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Segunda-feira, 11 de Maio de 2009

O ideal

Flores e flores. Olhando-as com cuidado, ou melhor, observando-as, as pétalas abrangem toda a objectiva.
Porque parecem aumentar 100, 1.000 vezes o seu tamanho.
A princípio o aumento faz reparar em pormenores que, antes, ainda não se viam.
Depois, o aumento excessivo faz perder os pormenores, até a focagem se transforma em desfocagem e as flores ficam apenas uma mancha da cor original.
- Então, o meio-termo é o ideal!
- Sim, mais uma vez a sensatez ou o meio é o caminho para a qualidade.
Agora, as flores viajam no interior do seu olhar, no céu e no espaço.
Por elas vê naves espaciais, estrelas e toda a espécie de corpos que estão, ou passam, por quem lá está.
Tudo é focado até exaustão ou até desfocar sem tino.
- Sabes que ao falares assim, fizeste-me lembrar os que se deixam levar pela vida sem nexo. Só porque sim! Porque dá trabalho dizer que não. Porque a inércia ganha terreno à coragem.
- Mas é tão diferente partilhar algo com alguém, em vez de se anular só para não falar no assunto.
- Às vezes surge o medo de perder algo bom e fica a preferência de ter pouco, em vez de não ter nada.
- Isso é um modo doentio de viver. Não podemos estar bem com todos e tudo. Isso é despersonalizar-se e aprisionar-se por vontade própria.
- Pois será, será! Porém, é o próprio que tem que decidir o que quer da vida que tem. Lembro a parábola de Jesus sobre os talentos, em que vários servos, de modos diferentes, trouxeram de volta os talentos que lhes foram dados para produzirem rendimento.
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Imagem retirada da net

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Disse  Tahar Ben Jelloun:  Dizer sim a tudo e a todos é como não existir !

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publicado por eva às 00:25

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Domingo, 10 de Maio de 2009

Mário Dionísio # A Seiva Oculta

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Quantas vezes estremeço
e quantas vezes nasço
Quantas vezes desfaleço
e quantas vezes renasço

 

Julgo-me o fim desisto e sofro tudo negro 
caem-me os braços magros ao longo dos pensamentos
canto a morte e o mistério e os requintes eternos
Mas logo uma energia insuspeitada vem dos longes
de mim mesmo 
e aquece humanamente o coração
à beira de parar 

Julgam-te morto e afinal, 
é apenas o passo atrás que dás 
para avançar 

Milhões de forças claras sempre àlerta 
milhões de vozes fortes sempre à espreita
milhões de risos brancos sempre à espera 
sob a capa lodosa dos aspectos da hora enegrecida 

Maior que os deuses e que a sombra dos deuses
maior que o medo dos deuses 
Homem 
o teu destino é modelar os montes e soprar as nuvens 
mudar o curso dos rios e o coração dos homens
para a vida 

Quantas vezes estremeces
e quantas vezes nasces
Quantas vezes desfaleces
e quantas vezes renasces

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de Mário Dionísio
in "As Solicitações e Emboscadas"
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Disse  Mário Dionísio:  Como posso ter tido tanto sol alguma vez dentro de mim ? 
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publicado por eva às 00:25

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Sábado, 9 de Maio de 2009

Portas

A porta abriu-se e mostrou outra divisão. Uma divisão insuspeitável, ampla, bem iluminada de luz natural.
Era daqueles sítios aprazíveis que dá vontade de entrar e ficar, mesmo sem perceber porquê.
A divisão estava quase vazia e dava para outra e mais outra.
Ela foi percorrendo todas, olhando tudo atentamente.
Tudo aquilo era novidade e, entretanto, ela ia coleccionando recados e esclarecimentos.
Dalgumas coisas percebia e entendia a lição. Outras nem por isso. De qualquer modo, resolveu registar tudo na memória para quando surgisse a necessidade de poder abrir a respectiva gaveta do esclarecimento.
- Sim, sim, estava entendido! Agora tinha que voltar. Mas, voltar para onde?
- Para o seu habitat.
- Ohh! Mas, onde era isso?
- Ali mesmo, ora! Tudo estava em si própria, apenas tinha percorrido outros caminhos desconhecidos. Eles estiveram sempre ali à espera que quisesse entrar. Há muitas portas e muitas divisões em nós. Umas mais iluminadas que outras. Umas mais esclarecedoras que outras.
- Então, não é preciso sair daqui?
- Para determinadas coisas, não. Ao contrário, é possível entrar no interior de si.
- Ohh!

