Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Domingo, 20 de Junho de 2010

Somos

uem somos nós a não ser uma conjuntura, um conjunto menos ou mais organizado de crenças e factores, que oscilam num leque de opções entre a ilusão e o óbvio.

Somos isso tudo e muitas outras possibilidades que nos dirigem paulatinamente, sem brusquidões, mas serenamente para um todo consciencial.

Somos ilusões e quebra-cabeças da racionalidade e da lucidez.

Somos sentires, lógica e disparates dedutivos e indutivos.

Somos fracções, fractais e conjuntos de chegada, descontínuos e contínuos.

Somos o que somos mais a projecção do que escolhemos e queremos ser.

Mas… agora… somos o que ainda somos!

 


publicado por eva às 00:35

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Sábado, 19 de Junho de 2010

Deixar para amanhã

- as tu prometeste!

- Quando? Ah! Mas agora não pode ser. Amanhã!

- Quando? Amanhã? Amanhã não sei!

É sempre isso! Deixas para amanhã, porquê? Pensas tu que o tal amanhã não chega e assim não tens que fazer nada!

Tudo se vai resolvendo no tempo? Isso não é verdade, é um engano teu!

Amanhã é hoje, já foi ontem o amanhã de anteontem. E, evidentemente, que haverá mais amanhã quando nascer o Sol amanhã…

Vamos responsabilizar o hoje no agora e deixar o amanhã livre para o que surgir nessa altura.

Deixa de sobrecarregar o dia seguinte por não teres coragem de assumir hoje determinada situação.

Amanhã deve ficar livre para acordares com a sensação que nesse dia tudo ainda pode acontecer.

E que amanhã traga muita felicidade e a esperança de mais felicidade ainda.

Dá sempre espaço e pureza ao teu amanhã!

 


publicado por eva às 00:33

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Sexta-feira, 18 de Junho de 2010

Romance

- final o que é o romance? É o amor entre dois entes?

- Para mim é amor e carinho pelo que nos rodeia. Por outra pessoa que afina seus ideais e interesses práticos num diapasão (muito) semelhante ao nosso, por outros a quem queremos incondicionalmente porque são carne da nossa carne e chamamos filhos, e por aí fora neste sentido das coisas.

- Ohhh! Só pensava de romance na acepção de duas pessoas que se querem bem.

- Também é – o romance inocente e lindíssimo entre dois seres que se amam reciprocamente e que extrai de cada um o mais maravilhoso amor que têm para dar.

- São vários os modos de interpretar as palavras que dizemos. Uns sentem-nas de um modo, outros doutro.

- Então o que mais interessa nisso tudo?

- Interessa a honestidade entre os seres, interessa a sua interpretação em igualdade de circunstâncias e ideais, interessa a compaixão.

- Mas cada um interpreta a seu modo tudo o que se diz…

- Vale sempre a comunhão de ideias, a comunicação e a evolução de cada um em si e em sociedade, ora a restrita ao meio familiar ora a sociedade alargada em todos os que se vão encontrando e que vamos seleccionando para mais próximos ou afastados de modo natural.

 


publicado por eva às 00:32

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Quinta-feira, 17 de Junho de 2010

Os outros são o que são

 vida parece ser isso. Chegar a sentir felicidade, saber sorrir e relaxar sempre que possível. Não perder a esperança nem o bom senso.

É tudo uma economia!

Economia de palavras e de funções, de oportunidades úteis e de ocasiões para nos melhorarmos.

Os outros são o que são! Os acontecimentos, azares e amarguras têm o peso que têm. Tudo é para suportar com calma e com todas as forças que pudermos arranjar.

Fome, sede, dores do corpo e da alma. Ânsias, valorizações e desvalorizações excessivas também fazem parte de nós, do quotidiano.

Mas também fazem parte da nossa vida as pequenas e grandes alegrias, apreciar o Sol como a chuva e o frio, apreciar ter um tecto para nos abrigar como estar ao relento e sentir liberdade de acção, acarinhar cada gesto bom que têm para connosco e espalhar o que pudermos de bom para consolo de outrem

Felicidade é conseguir sobreviver com o que temos, valorizando os pormenores que são diferentes pelo melhor, porque eles são esperança dos nossos olhares, de nós.

