Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Terça-feira, 16 de Fevereiro de 2010

Carnaval

empos certos. Relógios acertados.

Chegadas e partidas cronometradas e a dividir o espaço aéreo.
Tudo se move.
Todos se movimentam em colunas de sentido contrário – ora porque chegam, ora porque partem.
Qualquer um deles mal tem tempo para falar, quanto mais conversar.
Ruídos característicos e sons, musicais ou de avisos ao microfone, ouvem-se por todo lado.
Em cada um reina o silêncio.
Não o silêncio íntimo e salutar, mas o silêncio da mudez interior, do isolamento e do mutismo.
O dia e a noite sucedem-se sem qualquer alteração, que não sejam as naturais.
Afinal, não é mais que um mundo inserido noutro mundo, girando desencontradamente.
- E ninguém dá por isso?
 

publicado por eva às 19:53

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Terça-feira, 19 de Janeiro de 2010

Tempos

ada pessoa tem o seu ritmo de vivência que varia em função da idade e das suas acções.

O perdoar, o prosseguir em frente segundo uma moral elevada, o saber olhar para os outros com um sorriso – compreensivo que seja –, o olhar para si mesmo com carinho, tudo são chaves de paz interior.
E cada um vive segundo os seus tempos, encadeando situações angustiosas com satisfação de progresso.
Até amanhã, por hoje é tudo!
- Ora, desta aula gostei. Se bem percebi, posso ser como quero que estou bem para aquilo que sou. Tanta preocupação, tanta ânsia são… nada!
- Mas nunca ninguém obrigou a nada, sempre foi assim.
- Mas ainda não percebeste que a maior parte das pessoas não tem iniciativa para este género de coisas; que é muito mais simples seguir alguém que admiramos do que admirarmo-nos connosco mesmos.
- Mas sem iniciativa…
- Para aquilo que é fácil, para o comum, o erro?
- Melhor diria, para o habitual e para tudo o que dedica seu amor. Aí é capaz dos maiores sacrifícios e de bem-fazer o que seria impensável noutras circunstâncias.
- Acreditas mesmo na Humanidade?
- Qual é o melhor – não acreditar ou crer nas boas potencialidades do ser humano?
- Ah! Se é assim que te posicionas quanto às questões…
 

publicado por eva às 00:38

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Quinta-feira, 10 de Dezembro de 2009

Dos sentidos

O ouvido e a audição têm reacções semelhantes com os outros denominados sentidos. E, por isso, a estes órgãos também se lhes aplica o ditado popular – ouve melhor quem quer ouvir, do que quem pode.
E quando chegamos a este estado de lucidez, de comparar o que somos e o que queremos ser, atingimos um nível acima de progresso.
- Que progresso? Continuo na mesma, com uma vida tão insípida quanto antes, apesar de ter tudo o que quero e o que o dinheiro pode comprar. Ou seja, tudo e todos!
- Falo do progresso interior, aquilo que o traz a este gabinete, que lhe está a dar outra percepção da vida, outro rumo, outra direcção, outro acerto e outra velocidade. Todos pretendemos sempre o mesmo – rumar à paz e à felicidade. Mas vamos viajando no meio de escolhos, que pressentimos ou escolhemos.
- Não faz mal, o caminho é sempre em frente, sem duvidar, sem cessar – não é o que diz?
- Mas o tipo de caminho e de caminhar diferem…

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Imagem retirada da net
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Disse  Heráclito de Éfeso:  Se a felicidade consistisse nos prazeres do corpo, deveríamos proclamar felizes os bois, quando encontram ervilhas para comer !
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publicado por eva às 00:33

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Segunda-feira, 7 de Dezembro de 2009

