Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Domingo, 21 de Fevereiro de 2010

Saber escolher

aber livreiro quer dizer conhecimentos baseados nos livros, mas hoje, com o desenvolvimento da Internet, esse conhecimento pode ser ampliado milhares de vezes e ao alcance de um clic.

Não precisamos correr para as livrarias, nem esperar que façam a encomenda para daí a 15 dias ou mais, porque nem sequer a obra é editada, ou até reeditada, no país.

Hoje a cultura está ao alcance de todos ou por via oral – dos contadores de histórias – que se mantêm em todas as sociedades, ou por via escrita, e esta em qualquer suporte, desde o simples papel, ao dvd e ao ecrã de comutador.

- Deveríamos ser mais cultos que em qualquer época anterior, não era?

- Poderia ser assim, mas não somos. Somos, sim, cada vez mais práticos e especializados em micro-assuntos e os nossos amigos são igualmente peritos nos mesmos assuntos. Não é mais o convívio pela proximidade, ou vizinhança…

- Pois não, nem sequer conhecemos os que vivem paredes-meias com o nosso apartamento, ou na casa ao lado e, menos ainda, os do mesmo quarteirão ou rua.

- Parece assistirmos a um afastamento gradual entre seres humanos. Porém, quando há desgraças ou catástrofes as pessoas unem-se, como sempre se uniram. O que há são novas maneiras de viver a vida com os tempos que voam para a quantidade de tarefas agendadas. As rotinas sempre tornaram esses tempos mais fáceis e mais apagados, em termos de luz mental.

- Já reparei nisso. Nem sequer penso; ajo como um robot em grande parte do dia e se, por acaso, fecham o trajecto habitual, por obras ou algo assim, fico meia tonta sem saber, no imediato, o que fazer…

- Devemos ser nós a escolher as rotinas para as nossas facilidades, mas não deixar que essas se instalem comodamente nas nossas vidas. Devemos estar despertos para a vida e darmos-lhe hipótese de nos mostrar uma bela surpresa a cada dia e sem temores, e aceitar as outras que temos que ultrapassar com constância de valores e paciência.

 

 


publicado por eva às 18:39

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Domingo, 7 de Fevereiro de 2010

Brilhos

abituamo-nos desde pequenos à higiene, tanto em nós como nos outros e nos lugares que passamos a frequentar, ou não, conforme a diferença de limpeza que apresentam.

A higiene faz, pois, parte integrante do nosso dia-a-dia. Por preceitos de higiene limpamos o nosso quarto, a nossa casa, o carro, o equipamento que usamos para os mais diversos trabalhos. As casas de banho, desde os sanitários à banheira, devem, para a maioria de nós, apresentar-se impecáveis, em termos de limpeza.

Tudo isto são hábitos modernos e tem a ver com o progresso da humanidade. No entanto, muitos lugares há em que esses preceitos nem um sonho chegam a ser, porque a ignorância destas necessidades é completa.

E aqui entramos no campo da ignorância – o que é para nós a ignorância?

- É escuridão da mente…

- É a despreocupação e felicidade antes da atrapalhação do conhecimento de algo…

- É…

- Pois é isso tudo, ou seja, é o relaxe e o erro contínuo antes da clareza mental sobre os assuntos – sejam estes de que índole sejam. Temos sempre ignorância desta ou daquela matéria, porque não conseguimos abarcar tudo o que já se conhece em todas as áreas científicas conjugando esses estudos com os afazeres e responsabilidades que vamos assumindo.

- Mas há quem tenha um conhecimento enciclopédico…

- Há, mas nem sempre esse saber é aplicado. Fica, em teoria, armazenado na memória. E portanto, não tem qualidade prática, é um desbobinar contínuo sobre temas variados. Contudo a especialização, em alto grau, sobre determinada área do conhecimento implica, geralmente, a necessidade desse conhecimento para o pôr em prática no trabalho diário.

- Ou seja, o saber não ocupa lugar.

- Não ocupa lugar e sem dúvida que amplia a capacidade mental, dando uma luz e brilho especiais ao intelecto... e ao ser.

