Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Sexta-feira, 18 de Fevereiro de 2011

Hoje... amanhã

oje estamos aqui

Amanhã estaremos ali

As mudanças são para aceitar

As mudanças implicam evolução

Mesmo que aparentemente não sejam

A nossa adaptação à mudança é

Assim vamo-nos renovando

Vamos aprendendo a mudar

Aprendendo que nada

É igual a ontem

Que nós mesmos

Não somos iguais

Aprendemos que tudo muda

Constante e intransigentemente

E que o poeta tinha razão

- O mundo é composto de mudança.



publicado por eva às 00:39

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Terça-feira, 1 de Fevereiro de 2011

O Conhecimento das coisas

ste sal é purificado. Aquela água e essa areia já sofreram processos de purificação…

Apenas com ingredientes puros se podem fazer estas experiências, senão não conseguimos resultados úteis, seja como resultados e conclusões credíveis das nossas investigações, seja por não termos capacidade para a purificação requerida.

- Então os resultados são outros e diferentes na razão da purificação dos ingredientes?

- Podem ser até opostos. O nosso entendimento também muda e sofre alterações conforme os resultados.

- E estes por sua vez…

- Por sua vez esses divergem conforme as impurezas, que influem sempre nas etapas que se vão estabelecendo.

- Isso pode transpor-se para a vivência das pessoas?

- Hã?...

- Se considerarmos a eternidade ou o infinito existencial para todos os seres…

- Sim?

- Então, em conformidade com a idade evolutiva assim será a depuração de erros em diferentes vidas e mortes que se vão passando…

- Humm… Se aceitarmos a teoria de várias vidas para um espírito e a eternidade, ou seja a teoria da reencarnação evolucionista, é isso?

- Pois… Como ia dizendo, então, o mesmo acontecimento pode ter conclusões e resultados diferentes conforme o grau de purificação que o espírito atingiu?

- Será! Parece evidente, de qualquer ângulo que se tome a investigação, não é?

- Ou seja… chocamo-nos com reacções que nada mais têm que ver senão com a falta de aprendizagem do espírito. A maldade não existirá, mas apenas a forma deturpada de uma realidade que determinado espírito ainda não apreendeu de modo concertado…

- E uns demorarão mais que outros a aprender.

- Porquê?

- Porque não têm humildade para reconhecer que não têm todo o Conhecimento das coisas e esbarram com a própria vontade de querer ter o que ainda não têm merecimento.

- Somos vítimas da nossa própria ignorância, é o que é!

- E do sofrimento que a dos outros nos causam. Mas esse é, também, o retorno do que já causámos, alhures.

 


publicado por eva às 00:30

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Sábado, 17 de Julho de 2010

Considerandos

- u quero, tu queres!?... hã?

- Foi o que ouviste, sim! Já não se usa essa aprendizagem. É tudo por contexto, aprende-se a frase correcta e depois faz-se colagem desta nas situações em que pega…

- Hã?

- Estás a dormir?

- Não, não percebo mesmo.

- O que há para perceber? Antes aprendia-se uma linguagem individualmente e sem ajuda do contexto. Digamos uma aprendizagem a seco.

- E hoje em dia o contexto ajuda?

- Ajuda e corrige, porque todas as linguagens têm frases próprias, ou idiomáticas, que ficam assim imediatamente inseridas.

- Tudo se actualiza.

- Ou globaliza, se quiseres. São modos de aprender a estar na vida, entre as gentes, no mundo.

- E actualização é precisa?

- Se é para melhor, com certeza. Senão esperamos pacientemente por melhores dias, porque tudo muda constantemente.

 


publicado por eva às 21:22

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Domingo, 11 de Julho de 2010

Escolhas

raduções medíocres e melhores.

Manuais e descrições técnicas ou literaturas.

Seja qual for o trabalho, manual ou de estudo, todos necessitamos de investigar e pesquisar este ou aquele tema para melhor desempenhar o nosso trabalho ou função.

Um destes anos próximos passados, soube que os agricultores podiam ter cursos sobre determinadas culturas quer as utilizassem no imediato, quer ainda nem as conhecessem ou as não tivessem experimentado. O elo comum era qualquer dessas culturas ser propícia àquela região, estivesse ou não já ali implementada.

