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Quinta-feira, 2 de Abril de 2009

Saúde

Doenças graves aparecem quando se ultrapassaram outras situações difíceis, na família, no emprego…
Quando parece que o pior passou… aparece o irremediável – a falha de saúde.
O povo diz com propriedade que enquanto há saúde há tudo.
E também parece que, demasiadas vezes, temos como certa a saúde e as forças para tratar dos nossos dias.
Mas nada é conforme parece e a saúde é das condições mais frágeis.
As notícias podem tornar-se desventuradas e depois do susto, do horror… fica a desolação.
É um deserto ávido e inóspito que se estende à frente… tomando o nome de vida, como se tudo continuasse igual.
Como diz um poema cantado – como é que pode continuar tudo igual? A sucessão dos dias? Tudo à nossa volta?
- Achas que eles aguentam?
- Acho que têm dose de esperança e amor suficiente para sobrelevar até ao fim a missão que têm.
- O Sol parece que teve um eclipse.
- Mas eles estão no Sol, sem eclipse, e conseguem abrir os olhos e ver outro horizonte que mais ninguém vê.
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Edvard Munch – A Criança Doente
Imagem retirada da net
 
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Disse Virginia Woolf: Como é espantoso quando as luzes da saúde se apagam, as regiões por descobrir que se revelam !
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publicado por eva às 00:14

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11 comentários:
De Carla Romão a 2 de Abril de 2009 às 19:42
Como é bom cada um de nós seguir a sua missão, o seu dia-a-dia, com a felicidade de que o amanhã não conta e, de apenas temos de ser nós próprios em cada momento, com o nosso único "aroma", sem ter de seguir religiões ou credos, sem ter de imitar ninguém e, mesmo assim amar-mos a humanidade, sem ter tido qualquer tipo de inspiração/imitação. Sermos apenas nós!


De eva a 3 de Abril de 2009 às 20:27
Um caminho difícil mas compensador para quem não se importa de arriscar ao confronto de si próprio.


De Carla Romão a 4 de Abril de 2009 às 09:17
E não é para isso que cá estamos?
É tão fácil andar na sombra de alguém que foi autêntico. Mártires, profetas, místicos... é só escolher. Mas e eles, andaram na sombra de alguém ou foram autênticos?
E a Eva é autêntica, ou vai tentando?


De eva a 4 de Abril de 2009 às 22:47
Carla, não me parece que estejamos de acordo nesta opinião: "É tão fácil andar na sombra de alguém que foi autêntico". Acho que é dificílimo andar na sombra de alguém que foi autêntico porque isso nos coloca um tremendo grau de exigência. No entanto, e para responder também à sua pergunta, se não escolhermos esse modelos, o mérito da nossa caminhada não é lá muito grande. E isso aplica-se a todos: passados, presentes e futuros.
Quanto à autenticidade, faço o melhor que posso e sei em cada momento, e como diz uma citação que já aqui foi publicada: "Não fiz o melhor, mas fiz tudo para que o melhor fosse feito. Não sou o que deveria ser, mas não sou o que era antes".


De Carla Romão a 5 de Abril de 2009 às 14:39
Eva, insisto porque acho importante. Tivemos pessoas autênticas que passaram por cá... Jesus, Buda, Sócrates... e não se limitaram a ser sombras.
Podemos ser felizes sem ter de seguir os seus passos, basta seguirmos os nossos!
Agora, quantos milhões andam na sombra por exemplo de Jesus, tentam seguir os seus passos, mas nunca vão ser felizes... porquê?.. porque não estão a seguir os seus próprios passos. E nem sequer percebem isso... . Não temos que ser nenhum deles, mas temos que ser nós próprios. E não estou a desvalorizar Jesus. Jesus foi autêntico e eu agradeço por isso, aprendi com ele, mas não sou Jesus, sou a Carla. E a simplicidade, a aprendizagem, a autenticidade são apenas o meu "grau de exigência" que nem tem escala, porque a autênticidade não pode ter escala, ou se é, ou não, o meio termo nem existe. Para a semana verás alguns a crucifixarem-se como Cristo, muitas missas, etc... . Mas a autenticidade onde está? Milhões estão na sombra... mas é só dar um passinho para o lado... .


De eva a 5 de Abril de 2009 às 23:31
Carla, a "insistência" - seja para concordar, seja para discordar - é sempre bem-vinda neste blog.
O que me parece é que os conceitos não são exclusivos. Temos que ser nós próprios e, do meu ponto de vista, é isso que nos é exigido e é isso que nos devemos exigir. Mas embora a autenticidade não tenha escala, concordo, o grau de exigência varia de pessoa para pessoa. O meu grau de exigência tem a ver com os meus objectivos de vida que podem ser radicalmente diferentes dos da minha vizinha. Ao longo da vida vamos aprendendo com exemplos alheios, vamos construindo o nosso edifício - que está sempre em aperfeiçoamento - e é esse ser(mos) em construção que nos permite ir sendo o que pretendemos ser. Isso não significa que não possamos seguir também - na nossa e com a nossa individualidade - um caminho que outros já percorreram.
E, Carla, repito o obrigada pelos comentários, que servem sempre para enriquecer os temas que por aqui vão passando.


De Carla Romão a 6 de Abril de 2009 às 23:13
Olá Eva,
Continuo a discordar, para mim a autenticidade não tem graus de exigência. Objectivos sempre, mas se estivermos a pensar mentalmente nos graus de exigência, então a autenticidade não passa de um mito. E o caminho será sempre o de todo um outro já definido e já percorrido.
E quem tem o poder de definir os graus de exigência?
Ainda há tanto para fazer...
Boa noite!


De eva a 11 de Abril de 2009 às 20:43
Carla, cada pessoa é um mundo e é esse mundo que se assume, em cada circunstâcia, de modo diferente do outro.
São concepções !
Parece-me que talvez estejamos de acordo num ponto: devemos tentar ser sempre melhores e sê-lo do modo mais fiel que pudermos ser a nós próprios!
Obrigada!


De Carla Romão a 4 de Abril de 2009 às 10:10
"Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades."

Acho que esta frase já responde à minha pergunta... . Autenticidade e raridade realmente andam de braço dado, ou de abraço dado num azul birrento e afins nas palavras de Virginia Woolf (entre outros/as).
Tantas luzes e iluminações... mas nem todas brilham!


De Çblue a 2 de Abril de 2009 às 23:19
Virginia, uma sensibilidade toda outra!

Frase magnífica! Assim ela servisse para que os adormecidos saudáveis e afins acordassem...


Abraço Woolf


De eva a 3 de Abril de 2009 às 20:30
Pois, mas a maior parte dos saudáveis tem muita dificuldade em acordar do suave e doce enlevo do dia-a-dia.

Ç testemunha


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