 

 


publicado por eva às 00:35

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Quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009

Da atenção

As noites são lunares – dizem uns. Obviamente, dizem outros. Não tão óbvio porque há noites de Lua Nova, dizem, ainda, outros mais.
E tudo isso é realidade e tudo isso é explicar pior ou melhor.
O que quero dizer é que uns interpretam e entendem logo todos os prismas de observação das questões. Outros são mais superficiais ou, talvez, mais específicos e atendem ao principal e objectivamente ao que se faz referência.
Isto acontece perante a generalidade das situações e em relação à maioria das pessoas.
No entanto, quando queremos dar atenção, então percebemos tudo o que é para perceber.
Resumindo, o entendimento depende, também, da nossa atenção e concentração nos assuntos.
Também acontece que uns têm sempre uma atenção cuidada para tudo o que flui em seu redor. Outros estão constantemente distraídos.
Será apenas uma questão de atenção dirigida? Porque questão de capacidade não é.
A boa capacidade observa-se, se for necessário, de seguida à maior distracção.
- Será uma questão de economia mental?
- Talvez!
- O facto é que, em estado de mente saudável, todos somos capazes de distracção, atenção e concentração a gosto.
- E disciplinada?
- Aí, aparece a vontade com a sua força de comando acima das preferências simplesmente emocionais.

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Imagem retirada da net
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Disse  Ralph Waldo Emerson:  A concentração é o segredo da força !
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publicado por eva às 00:32

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Quarta-feira, 18 de Novembro de 2009

Da regeneração

Todos queremos ser felizes…
- Alguns não!
- Como?
- Alguns apenas querem sobreviver protegendo a sua família e todos os que vão encontrando e esquecendo-se, na maior parte das vezes, de si próprios, numa abnegação total, a ponto de arriscarem a sua vida pelos outros.
- Mas esses são apenas alguns…
- Com certeza que sim, mas o seu valor, mesmo ignorado da maioria, é grandioso e quando olhamos para esses seres, a luz que resplandece da sua figura ofuscando tudo em redor. Parecem um holofote gigante e, não raras vezes, a sua figura física é diminuta ao olhar vulgar.
- Mas esses são apenas alguns, repito.
- O que quero dizer é que se esses existem no meio de nós, disto tudo que às vezes parece nem ter uma explicação racional e humana-humanista... Então, é possível que todos nos possamos transformar e regenerar nessa plástica mental.
- Plástica?
- Em formulações mentais muito mais adiantadas que o vulgar que se encontra no dia-a-dia. Esses simbolizam o que qualquer humano pode vir a ser, pode vir a conseguir…
- Isso são sonhos!
- Já diz o poema – quando um homem sonha o mundo pula e avança…
- Só quando o sonho é construtivo.
- Se há a hipótese, deve haver a prática.
- E bastaria sonhar, na tua opinião?
- Poderia, pelo menos, começar pelo sonho bem imaginado, bem traçado em programa de regeneração.
- Como os tratamentos para os viciados…
- Como qualquer terapia reconstituinte do ser ideal.
- Se é ideal…
- Se é ideal – se existe a ideia – então existe a sua possibilidade real.

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Ponte Oresund entre a Dinamarca e a Suécia
Imagem retirada da net
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Disse  Norman Cousins:  O progresso começa com a convicção de que aquilo que é necessário é possível !
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publicado por eva às 00:34

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Quarta-feira, 7 de Outubro de 2009

Todos?