Achei curioso que mais ou menos metade das pessoas frequentaram esses cursos com interesse, entre agricultores mais velhos e mais jovens, homens ou mulheres. E que a outra metade nada quis saber dos ditos cursos, apresentando desinteresse completo.

As desculpas foram as razões usuais de falta de transporte ou de horário em virtude dos afazeres familiares.

Enfim… cada um faz conforme pode e melhor sabe fazer e... talvez possa evitar os vulgares protestos dos outros por si mesmo.

Enfim, a cada um a sua medida.

 


publicado por eva às 00:37

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Quarta-feira, 19 de Maio de 2010

O direito às faltas

- e posso dar x número de faltas são exactamente as faltas que vou dar.

- Porquê?

- Porque se é um direito que me assiste… vou gozá-lo. Oh, se vou!

- Mas não tens interesse em participar, em aprender?

- Pois claro que tenho, senão não me inscrevia, não achas?

- Por ter pensado isso é que me admiro agora da tua decisão de faltares o mais possível, como se estivesses doente…

- Então, então… se é um direito vou gozá-lo, e mais nada!

- Mas quem perde mais és tu, porque se faltas não estás lá… as faltas são para quem precisa…

- As faltas são falhas, lacunas – é isso que queres dizer?

- Evidentemente que são. E nunca ouviste dizer que quem falta não faz falta!

- Então, para ti, a falta faz falta ao próprio, é isso?

- A falta é uma abstenção de actividade, assim como agir é estar vivo e manter saudável o seu organismo, pois os órgãos são tão mais saudáveis quanto mais activos são nas suas funções.

- Ahh! Então e os direitos, o que são?

- Os direitos não são deveres, são precisamente direitos.

 


publicado por eva às 00:30

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Quarta-feira, 14 de Abril de 2010

Vamos sempre aprendendo

enho que ir comprar uns dossiers para arquivar os apontamentos que fui tirando…

Não, não! No computador não consigo escrever tudo outra vez, por isso vou arquivar os papéis que tenho, senão perco-os.

Hã! Digitalizar os apontamentos? Não, não têm assim tanta importância…

O quê? Ah! isso sim, seria útil! Pois, estou a entender. Efectivamente… sim, a pesquisa depois seria feita automaticamente por procura em vez de eu estar ali horas a fio à procura…

Bem, agora vou fazer como sempre fiz, porque quero sentir os apontamentos mais seguros. Depois, com o tempo, posso digitalizá-los e seguir essa ideia, porque não?

Sim, também acho que vamos sempre aprendendo, constantemente.

Pois! À força ou a bem…

Alguns defendem que a vida e a morte são dádivas de aprendizagem para todos nós. São teorias e cada um ou escolhe a que quer; ou nem escolhe, porque assim o quer.

 


publicado por eva às 00:32

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Quinta-feira, 1 de Abril de 2010

Fortuna e afortunado

ortuna e afortunado – eis um trocadilho a que a linguagem se presta.

Geralmente associamos o termo fortuna a dinheiro e posses. E associamos o termo afortunado a felicidade.

Se observarmos que o prefixo a pode significar o contrário, temos que a felicidade não se rende à fortuna.

- Ai, ai! Mas ajuda muito e o resto é conversa fiada!

- Sem dúvida que tudo depende do uso que se faz à fortuna, assim como do modo como se enfrentam as dificuldades, etc.

O que temos e o que nos faz falta têm a influência e importância que lhes dermos em conformidade com o modo como vivemos a vida, nos seus mais variados aspectos.

Afortunados, somos todos os que somos capazes de ser felizes nos bons momentos, assim como de enfrentar com coragem e firmeza o dia-a-dia.

A vida é uma miscelânea de tudo. Nós também!

Poderemos, então, aprender como viver melhor a cada momento. Cada instante é uma possibilidade de aprender. Aprender a sermos sozinhos, ou a criar e proteger um grupo, a conversar e a ficar calado, a nutrir a paciência e a abnegação.

Aprender a viver ultrapassando a cada vez as nossas metas e as possibilidades um dia sonhadas.

- Queres dizer – aprender a ter êxito.

- Quero dizer aprender connosco, em simbiose e unidade.

 


publicado por eva às 00:38

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Domingo, 14 de Março de 2010

Olhos da alma

izem que o nosso olhar é, ou pode ser visto, como o reflexo da nossa alma.

