Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Domingo, 31 de Julho de 2011

Unidade

or todo o lado podemos perceber a diversidade.

Diversidade de opiniões, de julgamentos e penas. De acções e alternativas, ou a falta delas. Diversidade de poder e demonstrações deste.

Então sobra a união de nós connosco, com o nosso melhor.

Com todo o amor e paciência. Com a compreensão e benevolência útil para quem começa a compreender.

Aprender a seguir em frente com todo o carinho que pudermos sentir pelos que começam a aprender o que devem fazer, como devem agir em conformidade com uma consciência superior à deste mundo onde vivemos.

Aprender que tudo evolui e felizes dos que já percebem isso.

Felizes dos que apreendem o móbil do progresso interior e da sua unidade com o exterior.

Felizes dos que distinguem e se elevam sempre em pensamento, como em acção, por caminhos solitários até perceber a sua luz em afinidade com outras luzes semelhantes. Até sentirem a força da semelhança em luz clara, cada vez mais nítida e forte em si mesmo como em redor pela força intrínseca dela mesma.

Felizes dos que se elevam firmemente para o nível da angelitude iluminando já com a sua luz tudo em redor. A sublimidade da Luz.

 

BOAS FÉRIAS! ATÉ 01 de SETEMBRO!


publicado por eva às 00:39

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Quarta-feira, 22 de Junho de 2011

Tudo tem sucessão em nós também

ia e noite sucedem…

Anos nossos sucedem…

Acontecimentos tristes e alegres sucedem…

Tudo tem sucessão em nós também.

Desde o organismo às mentes celestiais.

A sucessão é gradual e contínua.

É preciso estar a par dela.

Consciente dela para que a sua valorização se faça com maior amplitude.

Então nuvens e estrelas são apenas estradas.

Caminhos para uma luz maior em nós.

Para a nossa luz igualar a essa luz um dia.

Essa luz é algo divino porque não pertence a este mundo que todos percebemos.

Há um mundo de luz, de luz maior, a luz que ilumina os anjos.

Afinal, uma meta para todos os que quiserem seguir por aí…

 


publicado por eva às 00:35

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Terça-feira, 10 de Maio de 2011

O maravilhoso que há em nós a todo o instante

oje somos muitos. Somos nós e os outros.

Ontem éramos nós e os outros.

Amanhã conviria que fôssemos todos juntos.

Esse é o objectivo, a unidade.

Unidade de evolução, de consciência una e universal – cósmica.

Todos elaboramos a nossa própria evolução e contribuímos para a dos outros.

Essa contribuição pode ser negativa ou positiva.

Sejamos responsáveis pelo que há, pelo que sucede de positivo, de progresso. Seja da humanidade, seja dos animais, plantas, rochas, terra, água, ar…

Seja do que seja, possamos olhar para trás, para o que passou e perceber se poderíamos ter feito melhor.

Temos o presente para o ser, para remediar o que não ficou bem, para ampliar e projectar o nosso melhor no futuro imediato que segue o presente.

Projectos? Sejam o maravilhoso que há em nós a todo o instante. E nada mais será necessário, o momento actual será pleno na nossa própria graça.

A graça da vida inteligente.

- Então e os horrores que outros cometem?

- São da responsabilidade de quem os perpetua. Nós somos responsáveis pelas nossas respostas ao meio em que vivemos e nos inserimos. E sobretudo, de nós por nós mesmos, na nossa quota e parcela do todo.

 


publicado por eva às 00:36

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Segunda-feira, 2 de Maio de 2011

O hino é um degrau…

inos à pátria, à nação

Hinos à natureza, à ecologia

Hinos às emoções, aos sentimentos

Hinos à História e menos às histórias

Às leis e de menos aos julgamentos

A critérios económicos e de menos a dinheiros de qualquer espécie

Às trocas comerciais e de menos ao consumismo vicioso

Hinos ao mais valioso dos nossos antepassados

À valorização de nós mesmos e nossos quotidianos

Numa escada, o hino é um degrau acima de canção

Canção está acima da palavra sem música

Música paira acima de insonorização

Mas, porém, contudo, todavia

O silêncio de si

Da mente para a consciência

está a caminho de um céu de paz.


publicado por eva às 10:48

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Segunda-feira, 11 de Abril de 2011

Crises

- les vão dividir tudo, até o cãozinho.

