Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Terça-feira, 20 de Abril de 2010

Escolas de vida

- amos para o hospital?

- Fazer o quê? Tens alguma consulta ou problema para resolver lá?

- Qualquer coisa. Gosto dos jardins de lá, acho os hospitais uma escola.

- Hã? Não devem ser os mesmos hospitais a que vou quando estou doente.

- É, é, pois se nem há doutros!

- Então, não percebo.

- Acho que são escolas de vida, porque chegamos lá mal porque estamos doentes de alguma coisa que, regra geral, nem sabemos o que é e, depois de alguns dias, saímos de lá com outra visão sobre o nosso problema e a vida.

- E a vida?

- Sim. O relacionamento entre pessoas muda completamente…

- Oh, se muda!

- Sim, percebemos que não somos nada, que o nosso corpo é importante para podermos viver desembaraçadamente a vida, sem sobrecarregar os outros e sobrevivendo o melhor possível.

- Queres dizer que não damos valor à saúde que temos?

- Quero dizer que podemos reconhecer, demasiado tarde, que a saúde que temos não é para sempre, nem sequer tem garantia. Quero dizer que nos cabe a nós cuidarmos do nosso corpo o melhor que soubermos e nos formos instruindo para tal.

- Temos a responsabilidade de ajudar à nossa saúde.

- Enfim, a responsabilidade de sermos tão independentes quanto possível…

 


publicado por eva às 00:36

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Segunda-feira, 19 de Abril de 2010

Projecção de desejos

- lha as montras cheias de coisas a cheirar a Verão!

- Já tinha saudades das cores alegres, das túnicas, dos não-casacos…

- Não-casacos?

- De não ser necessário levar o casaco atrás.

- Oh! Eu levo sempre um e sinto-me feliz por ter um abrigo sempre que for preciso.

- É evidente, mas eu referia-me ao calor que se faz sentir até de noite, no Verão. É bom desejar algo bom, projectar esse desejo por nós, aos mais próximos de nós e por todos, neste mundo em que vivemos. Bem, e também no espaço. Mas atenção, que o que projectamos de nós volta a nós, por isso é útil projectar algo bom – como os desejos de um bom tempo, um bom Verão para todos, um abrigo bom para todos, calorzinho morno para todos, etc. etc.

- Mas qual Verão? desses que já não temos desde há vários anos a esta parte?

- Hoje estás amarga, não?

- É de manhã!

- Pois eu de manhã ainda tenho fôlego; depois, durante o dia, vou gastando energias e à noite só me apetece descansar.

- Hã… eu sou ao contrário, é como se acordasse depois de almoço e à noite é, precisamente, quando me concentro melhor.

- Ou seja, os nossos relógios naturais são diferentes.

- Relógios naturais, biológicos? Ou bióticos?

- Olha, escolhe porque qualquer desses serve o objectivo!

 


publicado por eva às 00:38

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Domingo, 18 de Abril de 2010

O melhor remédio

ir é o melhor remédio! – diz o povo e dizem todos os que estudam o ser humano e o seu bem-estar.

Porque rir estimula músculos e órgãos e toda a estrutura fisiológica, toda a estrutura mental e predispõe o indivíduo à felicidade, ao bem-estar, à paz interior.

Este rir não é o rir arrogante sobre os outros, que podem estar em atitudes ou situações ridículas ou infelizes.

É, sim, o rir de alegria franca e de felicidade.

Este rir é o saudável, é uma autêntica terapia para o bem-estar do ser, segundo os médicos, físicos, psiquiatras e cientistas das mais diversas áreas.

Rir é relaxar, é confiar, é seguir emoções altruístas que enaltecem tudo e todos os que estiverem perto.

O riso fácil é contagioso e, por vezes, uma risada ou uma gargalhada, diluem completamente ambientes que estão a ficar tensos.

Diluem os dramas que, como tudo, existem para serem superados e não para desesperar.

Felizes, sem dúvida, os que têm facilidade em rir alegremente a cada dia.

Afortunados também os que tentarem…

 


publicado por eva às 00:36

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Sábado, 17 de Abril de 2010

Mudar o mundo

- ntem vi-te, falei-te e foste embora sem olhar sequer.

- Onde?

- No supermercado, onde havia de ser? Só saio de manhã!

- Sabes o que é? É que já nem ligo ao que me dizem. Isto é triste mas por causa dos peditórios por tudo e mais alguma coisa, por medo de roubo, etc., eu já nem sou mais a mesma. Parece que me estou a tornar medrosa de andar na rua, no meio das pessoas.

- Ah! Mas roubos sempre houve, encobertos ou às claras, e nós temos que passar por esta época que vivemos.

- Uma época muito difícil, sem dúvida.