E a alma é a nossa consciência, a que vai sempre aprendendo em todas as circunstâncias, passageiras ou rotineiras, irrelevantes ou traumatizantes ou felizes, sem lembrança sequer ou de recordação imemorável.
Enfim, tudo o que vemos, ouvimos, percebemos, deixa uma impressão na memória que a traduz em termos de consciência apagada ou vívida conforme a sua utilidade a cada momento.
Por isso, coisas a que não demos a mínima importância podem vir povoar os nossos sonhos ou surgir na mente aquando algo similar, ou relacionado por qualquer forma, ocupa os nossos pensamentos.
E assim vamos tendo a compreensão da necessidade e utilidade das ideias, pensamentos e elaboração de conceitos, do intelecto, inteligência e raciocínio, da lógica e da intuição, da memória, da consciência inconsciente, subconsciente e activa, da demência, da distracção e da lucidez enquanto estados da mente ou da consciência global, digamos assim.
- Dizendo de outro modo, conforme a nossa capacidade de aprendizagem com tudo o que vivemos, irrelevante ou relevante, vamos instruindo e educando a nossa consciência. Mas isso serve para quê? Para sermos pessoas melhores e a vida será então como um tratamento clínico individual?
- Os níveis que atingimos com a nossa consciência são reflectidos no nosso espírito e assim vai evoluindo o nosso ser a nível cósmico, virtuoso e divino.
 

publicado por eva às 00:32

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Sexta-feira, 29 de Janeiro de 2010

Nuances da partilha

uando saía, ou melhor, antes de sair, olhava atentamente a imagem, ou observava-a, e lá ia para os seus afazeres, ou deveres.

- Porque estás a explicar tudo?
- Porque há quem não saiba os significados recorrentes da sua própria língua mãe.
- Pois que vá ao dicionário!
- Esse livro não é utilizado pela maioria das pessoas. Agora é a net e o que lá não está, à primeira consulta, não existe.
- Bem, nem esse nem outro livro. Estamos na era da informática, a era do clique. Ou está lá o resultado da procura ou simplesmente se considera que tal não existe.
- O problema é que por razões de falha cultural não se encontra metade do que se poderia encontrar. Se soubermos procurar de modos variados, efectivamente, a net é um mundo de informação.
- Melhor, é o mundo de informação actual.
- Aí está uma nuance que a maior parte não observou ainda, a diferença desses artigos, adjectivos ou pronomes. Enfim são modos de dar as matérias, assumindo os significados imediatos ou os mais amplos da linguagem.
- Os temas de estudo são dados conforme a bagagem cultural do professor e o seu empenho em partilhar esses conhecimentos.
- Pois, pois, porque o interesse de quem ouve vai colar-se a esse empenho.
- Aí tens um dos princípios de quem instrui e de quem é instruído, ou um dos mecanismos de troca recíproca.
- Porém, quem aprende também partilha ao mesmo tempo o que tem e aquilo que é, com os que o rodeiam.
- Em muitos casos essa é uma das razões conscientes do óbice – não querer ser conhecido…
 

publicado por eva às 00:30

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Quinta-feira, 28 de Janeiro de 2010

Vivências

- i!

- Oi, estás melhor hoje?
- Se estou! Dormi muito ou sonhei?
- Dormiste e com certeza sonhaste também. O que, aliás, faz parte da liberdade do espírito que todos somos. Somos um corpo finito do espírito eterno que é a nossa essência.
- Foi exactamente isso que sonhei. E que se atingirmos a fé, ou fidelidade, à energia suprema, cósmica e criadora de tudo, atingiremos o grau maior de evolução espiritual.
- Através da vivência, mas não apenas na vivência.
- Exactamente…
- Mais exactamente pela ética cada vez mais impecável.
- Impecável ou sem pecado.
- Exactamente. Hás-de explicar-me onde estiveste nos teus sonhos…
- Estive em escolas do céu, onde pensavas que tinha sido?
- Não pensei. Fui ouvindo.
- Também aprendi isso – a necessidade de ser bom ouvinte e intérprete das vozes caladas.
- Se calhar aprendeste mais a dormir que muito acordados…
- Talvez, e aprendi que há os mal acordados.
- E já que pareces melhor das febres, agora vou eu dormir.
- Também tens febre?
 

publicado por eva às 00:37

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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