Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Sábado, 19 de Dezembro de 2009

- Oi!
- Olá, ‘tás bom?
- Ya!
- ‘deus!
- Ya!
- Estás a ver, mulher? É assim que agora se falam, não se falando…
- E não dizes tu que o silêncio é de ouro?
- Pois claro que não, é um ditado popular que o diz. Eu apenas o aceito…
- Pois, pois. Mas esse ditado também diz que a palavra é de prata.
- E então? Ouro é mais forte, ou agora já não é?
- O ouro é mais valioso para os homens, mas a prata sempre foi o mais nobre.
- Essa é boa, ela até embaça! Mas o ouro mantém-se sempre inalterável, reconhecível…
- Ora! A prata não altera os ânimos a não ser para melhor e se precisa que lhe dêem brilho não vem daí mal algum, porque o trabalho dignifica.
- Realmente…
- O quê?
- Espanto-me sempre como é possível arranjar sempre outra visão das coisas. Tudo é simples até chegar uma mulher…
- O quê?
- É, é!
- Mas…
- Olha, vamos festejar!
- Festejar o quê?
- A diferença de opiniões.
- Mudaste a tua?
- Que ideia! Conversando contigo gosto sempre mais da minha primeira opinião.
- Fico indecisa se isso é falta de humildade, teimosia ou personalidade conservadora.
- Pelo menos eu não tenho tantas dúvidas. Olhe, faz favor, pode ser essa azevia ali? E tu?
- Já mudaste de assunto!
- Mudei nada, não falavas das palavras e da nobreza da prata? Eu lembrei-me do meu estômago, pedir e pagar por ele. Que há de errado?
- Perfeitamente. Concordo!

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Imagem retirada da net
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Disse Dennis Roch: Se precisa de muitas palavras para dizer o que pensa, pense mais um pouco !
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publicado por eva às 00:13

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Quinta-feira, 3 de Dezembro de 2009

Ligações

Ligações disto e daquilo. Ligações entre as pessoas, entre famílias. Ligações de interesses…
Ligações em si mesmo, com o próprio ser.
Todas carregam emoções e libertam emoções.
Esta última traz e dá paz.
A diferença está, precisamente, no objecto da ligação.
Se a ligação é com algo exterior ou fora de nós. Ou se a ligação é com connosco mesmo, com o íntimo de nós.
Ela processa-se no estabelecer de uma relação directa entre a cabeça-mente-pensamento, o coração-sentimentos e o estômago-centro interno.
Processa-se, também, com a coragem que desenvolvemos para nos enfrentarmos – no pior e no melhor que somos.
Se decidirmos tentar conhecer e interligar o nosso íntimo devemos fazer que os pensamentos, antes de se declararem feitos para serem transmitidos em palavras e acções, se organizem melhor.
E, para tal, levá-los a descer à influência do amor e carinho do coração, e daí descer, mais ainda, até chegarem ao silêncio do nosso centro interno e se preencham com o entendimento do que ainda somos e com a benevolência que podemos partilhar.
Depois, os pensamentos deverão fazer o trajecto de regresso e enriquecidos deste modo poderão, enfim, ser traduzidos em palavras e acções mais de acordo connosco do que com o exterior de nós.
Ou então, silenciar a opinião que não deve ser concretizada.
O silêncio pode ser esquecido, dourado ou de ouro…

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Imagem retirada da net
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Disse  Abu Shakur:  O fruto de cada palavra retorna a quem a pronunciou !
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publicado por eva às 19:51

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Domingo, 4 de Outubro de 2009

Augusto Cury # A arte de ouvir

Marido e esposa dormem na mesma cama e respiram o mesmo ar, mas são dois estranhos que pensam que se conhecem bem. Pais e filhos também repetem a mesma história, sendo frequentemente belos grupos de estranhos.
Não sabemos penetrar nos sentimentos mais profundos das pessoas. Sempre oriento psicólogos e educadores para que nunca deixem de conversar sobre as ideias mais áridas que permeiam as vidas das pessoas, mesmo aquelas ligadas ao suicídio. Aparentemente, parece não ser confortável falar sobre esse assunto, mas dividir os sentimentos é importante e aliviador. Um diálogo aberto pode prevenir o suicídio e traçar algumas estratégias terapêuticas.
Um dia, após proferir uma palestra sobre o funcionamento da mente e sobre as doenças psíquicas, uma coordenadora educacional disse-me, com lágrimas nos olhos, que se tivesse ouvido esta palestra anteriormente teria evitado o suicídio de uma aluna. A aluna queria conversar com ela, mas a coordenadora não pensou que a aluna estivesse tão deprimida, embora revelasse um comportamento estranho. Por isso, deixou para um dia posterior a possibilidade de diálogo. Não deu tempo; a jovem se matou.
Precisamos aprender a penetrar no mundo das pessoas. A arte de ouvir deveria fazer parte de nossa rotina de vida. Todavia, pouco a desenvolvemos.
Somos óptimos para julgar e apontar o dedo para a falha dos outros, mas péssimos para ouvi-los e acolhê-los. Para desenvolver a arte de ouvir é preciso ter sensibilidade, é preciso ouvir aquilo que as palavras não dizem, é preciso escutar o silêncio...
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de Augusto Cury in "Análise da Inteligência de Jesus"
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Disse  Augusto Cury:  Somente os fortes conseguem admitir as suas fragilidades!

