Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Sábado, 20 de Junho de 2009

Lembranças e recordações

Lembranças e recordações…
- Não são a mesma coisa?
- Talvez não, lembranças e recordações podem ser objectos ou memórias do passado.
- Ah! Pois podem!
- Lágrimas e sorrisos podem ser atraídos por elas, sejam os objectos por onde passámos, sejam as memórias. Fazem parte da vida. Porém, podemos passar anos e anos em lágrimas, mas geralmente não conseguimos perfazer tanto tempo com sorrisos. E no entanto, atendendo aos movimentos e músculos necessários para o efeito, deveríamos ter mais facilidade em sorrir.
- Olha, eu já nem me lembro de dar uma gargalhada, daquelas que saem alto e inesperadamente, como uma exclamação. Imagina agora o sorriso, que é algo mais educado e sereno…
- Tu e a maioria das pessoas perderam o jeito de sorrir. Até o gracejo se tornou, com toda a facilidade, um sarcasmo. Não achamos piada a nada! Mas em compensação, criticamos tudo de modo cada vez mais inquietante e mordaz.
- E depois? Deve ser das nossas corridas contra o tempo, que não temos para nós mesmos.
- Acho que sim, mas este tipo de atitude cria fortes círculos de energias pesadas, que vão envolvendo tudo – das casas aos espaços livres, dos jardins à atmosfera. Todo o planeta está influenciado, presentemente, por uma pesada névoa – a que chamam de Noosfera ou a esfera do pensamento humano – produzida por pensamentos acirrados e, por isso, inúteis e aniquiladores da boa disposição para as pequenas coisas que poderiam transformar o dia.

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Charles Bartlett - O portal
Imagem retirada da net
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Disse  Teilhard de Chardin:  Quando, pela primeira vez, num ser vivo, o instinto se avistou no espelho de si próprio, o Mundo inteiro deu um passo !
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publicado por eva às 00:25

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Sexta-feira, 19 de Junho de 2009

Formas de vida

A luz brilhou e a vida começou a pulsar com mais vivacidade e beleza!
- [em sussurro – Estás a contar uma história?
[- Estou, a da vida conhecida na Terra.
[- E eles estão a gostar?
[- Ainda vou no começo, mas pelo menos estão atentos.
[- A bonecada e o filme ajudam…
[- Sim, hoje o áudio e o visual fazem parte indissociável das nossas rotinas. Mas também quero crer que lhes dou interesse pelo modo como lhes conto a Criação.
[- Sem dúvida e sem ofensa, mas a projecção ajuda muito.
[- Eu sei, até a mim que gosto tanto da matéria. Mas deixa-me dizer-te que a música escolhida também colabora para o agrado de todos.
[- Oh! Sim, definitivamente sim. É como o som da locução, o que não é audível perde metade do interesse]
- A força da luz promove outras formas de vida que se desenvolvem mais rapidamente com a água e o oxigénio. Ou seja, são formas adaptadas a estas necessidades para a sua evolução. Pois que, como é evidente, cada forma de vida tem necessidades próprias.
As que existem em minas, por exemplo, não resistem à luz nem a demasiado oxigénio. Há inúmeros seres, todos diferentes e semelhantes - se considerarmos que coexistem no Universo. Ou que o Universo é habitado por milhões de seres diferentes conforme a condição que têm para viver.
Assim como há milhões de formas de vida e outros tantas em adaptação e transformação graduais. A cada dia, a ciência nos dá provas disto. Algumas pessoas já o sabem antes da ciência o provar.
- Ahh! Tens a certeza?
- Que esperas por resposta?
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Macropinna mircostoma - Peixe transparente
(Os olhos estão dentro da cabeça. Os dois orifícios à frente, são órgãos olfactivos)
Imagem retirada da net

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Disse  Blaise Pascal:  Tudo o que é incompreensível, nem por isso deixa de existir !
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publicado por eva às 16:48

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Quinta-feira, 18 de Junho de 2009

