Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Quinta-feira, 10 de Setembro de 2009

Os caminhos de cada um

Descoroçoados, desesperançados… São desesperos e amarguras muito fortes e vívidas que atroam no interior de alguns.
São gritos de dor que se tentam sufocar a todo custo mas que, de vez em quando, saem abruptamente sem dar aviso.
São gritos íntimos que nem sempre se sabem explicar por meio de estados lúcidos.
São sufocos para as alegrias e desprendimentos.
São estados prisionais desconhecidos da consciência, mas muito bem vividos pelo subconsciente e bem marcados na memória inconsciente.
São lágrimas com força de caudal de grandes rios.
São tristezas ditas infundadas. São securas inexplicáveis.
Todos nós somos isso tudo!
E todos nós, um dia, seremos livres disso tudo e por isso devemos manter viva a Esperança.
As prisões vividas em consciência da realidade, ou as vividas inconscientemente, hão-de ter os seus portões e portas escancarados, um dia…
Há um dia para cada um e para todos poderem sentir a liberdade no mais íntimo do seu ser!
- Dizem que se constrói o futuro a cada dia do presente…
- Mais uma razão para se vivificar a luz da esperança no interior de cada um a cada dia, a cada instante. Porque não sabemos nem o dia nem a hora em que vamos precisar dela para nos dar alento e prosseguir o nosso caminho.
- Os caminhos de cada um são cada vez mais fáceis ou mais difíceis?
- Não sei responder a isso, mas sei dizer que a Esperança vale como um bálsamo no caminhar mais árduo…
 
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Fotografia de Keith Erskine
Imagem retirada da net
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Disse  Antonio Porchia:  Se não levantares os olhos, pensarás que estavas no ponto mais alto !
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publicado por eva às 11:02

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Quinta-feira, 11 de Junho de 2009

Estrelas

- Olhando o céu à noite vejo sempre as estrelas cadentes.
- Não será o rasto de um avião?
- Que disparate!
- Não é, não! Às vezes a vista prega-nos partidas. Vemos o que não é e ainda interpretamos isso conforme as nossas capacidades e ideais. Outras vezes, vemos o que é e não acreditamos, ou não percebemos o que quer dizer.
- O que sei dizer é que é lindíssimo o rasto das estrelas, ou cometas, ou qualquer outro corpo celeste que passa a boa velocidade cruzando os céus.
- E porque gostas tanto?
- Porque, para mim, é como um caminho de luz por cima da minha cabeça e, por qualquer razão, isso dá-me ânimo nas coisas que tenho que fazer. Fazem-me sentir pequena e insignificante.
- E isso é gratificante?
- É que se eu sou insignificante, as tarefas que pretendo executar também o serão. Ou seja, não são tão importantes como me pareceram minutos antes. O céu tem destas coisas, reduz-nos e a tudo o que nos diz respeito.
- Queres dizer, que é como se viajasses de avião e visses as cidades e as pessoas como formiguinhas. É essa a sensação?
- Mais ou menos, porque aí posso sentir-me mais importante que todo o resto. Mas sim, se considerarmos a identificação de que até as cidades não são mais que pontos para um simples avião.
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Imagem retirada da net
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Disse  Raul Follereau:  Como é possível desesperarmos? Temos tanto céu por cima de nós !
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publicado por eva às 23:43

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Quarta-feira, 27 de Maio de 2009

O jardim de cada dia

Assinaturas e rabiscos. Umas vezes com vontade de confirmar os papéis, outras sem entender sequer o que se assina. Outras ainda para liquidar assuntos ou demais constrangimentos administrativos.
Tanto papel e tantos impressos, uma vez ou uma via, ou possibilidade de várias vezes.
No embalo até se chega a pedir assinatura de quem já faleceu. Depois, as desculpas porque não se reparou na questão do óbito. Às tantas falham as palavras.
Mas tudo terá uma razão de ser, que há-de ser passível de entendimento.
Até porque há as leis e a Lei. E as pessoas de bem cumprem o que devem cumprir.
Há quem diga que Deus escreve direito por linhas tortas. Ou talvez nós é que desviamos, ou entortamos, as linhas direitas de Deus.
Como se pudéssemos resumir tudo numa prezada contabilidade, em que o resto deve ser sempre zero e todas as parcelas devem estar justificadas.
Finalmente, hoje e agora, é possível voltar ao jardim.
Este, pelo menos, continua na mesma com as flores e os pássaros, a fonte e relva bem regadas. Com umas árvores que dão sombra q.b. e os bancos – oh! esses bancos aprazíveis que parecem clamar por nós…
Já vou… Oh! Sim, que dia!
Já vou…
Todos podem ter um jardim, ou um cantinho preferido no jardim de cada dia, plantado com as flores preferidas e imaginado mentalmente à nossa espera para diluir os problemas e afazeres do dia.

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Décio Soncini - Banco de Jardim
Imagem retirada da net

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Disse  Alphonse Karr:  Creio no Deus que fez os homens e não no Deus que os homens fizeram !

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publicado por eva às 00:25

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Sábado, 14 de Março de 2009

O caminho das perguntas

Está ali uma cidade no alto daquela colina e nós, para chegar lá, ainda temos que percorrer o empedrado da subida.
O caminho é largo, mas íngreme.
Nesse percurso encontramos gentes, andando, que mal nos olham quando nos cruzamos.
O rápido olhar que nos dirigem é simplesmente para identificar se nos conhecem ou não.
Como não nos conhecem continuam de seguida as suas tarefas.
Aliás, todos têm ar decidido e demonstram que não estão ali à toa.
Vamos chegando à entrada da cidade, ou cidadela, porque tem muro a toda a volta e vemos, então, um portão enorme.
O portão está aberto e quando vamos entrando, um homem de cabelos brancos, alto e de barbas compridas e finas vem ao nosso encontro imediatamente.
- De onde veio? Da rua ou de algum edifício?
Nem percebemos, mas apareceu logo que passamos o portão e, de seguida, fez-nos algumas perguntas para saber quem éramos e o que pretendíamos.
- E depois?
- Depois esclareceu as nossas dúvidas e seguimos o nosso caminho…
- E isso foi bom?
- Se foi! Imagina que nem chegamos a perguntar nada, ele deu as respostas que cada um inquirira no trajecto.
- Hã?
- Foi assim e pronto!

