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Escritos de Eva

Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

Escritos de Eva

21
Abr11

Tu e eu

eva

h! Ai! Ui! Ah! Oi!

Um espinho

Uma graça

Tu e eu

Oh! Ai! Ui! Ah! Oi!

A vida

A morte

Tu e eu

Oh! Ai! Ui! Ah! Oi!

O desgosto

Alegria estonteante

Tu e eu

Oh! Ai! Ui! Ah! Oi!

A natureza

O isolamento

Tu e eu

Oh! Ai! Ui! Ah! Oi!

Os sons e melodias

A surdez e o silêncio

Tu e eu

Oh! Ai! Ui! Ah! Oi!

A mente

A consciência

Tu e eu

UM

Oh! Ai! Ui! Ah! Oi!

 

19
Abr11

Linguagem universal

eva

- igo que o toma lá é linguagem universal.

- Digo-te que não. Há gente séria em todo o lado.

- Não tem a ver com seriedade mas reconheço que também não sei dizer porque é assim.

- Queres dizer que há sonoridades linguísticas que são universais?

- Não sei se será assim… Vê por exemplo a palavra amor, que é igual em português e castelhano, mas diferente de amour em francês, love em inglês, amore em italiano, liebe em alemão, etc. Logo aqui em meia dúzia de comparações tens apenas duas iguais. O resto são sonoridades e escritas diferentes. E todos percebem o significado mesmo sem conhecer as línguas.

- Será que te referes à entoação? Aos gestos que acompanham as palavras?

- Talvez… mas parece que é mais um significado intuitivo. À semelhança do que acontece com as palavras desagradáveis – são entendidas em qualquer língua.

- Pois, pois! Olha, estou cansada e vou sentar-me.

- Vamos sentar e descansar, sim. Depois podemos ir a pé para casa, devagarinho.

- Isso! Ainda bem que falamos a mesma linguagem que assim é mais fácil e sem dúvidas.

- Um dia falaremos apenas pelo pensamento.

- Credo, não sei se quero tal coisa!

- Pronto, descansa então agora um bocadinho. A seguir voltamos a casa.

- Isso!

 

18
Abr11

Os dias da semana

eva

s dias da semana têm uma identificação apropriada ao longo dos anos, até dos séculos.

Hoje, com os turnos e trabalho cada vez mais disseminados e normalizados, as diferenças dos dias não são tanto pelo dia da semana mas pelo dia que é de trabalho ou de folga.

Pelo dia em que se está sozinho ou em família.

Do dia de tarefas obrigatórias ou dia livre de ocupações.

Dos dias e das noites sem horários ou com horários rígidos a cumprir.

- Ou seja, dos tempos mais ou menos livres. Da satisfação de ficar a dormir até acordar sem ser pelo despertador. Simplesmente acordar… hummm… acordando.

- Sim, sim. E de sair porta fora como se quiser… e…

- E de sentir alguma liberdade de movimentos.

- Bem, em tempo de paz todos somos livres q.b.

- Oh! Liberdade no sentido de ficar em casa ou de sair para onde se desejar, sem a obrigação de…

- Como se estivesse em férias!

- Pois! Tal qual! Mas também sei que estas sensações só são assim preciosas pela diferença entre elas. Senão não distinguiríamos umas das outras.

- Lá isso… Adeus.

- Vais onde.

- Vou voltar para a cama porque lembrei que hoje posso dormir mais.

- Mas… já acordaste?!

- E garanto que posso adormecer já !

- Ohhh!

 

16
Abr11

Bom dia

eva

om dia para mim!

Bom dia para ti… e para ti…

Bom dia para o mundo

Bom dia para as flores

Bom dia para os animais

Bom dia para a recuperação

De tudo o melhor

Do pior que melhor há-de ser

Do que ainda não é

Mas será

Do cordeiro de cada um

Que sem balido

Vai em frente

Rumo ao progresso

Direccionando o melhor de si

Bom dia para mim!

Bom dia para ti… e para ti…

 

15
Abr11

O pulsar da vida

eva

legria – o que é?

Gargalhadas – o que são?

Risos – a que propósito vêm?

Rir é paixão

Amor, sensibilidade

A transparecer por tudo

Por tudo e por nada

Por estar vivo

Por sentir a Primavera

A Primavera da vida

O pulsar da vida

Da vida em nós

Em cada veia

Em cada respiração

Vida, vida!

Vive tu também

O céu azul, o mar azul

A terra seca e húmida

A vegetação em mil tons

Tons da cor verde

Que um dia a chuva

Virá lavar e fazer sentir

Sentir o cheiro da terra

Da terra mãe

Que regularmente

Dos maiores rigores

Tem forças para florescer.

 

14
Abr11

Maria e José

eva

- le vai chamar-se José Maria.

- Sim, pois a minha mais velha também é Maria José.

- São os nomes principais da Bíblia, não é? Gostaria de lhe chamar Jesus, mas ai! É um nome, para mim, demasiado sublime para dar a outrem, mesmo que seja a um filho.

- E não só, iria chamar excesso de atenções.

- Mas acho bem que outros tenham a coragem de dar esse nome aos filhos.

- É mais a questão de interpretação. Os bebés são todos angelicais e por isso pode dar-se calmamente esse nome a qualquer um.

- Pois, é verdade. E em adultos o nome continua a ficar bem.

- Engraçada esta mania de dar nomes bíblicos aos filhos.

- Alguns são mais actuais que outros…

- Creio que é um bom costume.

- Pelo menos não parece ser prejuízo de ninguém.

- Lá isso!

- Acho que os pais ao darem esses nomes se preocupam com os filhos que nascem e querem que esses padroeiros os cuidem, não será assim?

- Talvez… o que importa é que sejam nomes por razões boas, porque as palavras têm energias próprias e os filhos não conseguem optar à nascença pelo nome que gostariam de ser chamados.

- Lá isso! Ora, é a minha vez. Pois venho fazer o registo de meu filho, diga-me lá o que é necessário… Olhe tenho tudo, até o filho [risos]!

 

13
Abr11

O tudo e o nada

eva

stamos aqui todos juntos.

Todos esperamos algo.

Algo que ainda está indefinido para muitos.

Para outros é algo conhecido.

Ou perfeitamente reconhecido para outros mais.

Todos vamos esperando esperançosamente que os dias sejam melhores.

Melhores para nossos anseios.

E muitos dizem que isso é impossível.

Tantos dizem, como outros tantos, que tudo é possível.

O tudo e o nada, afinal o que são?

Exageros da humanidade!

 

12
Abr11

A nossa subida

eva

ubimos!

P’ra onde, não vejo

Mas não há nada ali

Dizes que sim

Mas não vejo

Nem percebo

Dizes que sim

É subir

Subir sempre

É nas alturas que estás

Que está o caminho certo

A desambiguação

A unidade enfim

Então porque não o fazemos

Naturalmente

Porque esquecemos como

Porque nos agarramos

Aos porquês e ses

Porque nos ligamos

Sem perceber

A que damos atenção

Que não merece

Falhar a elevação

A nossa subida

Mas não vejo

Nem percebo

E tu dizes que sim

Que é só subir.

 

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