Do renascer das flores

O frio está aí… logo, as lembranças da Primavera, do renascer das flores, do Verão e do calor também estão novamente na nossa cabeça.
Somos indivíduos de contrastes, sentimentais e que, tantas vezes, não gozamos plenamente o que temos, no tempo que temos.
Depois, vamos vivendo de arrependimentos ou sobrevivendo de recordações…
Tudo tem o valor que lhe dermos e quanto mais valorizarmos o que temos, seja menos ou mais do que achamos que merecemos, mais equilibrados vivemos.
A felicidade está em nós mesmos, em apreciarmos com humildade o que temos.
Sejamos pobres ou ricos, tenhamos nada ou tenhamos tudo, se não acarinharmos o que temos não somos apreciadores da nossa felicidade.
Pois a felicidade pode ser vista simplesmente assim – apreciar o que temos e projectar os nossos bons sentimentos noutros e no ambiente que formamos em redor.
E todos formamos ambientes em redor, como se fossemos o centro de um cilindro de energias que influenciamos e nos influenciam sempre reciprocamente.
O frio, por exemplo, tem de acolhedor a casa e os abrigos que somos capazes de ter para nós e para os que abrigamos connosco.
O frio pode promover o aconchego do lar, a valorização do que se construiu ano após ano, ou o desejo de o conseguir melhorar para a próxima oportunidade.
O Inverno pode ser tempo de reflexão e de trabalho interior mais árduo.
Pode ser, então, um tempo de abrigo em nosso íntimo.
Não será tanto um tempo para olhar para trás, mas para prover aos frios maiores que, porventura, vêm aí.
O Inverno do ano pode ser um tempo de agenda especial de planeamento e organização pessoal e familiar.
Pode ser um tempo de tecermos ou de nos aconchegarmos já com uma manta e de pensar na felicidade de desfrutar paz sob um tecto e abrigo.
Sempre é tempo de revermos o que somos capazes de construir.

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Lawren Harris - Manhã de Inverno
Imagem retirada da net

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Disse Teilhard de Chardin: Penetremos no recanto mais secreto de nós mesmos. Examinemos de todos os lados o nosso ser. Procuremos aperceber-nos com vagar do oceano de forças recebidas passivamente em que está como que imerso o nosso crescimento. É um exercício salutar !
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publicado por eva às 00:34

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Sábado, 7 de Novembro de 2009

Do coração

Todos temos um coração que, além da máquina que purifica e reflui a capacidade sanguínea do corpo, terá capacidades emocionais e sentimentais na sua câmara íntima, que nos habituamos a localizar nesse órgão físico.
Esta acepção dá-lhe condições para estabelecer ou uma negação de promover a felicidade do ser por mesquinhez, amarguras, ódios e enaltecimento do orgulho através de vinganças, ou uma amplitude regeneradora por carinho, benevolência, esquecimento voluntário de pretensas ofensas através da humildade e amor.
- Tudo isso num órgão tão pequeno do corpo?
- A verdade é que se diz, popularmente, que alguns há que pensam com o coração. Isto só é óptimo se o coração já reage bem, essencialmente à humildade e ao amor. Mas se reage a outras emoções tais que amesquinham os sentimentos mais sublimes – é uma catástrofe para a personalidade desse ser.
- Qual é a impressão que causa? É falta de paz interior?
- É falta de paz no coração e na mente, é um desassossego que, aparentemente, pode acalmar por concentração excessiva em objectivos de vingança ou em depressões amarguradas sobre a personalidade. Nem uma nem outra situação permitem o desabrochar do coração em flores de emoções construtivas e alicerces de sentimentos para o fortalecimento pessoal.
- Em termos práticos, não é feliz…
- O indivíduo não se sente feliz e não será capaz de estabelecer uma vida familiar feliz – a célula do relacionamento social – porque não pode partilhar com outros o que não tem para si próprio.

