Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Quinta-feira, 10 de Junho de 2010

Espaços novos

espedidas. Cumprimentos de chegadas. Trânsito para lá e na volta.

Pessoas desconhecidas e conhecidas. Alguns fazem-se melhor conhecidos, outros transferem-se para desconhecidos à força porque a desilusão que causam é muito grande, até ao impossível de suportar…

Janelas e portas são fechadas. Noutro lugar abrem-se outras e arejam-se casas fechadas há muito tempo.

Passa demasiado tempo para o consolo que nos vão dando a cada vez que chegamos a esses sítios. Sítios que tratamos de modo igual ao modo como tratamos a nossa mente. Quantas vezes a fechamos a boas e renovadas emoções com desculpas de que não temos tempo, ou sentimos cansaço, ou…

Talvez seja hora de descansar de rotinas e renovar espaços, renovar ideias e criar espaços novos para mudarmos e nos darmos uma oportunidade de avaliar melhor o que fazemos, o que temos e o que gostaríamos de ter… de ser!

Amanhã é mais um dia… ou talvez seja o princípio, ou seguimento sem mais interrupções, do nosso dia de felicidade por nós mesmos…



publicado por eva às 00:40

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Quarta-feira, 9 de Junho de 2010

Que tudo seja melhor um dia

Onde paira o romantismo? Onde estão os olhares amorosos? O roçar de mãos com emoção?

Onde está o coração amoroso?

Onde paira a emoção boa? A emoção de olhar para o desabrochar primaveril nas plantas, insectos, animais, em nós e por tudo o que nos rodeia, por nós, pela pureza de sentimentos?

Onde ficamos nós quando ouvimos calmamente relatos de raptores e a visão das vítimas é uma simples reportagem?

Onde vamos nós quando o mundo moral é afinal, amoral até entre os da nossa família?

Como estamos nós ante práticas incestuosas de que nem podemos abrir a boca?

Como estão os fusíveis dos nossos nervos, do nosso cérebro?

Como ficamos quando a pureza cede ao silêncio?

Qual é o nosso estado ao fim da vida?

Como se vê a vida nesse caleidoscópio?

Em que cor depositamos as nossas emoções, sentimentos e esperanças?

Esperança de que tudo seja melhor um dia…

Esperança de que o pesadelo seja afinal apenas um sonho com a duração de uns minutos de sono…

Esperança e Fé servem para nos manter sobreviventes e preferir duvidar da própria mente…

- Talvez um café te acorde mesmo e distraia. Hoje, até poderia ser o fim do teu tratamento, sabias?

 


publicado por eva às 00:38

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Terça-feira, 8 de Junho de 2010

Realidades subtis

udo o que não se conhece é misterioso.

Às vezes, o que conhecemos também assim é.

A realidade pode não ser consistente com a verdade.

Onde pairará a verdade?

Quem somos?

Porque somos o que somos?

Para quê toda a nossa luta? Por que vivem outros tão facilmente, através de tudo e todos…

Por que não somos capazes desse modo de vida?

Porque somos como somos?

Que subtilezas nos rodeiam e impregnam o nosso ser?

Qual é o preço da ética na vida?

Mas… a ética nunca teve preço mundano!

Para além deste mundo há outros mundos?!

 


publicado por eva às 00:35

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Segunda-feira, 7 de Junho de 2010

Dia de Sol

mperdoável é faltar a este dia soalheiro…

Faltar em não o gozar, em não desfrutar o mais completamente possível o seu calor e a sua luz.

Os doentes, ou os que não podem sair de determinado local, e por isso nem percebem o valor de um dia de Sol, são os que têm que adiar essa terapia natural do ar quente no rosto, da luminosidade da vida em redor.

Como em tudo, é necessário sensatez para não estragar o que pode ser bom e benéfico para a saúde com excessos deploráveis.

Não é preciso ir longe, basta abrir uma janela e deixar o Sol entrar.

Basta respirar fundo e plenamente o ar que daí vem.

Basta gozar o que a natureza nos dá, oferecendo gratuitamente harmonia em nós.

Alguns poderão retribuir com amor no seu pensamento por essa natureza colorida que espreita para a deixarmos entrar.

E… alguns conseguem deixá-la entrar até no seu íntimo e alegrar-se… A L E G R A R -  S E  mesmo sem motivo aparente.

Sentir alegria invadir a sua mente e o seu corpo, órgão a órgão, transportada nervo a nervo da cabeça aos pés, e vice-versa, até ao céu azul que todos emoldura.

Até amanhã!

 


publicado por eva às 00:30

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Domingo, 6 de Junho de 2010

Sonham-se sonhos?

emos sempre tantas dúvidas… tenho…

Podes ser duvidoso por natureza. Podes ser assertivo… podes…

Nem sei tudo o que se pode ser…

A vida é um instante. A vida é nada. A vida é tudo o que sonhamos ser.

O sonho pode não ser mais que um sonho.

Mas assim mesmo é que ele é – um sonho.

Sonham-se sonhos? Pois, deve ser assim a outra dimensão dos sonhos.

Sonhar o sonho que gostaríamos de ser, de fazer, de…

Sonhar sonhos está na natureza do sonho.

Ser sonhador pode não ser a natureza de quem quer estar desperto para a vida.

Certamente que sonhar é diferente de estar acordado para a realidade.

Às vezes não se consegue aceitar a realidade de uma só vez; só entremeada de sonhos.

A questão é distinguir o que é real e o que ainda é um sonho.

 


publicado por eva às 00:31

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Sábado, 5 de Junho de 2010

Julgamentos

- aus julgamentos – é o que são!

- Talvez, mas todos os fazemos e todos os dias. Faz parte da nossa capacidade mental…

- Fazem parte é da incapacidade mental, isso sim!

