Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Sexta-feira, 1 de Abril de 2011

Silêncios

- spero por ti à hora do costume e dás-me boleia, pode ser?

- Está bem, até logo.

- ….

- Não dizes nada?

- Estou em silêncio.

- Isso já percebi, mas não sei porquê.

- Porque não tenho nada útil para dizer.

- Ora aí está uma boa razão!

- …

- Bem, então falo eu, porque este silêncio não é suportável. Deve ser o tal som do silêncio. O silêncio faz pensar alto, não faz? Parece que atrai o nosso íntimo cá para fora. O problema é que depois não sei o que fazer com ele.

- Com ele?

- Com o meu íntimo à vista.

- Que tal olhares bem para ele ou, melhor dizendo, para ti mesmo e tratares de ti trabalhando, equacionando e amando o melhor de ti em ti.

- Olha, volta a ficar calado!

- Fazemos a viagem em silêncio, então!

- Fazemos! Desta vez, pelo menos.

 


publicado por eva às 00:30

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Terça-feira, 9 de Novembro de 2010

Emoções

- ou emocionado!

- Porque dizes isso?

- Po’que choro e rio muito por nada de je’to.

- Isso é sensibilidade mais aflorada, mais abrangente.

- Isso é bom?

- É! Mas também é preciso vigiar ainda com mais atenção, porque dessa sensibilidade pode ocorrer pena e gastura para si próprio. Isto é, sentindo apuradamente tudo o que ocorre e o que rodeia consegue-se presenciar passado e pressentir o futuro e isso pode abalar as estruturas mentais e pode trazer medo, revolta ou pena para níveis mais lúcidos da consciência.

- E a’tão?

- Então, se não houver vigilância apropriada, ou seja, se não se fizer diariamente análise racional do que sentimos e do que nos sucede pode acontecer ficar-se na desilusão dos que nos rodeiam.

- E a’tão?

- E então isso é tudo menos um saudável modo de viver.

- Ora ess’? A’tão o melhor é nem sentir, seguir sempre que nem estouvad’?

- O melhor é enriquecer-se intimamente e entender que nem sempre temos a vida que gostaríamos ter ou que nos achamos merecedores de viver, e que tudo tem uma razão e…

- E?

- E que nos compete perceber sentindo o mais possível, compreender tudo e todos o mais possível e viver na maior harmonia possível consigo próprio e com a vida, pois esta é instrução e educação por nosso passado-presente-futuro. Será a nossa mola para níveis superiores de vivência cada vez mais aperfeiçoada se a soubermos aproveitar aprendendo com humildade a viver simplesmente.

- Hã! Nã’ sê’ se consigo…

- Basta irmos tentando um passo mais largo a cada dia.



publicado por eva às 00:34

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Sexta-feira, 10 de Outubro de 2008

Razão e razões

Razões e razões que a razão desconhece.
É assim mesmo que funciona tudo. Tudo e todos.
Fazemos tantas coisas com conhecimento de causa, tantas opções pensadas e tomadas.
E tomamos outras tantas decisões sem saber minimamente o que fazemos, quanto mais porquê.
Há quem lhe chame níveis de consciência.
Há quem lhe chame problemas de inconsciência.
E ainda há quem diga que a hipnose tudo remedeia ao descobrir o mais profundo EU do indivíduo.
Há de tudo, para todo o tipo de gostos e entendimento, no mercado actual.
Mas quase todos esquecem a auto-reflexão e auto-análise.
Porque esquecem? - Que sei eu…?
Pode ser por inércia, por relaxe por si mesmo do trabalho sério que isso implica…
Porque a sociedade actual nos habituou a pagar monetariamente para conseguir, na hora, tudo o que necessitamos já pronto a utilizar.
Sei lá, estou a generalizar…
No entanto, a auto reflexão e análise de si mesmo costuma ser mais simples do que parece.
E vale a pena – ohhh, isso vale!

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Ametista
Imagem retirada da net


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Diz a  Sabedoria Popular:  Quem vê caras, não vê corações !
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publicado por eva às 00:47

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Terça-feira, 9 de Setembro de 2008

Ao fim do dia

Pensamentos, pensares ou modos de pensar.
Pensamentos que «nem o lixo os quer» e que transmitem ansiedade e sofrimento, de modo repetido.
E pensamentos sublimes que dão paz e bem-estar.
O ser humano é aquilo que pensa e a vida que leva; os desgostos ou o desafogo que vai sentindo vão alinhando a sua forma de pensar.
A auto-educação dos pensamentos, a sua disciplina, é outra questão – é uma forma activa de viver.
Todo o nosso ser transmite as nossas tendências mentais, as nossas construções ideológicas e, finalmente, o produto disso são os pensamentos ou os espelhos de nós em nós.
Ao fim do dia podemos fazer uma lista dos pensamentos que tivemos nesta ou naquela ocasião e relacionar as lógicas aplicadas em cada situação.
O que somos? Somos essa pessoa que foi capaz de reagir exactamente assim perante os diversos estímulos do exterior.
Se não gostamos dos resultados da análise podemos sempre disciplinarmo-nos e ser melhores em auto-correcção.
Se gostámos – ainda bem!