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Fractal de Wayne Boucon - Paz interior
Imagem retirada da net
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Disse  John Ruskin:  Nós podemos conquistar a nossa paz ou comprá-la. Conquistamo-la resistindo ao mal; compramo-la aceitando um compromisso com o mal !
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publicado por eva às 18:05

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Terça-feira, 27 de Outubro de 2009

As grandes escolhas

A família, os professores e a vida são as grandes escolas que completam a nossa personalidade. A personalidade que já trazemos connosco quando nascemos, ou a nossa índole mais íntima e as ideias do que iremos fazer e tratar na vida que nessa altura começa.
A infância de cada um serve para crescer fisicamente e para o ser espiritual, que todos somos, se ir tornando tão físico e somático quanto lhe for necessário para cumprir a vida e a morte, no prazo temporal e na dimensão que lhe foi prescrito superiormente.
Já na adolescência começam as grandes escolhas sobre os amigos e com quem vai partilhar os momentos importantes da sua vida ou se vai continuar o seu caminho solitariamente. Solitário de apoios e opiniões, enfim, solitário de outras opiniões. Essa solidão não é sinónima de ascetismo.
As ditas escolhas vão determinar factores importantes e as directrizes que vão impulsionando a vida e a evolução das atitudes individuais ou em grupos, restritos e alargados.
Na fase adulta o indivíduo vai concretizar os seus planos e projectos alargando a sua influência para áreas da família, económicas e políticas.
Na velhice observa, inúmeras vezes, o seu percurso e atentamente vai fazendo as alterações possíveis; ficam em mente as intenções para o que já não lhe for possível concretizar.
Até ao último instante de vida sente-se a oportunidade de melhoramento interior – bem hajam os que não hesitam em trabalhar-se, como um escultor, alisando e aperfeiçoando as formas da sua peça.
Vida e morte são experiências necessárias no cômputo da existência e na evolução do ser.
- Então trabalhamos sempre, de uma forma ou de outra, até ao fim?
- Qual fim? Trabalhamos sempre, aprendendo e apreendendo – sempre!

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René Magritte - A resposta imprevista
Imagem retirada da net
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Disse  Fernando Pessoa:  Morrer é apenas não ser visto. Morrer é a curva da estrada !
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publicado por eva às 00:29

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Quarta-feira, 22 de Julho de 2009

Transformações

Dias de transformações sociais e económico-financeiras.
Novos modos de ver as coisas, os negócios, as actividades, o trabalho.
Renovados modos de ver o sistema agrícola e o sistema familiar de trabalho e ganhos.
Pequenas manufacturas e indústrias em renovados modos de subsistência.
Os nossos avós passaram, e ultrapassaram, guerras entre a penúria e o conforto.
O tempo social, o tecnológico e o científico estão num corre-corre e nós temos que os acompanhar.
Não quer dizer que temos de correr, mas quer dizer que temos que nos deixar das rotinas confortáveis que organizámos. Porque nada é o mesmo no dia a seguir.
A violência aumenta. O desagrado geral idem. As doenças mudam as suas características constantemente.
As chuvas, as nuvens - tudo é composto de mudança…
Temos que respirar fundo e seguir em frente criando espaço mental para a mudança sem traumas, mas tornando-nos desejosos de alcançar as novas ordens da vida.
As nossas vidas são para serem vividas o melhor possível e com o melhor de nós.
O Amor e a Humildade devem fazer prevalecer a sua presença em prol da paz interior individual, familiar e social.
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Gary Braasch
Imagem retirada da net
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Disse  Luís de Camões:  Todo o mundo é composto de mudança, Tomando sempre novas qualidades !
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publicado por eva às 23:32

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Sexta-feira, 3 de Julho de 2009

Mundos

A Pastoral de Beethoven é leve e graciosa como um passeio pelo campo, como um piquenique.
- Como é possível pensares isso de uma sinfonia.
- Ora! Porque os sons e as imagens podem aliar-se em melodias e é muito bom quando nos conseguimos transportar entre mundos.
- Entre mundos?
- Sim, o mundo da nossa casa e família, do nosso trabalho e sociedade, dos nossos tempos livres, dos nossos sonhos e aspirações.
- Dos nossos desejos de felicidade!
- Exactamente! É instintivo, não é?
- Querermos mais e mais?
- Não, isso é ambição. Querermos ser felizes – isso é instintivo.
- Como as cores?
- Quais cores?
- Quando queremos ser de cores diferentes.
- Ou seja?
- Quando queremos que as cores preencham o nosso corpo, por dentro e por fora. Hoje, por exemplo, é o dia de sermos brancos. É a cor que simboliza a paz. Logo, se conseguires imantar-te na cor branca, consegues trazer paz para dentro de ti. E isso transforma-nos!
- E depois?
- Depois, espelhas essa cor para tudo o que te rodeia logo ali ao pé de ti, e para o mundo, o Espaço, etc. etc.
- E depois?
- E depois vês se obténs resultado, se te sentes mais feliz e especialmente em paz.
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Imagem retirada da net