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publicado por eva às 00:31

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Terça-feira, 16 de Junho de 2009

A cumplicidade do silêncio

Silêncio. Está tudo quieto e silencioso. E, então, o silêncio é algo assim… como diz uma canção – o som do silêncio.
É difícil descrever a cumplicidade que se gera entre nós e o silêncio.
- E quando surge um som que o quebra, parece que nos faz estremecer.
- Porquê? Talvez seja porque assumimos outro nível não tão vulgar como o dos sons quotidianos. - O silêncio é bom?
- Se precisamos dele, sim. Senão pode ser atrofiante e, até, aterrador.
- Os bebés, os idosos e os doentes não gostam nem do silêncio nem do ruído. Como se fossem demasiado extremados para o bem-estar mediano.
- Sim, quando estamos fragilizados não suportamos bem os excessos. Quando somos mais robustos, em constituição física, também o somos em constituição emocional e mental.
- Mas o silêncio é sempre um extremo, não é?
- A questão é que ele pode, também, organizar um conjunto – equilibrando ou balanceando melhor os sons que interiorizamos.
- É como a sequência da seca, da água e da inundação das chuvas torrenciais nas terras?- Por fim, tudo reage bem ao equilíbrio – as partes e o todo.

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Imagem retirada da net

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Disse Oscar Wilde: Se não consegue entender o meu silêncio, de nada irão adiantar as palavras, pois é no silêncio das minhas palavras que estão todos os meus maiores sentimentos !

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publicado por eva às 00:25

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Sexta-feira, 12 de Junho de 2009

O silêncio de que falo

Passos e mais passos debaixo de um Sol escaldante. E foram passos em vão.
- Oh! Quantas vezes isso acontece!
- Pois, mas assim que pude procurei uma sombra e a seguir voltei para o meu sítio.
- Sítio?
- Ou lugar de trabalho. Neste caso, um lugar sossegado e isolado.
- Porquê?
- Porque dá mais jeito para pensar e escrever.
- Mas tens sempre barulhos e sons e vozes…
- É verdade, mas isso são os sons que vêm da rua - porque tenho sempre as janelas abertas - a juntar aos que estão na minha cabeça.
- Então, desculpa, mas onde está o silêncio?
- Está em mim, comigo. Qual é a dúvida?
- Só perguntei…
- Pois o silêncio de que falo é o de mim com os meus pensamentos. É como um espaço criador que surge e faz o seu lugar. É um espaço que aceita renovações, estuda e critica tudo o que conheço sem qualquer litígio.
- Então!?
- Então o quê?
- Vais andando e falando sozinha noutra direcção? Nós vamos por aqui!
- Sim, sim. Desculpem não me ter despedido. Até amanhã!
- Até amanhã!
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Imagem retirada da net

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Diz  um Provérbio árabe:  Às vezes o silêncio é mais eloquente do que os discursos !
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publicado por eva às 00:25

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Quinta-feira, 11 de Dezembro de 2008

A paz e o silêncio

Planos que se fazem para a vida, para o começo de uma vida independente.
E depois do tudo sobre-rodas começa o outro lado – o das esperanças que temos, ou não, o direito de planear.
Os filhos, que têm o direito de não ser os nossos sonhos; o trabalho, que sofre os revezes das épocas, etc. etc.
Quando o temporal da adversidade vem, que fazer?
Vamos procurar toda a nossa paciência, que está repartida por todos e por tudo o que fizemos antes, para conseguir realizar estes nossos ideais de vida independente.
- E dá resultado?
- Se há comunhão de ideais entre as pessoas, sim. Mas as que estão de costas voltadas, procurando objectivos opostos, não – de todo, não! Porém, é positivo estar em paz consigo mesmo e naquilo que se faz.
- Mas, às vezes, só se encontra essa paz se não se fizer nada ou se se fizer silêncio.
- Pois, as mais das vezes é assim mesmo, porque a paciência dá a paz e o silêncio necessários para seguir adiante – sem ruído, nem tumulto – simplesmente seguindo o caminho que cada um faz ao andar.
- Em silêncio…
- Sim, nesse silêncio!

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Max Ernst - O olhar do silêncio
Imagem retirada da net
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Disse  Leon Trotsky:  O fim pode justificar os meios, desde que haja algo que justifique o fim !
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publicado por eva às 00:33

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Quarta-feira, 12 de Setembro de 2007

Um dia calmo

Um dia calmo, sem trânsito nem o movimento das pessoas que já se devem ter dirigido para as praias.
Um verdadeiro sossego de ruídos.
É incrível como a nossa casa se transforma nestes dias, apesar de estar no mesmo sítio, ao lado das mesmas lojas e das outras casas.
Parece que não existe mais nada a não ser o tal “som do silêncio.”
É bom assim (não digo para sempre) mas como variante.
O tempo parece alargar os minutos e as horas rendem mais.
E o trabalho torna-se até mais perfeito.
Não é possível ser tudo isto à conta da tranquilidade e do silêncio. Ou é?
A verdade é que esta paz que se faz sentir em redor facilita o concentrarmo-nos e, como tal, o trabalho não é tão cansativo como é costume, para as mesmas tarefas.
O telefone não toca nem interrompe nada; não há barulhos que distraiam ou que provoquem um esforço de concentração…
Enfim, tudo é mais fácil e, como tal, mais rápido e descansado.
No meio de tudo isto, a conclusão é que sempre sossego, também não!
Dá gosto o élan do movimento, a concorrência saudável.
Portanto – e como sempre – a variedade traz qualidade e vivacidade.
 
 
Gathering Flowers In A French Garden

Childe Hassam
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♪: My Soul - Simon Webb

publicado por eva às 22:50

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