Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Quinta-feira, 6 de Outubro de 2011

As condições que temos

- abemos tudo.

- Se calhar não sabemos nada.

- Sabemos bastante.

- Se calhar nada que baste.

- Sabemos muito.

- Talvez, mas do que precisamos então é de os aplicar.

- Sabemos o que precisamos.

- Isso seria o recomendável.

- A maior dose de conhecimentos não se aplica visivelmente.

- Mas são necessários para empreender a vida de modo valioso.

- Os conhecimentos não têm fim.

- Têm seguimento, das experiências passadas para o desenrolar dos nossos papéis em tarefas visíveis e invisíveis.

- O nosso envolvimento intuitivo, como o nosso desprendimento material, são as condições que temos para balançar o equilíbrio em nossas vidas.


publicado por eva às 00:39

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Sábado, 19 de Fevereiro de 2011

Acções

stradas, ruas e avenidas enfumaradas

Parques, jardins e varandins floridos

Acções do homem pelo homem

Acções do progresso e das técnicas

Acções para o bem-estar

Acções para o bem viver

Então porque não se vive assim tão bem?

Falha a vontade de equipa?

Falha a vontade individual?

Não falha nada!

Somos como somos

Poderemos pensar melhor

Ser melhor

No instante que assim o decidirmos

A dúvida instala-se

Quando balançamos

O que queremos ser e o que deveríamos ser.

 


publicado por eva às 00:32

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Domingo, 13 de Fevereiro de 2011

Pensar, falar, fazer

ra está aí um círculo de acção completo.

Primeiro o pensamento, que é a elaboração ou construção ou fortalecimento de uma ideia que simplesmente aflorou na mente.

A seguir podemos fazer jus a esse pensamento e falar dando-lhe seguimento ou falar disciplinando esse pensamento, ou calar.

Depois agimos em conformidade ou disciplinamos o dito pensamento para uma acção racional.

E depois…

- Depois, valha-nos Deus se não estava correcto o que fizemos.

- Bem, as Leis são uma coisa, a vida que escolhemos para viver com descontracção e alegria pode ser segundo as Leis maiores ou outras bem diferentes.

- A cada um a decisão de si

 


publicado por eva às 00:33

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Segunda-feira, 27 de Dezembro de 2010

O hoje e o amanhã

oje pensamos

Amanhã fazemos em conformidade

Hoje dizemos

Amanhã ouvimos o nosso dizer

Hoje agimos

Amanhã sentimos os efeitos da nossa acção

Hoje nem o pensamos

E o amanhã já está aí preparado por nós

Especialmente de nós para nós mesmos

Alargado entre todos os semelhantes a nós

Nós somos o mundo?

Somos o que apenas somos no mundo

O hoje é já o amanhã em alvorada!

 


publicado por eva às 00:35

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Quinta-feira, 11 de Novembro de 2010

Outros horizontes

asta pensar com simplicidade, com carinho, e a vida poderá mostrar outros horizontes ainda desconhecidos.

O problema da actualidade é querer da vida, exigir mesmo, tudo o que apetece ter sem olhar sequer para o lado. Ou então, olhar e querer distanciar-se do que vê a todo custo.

Uma coisa é lutar por uma vida melhor, com discernimento e calma. Outra é exigir, querer sem parar de pretender sempre mais, imparavelmente mais. E sobretudo, exigir dos outros, por sujeição ou por dádiva.

Pelo contrário, melhorar a vida dos outros faz bem a si mesmo, traz paz e um cansaço que é bom, é natural e benfazejo.

Olhar por si e pelos outros é ampliar o ser no seu modo de agir.

- Humm… não sei não…

- Se isto é verdade?

- Não, se quero fazer isso na minha vida… Imagina que amplio o ser, como dizes. E depois… ainda tenho que ir trabalhar mais?

- Hã?

 


publicado por eva às 00:35

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Quarta-feira, 19 de Maio de 2010

O direito às faltas

- e posso dar x número de faltas são exactamente as faltas que vou dar.

- Porquê?

- Porque se é um direito que me assiste… vou gozá-lo. Oh, se vou!

- Mas não tens interesse em participar, em aprender?

- Pois claro que tenho, senão não me inscrevia, não achas?

- Por ter pensado isso é que me admiro agora da tua decisão de faltares o mais possível, como se estivesses doente…

- Então, então… se é um direito vou gozá-lo, e mais nada!