- Ok, mas todos julgamos tudo e todos, a toda a hora.

- É precisamente isso que é necessário evitar, porque ao julgarmos os outros estamos a cavar o nosso julgamento.

- A cavar?

- Sim, porque ao julgarmos e deduzirmos que o assunto não é bom nem recomendável inferiorizamo-nos. O nosso ser dilata-se em bem, em benfeitorias, em pensar bem, em agir bem, em benevolência, etc.

- Mas isso é quase aniquilar a capacidade de análise e o raciocínio e…

- Sim e não. Digamos que é o contornar do raciocínio habitual, que segue a direito logicamente organizado. É controlar esse modo de estruturar as ideias, é ajustar os pensamentos à benevolência.

- Ou seja, assumir sempre que o pior possa ter uma boa intenção por trás e seja uma mera consequência impensada. E isso ajuda-nos a…

- Ajuda-nos a não nos deixarmos traumatizar, a expandir tudo o que é bom em nós sem abrir qualquer brecha por onde possa entrar o desassossego, o conflito ou o melindre. Permite-nos ser firmes e felizes no mundo que nos rodeia e que, convenhamos, não é um mundo encantado.

- Não deixamos que nos contagie?

- Nós é que o contagiamos e talvez… quem sabe… poderá tornar-se num mundo mais acertado.

- Acertado de acerto, certo?!

 


publicado por eva às 23:57

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Sexta-feira, 4 de Junho de 2010

Cada um sente quanto pode sentir

á ocasiões em que, pelo horror do trauma ou encantamento da felicidade, somos levados a ver a vida noutra perspectiva completamente diferente.

E tanta coisa que era importante, até imprescindível, desaparece por completo ante a perspectiva de uma doença sem cura, da morte, da separação ou do isolamento mental a que podemos estar sujeitos.

Como encarar então tudo isso? Pois, não há meio de avaliar o sofrimento dos outros e dizer o que deve fazer.

Podemos pedir, em prece, por esse tal ou pelo outro. Podemos desejar-lhe as maiores felicidades, recuperação, direcção, etc.

Podemos fazer nada e tudo… Mas o desgosto ou felicidade de outrem não conseguimos avaliar por nós.

Cada um sente por si, no mais íntimo de si, tudo quanto pode sentir.

E mais, o mesmo poderá sentir diferentemente conforme a situação se repete, ou em alturas de diferentes conjunturas para situações similares.

Enfim, somos, a cada momento, um ser que sente de modo semelhante, mas não igual.

Saibamos sair do isolamento, do insulamento mental e sobreviver em harmonia e paz interior… o melhor possível a cada dia – tão-somente isso!

E cada dia é um novo dia para a esperança de conseguir ultrapassar o bom de nós para o melhor de nós.

 


publicado por eva às 00:37

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Quinta-feira, 3 de Junho de 2010

À beira-mar

ia de descanso semanal para uns. Dia de trabalho para outros.

Há que tempos que não ia até à beira-mar, de mar verdadeiro mesmo.

Daquele que tem ondas e surfistas.

Daquele que o horizonte é para lá do olhar.

Daquele que é cada vez mais azul até se igualar ao céu, quando se tocam.

Porque tanta beleza tem que se encontrar alguma vez…

Há uma pureza no ar…

Há uma luz que toca no íntimo de tudo o que alcança, da água ao céu, da gaivota à areia, das abelhas e borboletas às crianças, aos pais e aos avós, a tudo e a todos.

Essa luz perpassa todos os corpos. Até o ar está impregnado dessas luzinhas da luz.

Se conseguirmos pensar além e olhar para cima veremos que todos somos e que todos vemos essa luz…

 


publicado por eva às 00:31

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Quarta-feira, 2 de Junho de 2010

'Tá-se bem...

oje é dia de rock, de concerto!

Vai estar uma enchente de gente. Vai ser uma enchente de bebedeiras e lixo.

Vai ser um grito enorme de gritinhos, de alegrias soltas…

Vai ser a descontracção no ar…

Vai ser música nos altifalantes, nas ruas, nos campos por aí fora.

Vai ser música atravessando corpos e mente, fazendo vibrar em cada ritmo os membros, os órgãos, o sangue, o oxigénio… a cabeça…

As cabeças vão rodopiar ao estilo dos Dervixes.

No fim, talvez seja uma oportunidade para alijar os excessos e sejam pessoas mais francas e renovadas em si e num mundo melhorado.

Porque é necessário ser jovem, saudável e franco por dentro e por fora.

Porque será útil superar-se a si mesmo, com ou sem rodopio do corpo para a mente.

O caminho é sempre em frente e, como diz o poeta, faz-se o caminho ao andar…

 


publicado por eva às 00:38

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Terça-feira, 1 de Junho de 2010

Terra-mãe

edras e mais pedras.

Rochas, que até os turistas pagam para ver. Vão vê-las em grupos e formam magotes de gente entre os que vão ver, os que estão lá para vender as suas coisas e os filhos dos filhos da terra.

Terra-mãe que tudo dá e mais daria se fosse bem nutrida, bem administrada.

Se ela, terra, não rebentasse também pelas costuras.

Costuras dos lixos e venenos que deixam ao ar, aos bichos, às gerações que se transformam e transformaram sempre.

Porque a terra é transformadora do ambiente.

Tudo o que lhe subtrairmos e tudo o que lhe dermos, assim receberemos nós e nossos filhos e seus filhos e os filhos dos últimos filhos.

Assim é a vida a pulsar em todo lado.

Assim deve ser o nosso comportamento – respeitoso e digno de nós e dos outros em todo o lugar e em todos os instantes – vivendo e deixando viver ainda melhor que nós.

 


publicado por eva às 00:39

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