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O Jardim Secreto - Marcel LorAnge
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Disse  Confúcio:  De nada vale tentar ajudar aqueles que não se ajudam a si mesmos !
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publicado por eva às 00:30

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Segunda-feira, 8 de Setembro de 2008

Mudanças

Dias de encontros, reencontros e até desencontros.
Pessoas que se reúnem anualmente e, como é óbvio, apesar das tentativas para cumprir a presença na data fixada, às vezes não conseguem.
Há imprevistos que dificultam, impedem e outros imprevistos há que surpreendem.
Tudo reunido, quantas vezes não pensamos como é possível que um ano altere tanto as pessoas.
As mudanças podem ser físicas, ou psíquicas ou culturais.
As pessoas interagem sempre com o meio que as rodeia, e quantas não há que só na meia-idade conseguem ter acesso a livros e meios culturais onde desenvolvem e aprofundam as ideologias.
Isso, só por si, torna as pessoas diferentes. A cultura é o mote para renascer em si mesmo e observar-se a viver.
Quão diferente se torna a nossa atitude quando nos afastamos de nós o suficiente para nos observarmos em análise?
Quantas atitudes seriam alteradas e quantas omissões seriam respostas veementemente sentidas?
Quantas indecisões seriam vontades planeadas?
Uma autêntica reorganização crítica de nós pelo nosso eu, apenas poderá ser feita por nós mesmos.
Pois quem mais poderia fazê-lo melhor?

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Junín de los Andes, Argentina
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Disse  Eric Hoffer:  Quando as pessoas são livres de fazer o que lhes apetece, normalmente imitam os outros !
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publicado por eva às 00:10

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Quinta-feira, 25 de Outubro de 2007

A borboleta

A borboleta branca atrai outra castanha e amarela para a fonte e a relva do jardim.
A castanha vai pousar na mesa de pedra e após uns instantes, vai abrindo e fechando as asas.
Parece um exercício, como se quisesse experimentar se funcionam.
É que ela acabou de sair do casulo e ainda lhe parece mentira estar outra vez renovada de asas.
As suas asas anteriores tinham sido rasgadas e não só tinha que aguentar a dor, como não conseguia voar bem, porque ainda abriam mais os rasgões. 
A cada voo os rasgões aumentavam e o esforço era, também, cada vez maior.
Às tantas, já não conseguia voar mais e ficou murcha no chão, à espera.
- À espera de quê?
- Da solução. Quando não sabemos o que fazer esperamos um sinal de mudança.
Nessa altura tentamos entender os sinais e segui-los, no intuito de melhorar. O problema é se a ignorância não nos permite entender os sinais.
Outras vezes não temos coragem para segui-los e então instala-se a dúvida.
- Mas a dúvida ajuda a discernir, ou não?
- Não. Isso é a análise. A dúvida, se a deixarmos instalar-se, corrói toda a intenção, quanto mais qualquer movimento da vontade. O que é necessário é seguir, devagar ou mais depressa, mas avançar sempre.
- A borboleta fez isso, foi?
- E a natureza das coisas ajudou. 
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Borboleta (detalhe)

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Yitzhak Ben Yehuda

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♪: Butterfly - Cindy Ashton

publicado por eva às 08:38

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Sábado, 15 de Abril de 2006

Andando sobre as ondas e correndo sobre a espuma

15 de abril de 2006

Andando sobre as ondas e correndo sobre a espuma assim aparecem as gaivotas.

Mas elas afinal estão a voar.
Mais uma vez a ilusão do que acontece.

É sempre preciso vigilância para a verdade.
A verdade ou realidade é sempre uma dúvida a ser peneirada com muito, oh! muito cuidado.
Tudo para a medida certa. Nem dúvidas em demasia nem, muito menos, certezas.
Análises e lógicas em quantidade. Técnicas e científicas, com princípio, meio e fim. Programadas pelo raciocínio e pela lógica.
E então o que sobra vai validar o que os sentidos perceberam.
Porém, sempre a atenção. Deve estar alerta para qualquer pormenor que a distração ou o cansaço não viram. Ou qualquer detalhe novo. Ainda pode alterar o conjunto dos resultados.
Depois da revisão em partes e da sua relação com o global.

Então, o que parece, tem fortes probabilidades de ser mesmo assim.
Até nova ordem das coisas.
As gaivotas enchem os ares com o seu piar forte e decididas a sobreviver.

Realidade na vida!

publicado por eva às 18:47

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Bem vindos! Namastê!

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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