Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Domingo, 8 de Maio de 2011

Ciclos da vida

stás apática

Pareces dormir em pé

Nada interessa

Tudo é ilusão dos sentidos

Mas tudo pode ser sentido

Tudo pode ser diametrizado

Noutra direcção

Em regiões positivas

Mentalmente

O amor começa em nós mesmos

E daí é possível

Expandir o que se tem

Pois só se dá o que se tem

Tristeza generaliza apatia

Alegria generaliza bem-estar

Bem-estar com a vida

E com a morte

Bem-estar com os ciclos da vida

Bem-estar evoluindo

Serenamente

Em paz.

 


publicado por eva às 00:38

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Quarta-feira, 4 de Maio de 2011

Faz bem dar um passeio a pé

- stás a ler?

- Queres ler também? Empresto assim que chegar ao fim. E está quase.

- Trata do quê?

- De outros mundos, outros planetas…

- Não sei se quero. Já me chega este e às vezes nem tenho grandes forças para o aguentar.

- Imagina outro melhor.

- Não consigo, parece que estou embotada e não consigo ver mais além dos traumas e amarguras. Aliás foi por isso que decidi sair de casa e dar uma volta pelo quarteirão.

- Faz bem dar um passeio a pé.

- Se faz! Parece que o ar finalmente entra e limpa os canais do corpo como o cérebro.

- As ideias fluem mais auspiciosas, não é?

- Isso mesmo. Mas estou a ver outro livro que se calhar vou gostar de ler e, se não precisas, poderia levar já?

- Esse? Podes e é divertido.

- É disso que preciso. Outro modo de ver as coisas…

- E eu acho que vou descansar os olhos e acompanho-te na tua volta… humm… de alegria?

- Vou chamar-lhe isso mesmo. Trá-lá-lá-lá-lá-lá…

- Mas isso não é o Hino da Alegria?

- Beethoven! Isso mesmo, vou chamar-lhe o passeio do hino da alegria, que achas?

- Tão auspicioso quão ambicioso, eh-ehh! Vamos a isso, ou seja, vamos alargar um pouco a volta, para ela poder cumprir todas as propostas.

 


publicado por eva às 00:31

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Quinta-feira, 27 de Janeiro de 2011

As flores são uma dádiva da natureza

- abes a diferença entre lírios e coroas imperiais?

- Estás a falar de flores, certo?

- Certíssimo!

- Pois não, nem sei nem vejo nenhuma, se queres que te diga.

- Tens a certeza?

- É o que te digo – não vejo nenhuma.

- As flores comunicam agradabilidade, beleza, alguma alegria e paz. As flores tornam o dia…

- Mais florido! (risos)

- Bem… sim! Que sei eu? Se estamos tristes elas parecem ter o lenitivo que precisamos; se estamos felizes elas parecem complementar essa felicidade. As flores são algo bom na vida e observá-las, notá-las pelo menos, nos nossos dias, faz bem à mente. Por elas podemos até clarear os pensamentos e as preocupações ou aligeirar ainda mais a nossa alegria. As flores são uma dádiva da natureza.

- Mas afinal, qual é a diferença entre lírios e coroas imperiais?

- Ora!

 


publicado por eva às 00:38

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Segunda-feira, 24 de Janeiro de 2011

O simples sentir

- á reparaste como estão alegres… felizes mesmo?

- E por tão pouco, não é?

- Por tão pouco, não! Estão felizes porque estão dedicados a esses momentos e nesse tempo têm tudo o que precisam.

- Ai é?

- Pois é, têm o espaço para brincar e ninguém que os impeça ou sequer atrapalhe a brincadeira. Estão, ou melhor, sentem-se livres.

- Mas isso é porque não percebem os perigos…

- Se calhar são mais felizes assim porque não têm esse tipo de constrangimento que estagna a alegria.

- Seja como for gosto de os ver a brincar, alegra-me o simples poder vê-los brincar e a sua alegria contagia-me. Faz-me tanto bem!

- Por vezes o simples sentir é melhor que a maior compreensão das coisas.

- Hã?

- Há coisas tão simples que o necessário para gozá-las é simplesmente percebê-las sentindo…

- Queres dizer que não importa compreender, saber, estudar?