- Mas…

- Já está tudo decidido, porque as crises não são apenas económicas.

- Pois, pois! Até se diz em casa onde não há pão todos ralham e ninguém tem razão.

- Bem, não será o caso de falta de pão caseiro, mas de pão espiritual ou ideário.

- É o mesmo!

- Será? Bem, novas vidas vêm aí, vidas renovadas em si mesmas, em alegrias previstas, na busca incessante de felicidade.

- E o cãozito?

- Esse foi o mais difícil de partilhar. Tomou o lugar do que poderia fazer a diferença de partir ou ficar. Foi uma decisão muito importante e de recordação para todo o futuro nesta vida.

- Um cão?

- Um cão que teve e tem imenso valor no advento de querer ser feliz.

- Tens a certeza que foi um cão?

- Não é o quê que tem importância, mas o que imprimiu o clique na consciência e a tirou da letargia de uma vida sem sentido.

- Ahhh!

 


publicado por eva às 00:35

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Domingo, 6 de Março de 2011

Alterações de consciência

- oje estou aqui e estou além.

- Só hoje? (risos)

- Um dia de cada vez, ora!

- Tenho que concordar que é mais fácil viver a vida assim.

- Nem por isso. O engano advém de, no início, serem só os agradáveis sentires.

- Como os vícios?

- Exactamente, tal como os vícios que se tornam viciantes para maiores quantidades e os efeitos tornam-se cada vez mais reduzidos. O que se deve fazer é alicerçar a concentração.

- De modo constante?

- Do modo mais constante possível, senão a ilusão pode tomar conta da mente e perder-se rapidamente a noção da realidade da vida a ser vivenciada.

- Então… e as chamadas alterações de consciência?

- Estávamos a falar de viver à base de ilusões, que serão fugas das realidades a vivenciar, resolver, superar melhorando o ser que somos. O que chamas, e muitos chamam, alterações de consciência podem ser assumidas também como fuga à realidade e então serão doentias; ou podem ser alterações assumidas para trabalhos noutros níveis e reencontro com a paz íntima, ou podem ser alcançadas por mérito, logo abençoadas, e estas permitem atingir com toda a facilidade níveis elevadíssimos que se partilham com outros seres semelhantes.

- Então poderá dizer-se que há sempre muitas interpretações para as mesmas palavras?

- Isso é dizer o mínimo q.b. a quem procura a verdade de si.

 


publicado por eva às 00:33

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Domingo, 2 de Janeiro de 2011

Recordações, saudades

ecordações reflectem muitas vezes saudades indescritíveis de bons tempos, de tempos felizes, que passaram.

E voam longe, muito longe para os alcançar outra vez.

A questão é não ser necessário alcançar nada que tenha ficado no passado, apenas desejar tudo de bom no presente, pois basta essa atitude consciente e lúcida para que esses bons desejos se projectem no futuro.

O futuro é a projecção do que fazemos no presente, se quisermos considerar assim uma repartição do tempo.

Portanto, importa pensar segundo as mais profundas aspirações e agir convenientemente, com a melhor qualidade que pudermos em todos os momentos e em todos os pormenores da nossa vida, hoje mesmo.

Amanhã haverá sempre um reflexo disso, como o passado se reflecte na personalidade que temos no presente.

- Humm… eu gosto de sentir saudades. Parece que valorizo mais os tempos bons e felizes.

- Desde que as saudades dêem gosto ao presente e não o mergulhem em desilusão ou amargura por não ser igual, tudo bem. Deixa de haver conformidade com os acontecimentos actuais, para se viver em estado passivo de recordação. E então saudade pode significar estagnação das qualidades do ser que devem renovar-se e enaltecer-se a cada instante.

- Humm… vou pensar!


publicado por eva às 00:37

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Terça-feira, 28 de Dezembro de 2010

Estar presente em si

ão sente nada? Como assim?

