Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Sexta-feira, 21 de Maio de 2010

Ainda estou aqui

into muito, mas não consigo mexer-me. Ainda estou aqui, meio parado meio catatónico!

Tenho dias e dias assim. São dias longos, em que não me apercebo do que se passa à minha volta e, de repente, volto a vivificar e cheio de vitalidade vou fazer, a correr, o que não fiz em tempo útil.

Paciência, cada um é como é e eu fui sempre um pouco assim…

Acho que me perco em pensamentos, ou sei lá o quê… Porque depois também não lembro o que aconteceu.

Muitas vezes até dou por mim nos sítios certos a horas certas e a fazer tudo como deve ser feito. Mas é como se não fosse bem eu, como se estivesse sonâmbulo.

Não sei explicar melhor. Que diz a isto, Dr.?

- …

Ah! Isso não quero! Prefiro ir vivendo assim e logo se vê… Sabe, é que não faço mal a ninguém, apenas a mim próprio e com isso tudo que prescreve, não sei bem o que ia sobrar de mim…

Um novo homem? Talvez…

Talvez um dia me convença a fazer esses exames todos e a tomar tudo isso. Talvez… quem sabe o dia de amanhã? Eu não tenho essa presunção!

 


publicado por eva às 00:35

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Quinta-feira, 20 de Maio de 2010

Porque choras tanto?

- orque choras tanto, mulher santa?

- Se calhar por ser mulher, ou por ser mãe, ou por ser mais fraca, ou por ser mais sentida…

- Não me parecem razões, a não ser a da maior sensibilidade… Sim, talvez por aí todas as outras já façam sentido. Mas, um dia, não sei dizer quando, um dia todos teremos a tua sensibilidade e já não quereremos atropelar-nos uns aos outros, nem sequer viver os dias em sucessão intermitente. Vamos querer viver com alegria por nós mesmos, pelas nossas famílias e até por desconhecidos em igualdade de alegrias sãs, bem-estar e entreajuda.

- Ainda não queres tu isso?

- Queremos todos na generalidade mas, aos primeiros embates de contrariedades, queremos é salvar-nos a todo o custo e os outros logo se vê…

- Coitado!

 


publicado por eva às 00:34

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Quarta-feira, 19 de Maio de 2010

O direito às faltas

- e posso dar x número de faltas são exactamente as faltas que vou dar.

- Porquê?

- Porque se é um direito que me assiste… vou gozá-lo. Oh, se vou!

- Mas não tens interesse em participar, em aprender?

- Pois claro que tenho, senão não me inscrevia, não achas?

- Por ter pensado isso é que me admiro agora da tua decisão de faltares o mais possível, como se estivesses doente…

- Então, então… se é um direito vou gozá-lo, e mais nada!

- Mas quem perde mais és tu, porque se faltas não estás lá… as faltas são para quem precisa…

- As faltas são falhas, lacunas – é isso que queres dizer?

- Evidentemente que são. E nunca ouviste dizer que quem falta não faz falta!

- Então, para ti, a falta faz falta ao próprio, é isso?

- A falta é uma abstenção de actividade, assim como agir é estar vivo e manter saudável o seu organismo, pois os órgãos são tão mais saudáveis quanto mais activos são nas suas funções.

- Ahh! Então e os direitos, o que são?

- Os direitos não são deveres, são precisamente direitos.

 


publicado por eva às 00:30

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Terça-feira, 18 de Maio de 2010

Afinidades

iz-me com quem andas e dir-te-ei quem és!

- É um ditado muito velho e verdadeiro até certo ponto. Ou seja, os grupos que acompanhamos, ou que nos acompanham, acabam por nos identificar perante uma sociedade instituída.

- Não é só isso. Mentalmente também há afinidades, ou seja, pensam todos de modo semelhante e fazem, ou têm, atitudes igualmente semelhantes.

- Isso não é bem assim, porque em grupo pensam e agem de um modo que, sozinhos, nem tentam e muitas vezes nem sequer tal lhes ocorre.

- Parece que há como que uma nuvem de comportamento que os envolve quando se juntam e que se desfaz quando não estão juntos.