- E se a música é parte intrínseca de nós, ou em nós?
- E se não a podes ouvir?
- Se isso for possível, então o impossível também é possível?
- O melhor é pensar que tudo é possível.
- E, então, qual é a amplitude do desespero? Incomensurável?
- Por vezes chega ao suicídio…
- Mas o suicídio pode ser físico e real tanto para o próprio como para todos os que conhecem o suicidário.
- Mas… se tudo é ilusão…
- Mas… o suicídio pode ser também mental…
- O desespero é mental, também, e não deixa de ser bem sentido emocional e fisicamente.
- Então, tudo o que acontece ao indivíduo, já lhe aconteceu mentalmente?
- Isso é uma enormidade que pode ser considerada bem verdadeira… O acertado é viver sempre do modo mais recto que se conseguir, perdoando e amando todos – os que desconhecemos e conhecemos, os que nos injuriam e os que nos provocam amarguras e preocupações, os que nos são agradáveis e amamos simplesmente e de modo imediato.
- Todos?
- Compaixão e benevolência para com os outros gera benevolência por nós próprios. Então o tal desespero não tem lugar em nós.
- E seguiremos em frente no caminho com a nossa vidinha e a nossa Vida?
- Tal e qual.
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Imagem retirada da net
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Disse 
Pe. António Vieira:  A maior parte do que sabemos é a menor do que ignoramos !
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publicado por eva às 00:36

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Sexta-feira, 4 de Setembro de 2009

Um estandarte para a integridade

A verdade é um estandarte para a integridade de si próprio, em si mesmo, nesta vida, no quotidiano, nas relações com o mundo que rodeia cada um de nós – seja este visível e perceptível, ou invisível e transcendente.
Sempre que agimos em verdade, ou com a verdade, estamos a gerar e a vivificar a integridade em nós, de nós para com os outros.
- Então se eu pensar uma coisa mas, por delicadeza, disser outra para não magoar ou ser agradável a outrem deixo de ser íntegra?
- Nessa altura porque não calar em vez de falar o que não é?
- Ora, por força das circunstâncias, por hábitos sociais, sei lá!
- Pois, realmente deve ser mais por hábito adquirido do que por razão raciocinada. A não ser que haja aí interesse em ser especialmente agradável para alguém?
- Também parece exagero ser sempre cortante em vez de
agradável…
- Ora ai está uma questão importante. Não é necessário, de modo algum, ser cortante; pelo contrário, o que se deve promover é precisamente a elaboração de pensamentos agradáveis ou passivos, em vez de desagradáveis ou indiferentes. A partir daí começa outra construção do edifício mental – um edifício de benevolência e carinho por todos – e a paz instala-se no coração sem mais percalços.
- Isso quer dizer que acabam os sobressaltos e os medos?
- Quer dizer que é um meio seguro de viver a vida de modo mais tranquilo e feliz, um modo construtivo em si.
- E todos merecemos isso?
- Todos merecemos o melhor de nós mesmos, sem interferências, para sermos cada vez melhores.
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Imagem retirada da net

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Disse  Florbela Espanca:  Tão pobres somos que as mesmas palavras nos servem para exprimir a mentira e a verdade !
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publicado por eva às 00:49

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Quinta-feira, 5 de Junho de 2008

Campo mental

Cabeça perdida. Cabeça louca. Desvairada. Alucinada.
Que fazer quando não há concentração?
Quando queremos prestar atenção e só observamos por um instante.
A seguir não sabemos que é feito das observações e entretanto continuam a falar para nós.
Às vezes à espera de uma resposta.
Que fazer quando queremos pensar e reflectir mas, no instante (porque é só um instante) seguinte, estamos com as ideias completamente alheias à situação.
Que fazer quando a cabeça não dá mais?
E se insistimos, começamos a ter dores na fronte, em todo o lado sentimos pulsar aquele peso do cansaço… a dor latente…
Que fazer? Talvez dormir e descansar; pode ser só cansaço.
E a cabeça, afinal, está cheia – a abarrotar – de ideias e pensamentos.
Não param, parecem estar numa corrida louca para quê?
- Não sei!
- Respira pausadamente. Pensa em flores, no céu azul, no mar até ao horizonte. Amplia o campo mental ao mesmo tempo que, a respirar melhor, também o oxigenas. Melhora bastante!
- Amanhã talvez. Agora… vou dormir!
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Imagem retirada da net

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Disse  Mahatma Gandhi:  Vive como se fosses morrer amanhã. Aprende como se fosses viver para sempre !
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publicado por eva às 22:45

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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