Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Sábado, 11 de Julho de 2009

Portas

Portas que batem de mansinho. Portas que batem bruscamente e com ruído.
Os cães ladram de seguida e em coro, pelo sobressalto.
O homem da ambulância grita e gesticula como se ninguém o ouvisse.
Tudo o que deveria estar em silêncio grita ou faz ruído.
Tudo o que poderia ser barulhento está silencioso, como que espreitando.
As coisas parecem estar trocadas da normalidade a que nos habituaram.
Ou então sou eu que estou na inversa de mim – no espelho de mim própria.
Tais situações são úteis para poderem ser analisadas tanto no contexto do ridículo possível, como da situação habitual e já normalizada.
Fácil se torna, então, encontrar a justeza da situação mais adequada.
Fora do contexto do hábito adquirido, as coisas – mesmo as rotineiras – podem apresentar ainda uma coloração, ou energia, variada e dão-nos outro entendimento.
- Um novo entendimento das coisas!
- Das coisas e de nós. Se não entendimento novo, pelo menos alterado ou renovado por correcção.
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Salvador Dali - A metamorfose de Narciso
Imagem retirada da net
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Disse  Paul Valéry:  Se tudo fosse claro, tudo nos pareceria inútil !
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publicado por eva às 23:29

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Sexta-feira, 10 de Julho de 2009

Não se pode ter tudo

Estava ali, estendido no degrau, com ar desleixado e desinteressado dos dias sempre tão iguais e tão de menos…
De menos do que ele poderia ser, do que poderia fazer por si e, se calhar, pelos outros que estavam como ele.
Naquela casa estavam encafuados e cheios de actividades obrigatórias, mas, por outro lado, também havia liberdades dos mais velhos para com os mais novatos.
Era o seu caso, um dos novatos. Queria que não se lembrassem que ele existia, queria passar despercebido e confundir-se com aquele simples degrau.
Mas até ali o viam e vinham perguntar-lhe coisas e… acabava por levantar-se e ir ajudar no que fosse necessário e pudesse.
Ele também, um dia, chegara ali como estranho e não percebia nada daquilo.
Hoje estava mais acostumado e muito mais desanimado.
Estava à espera de crescer e poder ser independente com o seu trabalho e um ordenado.
Ali, tinha comida boa e higiene – estava sempre limpo!
Não se pode ter tudo… pois, o resto restava…
Tinha saudades.
- Do quê?
- De ser feliz, porém, não se lembrava de quando o fora…
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Capa de "Felizmente há luar" de Luis de Sttau Monteiro (pormenor)

Imagem retirada da net

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Disse  André Gide:  Quem não sabe ser feliz, em nada pode contribuir para a felicidade alheia !
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publicado por eva às 18:15

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Quinta-feira, 9 de Julho de 2009

A sabedoria da loucura

Parecem penduradas numa abóbada azul claro, azul céu.
- O quê?
- As pérolas! Estão espalhadas por essa abóbada e nós seguimos viagem, como que voando por uma imensidão de céus sucessivos e cada qual mais bonito que o anterior. Passamos um arco, ou melhor, duas colunas que deveriam ter formado, alhures, os lados de um arco. Nesta altura, as tais colunas são inundadas por um facho de luz que revolteia de permeio. E paisagens novas sucedem-se, sendo que as partes mais escuras são os nossos problemas, ou as preocupações que a nossa personalidade tece e que no-los ligam à terra em vez de nos libertar para esses céus.
- Será possível que as jóias te provoquem tanta ilusão, um desvario desses?
- Mas estas pérolas não são dessas jóias vulgares – são jóias de sabedoria – e não é ilusão, é desvario mesmo.
- Desvario? Se o classificas, deves saber o que dizes?
- Desvario, por não estar sempre aqui, por me deixar arrastar para longe desta maravilha por um quase nada. Desvario de dor, de dor por mim mesma.
- Mas há deveres… e responsabilidades…
- Pois há, e elas chamam-me. Algumas eu amo muito e volto por todo esse amor que lhes tenho. E tento explicar-lhes como devem fazer para chegarem também ali. Mas quase nunca me faço ouvir e se, finalmente, consigo tal feito, não me acreditam e continuam a viver como antes tal e qual. Por algumas outras, nada apelativas, volto também, nessa urgência do dever. Mas, nesses casos, o resultado ainda costuma ser pior e eu mesma me espalho – estatelo – completamente num chão de pedra e choro de tanta dor… também para nada de útil nem produtivo.
- Tens que sair dessa loucura…
- De qual delas?
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Imagem retirada da net
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Disse Fernando Pessoa: Saber interpor-se constantemente entre si próprio e as coisas é o mais alto grau de sabedoria e prudência !
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publicado por eva às 20:03