- Mas quem perde mais és tu, porque se faltas não estás lá… as faltas são para quem precisa…

- As faltas são falhas, lacunas – é isso que queres dizer?

- Evidentemente que são. E nunca ouviste dizer que quem falta não faz falta!

- Então, para ti, a falta faz falta ao próprio, é isso?

- A falta é uma abstenção de actividade, assim como agir é estar vivo e manter saudável o seu organismo, pois os órgãos são tão mais saudáveis quanto mais activos são nas suas funções.

- Ahh! Então e os direitos, o que são?

- Os direitos não são deveres, são precisamente direitos.

 


publicado por eva às 00:30

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Quinta-feira, 24 de Setembro de 2009

Por igorância

Ah! A ignorância é muito triste!
Por ignorância podemos prejudicar outros que amamos e a nós mesmos.
Por ignorância podemos ficar quietos nos momentos certos de avançar.
Por ignorância podemos sobreviver em vez de viver.
E por ignorância podemos nem sequer perceber tudo o que precisamos aprender e conhecer.
Na ignorância sentimos tristeza e amargura em vez de estabelecer prioridades de acção, nas palavras e nos pensamentos.
Na ignorância permitimos pensares e pensamentos que acabrunham e restringem ainda mais a nossa pobre mente.
Na ignorância estacionamos tanto ou mais do que ao errarmos. Porque errando podemos ter o vislumbre da situação errada (1) e ter a vontade de corrigir.
Na ignorância nem isso vislumbramos; pelo contrário, identificamos e aceitamos tudo como correcto, sem necessidade de alteração.
- A ignorância é uma venda nos olhos?
- Nos olhos da mente… a ignorância pode ser, ainda, como um véu que nos cobre completamente.

(1) - utilizamos erro e errado pela simplicidade dos termos e concomitante simplificação de conceitos

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Imagem retirada da net
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Diz o Bhagavad Gītā:  A humanidade erra por ter a sua consciência submersa na ignorância !
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publicado por eva às 00:33

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Sexta-feira, 23 de Maio de 2008

Ser... ou não ser

Verdade ou mentira. Realidade, ou ficção ou ilusão, neste mundo de mil e uma tecnologias que tudo transformam.
Tecnologias que, do quase nada, conseguem produzir uma cidade virtual de acontecimentos.
Possibilidades de tudo ser… ou não ser. Enfim, processos e produtos trabalhados sobre o nosso dia-a-dia e a nossa rotina.
Às vezes não sei se ainda vivo – aqui e agora.
Não sei distinguir onde estou, onde é o meu lugar.
Se o além já veio para o presente, ou se o presente e os compromissos assumidos não são mais que pura ilusão.
Uma usurpação até do lugar de outrem.
Quem poderá dizer, com toda a certeza, com toda a verdade que tiver, que, na melhor intenção de cumprir tarefas, não se está a ocupar o lugar que outro deveria ter?
Faz lembrar o taoísmo. Porque se teima em ter iniciativa, se esta for agressiva para o natural correr das coisas no espaço e no tempo?
Pode ser que se pretenda (e até se consiga) algo, no tempo errado de acontecer.
Pode ser que ofendamos a quem não queremos ofender, com a nossa insistência.
Seguindo o impulso dado pela certeza de algo que, noutro tempo, se verifica estar tudo certo.
Às vezes tudo o que se faz numa vida inteira, não era para ser feito.
Era precisamente para ter deixado a vida fluir sozinha.
Outras vezes ficámos quietos e era precisamente para ter re-arranjado tudo de outro modo…
Resta sempre a ideia de fazer o melhor que se sabe a cada tempo, a cada instante, e é a consciência que nos anima então na nossa vulnerabilidade…

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Lao Tse, fundador do Taoísmo

 .

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Disse  Lao Tse :  Trinta raios convergem para o meio de uma roda mas é o buraco em que vai entrar o eixo que a torna útil. Molda-se o barro para fazer um vaso; é o espaço dentro dele que o torna útil. Fazem-se portas e janelas para um quarto; são os buracos que o tornam útil. Por isso, a vantagem do que está lá assenta exclusivamente na utilidade do que lá não está !

