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Escritos de Eva

Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

Escritos de Eva

22
Set11

Dia-a-dia

eva

qui estamos!

Pois estamos!

Gosto do banco!

Eu também!

Dá para sentar, comer, observar e falar com gente como tu.

Como eu?

Sim, que nos responde mesmo sem perguntar.

Ah! Sim, gosto de falar. Faz bem, é um bom exercício este da fala.

Da fala à conversa vai ainda um bocado…

Também é verdade!

Há quem muito fale sem relação de juízos. Pelo menos sem que se entendam esses juízos.

Pois, pois é!

Bem está na hora de ir para aquele outro banco, acolá…

Para quê?

Para observar outras coisas, ora!

Só observas?

Só? Bem, é o que faço, sim – observo!

E gostas?

Só tenho condições para observar. Não posso mudar o mundo. Apenas decidir que rumo dar às minhas intenções

Então e as acções?

As acções são as que se podem ter… Adeus!

19
Mar11

Razões

eva

- iga, menina!

- Meia de leite e o bolo, conforme a promoção.

- (o se faz favor também se usava) É pr’a já.

- Aqui tem, São…

- Bom dia, faz favor?

- Uma bica e bolo, como está ali…

- É pr’a já  (já ninguém é educado?)

- Faz favor, o que vai ser?

- Um torrada para embrulhar, se faz favor.

- Ora essa! (agora uma torrada embrulhada, e espera que vá quentinha até comerem, não?)

- Tens observado? Há quem reclame de tudo, convencido que tem razão.

- E alguma tem, de facto.

- Todos temos razões para fazer as coisas que fazemos. As razões podem estar encobertas da compreensão dos outros ou não serem as mais fiáveis em moralidade, mas existem.

- E deixa-me adivinhar: para cada um a sua!

- Nem mais!

 

01
Jul10

Mar doente, mar são

eva

ar, oceanos. Florestas e parques arranjados pelo Homem.

Trabalhos tão belos que o Homem faz!

Horrores tão grandes que alguns homens provocam na destruição do que está bem, do que está saudável, do que é belo.

Nesta dicotomia de valores e acções está também a ambivalência da Humanidade.

Enquanto houver um ser humano que pugne pela valorização do que é bom e saudável de modo universal e natural…

Enquanto houver um só Homem que seja construtor de progresso e melhoria para todos, sem excepções, e sem querer lucrar financeiramente com essa atitude…

Enquanto a bondade e o altruísmo existirem num só indivíduo que seja…

A Humanidade ainda não deixou de ser humanista!

 

27
Mar10

Tudo é possível

eva

odo o tempo em que nos conhecemos, somos tal qual nos observamos.

Vamos dirigindo as nossas acções perante os acontecimentos e a sua transformação, como por entre os pingos da chuva.

Vamo-nos orientando conforme o humor e conforme a moral que vai falando mais alto.

Vamo-nos transformando também, e enformando no que actualmente somos.

- Pára! Estou mais que confusa com esse somos–chuva‒acontecimentos… Assim não percebo nada. Mais terra-a-terra, por favor!

- Então, é isso tal e qual!

- Isso – o quê?

- Somos o que queremos ser!

- Não, não! Somos o que podemos ser, e tanto podemos piorar quanto melhorar. Quantos são alegres e felizes e seguidamente atravessam desilusões e amarguras a ponto de atingirem o nível de não suportar mais.

- Estás a falar de dramas?

- Não, estou a referir-me a dramalhões que só quem passa por eles poderá falar. Mas, geralmente, até a fala se torna difícil e, se o pensamento ainda está minimamente ok, o que se pretende é esquecer a situação mais grave e projectar uma fuga para conseguir intervalar as situações que daí podem advir e que terão que ser enfrentadas. Por isso - somos o que podemos ser, com o melhor de nós e todas as forças que conseguimos reunir!

- Mas tanto podemos estar negativos quanto a tudo, como melhorar a olhos vistos…

- Tudo é sempre possível através dos nossos criteriosos minutos, dias, décadas e tudo o que vamos vivendo. Já o poeta dizia que tudo é composto de mudança!

