Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Sábado, 10 de Abril de 2010

Mudanças relativas

- deus, bye bye!!

- Então, onde vais?

- Vou já de férias, oh se vou!

- Vais satisfeito – sem dúvida alguma.

- Pois vou. Olha que há mais de 2-3 anos que não sei o que isso é.

- Ora essa! Ainda no ano passado foste tirar uns dias de férias e fora daqui.

- Oh, nada disso! Fui para o campo, mas fui ter com familiares…

- E isso é mau?

- Lá estás tu… Claro que não é – totalmente… O que te digo é que a sintonia da vida continua impecável.

- Hã?

- Hã? Pois é assim mesmo! Vejamos: quando reencontramos a família, que acontece?

- Cumprimentamo-nos cheios de saudades e depois perguntamos e queremos saber de toda a gente que durante o ano fomos perdendo o rastro.

- Exactamente! Ou seja, ficamos na mesma, tal e qual. Não que isso seja mau, não, nada disso… Mas não encontramos a liberdade de férias – verdadeiramente sentidas.

- Não, isso talvez não. Isto é, mudamos a rotina do trabalho remunerado para outra rotina e trabalhos não remunerados. Porque nessas férias também se trabalha, e bastante, fazendo o que durante o ano não tivemos oportunidade de fazer e em conformidade com o horário e quereres familiares.

- Ou seja, são apenas mudanças relativas…

- Bem, não conseguimos, geralmente, arranjar nem o espaço nem o arejamento mental que precisamos para recuperar forças e renovar o nosso oxigénio nas ideias, conforme o fôlego e a capacidade de armazenamento para enfrentar os novos tempos que aí vêm.

- Bem, boas férias!

- Para ti também, melhores férias em sítios onde não reconheças ninguém e possas estar incógnito.

- Para isso não é preciso ir longe, nem em clima de luxo…

- Evidentemente, apenas é preciso preparar esse retiro.

 


publicado por eva às 00:31

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Sexta-feira, 9 de Abril de 2010

Deixamos fugir os dias

abituamo-nos a deixar para segunda vez, ou para segundo plano, os nossos interesses mais prementes.

Ou seja, o nosso bem-estar interior, íntimo. O nosso sentir paz haja o que haja.

Vamo-nos desleixando, para seguir o que os outros querem, ou necessitam, mesmo que isso intimamente nos contradiga.

E um dia acordamos com um amargo de boca, sem saber porquê.

Depois, vem a tristeza, o alhear dos dias...

Vai embora o carinho que já não conseguimos dar às pequenas coisas.

Sentimos fugir a alegria sã que espreitava a cada momento.

Deixamos fugir os dias, em vez de os deixar fruir.

Depois, ainda, vem alguém diagnosticar isto de cansaço excessivo conducente à depressão. E pronto! Passamos a estar perfeitamente ambientados ao resto das gentes que têm tal coisa. Tal depressão que nós, enquanto felizes por pouco ou coisa nenhuma, nem sabíamos que existia.

Nós temos de tudo, apenas não arranjamos algo para nós. Um algo que gostemos de fazer e nos encha os pulmões… de alegria.

E o tempo vai macerando a dor.

A dor? A dor de quê?

A dor de não nos entendermos. E, se entendemos sempre os outros… esses habituaram-se a ser entendidos. Não se habituaram a entender quem os entendia e sabia, até antes deles, o que se passava.

 

Adeus! Ohhh! Vou tratar-me, porque não quero chegar tarde para mim. Senão pode não sobrar nada de mim, para tratar.

 


publicado por eva às 14:58

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Quinta-feira, 8 de Abril de 2010

Parcela de um Todo

- ois eu tenho pai e mãe, mas não tenho mais nada.

- Mais nada?

- Não tenho local de nascimento.

- E qual é o problema?

- Não percebes? A identidade não está completa. Todos precisamos de sentir qual a pertença, a relação do próprio com o mundo.

- Não vejo necessidade disso. Somos todos uma parcela de um Todo, todos contribuímos para o conjunto, por mais insignificante que seja o nosso pensamento, as nossas palavras ou as atitudes e acções que desenvolvermos.

- Pois, pois. Mas a nossa identidade só fica completa com um lugar, ou de nascimento ou de ligação sentimental. Ninguém gosta de sentir que não tem um país para registar, para amar, não ter ligação cultural e histórica com um povo. Não saber sequer o que é uma vivência de bairro, de cultura local.

- Queres dizer que falta integração social mais alargada que a da família íntima?

- Nós somos um conjunto, como os da matemática, e temos igualmente regras que nos permitem ampliar o nosso ser individual em relação a uma vivência pessoal-social.

- Mas podemos ter isso tudo por relação sentimental e não por relação administrativa.