- Quero dizer que o sentir, simplesmente percebendo intimamente, interiorizar os bons momentos é quanto basta para ser feliz. O estudar não ocupa o lugar de sentir felicidade embora permita, é certo, avançar mais rápido nos projectos que temos entre mãos, deslindar os problemas, encontrar as soluções mais adequadas a cada situação.



publicado por eva às 00:34

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Sexta-feira, 7 de Janeiro de 2011

O resto zero

legria! Há músicas, poemas, pinturas, artes diversas a quererem expressar este sentimento.

Há que fazê-lo reviver, há que fazê-lo ampliar e enaltecer em nós, ao nosso redor, no mundo.

Há que fazer deste mundo um mundo de paz e harmonia, há que melhorar o mundo em que vivemos, nascemos, crescemos e morremos.

Há que deixar aos filhos um mundo melhor do que aquele que encontrámos.

Há que harmonizar, perdoar e amar acima de qualquer outro sentimento.

Há que viver com toda a responsabilidade possível sem olhar para o que outros, mais irresponsáveis, fazem e, menos ainda, seguir o seu exemplo.

Os exemplos a seguir serão o mais elevado possível.

O resto é simplesmente… resto. Façamos deles o resto zero.

Façamos de nós um resultado que nos honre e dignifique o nome e a vida que cumprimos.

Façamos de nós a boa diferença em tudo o que tocamos.

Façamos a felicidade em nós.

 


publicado por eva às 00:36

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Terça-feira, 7 de Setembro de 2010

Naturalmente

- ias há que me pergunto para quê todo este viver, este sofrer?

- E se fossem dias de gozo, de felicidade, perguntarias o mesmo?

- Como? Hã… nunca pensei nisso assim… nem me lembro da última vez que me ri… só vejo os últimos tempos, mas sim! Já tive ocasiões de muita felicidade, de achar até que não haveria tristeza que me atacasse.

- Pois! A tristeza, angústia, desespero podem atacar a pessoa, a sua personalidade, o seu eu mais íntimo. Assim como a alegria e a felicidade. Mas para esses sentires nós não temos sofrimento e por isso não pensamos tanto neles.

- Mas…

- E sabes a ironia disto? Eram precisamente esses sentires de alegria que deveríamos perpetuar em nós, nos nossos espaços mentais, nos sonhos, de noite ou de dia. A cada vez que pensamentos, ou sentires, mais lúgubres nos atacassem deveríamos educar-nos, ou disciplinar a nossa mente e lembrar os tempos felizes que tivemos, ou que gostaríamos de ter e…

- Em suma, deveríamos aprender a formular a nossa felicidade!

- Nem mais, sabendo que esta depende de nós e não propriamente em ter outros ao nosso lado, ou a obter coisas materiais.

- Então, mas tudo isso ajuda a ser feliz.

- Não confundir as coisas é útil. Tudo o que é bom aproxima-se do raio de acção do Bem, naturalmente.

 


publicado por eva às 00:39

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Quinta-feira, 8 de Julho de 2010

A melodia dos nossos pensamentos

elodias do mar. Melodias do campo, do nascer e do pôr-do-sol, da tristeza, da alegria…

A melodia sente-se em todas as veias e articulações do corpo, da mente…

A melodia musical é a melodia dos nossos pensamentos, da nossa forma de pensar.

A nossa própria melodia é a nossa maneira de encarar e de estar na vida como, aliás, na morte.

O passar e ultrapassar, ou não, de cada experiência, de cada conflito ou do ultimatum que a vida nos coloca, ou que nos provocamos, é também a construção de novas melodias de nós mesmos.

Tudo o que nos rodeia tem uma melodia própria e nós temos a que nos é apropriada.

E as melodias compõem as músicas.

Sejamos bons músicos de nós mesmos e seremos bons músicos para todos os que nos ouvirem.

- Como as teclas do telemóvel que soam?

- Ahhh! Pode ser, sim!

 


publicado por eva às 00:38

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Quinta-feira, 20 de Maio de 2010

Porque choras tanto?

- orque choras tanto, mulher santa?

