Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Quarta-feira, 23 de Junho de 2010

Vida e saúde

h! É tão bom beber esta água tão fresca!

Bem, sobretudo é tão bom beber quando se tem sede e comer quando se tem fome.

É sinal que o corpo reage bem e é saudável.

Também é sinal que podemos chegar à água, como à comida.

Ou seja, é sinal que estamos equilibrados com a vida.

Por outro lado, os muito gordos, os flácidos e os muito magros são sinal de que algo não está bem ou com a despensa ou com as pessoas.

Se o caso é da despensa que só tem um certo tipo de produtos, ou que não tem nenhum, então o problema tem a ver ou com a má escolha dos artigos ou com a falta de dinheiro para os comprar.

Se o caso é da pessoa e das suas escolhas, será conveniente perceber se é um problema mental, ou um problema físico-hormonal, ou outro.

Resumindo, seja qual for o problema o que importa é conseguir equilibrá-lo minimamente e recuperar a saúde.

Hoje em dia as calamidades do indivíduo sobre si mesmo são de tal ordem que em dezenas desses casos a solução passa mais por esforço próprio e pela consciência das escolhas negligentes que faz sobre si mesmo.

Afinal, não estamos todos a voltar para a hortinha em casa, na varanda, no quintalzito?

E viva o Sol e a água – fontes de vida…

E viva o equilíbrio para a saúde.

 


publicado por eva às 00:30

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Quinta-feira, 8 de Abril de 2010

Parcela de um Todo

- ois eu tenho pai e mãe, mas não tenho mais nada.

- Mais nada?

- Não tenho local de nascimento.

- E qual é o problema?

- Não percebes? A identidade não está completa. Todos precisamos de sentir qual a pertença, a relação do próprio com o mundo.

- Não vejo necessidade disso. Somos todos uma parcela de um Todo, todos contribuímos para o conjunto, por mais insignificante que seja o nosso pensamento, as nossas palavras ou as atitudes e acções que desenvolvermos.

- Pois, pois. Mas a nossa identidade só fica completa com um lugar, ou de nascimento ou de ligação sentimental. Ninguém gosta de sentir que não tem um país para registar, para amar, não ter ligação cultural e histórica com um povo. Não saber sequer o que é uma vivência de bairro, de cultura local.

- Queres dizer que falta integração social mais alargada que a da família íntima?

- Nós somos um conjunto, como os da matemática, e temos igualmente regras que nos permitem ampliar o nosso ser individual em relação a uma vivência pessoal-social.

- Mas podemos ter isso tudo por relação sentimental e não por relação administrativa.

- Pois podemos, mas algo embaraça esse elo quando falta o registo comum.

- Talvez sirva de consolo o lembrar todos os que foram, e são, massacrados por pertencerem a determinada política, ou país, sem, de modo algum, terem tido possibilidade de escolha quanto às atitudes a tomar em casos de conflito.

- Não interessa! Há a sensação, ou não há, de elo social comum que ultrapassa o martírio para se fixar no conjunto a que se pertence.

- Resumindo, referes-te à importância do sentimento de exclusão ou de pertença para o equilíbrio do ser.

- Nem mais!

 


publicado por eva às 00:35

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Domingo, 21 de Março de 2010

Energia universal

evemos observar as zonas já delimitadas e identificadas do cérebro humano pelos cientistas.

Por elas podemos observar, também, a importância e a localização das nossas dores de cabeça.
Por elas podemos conjugar, e enaltecer, o equilíbrio da nossa mente – a emocional e a intelectual.
- Será que ainda há quem julgue que o principal é o desenvolvimento intelectual?
- Sem dúvida que em sociedades como estas, em que vivemos e desenvolvemos a nossa personalidade, o intelecto é sobrevalorizado em detrimento de qualquer emoção, ou sentimento, que contrarie os objectivos que tenham sido traçados pelo indivíduo, ou grupo, a que se ligue.
- Ou seja, sobrevivemos em sociedade…
- Bem, o pensamento é livre. Por mais influências que tenha, ou sofra, o indivíduo é um ser independente na sua essência.
- Basta querer?
- Infelizmente as coisas não serão tão fáceis de assim definir. Em última instância, basta querer, mas há toda uma conjuntura a ultrapassar e a revelar. Para conseguir identificar, claramente, as realidades e a complexidade de situações que vivemos, ou temos connosco, é necessário conduzir a nossa melhor personalidade com perícia nos caminhos que se vão encontrando e encruzilhando com o passado.
- Porquê isso?
- Em termos emocionais, há que ter em conta – em boa conta! – as capacidades da nossa consciência ou da nossa lucidez. E, geralmente, para resolver as situações torna-se necessário o recurso de uma força energética que ultrapassa tudo, que sustém todas as relações naturais e cósmicas. Uma energia que é divina em si mesma e que ultrapassa os seres, porque é universal.
- Uma energia que os mais simples têm, que é independente de intelectos desenvolvidos?
- Que as crianças humanas demonstram com facilidade e que se presencia na natureza. Aquela que supera qualquer raciocínio mais conveniente ao próprio, mas que amplia a capacidade intelectual focada para a entreajuda. Aquela que advém das virtudes enaltecidas ao rubro e que as reúnem, como feixes de luz grandiosas, na luz suprema que é a luz do Amor.
 

