Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Sábado, 26 de Novembro de 2011

Amizade

i, ‘tou aqui!

Sempre que precisares

Não esqueças o que é

Amizade

Uma forma de amar

De sustentar o outro na adversidade

Um ombro para encostar

Ouvidos para ouvir o que não se diz a mais ninguém

Uma fala que se torna conversa instrutiva

Um pensar que se partilha

Uma acção que se confia

Um estar junto sem distância nem tempo

Um viver acompanhado

Confiadamente.

Amor é isso tudo igual

Com mais intensidade ainda.

Feliz quem ama!


publicado por eva às 00:39

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Domingo, 25 de Maio de 2008

Maria João Brito de Sousa # (In)Definições; Amar é; A Mulher Interrompida

.
(IN)DEFINIÇÕES

Eu quase não entendo o que em mim cresce...
Aceito o que vier, só de o sentir,
E prefiro aceitar do que pedir.
Sou semente do Deus que em mim floresce...
.
De humana e pequenina que sei ser
Ascendo à condição de ser Palavra
Por obra dessa Força que em mim lavra
Do Verbo original essoutro CRER
.
Que vai tão mais além do que o que sou!
Pequena, tão pequena que nem sei
Como alcançar os longes que me apontam!
.
E deixo-me embalar... eu venho e vou
Entre o que já vos disse e o que direi
Nos versos que encontrei... ou que me encontram?


Amar é…

Amar é estar em paz, acreditar...
É ser gato e mulher e planta em flor!
Mais do que ter amor é Ser amor
E nesse amor fluir, frutificar...
.
É ter dentro de nós a terra, o mar,
É pintar um poema em cada cor,
É poder consolar quem sinta dor,
Semear um sorriso em quem chorar...
.
É saber aceitar a vida, a morte
Sem o medo ou a sombra da revolta...
E, equilibrando os pratos do destino,
.
É vislumbrar, lá longe, a nossa sorte...
Agarrar o fiozinho, a ponta solta
Daquilo que há em nós e que é divino!


A MULHER INTERROMPIDA

Não foi assim tão antigamente...
Foi há cerca de um tempo
Mais duas metades de dois tempos meios.
Uma voz amiga, certamente,
Embora longínqua, perguntou por mim
E eu, tão confusa, não me conhecia...
Sou mulher de um homem,
Respondia.
E a voz insistia:
- Mulher, quem és tu?
- Sou a mãe de um filho que não mora cá
E de três meninas que me querem muito,
Apesar da culpa, apesar de tudo...
E a voz repetia:
- Mulher, quem és tu?
.
Eu iria jurar que não mentia
quando respondia:
- Eu sou essa mãe, apesar do luto!
A voz não cedia quando perguntava
Do Espaço, do Tempo e outras coordenadas:
- Ó mãe dos teus filhos, diz-me quem és tu!
Onde moram as tuas horas carnais?
Onde guardas o corpo quando sais
E voas em busca do filho perdido?
Que fazem essas tuas mãos?
Que estrelas tão negras trazes no olhar?
Que morte tão estranha te veio buscar
E esqueceu teu corpo entre os teus irmãos?
.
E eu respondia
Sem me aperceber
Que me descrevia sem me conhecer:
- Sou a mulher do meu homem
E a mãe das minhas crias!
Procuro o que se perdeu, o que morreu mal nasceu
E não alcanço encontrar...
.
Mas a voz não se calava no seu calmo perguntar:
- Mulher, que é feito de ti?
Só a ti tens de encontrar!
.
Então procurei-me em mim
E vi que não estava lá...
Procurei-me em todo o mundo,
Do abismo mais profundo à montanha mais escarpada,
Fui ao Nilo, fui ao Ganges,
Procurei-me em cada ventre
Das grutas mais ignoradas...
.
Devo ter percorrido o universo inteiro
Quando, de repente,
Encontrei um corpo que me não era alheio
E uma alma ardente
Onde cabia, exactamente,
A chama tão acesa do meu peito!
E juro
Que foi a primeira vez,
Em toda a minha vida,
Que aceitei a minha imagem denegrida
E me orgulhei da estranha condição
De SER UMA MULHER INTERROMPIDA!

.
.

Disse  Florbela Espanca:  Ser poeta é ter fome, é ter sede de Infinito!
.
.

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.


publicado por eva às 12:26

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Quarta-feira, 10 de Outubro de 2007

A simplicidade de amar

Amor, generosidade e benevolência andam geralmente a par.
Mas também andam a par o amor, a paixão e o amor ferido ou ressentido.
Nestes casos, parece que o coração está num recipiente que, uma vez cheio, derrama à toa os excessos.
Daí ao desespero e desvario é um instante.
São choques contínuos de emoções que alteram os sentimentos.
Sentimentos de amor desvairam em ódio e revolta.
É um rio que se transforma num mar imenso, cheio de turbulência.
Diz o povo que um novo amor cura a dor de outro amor.
E assim parece ser, não tanto no sentido restrito de amor-paixão, mas sem dúvida ultrapassando esse sentimento pelo amor fraterno e universal por todas as criaturas, com respeito pelas suas existências e espaços, com o carinho e a suave doçura da compreensão e benevolência por todos – até para quem tenha provocado sofrimento.
Ódios, desvarios e vinganças só se curam com mais amor.
Vida com amor encantado, daquele que permite viver em paz.
Esse Amor fraterno, doce e sublime.
Amor suave e pacífico.
Enfim, a simplicidade de amar! 
.

 

 .
Abaporu
.
Tarsila do Amaral
.
♪: Canção da esperança – Barros Ferreira (Fado de Coimbra)

publicado por eva às 08:21

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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