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Quarta-feira, 8 de Julho de 2009

Essência

Pureza de raciocínio, pureza de pensamento.
Pureza do eu, pureza por mim.
Andando, caminhando, navegando, voando, transmutando e mais -andos destes podem significar melhoria de hábitos, atitudes cada vez mais puras.
Puras e essenciais.
Por outras palavras, a procura no ser é incessante quanto à pureza do que quer, do que deseja e no que se vai transformando a cada dia.
No fim sobra a essência.
- Estás a falar do quê?
- Da morte.
- Credo! Para quê?
- Porque lidamos regularmente com esta situação e nem sempre conseguimos que essa lida seja construtiva. Se ficamos com saudades, muitas vezes incomensuráveis, por quem parte, continuando a vê-los em tudo o que era habitual, ou no que nos parecer possível – no primeiro instante – não é menos verdade que há inúmeras interpretações para o futuro de quem vai. Desde considerarmos que o outro não vai a parte alguma a não ser para o lugar onde ficar depositado – seja em corpo, seja em cinzas – até toda uma variada gama de suposições, mais ou menos romanceadas.
- Há quem diga ter a certeza do que acontece e dê até os pormenores.
- Esses são os que têm a certeza das coisas, ou porque têm meios de as conhecer ou porque lhes é útil acreditar.
- E tu?
- Na vida, como na morte, parece existirem situações muito diversas e em conformidade com a dita pureza.
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Imagem de Jacek Gasiorowski
Imagem retirada da net

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Disse  Pietro Ubaldi:  Quanto mais se é espírito mais se domina a decadência senil e se sente que a morte não mata. Envelhece-se, então, na direcção de uma juventude que é plena de força porque é festa de espírito !

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publicado por eva às 19:34

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Terça-feira, 7 de Julho de 2009

A antena

Uma antena enorme, em altura, paira na imensidão. Entre a terra e o céu sintoniza… sintoniza…
Sintoniza por cima do mar/oceano quase preto, de tão escuro.
Ela emerge dessa amálgama que ondula ao de leve.
É a amálgama dos pensamentos que forma uma camada – espessa e compacta camada – encimando o mundo em que o indivíduo vive e assimila a generalidade de valores.
E a antena ergue-se devagar, com firmeza apesar da altura… apesar da sua estrutura em linha estreita e vertical.
Ergue-se e pára. A seguir os céus tremem e a luminosidade fraca da noite ou da escuridão cede às luzes da aurora.
A aurora vem na sua grandeza. A partir do horizonte remoto ela vem iluminando tudo e chega à antena.
Ilumina-a também e a sua estrutura metálica brilha e faz uma bola na extremidade superior.
E começa a transmitir. Faz o noticiário entre o céu e a terra.
- Não é ao contrário, entre a terra e o céu?
- Não. A aurora chegou!

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Imagem retirada da net

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Disse  Pierre Pradervand:  Nós vemos aquilo em que acreditamos antes de acreditar naquilo que vemos !