publicado por eva às 00:30

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Sexta-feira, 12 de Fevereiro de 2010

Excessos contra-natureza

oje é dia de caçador. Isto é, hoje pode caçar-se…

Tudo é útil se soubermos aproveitar as oportunidades e recursos com sapiência. Porque os problemas advêm dos extras e excessos que se promovem no sentido contra-natureza.
Tudo deveria tender para o equilíbrio entre os recursos, a natureza, a espécie, os indivíduos e a moral.
- Entre a gordura e a magreza…
- Hã?
- Sim, entre as gorduras e magrezas excessivas. Comer é tão bom! Tão saborosas são as comidas que, às vezes, são irresistíveis mesmo quando acabei de comer. Mas estou decidida a controlar o peso, devo ficar nem muito nem pouco. Era do que estavas a falar, não era?
- Bem, era mais sobre a caça e o caçador.
- Pois eu lembrei-me logo do que é caçado.
- Pois era dessa caça ou do caçado – da vítima – que falava.
- Ah! Não era do desporto?
- Desporto?
 

publicado por eva às 00:38

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Segunda-feira, 30 de Novembro de 2009

Do equilíbrio

Às vezes encontramos pessoas únicas!
Únicas, no sentido de superioridade, seja esta superioridade de nível amoroso-carinhoso pela vida em todas as formas que aparecem em redor, seja a nível de capacidade de trabalho, nível de intelectualidade superior ou de sensibilidade artística, ou de abnegação por todos os que vai encontrando, esquecendo-se de si mesmo, de modo constante.
Todos temos uma enorme capacidade de dar de nós aos outros e às coisas.
Mas nem todos temos essa noção e nem sequer observamos bem o que fazemos, tal é a constância dessas atitudes que estão tão acomodadas em nós e são nós mesmos.
Porém, tudo o que anule a nossa vivência está em excesso.
A nossa harmonia depende do equilíbrio, da nossa capacidade de olharmos por nós mesmos.
Também não é darmos apenas importância a nós e às nossas coisas.
É o equilíbrio em nós e de nós para os outros que devemos alcançar, porque dele depende o nosso desempenho em todos os âmbitos da nossa vida, desde a saúde física, psíquica, bem-estar familiar, social, laboral, etc.
Somos um conjunto de agravos e virtudes que temos por missão regenerar e intensificar em virtudes excelsas durante um prazo temporal, que se resume no que chamamos uma vida.
Onde estamos, o que pensamos, fazemos e falamos são a nossa essência do dia-a-dia e devemos alcançar o brilho de uma luz interior que nos ilumine de modo a iluminar tudo em redor.
Além de que dar é partilhar o que temos. E se não nos cuidarmos com carinho próprio chega o dia em que não temos mais para dar.
- Dar e partilhar é, então, cuidar de nós e dos outros em igualdade…

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Imagem retirada da net

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Disse  José Régio:  Será antes pelo que nos revela do homem temporal que uma obra dura por humana - ou antes pelo que nos revela do homem eterno?
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publicado por eva às 00:37

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Quarta-feira, 25 de Novembro de 2009