Ah! Não quer sentir nada…

E sabe porquê? Ah! Não sabe nem quer saber.

Sente de--- , ah! Tem desinteresse por tudo, é isso?

Diga, diga… Humm…

Pois não, se quer que lhe diga não percebo mesmo!

Então só porque a vida não lhe corre de feição quer parar tudo.

Tudo o que é, o que se lembra, o que sente, etc., etc.

E qual é, para si, a utilidade disso tudo?

Ah! Criar uma nova personalidade em si.

Mas talvez isso não seja assim, desse modo, digo eu…

Porque não tenta a presença em si?

Sim, isso mesmo, estar presente em si o maior tempo que lhe for possível.

Exactamente! Ter consciência do momento presente que vive, tentando perceber tudo o que lhe acontece, sem exercer força de vontade para mudar as situações, mas aceitando-as e promovendo soluções atempadas e inteligentes.

Sim, sim, sem recorrer a lembranças nem lamentações nem saudades de outras situações melhores.

Apenas viver com abnegação o presente que tem para vivenciar.

O resto? O resto será a verdade que vem à sua procura no tempo justo para ser vivida em plenitude.

Pois. A vida é para ser vivida na plenitude do que tem especialmente para cada um de nós. Todos temos tarefas para desempenhar e o que importa é realizá-las do melhor modo e o mais consciente possível dessa responsabilidade.

Pois, pois! Então vai buscar o cão? Qual cão?

Ah, coitada! Não! Não do cão, de si, porque foi capaz dessa atitude!

 


publicado por eva às 00:39

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Terça-feira, 16 de Novembro de 2010

Morrer com dignidade

s vezes desejamos, queremos mesmo, aos que estão em sofrimento sem possibilidades de melhoras desse sofrer, que possam morrer em paz e naquela que, agora, tanto se apelida de dignidade.

Morrer com dignidade!

E se morrer fosse apenas mudar de divisão na casa da eternidade?

Se a morte fosse apenas um item do infinito?

Que significaria então o morrer com dignidade? Seria o pretendido não-sofrer mais?

E se o sofrimento superasse a dita morte?

E se sofrimento, como alegria, vingança, amor, indiferença ou devoção também pudessem ser sentidas infinitamente, além da apregoada morte?

Então, o morrer com dignidade seria não só com o corpo físico intacto mas também com pureza de consciência. Certo?!

- Humm…

 


publicado por eva às 00:30

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Terça-feira, 9 de Novembro de 2010

Emoções

- ou emocionado!

- Porque dizes isso?

- Po’que choro e rio muito por nada de je’to.

- Isso é sensibilidade mais aflorada, mais abrangente.

- Isso é bom?

- É! Mas também é preciso vigiar ainda com mais atenção, porque dessa sensibilidade pode ocorrer pena e gastura para si próprio. Isto é, sentindo apuradamente tudo o que ocorre e o que rodeia consegue-se presenciar passado e pressentir o futuro e isso pode abalar as estruturas mentais e pode trazer medo, revolta ou pena para níveis mais lúcidos da consciência.

- E a’tão?

- Então, se não houver vigilância apropriada, ou seja, se não se fizer diariamente análise racional do que sentimos e do que nos sucede pode acontecer ficar-se na desilusão dos que nos rodeiam.

- E a’tão?

- E então isso é tudo menos um saudável modo de viver.

- Ora ess’? A’tão o melhor é nem sentir, seguir sempre que nem estouvad’?

- O melhor é enriquecer-se intimamente e entender que nem sempre temos a vida que gostaríamos ter ou que nos achamos merecedores de viver, e que tudo tem uma razão e…

- E?

- E que nos compete perceber sentindo o mais possível, compreender tudo e todos o mais possível e viver na maior harmonia possível consigo próprio e com a vida, pois esta é instrução e educação por nosso passado-presente-futuro. Será a nossa mola para níveis superiores de vivência cada vez mais aperfeiçoada se a soubermos aproveitar aprendendo com humildade a viver simplesmente.

- Hã! Nã’ sê’ se consigo…

- Basta irmos tentando um passo mais largo a cada dia.



publicado por eva às 00:34

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