Loucura pacífica

Paredes quase brancas, entre o creme e o rosado. Flores – cravos - em grande ramo e postas num jarrão de pé alto.
Tão lindas e como alegram a divisão!
Por mim, sou incapaz de as cortar em botão; apenas quando, como estas, já estão bem abertas.
E não há dúvida que estes ramos naturais embelezam a casa.
Uma casa e divisão que são ocupadas por uma mulher doente, bastante alienada, que não distingue a torrente de pensamentos que tem.
- Não percebi!
- Ela não consegue concentrar-se porque os pensamentos fluem em torrente desorganizada por múltiplos assuntos.
- Não consegue debruçar-se sobre nenhum tema, é isso?
- Pois, assim é! Pensa, pensa, e não pensa nada de jeito. Pula de tópico em tópico para voltar atrás e avançar então mais um pouco na dedução de cada tema.
- As conclusões, então, demoram a ser elaboradas.
- Pois, pois.
- Ou seja, os pensamentos voam e flutuam sem se tornarem úteis.
- Nem úteis nem nada a não ser tremendamente cansativos, dando-lhe a impressão de sentir-se louca, mas convencida que é erro porque consegue raciocinar e cumprir os compromissos, mesmo sem se lembrar deles.
- Mas é doença, não é?
- Tem diagnóstico, tem! Os tratamentos dão pena porque não a melhoram. Pelo contrário, fazem-na flutuar com os pensamentos e não sentir o chão firme. Já demonstra cansaço e gostava de ser mais compreendida. 
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Lynnda Rakos - A Loucura do mistério
Imagem retirada da net
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Disse  Heinrich Heine:  A verdadeira loucura talvez não seja mais que a própria sabedoria que, cansada de descobrir as vergonhas do mundo, tomou a inteligente resolução de enlouquecer !
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publicado por eva às 00:25

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Quarta-feira, 17 de Junho de 2009

Bloqueios

Águas que correm de mansinho. Frescura que fica no ar. Pontinhos luminosos que são as gotas ao Sol.
É dia e tudo em redor palpita de movimento e sons.
Ali, naquela clareira, está um vulto negro e quieto. Parece quedo de tristeza, mas afinal percebo que é quedo de horror. Petrificado!
Mesmo observando com a maior atenção, mal se distinguem os olhos e a forma… mais parece uma rocha do que uma pessoa.
Porque as pessoas têm vultos ligeiros e este parece cristalizado naquela posição, meio direito, meio curvado sobre si mesmo. Ou mesma, porque nem se consegue perceber se é homem ou mulher e, ainda menos, se é jovem ou não.
Começamos a falar-lhe e nada!...
Dirigimos palavras cada vez mais amáveis e carinhosas e… nada!
Ficámos à mesma, partilhando o mesmo espaço, mas a respeitosa distância.
Passado algum tempo pareceu-nos distinguir-lhe melhor os olhos e a figura pareceu um nadinha mais direita.
Continuamos conversando e demonstrando sempre não querer isolar ninguém.
Passado mais algum tempo a figura olhou-nos directamente e percebemos que era uma mulher carregando uma tristeza tão negra e compacta como o seu vulto.
Mais algum tempo e o negro da cor foi caindo como se fosse uma cobertura.
O chão, por baixo dela, era agora um rio que lavava um horror e desespero imensos, clareava uma capacidade de amar quase sublime.
Aquele rio era formado, afinal, pelas suas lágrimas que, ao caírem, lavavam e desmistificavam os seus bloqueios.
Agora estava cor-de-rosa.
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Maria João Brito de Sousa - A lágrima
Imagem retirada da net

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Disse  Vergílio Ferreira:  Sempre a autenticidade de nós está a uma distância infinita das razões que a justificam !

