Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Terça-feira, 21 de Julho de 2009

A casa

Casas para habitar. Casas para alugar, casas para subalugar. Casas para vender.
Quase tudo é válido e as pessoas continuam a precisar de uma casa para viver.
A casa é para viver sozinho, ou com uma nova família que se forma ou deixando lá o resto da família, enquanto se envereda por um novo rumo.
A casa serve também para formar uma empresa, para trabalhar por conta própria ou de outrem. A casa é geralmente um abrigo, um aconchego do dia que já passou e da noite que há-de vir.
E depois de conseguir esse lugar… quantas vezes passamos mais tempo fora de casa do que habitando-a?
Quantas vezes preferimos o café, a rua, a casa dos outros à nossa?
Quereres que se preferem e se desprezam na linha do tempo.
Satisfação e insatisfação daquilo que se tem ou do que se pode ter e usufruir.
A felicidade nunca está do lado de fora, no exterior. Está dentro de nós, na simplicidade de gostar e usufruir o que se tem o melhor possível.
E… todos vamos construindo, a cada dia, um futuro melhor para nós e os outros que nos rodeiam.
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Casa típica de Aveiro - Pormenor
Imagem retirada da net
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Disse  Plínio, o Jovem:  Lar é onde habita o coração !
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publicado por eva às 19:22

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Segunda-feira, 20 de Julho de 2009

Vento feroz

Chegámos a uma cidade deserta ou melhor diríamos – fantasma. Corria um vento que ferozmente nos arrastava mais para trás do que para onde desejávamos seguir.
O vento levantava também areia e terra a ponto de mal podermos abrir os olhos, ainda que protegendo-os com as mãos e até os braços adiante.
As casas pareciam desabitadas e a desolação era completa.
Depois da caminhada apetecia algum preparo de civilização ou aconchego, mas tal parecia impossível.
Não percebíamos absolutamente ninguém, nem nada, nem perto nem longe.
Após um andarilhar pelo que teria sido uma larga avenida, pressentimos uma figura.
Era uma pessoa deitada no meio da dita avenida, meio enterrada com as areias e outras coisas trazidas pelo vento.
Deduzimos então que aquela ventania já deveria durar há certo tempo e que não seria tão repentina, como pensáramos a princípio.
Isto porque, ao longo da nossa caminhada, esteve sempre um tempo aprazível e ameno.
Apenas ao chegar ali é que topámos com o temporal.
Voltando ao meio-soterrado, começámos a tentar destapar-lhe a cara e verificar o seu estado.
Estava muito desidratado, mas vivo e era um homem já de idade avançada.
Nisto, ouvimos um gritinho de aflição – pai!
Foi quando compreendemos que ele era o pai de uma mulher que estava connosco.
Ele foi recuperando aos poucos e fazendo um grande esforço para falar, assim que reconheceu a filha.
Disse-lhe com a voz muito embargada que estava à sua procura, mas outros o agarraram e soterraram ali mesmo, para que morresse.
Porquê?!! Sabia lá ele. Ele só procurava a filha para a alertar do mau tempo que vinha ali por ela. Por ela!?
Pois.
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Jessica Adams - Tempestade
Imagem retirada da net

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Disse  Camilo Castelo Branco:  No amor que nos dão é que nós graduamos o que valemos em nossa consciência !

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publicado por eva às 23:30

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Domingo, 19 de Julho de 2009

Alexandre O'Neill # O Tejo corre no Tejo

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Tu que passas por mim tão indiferente
no teu correr vazio de sentido,
na memória que sobes lentamente,
do mar para a nascente,
és o curso do tempo já vivido.

.....Não, Tejo,
.....não és tu que em mim te vês,
.....– sou eu que em ti me vejo!


Por isso, à tua beira se demora
aquele que a saudade ainda trespassa,
repetindo a lição, que não decora,
de ser, aqui e agora,
só um homem a olhar para o que passa.

.....Não, Tejo,
.....não és tu que em mim te vês,
.....– sou eu que em ti me vejo!


Um voo desferido é uma gaivota,
não é o voo da imaginação;
gritos não são agoiros, são a lota...
Vá, não faças batota,
deixa ficar as coisas onde estão...

.....Não, Tejo,
.....não és tu que em mim te vês,
.....– sou eu que em ti me vejo!


Tejo desta canção, que o teu correr
não seja o meu pretexto de saudade.
Saudade tenho sim, mas de perder,
sem as poder deter,
as águas vivas da realidade!