- Talvez seja por isso que tentam estar juntos a maior parte do tempo.

- Talvez. Na realidade os outros acabam por formar uma ideia igual de todos eles, estejam junto ou separados.

- De qualquer modo, todos se inter-influenciam. Mas, muitos estão lá por terem medo de estar sozinhos.

- Medo? Ou por não gostarem, simplesmente?

- Tanto faz, porque a razão é a mesma – o desconforto de estar só.

- Que pena, porque na solidão crescemos em nós mesmos e é em solidão que alcançamos, primeiramente, a paz íntima!

- No entanto, nos grupos há sempre quem mal e quem bem influencie os outros. É necessário estar muito atento para não pensar, ou fazer, em conformidade com o grupo, aquilo que não temos afinidade para fazer quando estamos sozinhos, como indivíduos.

- Evidente que o grupo não pode ser a desculpa, mas falar é muito mais fácil que conseguir chegar aí.

 


publicado por eva às 00:34

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Segunda-feira, 17 de Maio de 2010

Cantarolando

oração, que falas tu? Diz-me tu, diz-me tu? Ora te quero eu, ora me queres tu!

- Que é isso?

- Uma ladainha, que mais havia de ser!

- E serve para quê?

- Para distrair, para cantarolar, para levar a sério, para… sei lá!

- E tu usa-la para…?

- Para distrair e cantarolar.

- Não te sabia tão cantadeira…

- Temos dias que choramos e amarguramos, outros que desistimos de tanta amargura e abrimos novos espaços em nós – aí cantamos do nada!

- Ora aí está algo com interesse. Pois eu também acho que podemos cantar sem ser necessário um motivo especial para isso, a não ser que se faça do cantar a profissão.

- Pois, aí canta-se à hora marcada.

- Nem mais. Sabes que cada um poderia… hum…

- Marcar hora para cantarolar?

 


publicado por eva às 00:34

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Domingo, 16 de Maio de 2010

Amanhã

manhã... Amanhã vou fazer… amanhã vou dizer… amanhã vou ser…

Mas… e se o amanhã não chega para nós?

E… se então perdemos a ocasião de fazer exactamente o mesmo, mas ainda hoje? Para não dizer que ontem mesmo já poderia estar feito.

O que nos impede então de agir no momento em que temos a ideia?

É uma falha da vontade? É a necessidade de amadurecer a ideia? É falta de forças?

O que é?

Mas, se a ideia é tão simples como sair porta fora e ir comprar alguma coisa, ou ir ao café, ou dar uma volta pela vizinhança, ou… enfim algo que nos agrade, ah! Isso é imediatamente posto em prática.

Então o que fica para trás? É o que dá trabalho? Daquilo que não temos a certeza?

É medo? De quem, dos outros ou de nós mesmos? Do que não nos agrada totalmente?

Porque às vezes olhamos e não vamos em frente?

Porque hesitamos tanto? Será acomodação?

A vida que temos é a que é e não vale a pena ficar no desejo do que pode ser. Ou arregaçamos as mangas e vamos à luta que nos parece justa… ou mais vale gostar do que temos… e ser o mais feliz possível ainda ontem, hoje e amanhã.

O amanhã não deve ser uma desculpa, mas a esperança de que tudo será melhor… um dia!

 


publicado por eva às 00:30

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Sábado, 15 de Maio de 2010

A escolha das palavras

prendi… não… estou aprendendo a escolher as palavras que digo.

E elas, agora, já não saem pela boca fora sem me ser impossível contê-las.

As palavras têm sons característicos.

Têm sonoridades energéticas que influem nos outros – aqueles a quem as dirigimos.

E que refluem para nós mesmos – os que as pronunciamos.

Falar baixo ou alto também tem jeitos para a propagação de energias.

Mais entendíveis pela maioria das pessoas ou mais sublimes e perceptíveis apenas para alguns, as energias são um imenso mundo em que nos movemos e vivemos. Ou sobrevivemos.

As energias em nosso redor são como uma neblina… e podem tornar-se opacas se escolhemos palavras infelizes… ou se temos o hábito de dizê-las sem pensar…

A neblina poderá clarear e brilhar… e… vale a pena o esforço!