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publicado por eva às 15:15

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Domingo, 3 de Fevereiro de 2008

Teilhard de Chardin # O Meio Divino - Parte I

Aviso prévio
.
Os excertos que serão aqui reproduzidos ao Domingo, em Fevereiro, são retirados da obra «O Meio Divino» do padre jesuíta Pierre Teilhard de Chardin (1881-1955), da edição da Editorial Presença, Lisboa, Colecção Síntese, s.d., e a selecção é da minha responsabilidade.
A leitura de Teilhard de Chardin foi desaconselhada pela igreja católica apostólica romana por um monitum de 30 de Junho de 1962.
Apesar disso, em 6 de Janeiro de 1975, na homilia da missa da Solenidade da Epifania do Senhor, o Papa Paulo VI fez uma citação explícita das duas primeiras frases da ‘Introdução’ de "O Meio Divino", indicando não só o título da obra mas também a página de onde foi retirado o texto citado (“Solennità dell’Epifania del Signore – Omelia del Santo Padre Paolo VI – 6 gennaio 1975”, www.vatican.va). Este facto, além de pressupor que o Papa conhecia bem o pensamento de Chardin, cuja leitura era desaconselhada pelo monitum, igualmente pressupõe que não a condenava pois não se coibiu de a referir numa cerimónia religiosa pública.
Também João Paulo II perfilhou nos seus escritos, por diversas vezes, o pensamento de T. de Chardin o mesmo se podendo dizer do então cardeal Ratzinger. 
No entanto, a validade do monitum de 1962 mantém-se, tendo essa validade sido reafirmada em 1981, quando se celebrava o centenário do nascimento de Teilhard de Chardin.
Para quem desejar um melhor conhecimento deste autor, permito-me aconselhar um excelente trabalho do Prof. Dr. Alfredo Dinis seguindo esta ligação.

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Observação importante

Não se busque nestas páginas um tratado completo de teologia ascética, – mas sim a simples descrição de uma evolução psicológica observada num instante bem determinado. Uma série possível de perspectivas interiores descobrindo-se gradualmente ao espírito no decurso de uma modesta ascensão «iluminativa», – eis o que pretendemos exarar aqui.

Introdução

O processo que seguiremos na nossa exposição será muito simples. Visto que, no campo da experiência, a existência de cada homem se divide adequadamente em duas partes, a saber, o que ele faz e o que ele sofre, focaremos alternadamente o campo das nossas actividades e o campo das nossas passividades.