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publicado por eva às 19:40

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Segunda-feira, 6 de Julho de 2009

Ensinar e aprender

Aulas ao ar livre, nos jardins. Tão bonitas e alegres. Até que enfim que, um pouco por todo o lado, se começam a utilizar os recursos naturais deste país à beira mar plantado. Aprende-se de modo mais descontraído, com diálogos mais frutíferos e os ensinamentos são, também, mais assimiláveis.
- A distracção também é mais fácil.
- Também, mas o resto parece compensador.
- Bem, muitas vezes as aulas parecem autênticas feiras, com alunos de pé, de um lado para o outro, saindo inclusive para ir aqui e ali.
- Para não estarem nas aulas?
- Sim, vão à casa de banho, à papelaria, conversar no corredor com colegas da mesma turma, ou doutras e que estejam ali para o mesmo fim.
- Esquisito esse modo de ter aulas. Nesse caso como aprendem?
- Vão aprendendo se tiverem gosto em estudar. Hoje, efectivamente, há tanta actividade que as escolhas são variadas. Mas quem quer estudar, estuda e, quem quer leccionar, lecciona. Assim como há o caos, também há aulas em que nem uma mosca se mexe.
- Hoje, há de tudo!
- Bem - sempre houve, talvez mais discretamente. Resta a tenacidade e o prazer de aprender com quem quer ensinar, ou partilhar boas informações.
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Russell Cobb - O Professor
Imagem retirada da net

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Disse  Joseph Joubert:  Ensinar é aprender duas vezes !

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publicado por eva às 19:57

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Domingo, 5 de Julho de 2009

Maria João Brito de Sousa # Eu quero este soneto e A ilha 2

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Eu quero este soneto
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Eu quero este soneto como quem
Procura o dealbar de um horizonte!
Negada, ainda, a Barca de Caronte,
Retomo a estranha estrada de ninguém.

Eu quero este soneto e vou além,
Descubro o germinar da nova fonte…
Entre a Vida e a Morte há uma ponte
Erguida entre Nenhures e mais aquém.

Não fora a dor, quase estaria bem…
Não fora este cansaço, este esvair-me,
Diria que já está, que já passou…

De tudo hei-de falar! Eu sou alguém
E, antes de cantar, não quero ir-me!
Depois, porque o cantar mal começou!




A Ilha 2


Aqui me sento e tento erguer a voz
E desespero e sei que não consigo…
Chego a fugir dos braços de um amigo
Como quem foge às armas de um algoz.

Não mais maçã, assim converto em noz,
Escondendo em grossa casca – o meu abrigo –
Aquilo que me punha em maior p´rigo,
Como afinal fazemos todos nós…

Ilha deserta, escarpa, alta montanha…
Desvendo a solidão que me acompanha,
Defendo-a com a vida até poder!

Mas deixo-me habitar e multiplico
As sementes do verso. Eu frutifico!
Ilha e Poeta enquanto Deus quiser! 
 

 

de Maria João Brito de Sousa
in "
http://poetaporkedeusker.blogs.sapo.pt/" 
 
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Disse  Maria João Brito de Sousa:  Somos todos aspirantes. É condição "sine qua non" para estarmos vivos...
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publicado por eva às 11:21

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Sábado, 4 de Julho de 2009

Mudar de atitude

Uma gaivota voava, voava… asas de…
E aqui, no areal, estão gaivotas, mas não estão a voar. Estão a debicar tudo o que encontram e o que as pessoas deixaram espalhado.
- Incluindo sacos plásticos.
- Todos os anos é a mesma coisa, talvez um pouco melhor, mas ainda há muito para aprender.
- Pois, enfim… mas o comestível sempre serve para as gaivotas. E… o céu está com um azul lindo e não vou estragar o meu dia por causa disso e desses tais.
- Talvez tenhas razão, não podemos tratar de tudo e, além disso, atirar a primeira pedra?
- Quer dizer que já deixaste lixo espalhado?
- Não! Não? Vendo bem, nestes meus anos de vida já devo ter deixado outra coisa qualquer, inadvertidamente ou por desleixo, e outros apanharam – que remédio.
- Sim, todos erramos aqui e ali, hoje ou ontem. Mas também vamos observando…
- Observar e dar o exemplo! Acusar não vale a pena e, ademais, o outro só percebe quando quiser perceber.
- Porquê?
- Porque só nessa altura é que estará mentalmente disponível para mudar de atitude.
- Não estamos sempre?
- Nem pensar! Alguns há que efectivamente estão atentos a si mesmos e aos outros de um modo constante – mas são uma minoria. A grande generalidade corre – para não dizer que foge – pela vida e por tudo o que lhe diz respeito, como se a vida fosse uma estrada para percorrer depressa e não repara em nada que não seja essencial para a sua sobrevivência.
- Não desfrutam os momentos! Mas quantos há que os momentos não são desfrutáveis, mas penosos e para serem olvidados.
- Sim, pois é…
- Chegamos sempre ao mesmo – ao meio-termo, ao caminho do meio, à sensatez.
- Sempre!
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Imagem retirada da net
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Disse  Dalai Lama:  Faça o bem sempre que possível; se não puder fazer o bem, tente não fazer o mal !
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publicado por eva às 13:08