 


publicado por eva às 20:26

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Sexta-feira, 14 de Maio de 2010

Haja saúde

- stou há bastante tempo à espera… pois!... disso tudo – que te despaches, que chegues e, finalmente, que possamos seguir viagem.

- Viagem para onde?

- Sim, é só mudar de bairro, mas é uma viagem. Apenas não referi se era grande ou pequena. A viagem é uma disposição da pessoa em mudar de ambiente… 

- Bem, mesmo sendo pequena de trajecto, pode ser enorme para quem sai de casa, sobretudo se não tem condições físicas para o fazer.

- Sim, pois… sem condições mentais é pior, ou mau na mesma, sei lá!

- Não há dúvida que viver numa ilusão torna essa ilusão igual ou ainda mais sentida e agudizada do que a realidade.

- A loucura? Oh! Mas a quantidade que anda aí convencida de uma realidade que não é o que está a viver... e ainda considera que está bom da cabeça.

- Bem, também há desses, há – os que acham os outros piores que eles e que são uns incompreendidos.

- O que, bem vistas as coisas, até é verdade serem incompreendidos, porque os outros também os julgam como se estivessem bons de cabeça. Mentalmente sãos!

- Talvez… afinal quem pode vangloriar-se de estar vivendo realmente tudo por que passa?

- Não vale entrar em dramatismos. A cada um os seus pensamentos e atitudes perante a realidade que lhe assiste a sua mente.

- E haja saúde!

 


publicado por eva às 00:38

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Quinta-feira, 13 de Maio de 2010

Brilho de luz

la tem uma cabeleira linda! Linda e suave… tão suave!

Deve ser do bom trato, dos cremes e tal…

O cuidado que temos com o nosso corpo e as nossas coisas fazem com que se ganhe um novo brilho.

Brilho do belo, de doçura, de simplicidade.

É um brilho que surge do interior das coisas, até das que chamamos inanimadas.

Há um brilho de luz em tudo, mas às vezes é preciso limpar bem, esfregar mesmo, para que ele apareça à superfície e todos o possam ver.

Ver e verificar que existe e que, afinal, sempre existiu.

Mas os olhares mais despreocupados, ou menos atentos, nunca repararam nele.

Esses nem reparam no que está mesmo à frente, quanto mais no que clama por sensibilidade e um pouco de atenção.

O íntimo de cada um clama também por atenção, uma atenção cuidada e carinhosa.

O cuidado que vai fazer não só o dito brilho surgir como irradiar-se em todo o seu redor.

Iluminando até o que não sabe que a luz existe e que também tem luz, que poderá resplandecer se quiser cuidá-la com amor.

 


publicado por eva às 00:35

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Quarta-feira, 12 de Maio de 2010

Família – significado e significante

stou a milhas de distância.

Pensando bem, estou aqui! Não é fuga, porque tal não pode ser.

Além do mais, se fosse embora teria saudades daqui, dos projectos…

Da família? Essa questão nem se põe! A família, como o nome indica, está sempre junta, ou não seria família! Seria um grupo de pessoas em convívio, ou nem isso, suportando-se apenas…

Família é sagrada enquanto se constitui como grupo familiar. Senão…

Pois claro que estou a falar da família íntima, a da casa.

As famílias são mais ou menos numerosas e mais ou menos afins em sentimentos, interesses e distâncias.

Na maior parte das vezes são os amigos e colegas ou vizinhos que preponderam na situação de extensão da família.

É verdade, sim! O sentimento de família foi exagerado a tal ponto no passado que, hoje, parece compensar esse exagero numa desarticulação quase completa dos valores.

No entanto, estas novas gerações e toda a liberdade que vão tendo e usando estão também a reviver a união familiar a que os nossos avós nos deram exemplo.

Pois há, há excepções – como sempre!

E se não fossem as diferenças e as dicotomias, se calhar não encontrávamos o norte em cada um de nós.

Ou seja, o que queremos ser quando formos grandes?

 


publicado por eva às 00:33

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