Lúcidos, de menos ou demais, somos e seremos – pela nossa felicidade!


publicado por eva às 00:35

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Quarta-feira, 16 de Junho de 2010

Condição de trabalho

- ou de férias. De  f – é – r – i – a – s !!!! Ouviste bem?

- Então não ouvi, a gritares dessa maneira. Mas não percebo o porquê de tanta emoção!

- Não percebes?

- Pois não! Elas repetem-se todos os anos!

- Mas neste ano pagam-me pelo menos o mês em que vou de férias, já nem falo em subsídio ou mês duplicado. Estou a trabalhar há meia vida e só agora consigo que me paguem no tempo que não vou trabalhar. Até parece que passo a ter direito a que me paguem o tempo que estiver doente. Ou seja, aqueles dias que tenho que faltar porque estou com febre, sobretudo desta minha garganta…

- Ah! Assim já se percebe tanto entusiasmo. Realmente, é outra condição de trabalho! E vais para onde?

- Para onde?

- As férias – vais passá-las onde?

- Aqui!

- Aqui?

- Pois, aqui em casa e vou às praias quando estiver bom tempo. Tal e qual como fazia enquanto estudava.

- Pensei que…

- Pensaste pensares… sonhos!

- Está visto que sim! Boas férias!!!!

 


publicado por eva às 00:37

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Terça-feira, 15 de Junho de 2010

Tempos perfeitos

empos perfeitos.

Tempos de alegrias, de partilha e felicidade.

Tempos de admirar o belo, saúde e independência de vida.

Tempos de admirar o que se tem, de amar o que a vida nos mostra.

Tempos de sonhar com asas e ir por esses céus afora, livremente!

Tempos para usar a vida, martirizada ou agradável, para obter liberdade.

Liberdade em outros modos de vida, em outros locais, em outros costumes e hábitos.

Liberdade de movimentos, liberdade em prol de bem-estar, bem-ficar, bem-mudar, bem-viver.

Liberdade entre o próprio e os outros, sem confusões nem sobrecargas.

Liberdades amenas e dignificantes.

Liberdade de si em melhorados princípios éticos.

 


publicado por eva às 00:31

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Segunda-feira, 14 de Junho de 2010

Viver calmamente

á quanto tempo não vamos ao teatro? Há quanto tempo não passeamos? Há quanto tempo não nos divertimos mundanamente?

Se calhar desde que isso tudo deixou de fazer parte das nossas vidas?

São dramas pessoais e familiares que vivemos na pele e não no palco em frente. São os passeios pelas nossas actividades estritamente indispensáveis, até porque o dinheiro não abunda. São divertimentos naif porque são esses os que escolhemos, em vez dos tais mundanos.

E gosto deste novo modo de vida, mais sensato, mais saudável mentalmente e mais simples – sem dúvida!

Cansam-me os jogos sociais e de entretém, do vazio e do impessoal para o conveniente e interpessoal.

Gosto da natureza, gosto dos tempos livres mesmo livres e conforme o gosto pessoal.

Gosto deste modo de observar a sociedade – um pouco distante. Não tanto que seja como um isolamento, mas o suficiente para ser uma selecção por afinidade de interesses e não por obrigação familiar-social.

Gosto de viver calmamente e com o que parece ser mais qualitativo e pessoal.

Às vezes tenho a sensação que outros, muitos, gostariam de fazer este tipo de escolha de vivência mas não são capazes do salto e ficam agarrados ao que acham ser obrigação social…

Tudo se resume em simplicidade de vida. Simplesmente a simplicidade em nós, em redor de nós, projectada de nós.

Sê feliz!

 


publicado por eva às 00:33

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Domingo, 13 de Junho de 2010

Pessoas

essoas que nos dão ganas de estar vivos, de continuar vivo.

Pessoas que nos dão vontade de perguntar porquê estar vivo?

Pessoas que nos dão vontade de perguntar porque são assim? Porque vivem assim? Porque temos que os aturar assim?

E nós, afinal, porque perguntamos isso tudo?

Seremos assim tão melhores? Se somos, porque topamos com esses?

Não deveríamos poder encontrar, e ficar, num paraíso qualquer cheio só de boa gente?

