Novo ano
Novo ano que se inicia, geralmente com bons e variados projectos pessoais.
- Olha, estão na garagem a divertir-se!
- Não estão, não! Só alguns, os outros estão a ser massacrados pelas brincadeiras!
- Pois, lá isso é verdade. Aquilo que para uns é agradável, pode ser penalizante para outros.
- É isso, sim! Quando fazemos algo dando largas à nossa imaginação, devemos pensar se isso não irá contra a vontade dos outros.
- Pela dignidade de cada um e de todos…
- A ideia é essa. Parece tão simples, mas é tão difícil de concretizar para muitos, que só sentem felicidade em hábitos desregrados.
- As épocas festivas são assim, têm muito de tudo – do que presta e do que não presta.
- Pronto, conseguiram fugir e vão embora. Os brincalhões ficaram a rir sem parar. Será que alguma vez vão entender o que fazem?
- Aos outros?
- Já nem falo desses, refiro-me a eles mesmos. Será que ainda não perceberam que conforme fazem assim encontrarão feito para eles também?
- É uma pena, por tão pouco…
- Voltando então aos planos para o ano, que pensas fazer?
- Divulgar, partilhar sempre as informações que pareçam úteis, ou que possam contribuir para ajudar a pisar com mais segurança o caminho eterno da vivência individual e se, para uns, serão boas palavras, para outros nem tanto…
- Então vamos continuar trabalhando no mesmo ritmo, que eu, por meu turno, tenho muito que seleccionar e preparar para publicação.
- Depois deste chocolate quente retomamos então o trabalho.
- Quente, não – a ferver!
- Ora, os dias frios são também para aquecer com doçuras destas…
.
..
.
.
Disse Pe. António Vieira: Ao trabalho corresponde o fruto que se colhe !
.
.