Etcéteras

Há modos de vida engraçados como, por exemplo, trabalhar no comércio de papelaria-livraria, que geralmente acumula com doces e outros etcéteras.
É uma roda-viva para atender estudantes e indivíduos de qualquer idade que querem ler, aprender, manter-se informados ou simplesmente bisbilhotar ou comprar livros e cadernos para não ter faltas de material nas aulas.
Por todas as razões possíveis, mais as inverosímeis, as papelarias têm, geralmente, um grupo de interessados, mais ou menos nivelados culturalmente.
Isso é uma grande ajuda para ser um modo de trabalhar agradável e de bom ambiente, além de que os produtos são também agradáveis à vista e todo o ambiente que se gera é propício a um certo equilíbrio de energias e forças.
Enfim, em alturas de crise económica não é uma actividade necessária e como tal pode entrar em declínio como, aliás, todas as actividades ligadas à cultura, pois sofrem a repercussão da fragilidade económica.
É engraçada, também, a coincidência de haver uma papelaria em frente, ou ao lado, das escolas, à distância de simples passos, pois indicia a facilidade de estabelecer relações comerciais rapidamente.
Resumindo, o nosso trabalho, a actividade que desenvolvemos quotidianamente, os nossos interesses, podem ajudar ao equilíbrio que necessitamos.
- Que absorvemos, até! E sem dar por isso, tal é a ignorância que mormente temos de nós próprios, das nossas necessidades tão importantes como do ar que respiramos ou da água que bebemos.
- Pois é isso mesmo! Necessitamos vermo-nos com discernimento, estudar as nossas atitudes e ver o que nos desagrada e o que agrada e porquê. Seguidamente observar o que está errado e o que está certo. E, sempre que possível, decidir-nos pela nossa correcção para nossa felicidade. Porque a capacidade de ser feliz e estar em paz depende de nós e de nossas atitudes satisfatórias para nós mesmos.
- Para a moral que nos rege e que nos permite distinguir o que está mal e o que está bem.

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Gandhi - fotografia de Margaret Bourke-White em 1946
Imagem retirada da net
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Disse  Vergílio Ferreira:  Não penses que a sabedoria é feita do que se acumulou. Porque ela é feita apenas do que resta depois do que se deitou fora !
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publicado por eva às 00:58

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Sábado, 21 de Novembro de 2009

Equilíbrios

Somos seres necessitados de sociabilização e, ao mesmo tempo, somos seres anti-sociais em recolhimento individual por opção própria.
Precisamos de encontrar o equilíbrio…
- Dos doces?
- Hã?
- Equilíbrio nos doces…
- Bem, podemos ir por aí… O equilíbrio dos doces ou da doçura nas nossas vidas. Somos todos criaturas de amor e doçura, das plantas aos animais, dos inanimados aos animados, aos indivíduos de todas as raças e culturas.
- E dos vingativos…
- A vingança antes do desejo de a ser, ou ter, é dor insuportável, consciente ou velada. Quantas vezes interpretamos, desejamos até o que não é mas o que nos parece que é, o que parece, com toda a certeza possível, e patente em todos os indícios que vamos encontrando. Tal como se esses indícios fossem semeados para nós os encontrarmos, ali mesmo à vista desarmada, para serem interpretados de modo igual ao que pensámos previamente e que nos objectivou essa mesma procura.
- A realidade muda assim?
- A interpretação que damos às coisas, geralmente, pré-existe nas nossas cabeças antes de as provarmos, ou confirmarmos por isto e por aquilo. Por isso cada um tem a realidade que merece, se interpretarmos esse merecimento em conformidade com os pré-requisitos dessa interpretação. Isto é, todos somos parciais nas interpretações a que somos levados, ou induzidos, pelo nosso carácter pessoal – por angústia, por orgulho, por distracção, ou afastamento ou isolamento ou por excessiva dedicação às coisas.
- Então somos o que escolhemos ser, conscientemente ou não?
- Somos o que podemos ser a cada instante e que podemos começar a alterar por nosso livre-arbítrio e, seguidamente, manter com a nossa força de vontade.

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Imagem retirada da net
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Disse Louise Nevelson: O que chamamos realidade é o consenso a que chegámos para podermos viver melhor !
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publicado por eva às 20:46

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Quinta-feira, 15 de Outubro de 2009

Vale a pena

Somos cansados ou enérgicos, tristes e deprimidos ou alegres até à histeria, somos relaxados ou cuidadosos…
Então porque não somos equilibradamente isso tudo?
Porque fazemos picos das situações em míseros instantes?
Porque dizemos, e fazemos, algo que pode ferir, sem querer, outros de quem gostamos?
Porque não dizemos, cara a cara, o bem que os nossos mais queridos nos fazem sentir?
Porque acontecem estes momentos de alheamento da nossa sensibilidade sem que saibamos bem porquê?
- Essencialmente, não deixamos que um amor, mais carinhoso e equilibrado, o amor que dá paz interior, possa harmonizar nosso íntimo com tudo o que acontece no exterior.
- Mas o amor não é precisamente esse desequilíbrio, sentir que podemos tudo de um dia para o outro, sentir que nada importa a não ser nós e quem amamos, seja namorado, filho?
- AMOR é equilíbrio, paz, sentir que os outros não interferem connosco e que têm o seu próprio nível de desenvolvimento.
- Mas às vezes somos muito magoados, e nem fizemos nada para provocar isso. Há filhos que magoam e até maltratam os pais seja por eles, seja pelo vício neles…
- Assim como há pais que maltratam os filhos, e maridos às mulheres, enfim, o mais forte ao mais fraco.
- Continuamos na lei geral da natureza, não é?
- Continuamos a seguir a natureza do que somos. Mas podemos escolher o que seremos amanhã e vigiar nossos pensamentos antes de se concluírem nas palavras que dizemos ou nas acções que perpetuamos.
- Podemos escolher ser melhores, como quem escolhe um curso a tirar?
- Custa é muito, muito mais, em esforço de vontade e a transformação completa pode durar mais que os gerais 5 anos.
- E vale a pena?
- Vale!
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Imagem retirada da net
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Disse  Ernest Renan:  Os golpes da adversidade são terrivelmente amargos mas nunca estéreis !
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publicado por eva às 12:12

