sozinho naquela casa cheia de animais.
- E plantas!
- Sim, sim!
- Se fosse uma quinta, todos tinham espaço livre.
- Pois, mas não é. E isso restringe as coisas.
- E o outro ele?
- Esse está livre destes pormenores.
- Pormenores?
- Sim, onde esse está, espaço não falta!
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Perez - O veterinário
Imagem retirada da net
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Disse  Pe. António Vieira:  Seja o futuro emenda do passado, e o que há-de ser, satisfação do que foi !
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publicado por eva às 23:59

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Sexta-feira, 27 de Março de 2009

Sobreposição

Olha, que é aquilo? Tão bonito!
- Gostas de viver a vida, não gostas? Aquilo… é apenas uma flor, um jarro desfocado.
- Mas como pode ficar tão belo?
- Porque o seu branco, desfocado, torna-se pérola, o amarelo fica com se fossem fios dourados e o verde das folhas e caule formam o verde seco e pálido que se vê em renovada composição visual.
- Pois… não sei! Só sei que esta composição que se formou é linda! Desfocada ou focada.
- Efectivamente, é uma foto muito feliz e, afinal, numa composição tão simples.
- São as cores e flores de Primavera. Parece que o mundo se alegra para nos alegrar também.
- Somos felizes vivendo em paz. Às vezes as notícias de guerra, e guerrilhas, parecem mentira, uma loucura sangrenta baseada em alguns idealismos.
- Parece irreal não se encontrarem as soluções para se viver melhor.
- Depende da importância que se dá às coisas da vida. Há quem se apegue à vida e há quem a desfrute com simplicidade.
- Sim, parece ser a sobreposição de questões materiais às questões espirituais do ser.
- Enfim, a cada um a importância que decide dar à sua vida!

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Imagem retirada da net

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Disse Demófilo (António Machado): Os únicos bens verdadeiros são os do espírito. Podemos transmiti-los sem nada perdermos deles; até aumentam quando os partilhamos !
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publicado por eva às 00:30

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Sexta-feira, 16 de Janeiro de 2009

Novas fórmulas?

À entrada em oval, o chão está coberto de areia muito branca e fina.
A porta é enorme em largura e altura. Entramos.
O hall é enorme e a seguir entramos na sala de reuniões, onde está uma mesa oval ao meio, com algumas pessoas sentadas à sua volta.
São os mais antigos na Casa e os mais velhos – pois!
Em círculos mais pequenos e expostos segundo uma linha circular, bem ampla, à volta dos que estão na dita mesa, estão mais pessoas.
Estas são mais jovens e estão reunidas formando os tais círculos mais pequenos, por especialidades de trabalho.
Um desses círculos interrompe regularmente a linha circular para tratar de doentes – um de cada vez.
Há ainda outras pessoas que se vão alinhando, um pouco aleatoriamente, ao lado dos outros.
Muitos já sabem tudo sobre a sua profissão, outros estão aprendendo com todo o interesse.
É incrível a azáfama.
Uma sala que estava no rés-do-chão e, agora, se situa na cave, serve para a elaboração da primeira ficha dos que necessitam de tratamento.
Os tratamentos são tanto para as dores físicas como para as perturbações psíquicas.
E são estas as que perfazem o maior número.
Utiliza-se, ali, uma espécie de psicologia aplicada, mas activa e na inversa do que é comum ver-se em tratamentos com psicólogos.
Não é o paciente que fala, mas o especialista que lhe dirige as palavras certas, porque percebe a situação em termos globais e clínicos.
O paciente, ao perceber a sua situação com tanta clareza, provoca em si mesmo uma reacção de cura.
É-lhe dado o conhecimento adequado ao problema de modo a poder reflectir as atitudes certas para anular esse problema.
Paciente e especialista interagem com o problema e então sim, aquele é tratado e o problema resolvido por nova formulação de auto-mudança de hábitos depressivos e errados.
- Novas fórmulas para psicanálise?
- Não sei mais, porque saímos todos nessa altura. O que reparei foi na intensidade da vontade de trabalhar, de ajudar e querer ser ajudado.

 

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Imagem retirada da net

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Disse  António Damásio:  Do meu ponto de vista, o que se passa é que alma e o espírito, em toda a sua dignidade e dimensão humana, são os estados complexos e únicos de um organismo !
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publicado por eva às 00:16

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Terça-feira, 13 de Janeiro de 2009

Loucura(zitas)

Estudo ou ensaio sobre a loucura.
- Mas, qual delas?
- Evidentemente que há muitas e cada vez mais são estudadas em pormenor.
- Então?
- Então há muitas loucuras que têm referências em lesões cerebrais e outras que não.
- Não?
- É o que te digo, há pessoas alucinadas que não apresentam lesões ou outro indicador nos exames que fazem.
- Bem, isso há sempre, mas são situações passageiras de cansaço, ou tristeza, ou alegria, etc., em que não se sabe bem o que se diz ou faz. Mas, no cômputo geral, a pessoa está bem.
- Pois não está, claro que não! E nem vou falar dos que se tornam violentos instantaneamente. Se não há loucura, seja em que grau seja, há no entanto perturbação psíquica.
- Mas, se vamos por aí, estamos todos afectados…
- Também não estou a falar dessa generalização. Estou a querer referir que há muitas loucurazitas que muito atrapalham os familiares e os ambientes de trabalho.
São os vícios particulares de quem ninguém fala, ou porque não querem ou porque não podem.
Estou a referir-me a perturbações como as depressões tão constantes que se tornam o estado normal da pessoa.
Estou a falar dos que têm ideias fixas contra si mesmos, contra os outros, e que tudo fazem para as conseguir realizar.
Também dos que se suicidam e ninguém desconfiou de tal intenção e nenhum médico soube sequer que o indivíduo existia porque não foi a nenhuma consulta.
- Em suma, estás a falar dos doentes com perturbações mentais conhecidas só por eles mesmos ou nos meios mais restritos.
- E dos que nem sabem que estão (ou são) doentes e das possibilidades de tratamento e de cura que já existem. O que dá pena é pensar que se tornam infelizes sem conseguirem lograr a tentativa de melhorar-se.

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Mitos - Juan O’Gorman
Imagem retirada da net

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Disse  António Damásio:  É uma emoção que nos faz sentir se determinada decisão é boa ou não !

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publicado por eva às 22:30

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