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Sexta-feira, 3 de Julho de 2009

Mundos

A Pastoral de Beethoven é leve e graciosa como um passeio pelo campo, como um piquenique.
- Como é possível pensares isso de uma sinfonia.
- Ora! Porque os sons e as imagens podem aliar-se em melodias e é muito bom quando nos conseguimos transportar entre mundos.
- Entre mundos?
- Sim, o mundo da nossa casa e família, do nosso trabalho e sociedade, dos nossos tempos livres, dos nossos sonhos e aspirações.
- Dos nossos desejos de felicidade!
- Exactamente! É instintivo, não é?
- Querermos mais e mais?
- Não, isso é ambição. Querermos ser felizes – isso é instintivo.
- Como as cores?
- Quais cores?
- Quando queremos ser de cores diferentes.
- Ou seja?
- Quando queremos que as cores preencham o nosso corpo, por dentro e por fora. Hoje, por exemplo, é o dia de sermos brancos. É a cor que simboliza a paz. Logo, se conseguires imantar-te na cor branca, consegues trazer paz para dentro de ti. E isso transforma-nos!
- E depois?
- Depois, espelhas essa cor para tudo o que te rodeia logo ali ao pé de ti, e para o mundo, o Espaço, etc. etc.
- E depois?
- E depois vês se obténs resultado, se te sentes mais feliz e especialmente em paz.
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Imagem retirada da net

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Disse  Buda:  A paz vem de dentro de ti próprio, não a procures à tua volta !
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publicado por eva às 23:40

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Quinta-feira, 2 de Julho de 2009

Paralelo inacabado XIII

Misturas de materiais e arranjos finais em correspondência com o que cada um imagina.
Em diferentes áreas, todos estes produtos são obras de arte com originalidade de formas e conteúdos.
Mas, sobretudo, são originais carregados da personalidade de quem os fez.
Umas obras são expostas e dadas a conhecer ao grande público por diferentes meios.
Outras, ficam reservadas para anos vindouros em que possam ser mais apreciadas.
O ser humano que consegue produzir com arte e com ciência tanta beleza, até maravilhas que nos encantam, é ainda capaz de inventar e infligir os maiores martírios ao seu semelhante.
- Que raça é esta?
- Tu queres dizer - onde está a raça desta espécie?
- Ou isso! É difícil acreditar em tanto disparate em vivências de pouco mais de meio século. Para quê tanta luta e obstinação?
- É uma procura de poder e superioridade sobre os demais.
- Superioridade? Poder? Ou obsessões paranóicas e distúrbios da personalidade? Às vezes as doenças mentais são encobertas por aparente normalidade na rotinas e cumprindo agendas bem planeadas.
- Parece mais ignorância e deturpação da pobreza ética que alguns dissimulam.
- Comparar situações destas com a luz que vem daquelas pirâmides ou daquelas naves…
- Que luz é?
- São fixas, fortíssimas e irradiam de uma figura central. Esta aqui à frente, por exemplo, é violeta. A da direita é amarelo dourado…


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Imagem retirada da net
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Disse  Ambrose Bierce:  O conhecimento é a pequena porção da ignorância que arrumamos e classificamos !
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publicado por eva às 23:59

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Bem vindos! Namastê!

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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