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Terça-feira, 29 de Setembro de 2009

Desejos

Desejamos tanto, ou tanta coisa…
Desejamos por nós… e pelos outros… na proporção possível a cada um.
Desejamos fácil ou ardentemente as coisas mais fúteis como as essenciais.
O nosso discernimento, em relação à importância das coisas para nós, é uma enorme escala de valores que varia quase constantemente.
Porém, pode haver obsessões dedicadas a este ou àquele desejo em particular.
E as situações são quase sempre mais prejudiciais ao indivíduo do que construtivas.
Quando desejamos algo com empenho, esse algo chega a ser a ideia principal de um dia, de dia e noite, de vários dias ou de períodos alargados como a dedicação de anos ou parte da vida do indivíduo.
Se o desejo for sublime, então o período da vida a ele dedicado sublima-se também.
O problema é que a maior parte das vezes são desejos comezinhos e até desestruturantes dos valores da personalidade.
Daí o contributo que poderiam dar de positivo, transformar-se em desequilíbrio psíquico e noutras desordens mentais a cada dia mais funestas para a harmonia de uma personalidade saudável.
- Que dizer, então, da quantidade de comprimidos que as pessoas tomam para conseguir levar o seu dia-a-dia, com as responsabilidades que assumiram e lhes dão o pão para elas e família.
- Remédios, prostração física e mental, etc., são dramas da sociedade de hoje, quer o indivíduo seja sociável ou se isole, de modo imperceptível ou notório.
- Mas a medicina está aquém destas soluções, ou é impressão minha?
- A medicina e terapias não podem fazer mais que ajudar o indivíduo e isso pode ser o essencial como alternativa ao problema. Contudo é ele mesmo que deve arranjar as forças e a direcção correctas para gerir os seus conflitos e a sua vida. Deve ler literatura apropriada, aprender a conhecer-se e atender a si próprio com tempo dedicado a si e ao seu conhecimento íntimo.
- O que gostaria de ser?
- Ou como gostaria de ser e, afinal, como é realmente neste momento. O que desejaria para si e qual a diferença que encontra; depois deveria estabelecer as diferenças, arregaçar as mangas e atirar-se ao trabalho da recuperação de si mesmo por si próprio.
- Isso é fácil?
- Ninguém falou em facilidade, mas uma vez conseguido o objectivo, o equilíbrio instala-se e sente-se felicidade no íntimo do ser.

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Fotograma de "Being There" (Bem-vindo Mr. Chance)
Imagem retirada da net
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Disse  Mahatma Gandhi:  Faça da sua vida o reflexo da sociedade que deseja !
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publicado por eva às 19:42

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Terça-feira, 16 de Junho de 2009

A cumplicidade do silêncio

Silêncio. Está tudo quieto e silencioso. E, então, o silêncio é algo assim… como diz uma canção – o som do silêncio.
É difícil descrever a cumplicidade que se gera entre nós e o silêncio.
- E quando surge um som que o quebra, parece que nos faz estremecer.
- Porquê? Talvez seja porque assumimos outro nível não tão vulgar como o dos sons quotidianos. - O silêncio é bom?
- Se precisamos dele, sim. Senão pode ser atrofiante e, até, aterrador.
- Os bebés, os idosos e os doentes não gostam nem do silêncio nem do ruído. Como se fossem demasiado extremados para o bem-estar mediano.
- Sim, quando estamos fragilizados não suportamos bem os excessos. Quando somos mais robustos, em constituição física, também o somos em constituição emocional e mental.
- Mas o silêncio é sempre um extremo, não é?
- A questão é que ele pode, também, organizar um conjunto – equilibrando ou balanceando melhor os sons que interiorizamos.
- É como a sequência da seca, da água e da inundação das chuvas torrenciais nas terras?- Por fim, tudo reage bem ao equilíbrio – as partes e o todo.

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Imagem retirada da net

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Disse Oscar Wilde: Se não consegue entender o meu silêncio, de nada irão adiantar as palavras, pois é no silêncio das minhas palavras que estão todos os meus maiores sentimentos !

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publicado por eva às 00:25

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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