- Difícil para uns…

- Enquanto prosseguir esta onda de desemprego e desvalorizações de toda a espécie, vai aparecendo de tudo o que se liga à mediocridade.

- As pessoas não estão dispostas a mais sacrifícios. Tinham atingido um determinado nível de vida e querem continuar a mantê-lo… Por outro lado, o policiamento é pouco para tantos casos, a segurança da própria polícia é o que se vai sabendo e ainda continuam a receber ordenados baixos.

- A polícia? Então e os bombeiros e todos os que abnegadamente cuidam dos desditosos? Isto parece que recebem ordenados ao contrário da importância do seu trabalho para a sociedade e os mais desfavorecidos, é o que é!

- O que é, é que estamos a entrar em discussão estéril – isso é que é! Não podemos mudar o mundo, apenas podemos mudar-nos a nós. Melhora-te primeiro para depois poderes falar dos outros!

- Mas, nessa altura, já não conseguirei falar dos outros. Devo estar mais interessada em algum assunto superior a estas coisas…

- Óptimo, deve suportar-se melhor o que temos, não será assim?

 


publicado por eva às 17:44

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Sexta-feira, 16 de Abril de 2010

Mais além

lho o céu, vejo os pássaros que sobrevoam por cima da minha cabeça, as nuvens e um rasto branco de avião…

Olho para o chão e vejo os meus pés, a terra, a sujidade do costume e agradeço a possibilidade de estar calçada e não me sujar.

Olho para mim e meço-me em relação ao que me rodeia – árvores, casa e arranha-céus.

Olho para mim e vejo que não sou nada na paisagem.

Olho e sinto que tanto posso estar aqui como além. Não prejudico nem qualifico. Não estou a ser interveniente activa.

Sou o que sou agora. Amanhã poderei tomar em mãos algum projecto que me chame a atenção, que exija mais esforços…

- Hoje já fazes esforços que cheguem, estás sempre activa.

- Podemos sempre fazer mais e melhor porque a cada dia somamos experiências que nos ajudam e servem para chegar mais além.

- Mas… além onde?

- Além de mim – não se está mesmo a ver?!

 


publicado por eva às 00:33

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Quinta-feira, 15 de Abril de 2010

Nós e os outros

enho saudades – pronto, é isso! Saudades de quê? Saudades da irresponsabilidade das coisas. Pois é, realmente é isso mesmo!

Passamos metade da vida a querer construir coisas conforme achamos melhor e a querer responsabilizarmo-nos por elas. E passamos a outra metade a querer alhearmo-nos dessas mesmas coisas, porque o carrego parece demasiado para as forças que, entretanto, vamos deixando pelo caminho.

É isso, é! Mas vale tudo pela família e demais entes amigos e queridos que vamos encontrando pelo caminho e que nos vão demonstrando maior dignidade do que alguma vez pensaríamos.

São estas as relações que perduram, sobretudo se as compararmos – porque sempre comparamos – com outros que mereceram a nossa atenção e ternura e mostraram ser uma completa desilusão de idealismos e sentimentos.

Sim, sim! Fica a consolação que, da nossa parte, fizemos tudo pelo melhor e na melhor das intenções com o sacrifício dos nossos tempos e forças…

Pois é – é isso mesmo – vale a nossa consciência de nós e as nossas atitudes para com os outros, sejam eles mais outros ou mais uma parcela de nós mesmos.

- Então? Estás a falar com quem?

 


publicado por eva às 00:38

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Quarta-feira, 14 de Abril de 2010

Vamos sempre aprendendo

enho que ir comprar uns dossiers para arquivar os apontamentos que fui tirando…

Não, não! No computador não consigo escrever tudo outra vez, por isso vou arquivar os papéis que tenho, senão perco-os.

Hã! Digitalizar os apontamentos? Não, não têm assim tanta importância…

O quê? Ah! isso sim, seria útil! Pois, estou a entender. Efectivamente… sim, a pesquisa depois seria feita automaticamente por procura em vez de eu estar ali horas a fio à procura…

Bem, agora vou fazer como sempre fiz, porque quero sentir os apontamentos mais seguros. Depois, com o tempo, posso digitalizá-los e seguir essa ideia, porque não?

Sim, também acho que vamos sempre aprendendo, constantemente.

Pois! À força ou a bem…

Alguns defendem que a vida e a morte são dádivas de aprendizagem para todos nós. São teorias e cada um ou escolhe a que quer; ou nem escolhe, porque assim o quer.

 


publicado por eva às 00:32

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Terça-feira, 13 de Abril de 2010

Viver a vida

m dia destes passei por uma escola primária e ouvi os gritinhos e risos das crianças nas suas brincadeiras de recreio, ou intervalo, como agora se diz.

Pareceu-me uma eternidade o relembrar o tempo em que também fui assim.