- Se calhar por ser mulher, ou por ser mãe, ou por ser mais fraca, ou por ser mais sentida…

- Não me parecem razões, a não ser a da maior sensibilidade… Sim, talvez por aí todas as outras já façam sentido. Mas, um dia, não sei dizer quando, um dia todos teremos a tua sensibilidade e já não quereremos atropelar-nos uns aos outros, nem sequer viver os dias em sucessão intermitente. Vamos querer viver com alegria por nós mesmos, pelas nossas famílias e até por desconhecidos em igualdade de alegrias sãs, bem-estar e entreajuda.

- Ainda não queres tu isso?

- Queremos todos na generalidade mas, aos primeiros embates de contrariedades, queremos é salvar-nos a todo o custo e os outros logo se vê…

- Coitado!

 


publicado por eva às 00:34

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Domingo, 2 de Maio de 2010

A felicidade é um estado

lha aí! A luz!

A luz do Sol, pois!

Está a entrar pela janela, que ainda está fechada e, mesmo assim, pode sentir-se o calor.

Abre e apanha um dos raios de Sol que chegou ao parapeito.

Aproveita essa luz e o seu calor que consola o corpo e todo o nosso íntimo.

Agora leva contigo o dia todo e a alegria e carinho que esse calorzinho te pode dar.

Esboça um sorriso para a vida que tens, os problemas que sofres e a tudo em teu redor.

Acorda em ti próprio uma alegria interior.

Não te afanes nem te desgastes – VIVE!

Vive vivendo todos os percalços que vais encontrando, solucionando-os com a luz da inteligência e o calor do amor.

- O Sol deu-te esse fôlego todo? Eu gostaria de fazer tanta coisa com este Sol mas nem consigo umas nem outras. Para mim ele significa a desilusão de não o poder aproveitar como há muitos anos aproveitei. E deveria ter aproveitado mais, isso sim!

- Essa é a situação de muitos – quando temos não apreciamos, apenas quando perdemos algo é que damos atenção a tudo o que tivemos e não valorizámos em tempo útil e imediato.

- Pois foi isso mesmo!

- Então, pelo menos, não repitas esse erro. Aproveita o mais possível todo o bem que vais tendo e as possibilidades de o ter. O resto faz-se notar sozinho. A felicidade é um estado que se atinge e que coisa alguma exterior pode alterar.

 


publicado por eva às 00:04

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Terça-feira, 13 de Abril de 2010

Viver a vida

m dia destes passei por uma escola primária e ouvi os gritinhos e risos das crianças nas suas brincadeiras de recreio, ou intervalo, como agora se diz.

Pareceu-me uma eternidade o relembrar o tempo em que também fui assim.

Nem me parecia ser da minha vida, a minha infância pareceu-me irreal – completamente.

Depois horrorizei-me, pois como podia suceder tal coisa, se minha infância foi feliz e tão cheia de boas recordações?!

Mas continuava longe… longe…

A vida dá tanta volta, parece que pode destruir tudo o que melhor existe de nós.

Por outro lado, também se pode colocar a hipótese de ter sido eu a relaxar as boas lembranças, dirigindo a minha atenção para os problemas que vão surgindo e suas possíveis soluções…

Olhando para trás, não foi apenas na infância que aconteceram alegrias. Pela vida fora houve muitas ocasiões de felicidade.

E, ainda hoje, a felicidade me rodeia, sobretudo se lhe der forças para tal.

Por isso, talvez a infância e os outros tempos de felicidade tenham ficado longe porque não lhes dei atenção suficiente para os ter sempre à mão nas minhas memórias mais frequentes…

Talvez ainda consiga inverter a posição das coisas e pensar mais no melhor e menos no pior, ou no mais problemático, de cada dia...

Talvez consiga ainda dar mais força à felicidade do que ao resto que vai aparecendo…

Talvez a minha família mais íntima e eu mereçamos mais oportunidades de desfrutar, com toda a energia que lhe possa dar, a vida que temos.

Talvez possamos todos sorrir mais, gritar, mesmo, de alegria genuína.

Ou seja, ser capaz de manter a alegria simples da infância nas coisas simples e que estão em nosso redor.

Ser capaz de ver e sentir todas essas pequeninas coisas boas que perfazem igualmente a nossa vida.

- Ora, mas isso é viver a vida!

 


publicado por eva às 00:39

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