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publicado por eva às 00:25

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Terça-feira, 16 de Junho de 2009

A cumplicidade do silêncio

Silêncio. Está tudo quieto e silencioso. E, então, o silêncio é algo assim… como diz uma canção – o som do silêncio.
É difícil descrever a cumplicidade que se gera entre nós e o silêncio.
- E quando surge um som que o quebra, parece que nos faz estremecer.
- Porquê? Talvez seja porque assumimos outro nível não tão vulgar como o dos sons quotidianos. - O silêncio é bom?
- Se precisamos dele, sim. Senão pode ser atrofiante e, até, aterrador.
- Os bebés, os idosos e os doentes não gostam nem do silêncio nem do ruído. Como se fossem demasiado extremados para o bem-estar mediano.
- Sim, quando estamos fragilizados não suportamos bem os excessos. Quando somos mais robustos, em constituição física, também o somos em constituição emocional e mental.
- Mas o silêncio é sempre um extremo, não é?
- A questão é que ele pode, também, organizar um conjunto – equilibrando ou balanceando melhor os sons que interiorizamos.
- É como a sequência da seca, da água e da inundação das chuvas torrenciais nas terras?- Por fim, tudo reage bem ao equilíbrio – as partes e o todo.

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Imagem retirada da net

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Disse Oscar Wilde: Se não consegue entender o meu silêncio, de nada irão adiantar as palavras, pois é no silêncio das minhas palavras que estão todos os meus maiores sentimentos !

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publicado por eva às 00:25

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Segunda-feira, 15 de Junho de 2009

Às vezes faltam as forças

Forças!
Às vezes faltam as forças para o que temos de fazer.
Outras vezes, nem conseguimos perceber o que devemos fazer.
O cansaço, físico ou psíquico, pode ser um entrave muito importante para a nossa felicidadezinha – porque se trata aqui do bem-estar no dia-a-dia.
O cansaço obstrui as emoções e o raciocínio, por isso não o podemos deixar invadir a nossa vida.
Se há alturas, dias ou anos, de trabalho mais intenso e extenuante é conveniente ir encontrando soluções para ir ultrapassando as necessidades de intervalo e descanso.
- Isso é o ideal, logo, nem sempre é possível. Todos sentimos mais a necessidade de descanso do que de trabalho, mas as exigências da vida podem imprimir o ritmo preciso.
- Mas depois, geralmente, advém a doença seja nervosa ou física.
- Pois sim, mas as realidades são para se enfrentar e as dificuldades são para se vencer, na medida, às vezes, do impossível.
- Queres dizer que faz parte da vida esse tipo de sacrifícios.
- É claro que faz. Todos sentimos que estamos a causar prejuízos e às vezes, eles são mesmo por nossa iniciativa.
- Porquê? Por obrigação infligida? Porque muitos têm uma vida tão prazenteira que lhe arranjam alguma depressão ou outra coisa que altere finalmente uma rotina perfeitamente instalada do nada-de-útil?
- Infelizmente, muitas vezes é assim. Outras vezes, mais importante que nós, é o sacrifício pelos outros.
- Abnegação?
- Abnegação, caridade, amor, enfim…
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Fotograma do filme "A Missão"
Imagem retirada da net

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Disse  Júlio Verne:  Não há nada impossível; há só vontades mais ou menos enérgicas !

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publicado por eva às 23:56

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Domingo, 14 de Junho de 2009

António Ramos Rosa # Estar só é estar no íntimo do mundo

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Por vezes cada objecto se ilumina
do que no passar é pausa íntima
entre sons minuciosos que inclinam
a atenção para uma cavidade mínima
E estar assim tão breve e tão profundo
como no silêncio de uma planta
é estar no fundo do tempo ou no seu ápice
ou na alvura de um sono que nos dá
a cintilante substância do sítio
O mundo inteiro assim cabe num limbo
e é como um eco límpido e uma folha de sombra
que no vagar ondeia entre minúsculas luzes
E é astro imediato de um lúcido sono
fluvial e um núbil eclipse
em que estar só é estar no íntimo do mundo
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in "Poemas Inéditos"
de António Ramos Rosa
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Disse  António Ramos Rosa:  A poesia deverá ser uma afirmação de dignidade e de liberdade humana !
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publicado por eva às 23:22