- Pois podemos, mas algo embaraça esse elo quando falta o registo comum.

- Talvez sirva de consolo o lembrar todos os que foram, e são, massacrados por pertencerem a determinada política, ou país, sem, de modo algum, terem tido possibilidade de escolha quanto às atitudes a tomar em casos de conflito.

- Não interessa! Há a sensação, ou não há, de elo social comum que ultrapassa o martírio para se fixar no conjunto a que se pertence.

- Resumindo, referes-te à importância do sentimento de exclusão ou de pertença para o equilíbrio do ser.

- Nem mais!

 


publicado por eva às 00:35

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Quarta-feira, 7 de Abril de 2010

Filme

 um filme interessante, sem dúvida.

E talvez a maioria de nós viva também na ilusão do que é, de quem é. Criando um mundo em seu redor que não existe, mas para o qual dão tudo por tudo, na melhor das intenções.

Tantas vezes poderíamos ser ajudados se deixássemos, se não fôssemos tão desconfiados.

Porém, os sofrimentos por que se vai passando deixam marcas e muitas delas se refugiam na desconfiança, como se esta fora um seguro contra mais sofrimentos.

E a desconfiança trai como a confiança excessiva, mas é uma reacção simples, ou instintiva.

O instinto da vida, de simples passa a controverso e a maioria das pessoas não entende que isso se deve à intromissão do pensamento sofrido. Ou melhor, ao pensamento perturbado pelo sofrimento.

Somos o que podemos ser.

- Somos, ainda mais, o que queremos ser. Por isso é bom querer bem-querendo.

 


publicado por eva às 13:20

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Terça-feira, 6 de Abril de 2010

Termos relacionados

eleza e estética são termos que, geralmente, andam a par ou são relacionados neste ou naquele tema de discussão.

A ética é um termo mais ambicioso e que refere tudo no mais alto grau de desenvolvimento – seja de beleza, seja de trabalho, seja de moral.

Todos estes termos integram, em si próprios, os ideais de belo e de pureza.

Seja no seu significado físico ou no seu significado mental e espiritual.

- Somos corpo e espírito, não é?

- Ou somos energia materializada em estado físico e energia espiritual, uma centelha da energia primordial.

- De uma matriz divina?

- Vem tudo incluído no mesmo significante.

- Imbuído do mesmo significado?

- Porque dás tantos termos semelhantes?

- Para me explicar, de modo a que eu mesma entenda – não se está mesmo a ver?

- O que se está mesmo a ver é o filme que vai começar.

 


publicado por eva às 13:25

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Segunda-feira, 5 de Abril de 2010

Os obstáculos do caminho

s nossas confianças andam de rastos!

- Porque dizem isso?

- Parece-me que será porque a organização das coisas fica a cargo de quem se oferece, a maior parte das vezes sem o mínimo de condições para o fazer, e depois porque ninguém vai fiscalizar o prosseguimento das acções e ainda menos se contabiliza o resultado, a não ser para os mais interessados.

- Mas isso é o costume, não é? Por alguma razão assim será…

- A razão imediata é a preguiça e o comodismo de todos em participarem na acção de projectos comuns.

- Ou será por não quererem enervar-se, sequer ralar-se, com as diferenças de atitudes e deixar agir quem assim quer. Porque tais atitudes têm geralmente a ver com o desembargo de poderes…

- Pois, tudo conta, inclusive o desinteresse.

- As pessoas têm que dirigir os tais seus interesses, porque não há nervos nem capacidade física que aguente tanto disparate a coberto de egoísmos pessoais.

- Pois, pois… infelizmente é tudo isso…

- Senhores, vejamos! A cada um cabe fazer o melhor que pode e sabe e consegue sem afrontar os contrários, mas contornando com suavidade e fraternidade os obstáculos do caminho que escolhe. Não esquecendo que ninguém tem conhecimento de toda a Verdade.

 


publicado por eva às 13:37

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Domingo, 4 de Abril de 2010

Homens e animais

á praças e locais determinados para o ajuntamento de pombos e de tudo o que isso acarreta, desde os incómodos e sujidades ao agrupamento de pais e crianças espalhando milho pelo chão, com toda a alegria infantil que lhes é tão característica.

Quanto aos pombos, eles fazem o que a sua natureza lhes impele, instintivamente, a fazer.

As pessoas adultas deveriam ter em conta os hábitos que iniciam e as consequências destes no futuro.

Poderiam, talvez, evitar-se gestos negativos de envenenamento e outras atitudes mortíferas quando se cansam de brincadeiras que, primeiro, até foram aceites com algum entusiasmo.

Porém, também é realidade que os pássaros de qualquer espécie, como qualquer animal abandonado a si mesmo, cria hábitos que lhe são convenientes perante as suas necessidades naturais.