Primeira Parte – A Divinização das Actividades


Nada é mais certo, dogmàticamente, do que a santificação possível da acção humana. «Tudo o que fizerdes, diz S. Paulo, fazei-o em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo». E a mais cara das tradições cristãs foi sempre ouvir esta expressão: «em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo» no sentido de: em união íntima com Nosso Senhor Jesus Cristo.
As acções da vida de que se trata aqui não devem ser entendidas, como se sabe, só das obras de religião ou de piedade (orações, jejuns, esmolas, etc.) Trata-se realmente da vida humana toda, mesmo nas zonas chamadas mais «naturais». Toda a vida humana é declarada pela Igreja santificável. «Quer comais, quer bebais…» – diz S. Paulo.
Mas o que contará lá no Céu, o que sempre permanecerá é que o meu amigo tenha agido em todas as coisas, em conformidade com a vontade de Deus. Deus, é claro, não tem nenhuma necessidade da sua industriosa actividade, visto que ele poderia ter tudo sem essa sua actividade. Aquilo que ele está exclusivamente interessado, o que ele deseja intensamente, é o uso fiel da sua liberdade e a preferência que lhe der a ele com relação aos objectos que o rodeiam.
Compreenda bem isto: na Terra as coisas foram-lhe dadas só como matéria de exercício para formar o espírito e o coração «a suo», isto é, sem o substracto da acção real perfeita. O meu amigo está num lugar de prova onde Deus possa julgar se é capaz de ser levado à sua presença no Céu. Está em experiência. Pouco importa portanto o que valem e em que se transformam os frutos da Terra. Toda a questão consiste em saber se deles se serviu para aprender a obedecer e a amar.
Onde estão as raízes do nosso ser? Que mistério o das primeiras células que um dia foram animadas pelo espírito vital da nossa alma. É em parte a história toda do Mundo que se representa em cada um de nós através da matéria. Por mais autónoma que seja a nossa alma, ela é a herança de uma existência prodigiosamente trabalhada, antes dela, pelo conjunto de todas as energias terrestres: ela encontra-se com a Vida e junta-se a ela num momento determinado.
Não há em nós um corpo que se alimente com independência da alma. Tudo o que o corpo admitiu e começou a transformar, a alma tem por sua vez de o sublimar. Ela faz isso à sua maneira e segundo a sua dignidade, sem dúvida. Mas não pode fugir a este contacto universal nem a este labor de todos os instantes. E assim se vai aperfeiçoando nela, para sua felicidade e correndo riscos, a capacidade particular de compreender e de amar, que constituirá a sua mais imaterial individualidade.
Não esqueçamos que a alma humana por mais criada à parte que a nossa filosofia a imagina, é inseparável, no seu nascimento e na sua maturação, do Universo onde nasceu. Em cada alma Deus ama e salva parcialmente o Mundo inteiro, resumido nesta alma dum modo particular e incomunicável.
O Mundo, pelos nossos esforços de espiritualização individual, acumula lentamente, a partir de toda a matéria, o que fará dele a Jerusalém celeste ou a Terra nova.
Pela nossa colaboração que ele suscita, Cristo consuma-se, atinge a sua plenitude, a partir de toda a criatura. É S. Paulo que no-lo diz. Imaginávamos talvez que a Criação acabara já há muito. Erro. Ela continua cada vez mais activa, e nas zonas mais elevadas do Mundo. E é para o acabar que nós servimos, mesmo por meio do trabalho mais humilde das nossas mãos. É este, em suma, o sentido e o valor dos nossos actos. Em virtude da interligação Matéria-Alma-Cristo, façamos o que fizermos, nós levamos a Deus uma porção do ser que ele deseja. Mediante cada uma das nossas obras, nós trabalhamos muito parcelarmente mas realmente na construção do Pleroma, isto é, contribuímos um pouco para o acabamento de Cristo.
Cada uma das nossas obras, pela repercussão mais ou menos distante e directa que tem sobre o Mundo espiritual, concorre para perfazer Cristo na sua totalidade mística.
Oxalá chegue o tempo em que os Homens, bem conscientes da estreita ligação que associa todos os movimentos deste Mundo no único trabalho da Encarnação, não possam entregar-se a nenhuma das suas tarefas sem as iluminar com esta ideia distinta, a saber, que o seu trabalho, por mais elementar que seja, é recebido e utilizado por um Centro divino do Universo !
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Parte II nesta ligação
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Parte III nesta ligação
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Parte IV nesta ligação
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Disse Teilhard de Chardin : Purifique a sua intenção e a menor das suas acções encontrar-se-á cheia de Deus !
 
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publicado por eva às 17:11

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Domingo, 3 de Setembro de 2006

Teilhard de Chardin # O Meio Divino

3 de setembro de 2006

O processo que seguiremos na nossa exposição será muito simples. Visto que, no campo da experiência, a existência de cada homem se divide adequadamente em duas partes, a saber, o que ele faz e o que ele sofre, focaremos alternadamente o campo das nossa actividades e o campo das nossa passividades.
... ... ...
Das duas metades ou componentes em que se pode repartir a nossa vida, a primeira, pela sua importância visível e pelo valor que lhe atribuímos, é o campo da actividade, do esforço, do desenvolvimento,. Como é sabido, não há acção sem reacção. Também é sabido que não há nada em nós que na sua origem primitiva e nas suas camadas profundas não esteja, como diz S. Agostinho, «in nobis sine nobis» : (em nós sem nós).
Segundo parece, quando actuamos com mais espontaneidade e vigor, somos em parte levados pelas coisas que julgamos dominar. Além disso, a própria expansão da nossa energia (por onde se atraiçoa o núcleo da nossa pessoa autónoma) não é no fundo senão a obediência a uma vontade de ser e de crescer, cujas variações de intensidade e cujas infinitas modalidades não dominamos. No começo da segunda parte voltaremos a tratar das passividades essenciais, umas imiscuídas no cerne da nossa substância, outras difundidas na acção vária de conjunto das causas universais, a que nós chamamos «a nossa natureza», ou «o nosso carácter», ou «a nossa boa ou má sorte».

de Teilhard de Chardin
in "O Meio Divino"
.
Outros textos desta obra nestas ligações : 2007 - 2008
.
 
 

publicado por eva às 22:44

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