.....Não, Tejo,
.....não és tu que em mim te vês,
.....– sou eu que em ti me vejo!
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in "Feira Cabisbaixa" de Alexandre O'Neill 
 
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Disse  Alexandre O'Neill:  Imaginar, primeiro, é ver. Imaginar é conhecer, portanto, agir !
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publicado por eva às 12:36

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Sábado, 18 de Julho de 2009

A cada um a sua medida

Nunca tinha visto os pés assim, ao contrário. Os dedos são gordos e muito redondinhos. As unhas estão muito bem aparadas e perfaziam o resto do desenho.
Nesta óptica, os pés eram… humm… bem… eram diferentes.
Afinal, todo o peso do corpo assenta neles – pobres coitados – e a maior parte das pessoas nem um olhar lhes dirige, apesar de serem bonitos.
- Se começássemos a ver o corpo a partir dos pés…
- Se calhar, todos encontrávamos coisas nunca vistas!
- Ah Ah! No mínimo!
- Vamos hoje à feira?
- Aí está outra coisa que deve ser engraçada ver de baixo para cima.
- O ano passado até telemóveis se perderam nos solavancos dos carrinhos, aviões, rodas, etc., das diversões.
- Pudera! Com tanta volta e reviravolta…
- Sabias que nalguns casos nem deixam levar os chinelos para as viagens?
- Não, mas tem jeito de ser, sim senhor!
- Tudo aquilo é uma confusão e até uma aflição para mim, que nem tento ir naquelas voltas.
- Também é mais confuso para quem fica a olhar. Lá, apertados com os cintos não parece tão perigoso.
- Para mim, são riscos desnecessários e não são, de todo, brincadeira.
- Mas outros gostam do risco, da velocidade e das emoções que conseguem sentir com tudo isso e, ainda, com a vantagem de estar junto dos amigos.
- Pois, para cada um a sua medida.
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Imagem retirada da net
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Disse  Pe. António Vieira:  Das obras grandes ou pequenas, das acções generosas ou vis, cada um traz na própria cabeça a verdadeira medida !
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publicado por eva às 22:09

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Sexta-feira, 17 de Julho de 2009

Paralelo inacabado XIV

Deitada e dormitando, entre o cansaço e a preguiça, começa a sonhar.
Os sonhos que são filmes.
Sonhos que são visões de imagens ora lentas e rápidas, ora simples e sobrepostas.
Um ser estende a mão em jeito de ajudar a passar por uma rampa.
Outra espera que ela apareça e acompanha-a, guiando-a com cuidado nesse caminho.
Está tudo muito bem iluminado e, às tantas, no percurso entregam-lhe roupas, ou vestes.
- Mas ela não estava vestida?
- Oh! Estava, estava. Mas aquelas eram vestes honrosas, tinham significado próprio. Assim como as sua cores. Porém, ela não aceitou e disse que deveria ser engano e não serem para ela.
- Estavam grandes ou não gostou das cores?
- Nem percebeu isso, porque lhas deram passadas e dobradas, como novas. Ela apenas achou que não tinha condições para as usar. Ela não era nada, comparada com quem lhas estava a dar. De quem, aliás, ainda duvidava da identidade que via. Tudo lhe parecia uma ilusão.
- O que era lógico, pois era um sonho – não era?
- Era o sonho dela!
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Fotografia de Gregory Colbert
Imagem retirada da net

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Disse  Confúcio:  Nem todos os homens podem ser ilustres, mas todos podem ser bons !
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publicado por eva às 22:45

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Quinta-feira, 16 de Julho de 2009

Merecimentos

Concentraram-se todos numa oração cantada entoando-a em coro.
Vê-se chegar, à mesma sala, um séquito de pessoas de visível importância, com vestes longas, brancas e douradas.
A importância advém-lhes do lugar que ocuparam na hierarquia sócio-religiosa e porque desempenharam as funções com toda a correcção – em moral e ética.
Hoje, essa importância continua a ser pela elevação moral e ética, não tanto religiosa ou social nos termos em que as reconhecemos habitualmente.
As exigências para consigo mesmos são cada vez mais amplas e o Amor é, também, cada vez mais dilatado.
Por outro lado, a compreensão pela situação dos faltosos é ainda mais caridosa desse Amor.
Entretanto, eles vão entrando e o primeiro leva um báculo meio poisado no chão, meio erguido.
Vão avançando pela sala até ficarem frente a frente com uma das pessoas.
Parece que lhe dizem algo, como a cumprimentá-la e a esclarecê-la, mas ela não entende bem o que lhe dizem.
Seguidamente sente-se como que trespassada por toda aquela envolvente branca e dourada.
- E então?
- Ela, que se sentia tão mal, melhorou instantaneamente.
- Foi um milagre?
- O que há são merecimentos morais, ou não, de benesses que permitem alcançar um nível superior de evolução espiritual.
- Então?
- Então, ela conseguiu entender, percebendo, o que tinha feito e o que deveria fazer e essa compreensão das coisas fê-la sentir-se melhor.

