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Escritos de Eva

Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

Escritos de Eva

07
Dez10

As harmonias do silêncio e da palavra

eva

fala é um dom humano de evolução social.

Se não fosse para comunicar com outrem o homem não teria sentido necessidade de evoluir na arte da comunicação.

As mostras artísticas são isso mesmo – arte na comunicação.

Seja em desenho, pintura, escultura, música ou novas artes o homem comunica as suas ideias.

A fala é a comunicação exacta do que pretende dizer, mesmo quando se constitui em fala política.

Isto é, politizada socialmente. Aliás, nessas alturas diz precisamente o que seria conveniente dizer-se e pode não traduzir a ideia pessoal e particular.

A personalidade do indivíduo eminentemente social torna-se alterada quando comparada com a sua personalidade mais íntima.

Aqui passa a alojar-se a soma da sua própria mais a descarga emocional da que lhe é conveniente viver.

E o que sobrevém pode ser o desequilíbrio entre as duas se elas forem diferentes. Muitas vezes tornam-se até antagónicas e, com o passar do tempo, angustiantes ou violentas.

Se a diferença existir e se instalar, será sempre uma violência para o próprio. As palavras passarão de frívolas a mordazes e cínicas.

Manter-se honesto consigo mesmo integrado num sistema social é um remédio a praticar e talvez a prudência facilite a harmonia do silêncio intervalado com a harmonia da palavra.

- Talvez…

- Talvez valha a pena tentar.

 

02
Out10

Queremos ser felizes

eva

s vezes está tudo tão certinho na nossa vida mas resolvemos meter as mãos pelos pés e pronto… tudo descamba!

É assim que somos levados a resolver os problemas que aparecem, tal como as coisas boas que desfrutamos, e que nunca bastam.

Queremos sempre mais e melhor!

Queremos ser felizes e nisso está o nosso melhor, pois querer usufruir felicidade é sinal de equilíbrio e de saúde mental.

Contudo, os meios e métodos que usamos para atingir esse objectivo nem sempre serão os melhores ou sequer os mais pacíficos.

Atingir a felicidade íntima! – esse objectivo necessita da paz e do amor benevolente para com todos, incluindo nós mesmos.

- Por incrível que possa parecer-te esse último objectivo é o mais difícil de conseguir, pois ou nos julgamos piores ou melhores do que somos. A realidade equilibrada é raríssima…

- Mas essa é exactamente a que se procura.

- Sim, sim, com certeza… ou talvez…

 

18
Mai10

Afinidades

eva

iz-me com quem andas e dir-te-ei quem és!

- É um ditado muito velho e verdadeiro até certo ponto. Ou seja, os grupos que acompanhamos, ou que nos acompanham, acabam por nos identificar perante uma sociedade instituída.

- Não é só isso. Mentalmente também há afinidades, ou seja, pensam todos de modo semelhante e fazem, ou têm, atitudes igualmente semelhantes.

- Isso não é bem assim, porque em grupo pensam e agem de um modo que, sozinhos, nem tentam e muitas vezes nem sequer tal lhes ocorre.

- Parece que há como que uma nuvem de comportamento que os envolve quando se juntam e que se desfaz quando não estão juntos.

- Talvez seja por isso que tentam estar juntos a maior parte do tempo.

- Talvez. Na realidade os outros acabam por formar uma ideia igual de todos eles, estejam junto ou separados.

- De qualquer modo, todos se inter-influenciam. Mas, muitos estão lá por terem medo de estar sozinhos.

- Medo? Ou por não gostarem, simplesmente?

- Tanto faz, porque a razão é a mesma – o desconforto de estar só.

- Que pena, porque na solidão crescemos em nós mesmos e é em solidão que alcançamos, primeiramente, a paz íntima!

- No entanto, nos grupos há sempre quem mal e quem bem influencie os outros. É necessário estar muito atento para não pensar, ou fazer, em conformidade com o grupo, aquilo que não temos afinidade para fazer quando estamos sozinhos, como indivíduos.

- Evidente que o grupo não pode ser a desculpa, mas falar é muito mais fácil que conseguir chegar aí.

 

26
Jan09

A musicalidade íntima

eva

Buzinadelas e travagens bruscas e ruidosas. O trânsito habitual e os sons característicos deste tipo de movimento.
Depois há a música. Quando dizemos música referimos sons melodiosos, com ou sem voz a acompanhar.
A questão é que os postos ou músicas são escolhidos mediante os gostos do condutor e quem conduz a velocidades desusadas, geralmente tem a aparelhagem do carro ligada.
Parece que é isto que acontece e que as coisas estão interligadas com os reflexos, porque os instintos estarão atordoados ou enaltecidos e vibrantes conforme as músicas escolhidas.
Seja na condução ou não, a maioria das vezes somos nós que escolhemos, seleccionando cuidadosamente os ambientes musicais em que nos movimentamos e vivemos.
Se essa selecção de sons for criteriosa, podemos, através deles, amenizar ou exaltar o melhor e o pior de nós, ou o que queremos para nós.
Por isso, conseguem-se tratamentos de cura ou acelerar processos de patologias latentes.
Vivemos em épocas de rotações contínuas, ou de progresso muito rápido, no tempo comum que nos habituamos a estabelecer – horas-dia-noite-meses-anos.
A instabilidade pessoal pode ser tratada, ou enaltecida, tanto por outros como pelo próprio.
A musicalidade íntima deve ser descoberta (e pôr a descoberto) e pode ser explorada a favor de si próprio.
- Assiste-se a constantes anúncios de boa-sorte ou felicidade instantânea. Mas a maioria não entende que a questão é nada poder ser modificado de modo tão instantâneo. Por muito rápido que gire o mundo à nossa volta, a revolução da sorte em nós não é assim…
- Porém, esses anúncios têm a vantagem da esperança que criam no indivíduo que os procura. E, antes ou depois desse lampejo de esperança, pode iniciar-se a auto-modificação da personalidade que não se adapta ao mundo que enfrenta constantemente.
- Esperança sim. Objectivos de cura, sim. Objectivos de melhoria da própria personalidade, sim. O resto…
- O resto vem depois, devagarinho. Timidamente emergirá, então, um novo modo de viver com sabedoria.

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Henri Matisse - A Música
Imagem retirada da net

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Disse  Galileu Galilei:  A maior sabedoria que existe é a de conhecer-se alguém a si próprio !

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