Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Segunda-feira, 10 de Novembro de 2008

A dor

Jardins, plantas, árvores e flores. Canteiros de flores multicoloridas.
Parecia que algum pintor ali tinha deixado a paleta de tintas e elas tinham escorregado para o chão.
Havia canteiros redondos e, por vezes, verdadeiros tapetes de flores.
As cores e as tonalidades traduziam o belo da natureza, um tempo de calma e beleza.
Paz para os olhos que vêem isto tudo – também acontece e é desejável.
O bem-estar, quando sentido, atrai lágrimas de saudade.
Saudade de estar em paz, por dentro e por fora.
Porque às vezes há crises de dor e moléstia. E as dores podem ser uma agonia.
Nessas alturas viver ou morrer torna-se igual, porque tanto faz.
Dá-se, então, uma insensibilidade para a vida, para a vontade de estar vivo ou o simples desejo de melhorar.
É a indiferença total, uma letargia que a própria dor promove.
É um estar ali, sem estar. É estar adormecido sem dormir, como uma anestesia natural.
A seguir, parece que houve interrupção do tempo.
É um afundar, um voar alto, muito alto.
Um esquecer de tudo. E, de repente, afinal, é possível abrir os olhos.
A dor amainou.
Não tarda, outro dia vai começar.

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Monet - Jardim da sua casa em Giverny
Imagem retirada da net

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Disse  Stefan Zweig:  Toda a sabedoria provém da dor. A dor procura sempre a causa das coisas, enquanto o bem-estar se inclina a estar quieto e a não olhar para trás !
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publicado por eva às 00:36

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Sexta-feira, 12 de Maio de 2006

Azáfama nos portões e entradas. Ambulâncias, carros e pessoas

12 de maio de 2006

Azáfama nos portões e entradas.
Ambulâncias, carros e pessoas apressadas.
Exames, elevadores, macas, enfermeiros e auxiliares.
Cheiros a comida e barulho de carrinhos e loiças. Quartos, duches.
Enfermarias e outra vez macas e elevadores.
Estão todos verdes. Pronto! É a cirurgia.
Anestesistas e anestesias. Sono. Tanto sono.
Sala nova e enfermeiras preocupadas com os valores das máquinas.

Ena! Tanta máquina.
Uma criança chora. São saudades de casa e dos pais.
A mãe já está lá. Luzes de candeeiros.
Não se consegue mexer um músculo mas as enfermeiras estão satisfeitas.
As máquinas não falham.
Mais luzes, mas estas não são das lâmpadas.
São feixes dirigidos: são luzes azuis. Iluminam só as zonas do corpo que foram tratadas.
Parece que uma estrela está no centro da sala. Não percebo como está ali.
Vai abrir ao centro e o seu brilho encandeia.
Tudo fica iluminado como se fosse meio-dia de sol forte.
Tenho que fechar os olhos.
Que é isto? A sala desapareceu.
Ficou uma pérola branca.
E a luz. Lindo!

publicado por eva às 14:58

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