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Imagem retirada da net
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Disse  Platão:  A sabedoria consiste em ordenar bem a nossa própria alma !
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publicado por eva às 20:29

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Quarta-feira, 15 de Julho de 2009

O que faz girar o mundo

Amor – ontem, hoje e sempre – é a energia que faz girar o mundo.
Não falamos do amor-paixão, ou instintivo ou animalesco. Falamos do AMOR, da sua pureza e força energética poderosa.
Amor que evita guerras, incompreensões, vaidades, arrogâncias, caprichos e atritos de qualquer espécie.
Amor que promove o bem-estar dissolvendo ódios e qualquer quezília.
Amor que harmoniza e cria os momentos elevados de paz.
Amor que faz sentir uma tal sublimação de nível de vida que, ao ser sentido, ninguém quer deixar de sentir.
Amor que transforma para sempre esse que o sente.
Amor que transforma a saúde e a vitalidade.
Amor que muda tudo em redor.
Amor que muda o mundo.
Se eu mudo por amor, o mundo muda também e eu mesma o vejo amorosamente diferente.
- Se assim fosse…
- Se assim fosse viveríamos num mundo paradisíaco, e não na Terra de hoje. Cabe a cada parte fazer a sua parte e o todo muda na inter-relação com as partes.
- A esperança nunca morre?
- Não pode, não lhe dou autorização para isso!
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Imagem retirada da net

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Disse  Camilo Castelo Branco:  O amor é uma luz que não deixa escurecer a vida !

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publicado por eva às 21:46

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Terça-feira, 14 de Julho de 2009

Hábitos

Praia, areal, água – uma mistura ao agrado da maioria.
Uma mistura divertida e bem aproveitada por quem pode e está habituado a desportos ou outras actividades ligadas à praia, ao mar…
Geralmente são tempos de descontracção e, também, tempos de fricção quando não há entendimento entre pessoas e espaços.
São os dias de férias e de Verão por excelência de hábitos.
Em lugares ao ar livre consegue-se facilmente a descontracção que liberta do dia-a-dia. As pessoas sentem-se mais livres e soltas da sociedade e das regras que ataviam a personalidade ao longo de um ano.
- Às vezes é bem o contrário e as férias são um martírio em família.
- Sem dúvida! E a violência em tempos de namoro já é notícia de jornais.
- De qualquer modo, para quem pode e consegue relaxar nos espaços ao ar livre é como fazer uma cura do nervosismo que se foi instalando sub-repticiamente.
- Basta que vá respirando pausadamente e veja a natureza e as coisas ao seu redor com outros modos de ver – mais paciente.
- Mais paciente ou de modo mais passivo.
- Também! O importante é aproveitar novos e bons hábitos.
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Imagem retirada da net

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Disse  Confúcio:  Aprender sem pensar é tempo perdido !

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publicado por eva às 21:28

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Segunda-feira, 13 de Julho de 2009

Errar

Delicadeza de gestos ou atitudes.
Delicadeza de pensamentos e (claro!) delicadeza de pensares.
Pensar que os outros são o melhor que podem ser.
Que sempre que os outros nos desiludem é porque esperámos demasiado deles.
Pensar que sempre que nos apetece criticar ou comentar algo sobre alguém, estamos a espelhar-nos nessa vontade de comentar e seremos capazes de atirar a primeira pedra sem ter esse direito.
Tantas coisas que pensamos de modo errado.
Tantos pensamentos úteis que temos e que poderíamos elaborar melhor.
Tantas cogitações que poderiam ser úteis ao próximo mais próximo e ao mais ignorado, nos confins do mundo.
Tanto que poderíamos fazer de útil a nós e aos outros.
- E se não fizermos nada?
- Às vezes essa atitude é a mais sensata. Sempre será melhor do que fazer algo errado. Porém não temos que evitar tudo para não errar. Temos sim que evitar errar em tudo o que podemos fazer a cada dia.
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Fotograma de "O Feiticeiro de Oz"
Imagem retirada da net

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Disse  Rabindranath Tagore:  Se fechar a porta a todos os erros, a verdade ficará do lado de fora !

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publicado por eva às 18:13

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Domingo, 12 de Julho de 2009

Eugénio de Andrade # As Palavras

.
São como um cristal,
as palavras.
Algumas, um punhal,
um incêndio.
Outras,
orvalho apenas.

Secretas vêm, cheias de memória.
Inseguras navegam;
barcos ou beijos,
as águas estremecem.

Desamparadas, inocentes,
leves.
Tecidas são de luz
e são a noite.
E mesmo pálidas
verdes paraísos lembram ainda.

Quem as escuta? Quem
as recolhe, assim,
cruéis, desfeitas,
nas suas conchas puras?
.
.
in "Poesia" de Eugénio de Andrade
 
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Disse  Eugénio de Andrade:  Se o vento vier, não tenho mais remédio que abandonar-me e ver até onde me levam os seus espíritos !
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publicado por eva às 00:05

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Bem vindos! Namastê!

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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