Nem me parecia ser da minha vida, a minha infância pareceu-me irreal – completamente.

Depois horrorizei-me, pois como podia suceder tal coisa, se minha infância foi feliz e tão cheia de boas recordações?!

Mas continuava longe… longe…

A vida dá tanta volta, parece que pode destruir tudo o que melhor existe de nós.

Por outro lado, também se pode colocar a hipótese de ter sido eu a relaxar as boas lembranças, dirigindo a minha atenção para os problemas que vão surgindo e suas possíveis soluções…

Olhando para trás, não foi apenas na infância que aconteceram alegrias. Pela vida fora houve muitas ocasiões de felicidade.

E, ainda hoje, a felicidade me rodeia, sobretudo se lhe der forças para tal.

Por isso, talvez a infância e os outros tempos de felicidade tenham ficado longe porque não lhes dei atenção suficiente para os ter sempre à mão nas minhas memórias mais frequentes…

Talvez ainda consiga inverter a posição das coisas e pensar mais no melhor e menos no pior, ou no mais problemático, de cada dia...

Talvez consiga ainda dar mais força à felicidade do que ao resto que vai aparecendo…

Talvez a minha família mais íntima e eu mereçamos mais oportunidades de desfrutar, com toda a energia que lhe possa dar, a vida que temos.

Talvez possamos todos sorrir mais, gritar, mesmo, de alegria genuína.

Ou seja, ser capaz de manter a alegria simples da infância nas coisas simples e que estão em nosso redor.

Ser capaz de ver e sentir todas essas pequeninas coisas boas que perfazem igualmente a nossa vida.

- Ora, mas isso é viver a vida!

 


publicado por eva às 00:39

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Segunda-feira, 12 de Abril de 2010

Cansaços

ias de afazeres e noites de sono e relaxe – isto é assim para a maioria das pessoas, mas também há os que fazem turnos de trabalho que contrariam as rotinas instaladas.

- Ihh! Que soneira. Há tempo que não sonhava tanto nem dormia tanto; a bem ver, é mais isso…

- Às vezes o sono é mais que o cansaço e por isso traz mais canseira ainda. Devemos dormir o tempo necessário para o refazer da vida diária, geralmente uma média de 4-5 horas.

- Ora, eu durmo muito mais que isso, perto de 8 horas e, visivelmente, não chega porque ando a cafés para fazer o dia até ao fim.

- Isso é porque a causa do cansaço e do torpor mental é outra que não o sono, ou a falta deste.

- Ou seja?

- Pode ser cansaço de estar a fazer o que não se quer, em virtude de contrariar a personalidade mais íntima. Ou pode ser porque os afazeres nos transportam para longe de quem se quer estar, etc.

- Ou seja, posso estar a trabalhar contrariado. Mas isso não é todo e qualquer trabalho? Trabalho é trabalho, cognac é cognac!

- Nem por isso, o trabalho vivifica, obriga a sair da inércia de modo construtivo, transfere pensamentos malsãos e ociosos em pensamentos construtivos para o próprio e para todos aqueles que se relacionam com o trabalho que se está a fazer, mais aqueles para quem esse trabalho será útil.

- Então, trabalho é tão útil para quem trabalha como para quem vai, um dia, usufruir desse trabalho, independentemente das condições de trabalho ou do ordenado que se possa ter?

- Bem, exploração esclavagista não é propriamente útil para a saúde do próprio e, hoje em dia, é incalculável o número de escravos, principalmente crianças e mulheres, que existem, conhecida e oficiosamente um pouco por todo o lado. Mas, aqui, falávamos de trabalho e trabalhadores em condições normais de trabalho…

 


publicado por eva às 00:33

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Domingo, 11 de Abril de 2010

A resistência da corda

omo? Quanto? – São perguntas de todos os dias formuladas por quem pretende comprar algo, ou então avaliar esse algo em termos de mercado actual.

Os valores de mercado têm uma característica: a sua actualização de modo constante, em qualquer parte do mundo.

A realidade dos dias de hoje é a promoção dessas actualizações ao instante, de modo premente e, claro, sob regimes de grandes, e até desmedidas, explorações individuais e familiares ou de grupos interessados em, simplesmente, manter a sua actividade profissional.

Não se trata de concorrência, dessa concorrência saudável e oficial – digamos assim; mas sim do aproveitamento desregrado que é sempre usual em situações de crise.

A corda rompe sempre pelo lado mais fraco, diz o ditado popular e a realidade, através dos tempos, confirma-o constantemente.

- Então o melhor é não ter nada e andar despreocupado pela vida, que alguém há-de pagar…

- O melhor é tomar conhecimento das situações, agir de modo razoável e com a firmeza que for possível pois a dignidade é íntima do ser e transparece a quem a puder ver.

 


publicado por eva às 00:38

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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