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Sábado, 13 de Junho de 2009

Schubert e o seu Impromptu

Schubert e o seu Impromptu.
Quando acontece ter dificuldade em acabar qualquer coisa lembro-me dele e desta peça. A seguir não consigo evitar pensar que se ele achou que esse título era o nome mais apropriado, que diria destes meus pequenos trabalhos…
Procurar a perfeição e fazer sempre o melhor pode ser um bom lema, se não o deixarmos tornar-se exasperante no dia-a-dia.
Trabalhar com qualidade significa dedicarmo-nos carinhosamente às tarefas que temos de modo a querermos deixá-las aprimoradas.
E se, às vezes, nem tempo nos resta para as observar depois de feitas, ficamos com a paz e o descanso do trabalho cumprido.
Hoje é dia de pinturas caseiras e, sem ser propriamente uma necessidade, é um modo de manter paredes e tectos limpos e perfumados (?).
Mas à hora do Sol vem a dúvida e uma vontade de ir à praia, ao jardim, a… qualquer lado.
Olhando o céu, da janela, abre-se outra janela e um filme, ou dois, e mais filmes começam a passar e as visões são diferentes nos acontecimentos, nos parâmetros e nas épocas.
Surge música italiana, agora, em tom baixo.
Pronto! O intervalo acabou e é tempo de recomeçar o trabalho.

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Imagem retirada da net
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Disse  Paul Ariès:  O culto da perfeição leva sempre a preferir o engano à autenticidade !
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publicado por eva às 23:23

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Sexta-feira, 12 de Junho de 2009

O silêncio de que falo

Passos e mais passos debaixo de um Sol escaldante. E foram passos em vão.
- Oh! Quantas vezes isso acontece!
- Pois, mas assim que pude procurei uma sombra e a seguir voltei para o meu sítio.
- Sítio?
- Ou lugar de trabalho. Neste caso, um lugar sossegado e isolado.
- Porquê?
- Porque dá mais jeito para pensar e escrever.
- Mas tens sempre barulhos e sons e vozes…
- É verdade, mas isso são os sons que vêm da rua - porque tenho sempre as janelas abertas - a juntar aos que estão na minha cabeça.
- Então, desculpa, mas onde está o silêncio?
- Está em mim, comigo. Qual é a dúvida?
- Só perguntei…
- Pois o silêncio de que falo é o de mim com os meus pensamentos. É como um espaço criador que surge e faz o seu lugar. É um espaço que aceita renovações, estuda e critica tudo o que conheço sem qualquer litígio.
- Então!?
- Então o quê?
- Vais andando e falando sozinha noutra direcção? Nós vamos por aqui!
- Sim, sim. Desculpem não me ter despedido. Até amanhã!
- Até amanhã!
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Imagem retirada da net

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Diz  um Provérbio árabe:  Às vezes o silêncio é mais eloquente do que os discursos !
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publicado por eva às 00:25

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Quinta-feira, 11 de Junho de 2009

Estrelas

- Olhando o céu à noite vejo sempre as estrelas cadentes.
- Não será o rasto de um avião?
- Que disparate!
- Não é, não! Às vezes a vista prega-nos partidas. Vemos o que não é e ainda interpretamos isso conforme as nossas capacidades e ideais. Outras vezes, vemos o que é e não acreditamos, ou não percebemos o que quer dizer.
- O que sei dizer é que é lindíssimo o rasto das estrelas, ou cometas, ou qualquer outro corpo celeste que passa a boa velocidade cruzando os céus.
- E porque gostas tanto?
- Porque, para mim, é como um caminho de luz por cima da minha cabeça e, por qualquer razão, isso dá-me ânimo nas coisas que tenho que fazer. Fazem-me sentir pequena e insignificante.
- E isso é gratificante?
- É que se eu sou insignificante, as tarefas que pretendo executar também o serão. Ou seja, não são tão importantes como me pareceram minutos antes. O céu tem destas coisas, reduz-nos e a tudo o que nos diz respeito.
- Queres dizer, que é como se viajasses de avião e visses as cidades e as pessoas como formiguinhas. É essa a sensação?
- Mais ou menos, porque aí posso sentir-me mais importante que todo o resto. Mas sim, se considerarmos a identificação de que até as cidades não são mais que pontos para um simples avião.
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Imagem retirada da net
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Disse  Raul Follereau:  Como é possível desesperarmos? Temos tanto céu por cima de nós !
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publicado por eva às 23:43

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Bem vindos! Namastê!

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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