O homem, como ser inteligente, deve tentar precaver, também, as suas necessidades e higiene sem atitudes contrárias, mas com equidade.

Pois é sabido que há espaço para todos segundo as regras de desenvolvimento de cada espécie.

Atenção e respeito por todos os seres vivos é útil e deveria ser ensinado aos mais novos em prol da dignidade colectiva.

- Já não tem conta os animais que são abandonados na via pública ou, simplesmente, longe de casa porque cresceram ou porque, de algum modo, passaram a incomodar outrem. É muito triste observar que alguns animais têm melhores instintos que algumas pessoas.

- Todos somos apenas o que podemos ser no presente, mas podemos dirigir o olhar para o futuro…

 


publicado por eva às 00:31

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Sábado, 3 de Abril de 2010

Pedras e pedrinhas

uase todos temos problemas com a tolerância e a abnegação.

Quase todos nos sentimos em dualidade perante a vida.

Mas o conveniente, o saudável, era sentirmo-nos em unidade. Isto é, sentirmo-nos bem connosco e com o céu acima de nós, haja o que houver, apareça o que aparecer.

Precisamos sentir firmeza nos nossos objectivos e integridade de pensamentos e atitudes perante os nossos ideais.

O resto… vem no fim, como nas contas matemáticas.

Por isso, temos que tratar de nós de modo a não sobrar restos que diminuam, ou minimizem de algum modo, os resultados de uma vida de esforço e sacrifícios.

Os restos, ou egoísmos e orgulho, ou tristeza e amarguras, ou melindres e insatisfação perante determinadas situações, são para ser tratados e transferidos para algo positivo, transformados em algo construtivo.

- Ora bem, desculpem o atraso mas só consegui chegar agora. Ainda dá para ouvir ou já acabaram?

- Agora vamos já sair para o ar fresco e reconfortante, respirar a plenos pulmões e renovar a nossa frota de pedras, desfazendo-as em areia fina, que escape entre os dedos.

- Pedras? Areias? Não íamos falar da personalidade humana?

- Tal e qual!

 


publicado por eva às 00:31

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Sexta-feira, 2 de Abril de 2010

Direito à felicidade

á quem viaje constantemente. Há quem fique parado porque assim o quer, ou porque não sabe para onde ir.

Há quem não queira nada e há quem queira tudo – o que pode e o que os outros podem.

Tantas diferenças e similaridades.

Tanto que haveria para dizer e tanto que se cala, bem no íntimo de nós.

Quando se consegue calar com força os sentires mais fortes, até nos esquecemos como se fala, ou esquecemos de nós mesmos enquanto seres com vida e existência.

Porque todos os seres que existem têm direito à felicidade.

À felicidade de evolução de si mesmos e em si próprios.

Uma indica o progresso de si em relação aos outros ou ao exterior. A outra implica o progresso interior, com a influência do exterior, mais ou menos sentida.

Progresso implica movimento em frente. Porém, esse movimento é tanto mais firme quanto natural e imperceptível. É um mover movendo

Por isso, também, mal se entende e por vezes sobrevém o desespero, ou desilusão e amargura de não passar do mesmo, apesar dos esforços.

Devemos encontrar a calma e a paciência necessárias para continuar avançando, sem travagens desnecessárias e que podem interromper um bom ritmo progressista.

 


publicado por eva às 00:34

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Quinta-feira, 1 de Abril de 2010

Fortuna e afortunado

ortuna e afortunado – eis um trocadilho a que a linguagem se presta.

Geralmente associamos o termo fortuna a dinheiro e posses. E associamos o termo afortunado a felicidade.

Se observarmos que o prefixo a pode significar o contrário, temos que a felicidade não se rende à fortuna.

- Ai, ai! Mas ajuda muito e o resto é conversa fiada!

- Sem dúvida que tudo depende do uso que se faz à fortuna, assim como do modo como se enfrentam as dificuldades, etc.

O que temos e o que nos faz falta têm a influência e importância que lhes dermos em conformidade com o modo como vivemos a vida, nos seus mais variados aspectos.

Afortunados, somos todos os que somos capazes de ser felizes nos bons momentos, assim como de enfrentar com coragem e firmeza o dia-a-dia.

A vida é uma miscelânea de tudo. Nós também!

Poderemos, então, aprender como viver melhor a cada momento. Cada instante é uma possibilidade de aprender. Aprender a sermos sozinhos, ou a criar e proteger um grupo, a conversar e a ficar calado, a nutrir a paciência e a abnegação.

Aprender a viver ultrapassando a cada vez as nossas metas e as possibilidades um dia sonhadas.

- Queres dizer – aprender a ter êxito.

- Quero dizer aprender connosco, em simbiose e unidade.

 


publicado por eva às 00:38

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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