Então o que falha? Quereremos mais do que o devido?

Ou um paraíso assim não existe? Ou apenas não existe para nós?

Então… não seremos assim tão bons nem tão merecedores de paz?

Então o que somos?

- Somos apenas nós connosco e nosso modo de viver. Por exemplo, que vais fazer hoje? Porque não vamos até à praia?

- Porque tenho que trabalhar e ganhar o sustento, ora!

- Vês, é desta variedade de sentires e decisões que vivemos. Recusando e aceitando opiniões, tarefas, etc. Variedade de tarefas e opções. Vivemos em diversidade… ainda.



publicado por eva às 00:34

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Sábado, 12 de Junho de 2010

Lugares e situações

s lugares são locais físicos e uns atraem-nos mais que outros, principalmente pela sua beleza ou pela felicidade que ali desfrutamos e revivemos sempre que os lembramos.

Os lugares também podem ser a posição que algumas pessoas, ou animais ou coisas, tomam no nosso coração ou, melhor dizendo, na nossa estima, carinho, amor.

Os significados das palavras constam dos significantes que lhes atribuirmos, com menor ou maior amplitude ou subtileza emocional.

A Filosofia, a Psicologia e todas as ciências humanas estudam essas relações subjectivas de modo a serem padronizadas e compreendidas por qualquer um que por tal se interesse.

Ao contrário, as outras ciências dedicam os seus estudos e labores a resultados liderados por objectivos finos e muito especializados em raciocínios cada vez mais puros e que são compreendidos por estudiosos dedicados àquela temática.

O indivíduo, para ser equilibrado mentalmente precisa equilibrar também esta ambivalência de si – objectivos em leque ou finamente dirigidos.

E sem dúvida que a auto-análise objectiva do que foi cada dia, vivido emotivamente, pode ser muito benéfico para a sua sensibilidade e felicidade.

Perceber as influências que se transferem de um para outro ser, as influências dos lugares em si e manter-se um pilar na sua estrutura, fiel à sua personalidade estruturada é tarefa diária e uma autêntica repressão aos nódulos da personalidade que todos deixamos criar.

Esses nódulos surgem ao contacto com outros seres ou situações que não combinam com o nosso modo de ser e, como tal, se não nos forem úteis pela positiva, não convém nem albergá-los nem dar-lhes largo curso porque nos tornamos incautos ou negligentes.

A nossa consciência merece o maior respeito e dignidade que lhe pudermos dar, na razão directa da dignidade que temos e sentimos através dela.

Objectivar os nossos quereres, de vários modos, poderá traduzir-se em saúde mental.



publicado por eva às 00:32

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Sexta-feira, 11 de Junho de 2010

Perspectiva de vida

que se perde já só se pode recuperar. Em contrapartida, o que temos poderemos perder a qualquer momento.

Porque tudo é relativo e, afinal, nada perdura a não ser os sentimentos e os pensamentos. Esses, convém sejam o mais positivos e firmes em esperança que nos for possível.

Porque alteramos as nossas vidas, pela negativa ou pela positiva, conforme o teor dos nossos pensamentos e sentimentos.

Eles são como uma mola que nos impulsiona e, por isso, há que ter muito – oh, muito! – cuidado com aquilo que somos no íntimo; o modo como enquadramos, e até engendramos, a nossa perspectiva de vida.

A vida é o resultado do que pensamos dela e de todos os que vamos encontrando.

Pensar bem é pensar correctamente, no sentido de correcção de sentimentos por nós, pela construção e afirmação do nosso ser e pela projecção que constantemente fazemos de nós sobre tudo o que nos rodeia, seja Natureza sejam outros seres.

E, quer tudo isto seja inadvertido, ou advertido por nós, as trocas de energias são constantes e actuam em bumerangue.

Pensemos bem, sintamo-nos bem connosco e com o mundo.

Até amanhã!

- Até pró ano!!! Hoje acabam as aulas, prof!! Então esse pensamento positivo? Vamos à praia logo à tarde!!

- Mas, está nevoeiro!?!

- Se pensarmos conforme sentimos, logo brilhará o Sol e então confirmamos a sua teoria…

 


publicado por eva às 00:33

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