 

26
Dez09

Dia de memória

eva

Há dias vi um livro que se intitulava algo como palavras nunca ditas a tempo…
E, no entanto, tantas palavras que gastamos por qualquer um, que nada nos diz a respeito de nada…
As voltas que dá a nossa vida e olhando para trás, efectivamente, quantas palavras não gostaríamos de ter dito em tempo útil?
Quantas atitudes e iniciativas não teríamos tido se tivéssemos compreendido melhor outrem?
Quantas atitudes não teríamos mudado porque não entendemos a amplitude dos nossos gestos e o quanto constrangiam outrem, mesmo quando levados a cabo apenas porque nos dava mais jeito ser assim, e não doutro modo, em completa ignorância do sacrifício que infligíamos?
Quantas coisas não mudaríamos do nosso passado se o entendimento nos tivesse ajudado?
Que valor tem a ignorâncias das coisas? Será desculpa aceitável?
Por lei dos tribunais a ignorância não é desculpa de nada. Então, porque desejamos que o seja moralmente?
- Porque achamos uma injustiça querer culpa pelo que não sentimos, porque não sabíamos a projecção das nossas atitudes? Quantas vezes, mesmo conhecendo o raio das nossas acções, não fazemos algo com uma intenção que deriva noutro algo completamente diferente? Às vezes até conseguimos realizar o oposto do primeiramente pretendido!
- Então, dum modo ou doutro, as nossas intenções e acções projectam-se no futuro?
- Parece evidente?!

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Veronica Labat - Tempo de visita
Imagem retirada da net
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Disse Stephenie Meyer: Quando as pessoas mudam de ideias, tomando uma nova decisão, por mais insignificante que seja, todo o futuro se altera !
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30
Dez08

A importância dos actos

eva

Ele estava a rezar. Sim, a rezar, porque estava aflito consigo mesmo.
Os pensamentos não eram dos melhores e tinha ouvido dizer que não se deveria criticar outrem.
Primeiro, porque não tinha esse direito. Segundo, porque poderia prejudicar de algum modo (que ainda não tinha percebido bem como), a vida e o progresso espiritual do tal outro.
Ora acontece que estava ofendido porque tinha-o considerado como amigo e eis que se havia revelado uma pessoa pérfida e premeditada nos seus actos.
Portanto, nem a desculpa de não saber o que fazia lhe poderia dar.
Estava tão ofendido quanto desiludido. Nos seus pensamentos estava patente a vontade de não mais o ver, nem às amizades do amigo, que sabiam de tudo e tudo partilharam.
Afinal, que amizade era aquela? Só existia do seu lado, que lhe havia franqueado a casa e a família, julgando sempre sã a convivência.
E… que amargura sobrava agora. Era tão forte que parecia sobrar dele para o chão, para o ar, para tudo o que o rodeava.
Já tinha ido saber e, mais que aos outros, era a ele próprio que essa desilusão fazia mal.
Era o seu corpo que recebia as ondas amarguradas e, mais cedo ou mais tarde, iria dar o sinal de alarme.
Por sinal de alarme entenda-se doença. Por outro lado, o tal amigo também poderia ser prejudicado pelas mesmas ondas tristes pois que lhas enviaria sem querer, apenas por pensar com aquela gravidade sobre o assunto.
E agora, como fazer para evitar tanta consequência e conseguir a sua educação de perdoar, tolerar e compreender?
Como? Fixando os pensamentos em coisas agradáveis e nos bons momentos em família, todos juntos!
E depois? Ahh, aos poucos, muito lentamente, irá conseguir não só perdoar como compreender que era impossível ao outro ser melhor, nesse tempo presente. Que os actos têm a importância que lhes dermos.
Para uns poderão ser banalidades do quotidiano; para outros, atitudes muito primitivas.

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 .

Imagem retirada da net
 

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Disse  Dalai Lama:  Na prática da tolerância, os inimigos são os melhores professores !
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