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Disse  Buda:  A paz vem de dentro de ti próprio, não a procures à tua volta !
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publicado por eva às 23:40

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Segunda-feira, 29 de Junho de 2009

Um infeliz

- É um mísero que ali anda.
- É assim tão pobre?
- Não, é mísero porque nunca está feliz onde está. Quer sempre estar noutro lado qualquer e quando lá chega, daí a nada já quer ir fazer outra coisa noutro sítio.
- É um insatisfeito!
- Pois é isso mesmo.
- Talvez seja doença?
- Talvez, mas sempre foi assim desde novo. Nunca estava bem em sítio algum, a não ser que estivesse entretido a trabalhar. Até nas horas de dormir, acordava e queria levantar-se para ir ver o que havia na casa.
- Seria medo à mistura…
- Nunca se percebeu. Uma vez por outra gostava e apreciava estar uma hora, ou pouco mais, a conversar. Porém, se estivesse em movimento, mantinha a conversa horas e horas. Resumindo - tinha que estar entretido com várias coisas ao mesmo tempo para relaxar e descansar como os outros.
- Será, então, hiperactivo?
- Sei lá! Só sei que dá pena vê-lo sempre insatisfeito, faça-se o que lhe fizerem para lhe agradar. Às vezes, até pede para descansar e ficar só.
- Sabes o que isso é? É não ter paz interior – quando se tem paz ou se está em paz consigo, com os outros e com o que nos rodeia, todos somos felizes onde estamos e nada mais é necessário.
- Se calhar é isso, porque não parece sentir paz alguma, nem sequer o mais leve sossego.
- Então, o mísero é um infeliz.
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Imagem retirada da net

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Disse  Maria João Brito de Sousa:  A magia dos dias está nas maravilhas que eles nos podem trazer !

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publicado por eva às 00:25

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Sábado, 9 de Maio de 2009

Portas

A porta abriu-se e mostrou outra divisão. Uma divisão insuspeitável, ampla, bem iluminada de luz natural.
Era daqueles sítios aprazíveis que dá vontade de entrar e ficar, mesmo sem perceber porquê.
A divisão estava quase vazia e dava para outra e mais outra.
Ela foi percorrendo todas, olhando tudo atentamente.
Tudo aquilo era novidade e, entretanto, ela ia coleccionando recados e esclarecimentos.
Dalgumas coisas percebia e entendia a lição. Outras nem por isso. De qualquer modo, resolveu registar tudo na memória para quando surgisse a necessidade de poder abrir a respectiva gaveta do esclarecimento.
- Sim, sim, estava entendido! Agora tinha que voltar. Mas, voltar para onde?
- Para o seu habitat.
- Ohh! Mas, onde era isso?
- Ali mesmo, ora! Tudo estava em si própria, apenas tinha percorrido outros caminhos desconhecidos. Eles estiveram sempre ali à espera que quisesse entrar. Há muitas portas e muitas divisões em nós. Umas mais iluminadas que outras. Umas mais esclarecedoras que outras.
- Então, não é preciso sair daqui?
- Para determinadas coisas, não. Ao contrário, é possível entrar no interior de si.
- Ohh!

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Val Byrne - Alter Ego
Imagem retirada da net
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Disse  Buda:  A sabedoria já existe em estado latente dentro da nossa consciência !
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publicado por eva às 12:43

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