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Portão do Jardim Botânico em S. Paulo
Imagem retirada da net
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Disse Jean-Jacques Rousseau:  É preciso já ter aprendido muitas coisas para saber perguntar aquilo que se não sabe !
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publicado por eva às 00:19

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Quinta-feira, 6 de Novembro de 2008

Caminhos

Aparece um rosto branco como se saísse da neve. Daquela neve que cai em flocos suaves e que se cola, ou adere a tudo «como quem não quer, mas faz».
Os olhos são fundos e escuros. Parece ser um rosto de homem – vê-se mal.
Mas sim, é um homem. E agora vê-se mais nitidamente que está com uma capa, ou capote, com capuz.
Está só e aponta um caminho pela estrada onde estamos.
Então, vamos todos por esse caminho que, de terra e entre árvores, vai dar a uma praia.
Está escuro e a praia deserta, a não ser a nossa presença.
O tal homem olha fixamente para o horizonte e todos esperamos…
É que estávamos perdidos, ou desnorteados de direcção, quando ele apareceu.
Por isso quando nos mostrou um caminho, que ninguém tinha visto antes, o seguimos de bom grado.
Esperamos ainda algumas horas, até que começou a nascer o Sol.
No horizonte, para onde ele olhava, apareceram os primeiros raios de luz coloridos.
Pouco depois já clareava meio círculo de luz sobre as águas, que agora pareciam estar lá, mais longe.
Nesta altura já podíamos avançar, pois via-se bem o novo caminho.
Estava, como o outro, mesmo à nossa frente – e não o víramos.
Era de areia muito branca e fina.
Um novo areal estendia-se até perder de vista e escondia as águas.
Chuvas de estrelas cintilantes caíram sobre as nossas cabeças e, espantados, olhámos o Sol, bem luminoso.
Surgiu então um lago transparente e lá continuámos o novo caminho lembrando os versos «Caminhante não há caminho, faz-se o caminho ao andar…»

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William Turner – Pôr-do-sol num Lago
Imagem retirada da net


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Disse  Antonio Machado y Ruiz:  Caminhante, não há caminho. Faz-se o caminho ao andar !
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publicado por eva às 00:38

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Terça-feira, 14 de Outubro de 2008

Caminhar

Vêem-se a passar na água e por um túnel de neve.
Parecem estar dentro da montanha e logo a seguir chegam a um lago, sob um céu azul e limpo de nuvens.
A neve é muita e vai abrindo passagem amontoando-se aos lados em neve menos compacta, porém mais alta.
Sob este céu, o branco fica mais branco e o azul reflecte-se num forte brilho prateado, que faz resplandecer até as pessoas.
Todos estão maravilhados e ao mesmo tempo quedos e apáticos.
No horizonte aparece como que uma nova aurora, apesar do Sol já ir alto por cima do lago.
E a paisagem assume, então, tons brancos, prateados, beges, rosas e laranja-amarelados.
Estas cores espalham-se como raios, iluminando, iluminando e colorindo tudo como se fossem tintas de aguarela.
Apetece fechar os olhos e ficar ali, por tempo indefinido.
Mas a quietude é agora, também, o movimento de todos em direcção à tal nova aurora.
Todos vão até lá e… surpresa! - De lá vê-se que o branco-neve continua completamente acastelado e em maior extensão, continuando até… não se sabe onde…
Só resta caminhar…
Caminhar sempre até esse horizonte de cores e céu branco que agora vislumbram.

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Imagem retirada da net


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Disse  Giuseppe Ungaretti:  A meta é partir !
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publicado por eva às 00:29

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Segunda-feira, 18 de Fevereiro de 2008

Caminhos

Antes era: o seu nome e morada, por favor.
Depois foi: o seu nome e telefone.
Depois: o seu telefone e telemóvel.
Agora: o telemóvel e o mail.
Quase tudo virtual e as pessoas vivem e mexem-se deste modo, na sua própria realidade virtual.
Ultimamente temos as consequências das realidades do crédito bancário, que parecem também virtuais até ao dia em que passam a bombas de realidade, com papéis e mais papéis, sem que a grande maioria dos assinantes perceba, cabalmente, o que assinou.
Porque, os que perceberam, os bancos nunca mais os encontram.
Se para uns é democracia, para outros é a liberdade da boa vida.
Para todos é a valência da consciência de cada um.
Para aqueles que a vida é um caminhar, alegre ou triste, sempre um caminhar para chegar lá, algures à felicidade... o objectivo é chegar a uma luz de paz que supere tudo, que ilumine tudo o que puder ser iluminado. Que faça brilhar o nosso fôlego e abnegação.
Uma luz que felicite o caminho recto, entre os pingos de chuva que lavam e purificam as labaredas da inconsciência…
- Pronto, já chegámos!
- Ohhh! Mas é o lago de que as escrituras falavam. Não pensei que existisse mesmo!
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Imagem retirada da net
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Disse  Albert Einstein :  o verdadeiro valor de um ser humano é determinado pela sua capacidade de conseguir libertar-se de si mesmo !

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publicado por eva às 22:20

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