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Val Byrne - Alter Ego
Imagem retirada da net
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Disse  Buda:  A sabedoria já existe em estado latente dentro da nossa consciência !
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publicado por eva às 12:43

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Sexta-feira, 8 de Maio de 2009

Um daqueles dias

Hoje foi um dia de loucura. Um daqueles dias de nervoso miudinho, porque até as coisas mais simples têm esforços e resultados contrários aos esperados ou ambicionados.
- Pois o recado que te dou é que tenhas sempre o olhar na fasquia mais alta.
- No impossível?
- Quase. Temos que esperar e desejar sempre o melhor. Ter esperança que é sempre possível melhorar a nossa vida, a família, o trabalho, enfim, tudo.
Que as nossas alegrias poderão ser sempre mais perfeitas e que somos capazes de melhorar a nossa performance a cada instante.
- E quando percebemos que não é nada disso que está acontecendo…
- Manter sempre a esperança acesa como se fosse a chama duma vela. Amparando-a das correntes de ar, ou de sopros, para não a deixar apagar.
- E se mesmo assim se apagar?
- Acendê-la sempre, cada vez com mais cuidado, porque essa luz poderá ficar ainda mais frágil.
- É então importante que a esperança seja a última a morrer.
- Bem, todos temos o desejo de ser felizes. Por isso, na mente, aquilo que nos desagrada – e sobretudo se acontece repetidamente – acciona-se instintivamente um processo de adaptação e passividade perante o agravo. Sem pretender maior desgaste pessoal, é útil manter a chama da esperança porque um dia tudo melhora.
- Sempre?
- No tempo infinito – sempre!
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Luca Guglielmo - Tempo novo
Imagem retirada da net

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Disse  Alexis Carrel:  O homem não pode fazer-se sem sofrer, pois é ao mesmo tempo o mármore e o escultor !
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publicado por eva às 23:56

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Quinta-feira, 7 de Maio de 2009

Hábitos

Os animais estão pela casa, porque eram bem-vindos e não havia razão para ali não estarem. Nem sequer havia mais ninguém.
Eles cuidavam dele e ele deles. Raças diferentes ali conviviam em harmonia.
Diria que viviam até com alguma promiscuidade, porque ocupavam todos os sítios sem qualquer restrição.
Até dentro da cama podiam acomodar-se. Enfim, hábitos que remontam ao berço da humanidade e que têm continuado um pouco por cada povo, cada indivíduo – este misturar íntimo de pessoas e animais.
Uma porta dava para a escada amarela e daí podia subir-se mais e mais até chegar ao terraço, virado para o céu – parecia-lhe o topo do mundo.
Flores, pássaros e outros que tais andavam por ali, à volta dele.
- Não era ele?
- Era, mas agora é também outra pessoa.
- Ahh!
- Lá em cima corria um ar fresco, finalmente.
- E ele?
- Ele continuava sozinho naquela casa cheia de animais.
- E plantas!
- Sim, sim!
- Se fosse uma quinta, todos tinham espaço livre.
- Pois, mas não é. E isso restringe as coisas.
- E o outro ele?
- Esse está livre destes pormenores.
- Pormenores?
- Sim, onde esse está, espaço não falta!
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Perez - O veterinário
Imagem retirada da net
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Disse  Pe. António Vieira:  Seja o futuro emenda do passado, e o que há-de ser, satisfação do que foi !
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publicado por eva às 23:59

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Quarta-feira, 6 de Maio de 2009

Recordações

Viagens e visitas à terra natal.
São saudades, uma dor que toca no coração. São amarguras e alegrias.
E há, ainda, outras razões para querer voltar à terra que o viu nascer.
Mas o dinheiro que não há e a saúde que falta, não o têm deixado lá ir.
Lá, onde são as praias do Sul, onde o Sol é forte e ameno ao mesmo tempo.
Onde as amendoeiras florescem aos primeiros raios de Sol quente, ainda Inverno.
Onde as videiras são árvores de bom porte e as laranjeiras chegam ao chão, com os ramos pesados das laranjas sumarentas.
Lá, onde a terra é farta mas as gentes continuam tão pobres como dantes.
Onde os pescadores continuam a pescar mar adentro onde é proibido e, por vezes, ficam presos mais as embarcações.
Mas ele sonha com tudo aquilo e tem saudades.
Saudades de tudo o que povoou a sua infância e juventude.
Tantos anos passados e o desejo parece ter aumentado.
- Porquê essa saudade? Nem sequer foi feliz ali!
- Se calhar é o chamamento da terra-mãe, da terra que o viu nascer.
- Há quem fuja da pobreza que ela transmite. Pois não foi ele que fugiu de lá para trabalhar longe e melhorar a vida?
- Foi! Correu meio mundo para tentar viver melhor. Agora quer parar ali, quer descansar.
- Mas as recordações também podem ser enganosas. Recriam lembranças e adornam-nas com saudades.
- E então?

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Van Gogh
Imagem retirada da net

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Disse  Marcel Proust:  A melhor parte da nossa memória está deste modo fora de nós. Está num ar de chuva, num cheiro a quarto fechado ou no de um primeiro fogaréu, seja onde for que de nós mesmos encontremos aquilo que a nossa inteligência pusera de parte !

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publicado por eva às 00:25

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Terça-feira, 5 de Maio de 2009

A bem dizer

A casa estava desarrumada e cheia de coisas. Aliás - atulhada de coisas!
Coisas que outrora foram mobílias lindas, móveis com estilo…
Hoje, são tralha. Não porque não se usem, mas porque não têm espaço para brilhar.
Onde estão, amontoadas, só ganham pó e desuso.
Se a maior parte fosse retirada, essa casa teria um ambiente mais acolhedor e, se calhar, ganhava certo encanto numa simplicidade de bem-estar.
Assim, permite apenas o espaço para se deambular por ela, pois nem dá acesso fácil a quase nada.
São anos e anos de acomodação, de uma habitação ao estilo sem estilo.
Um aranhiço, pequenino mas ladino, pairava no primeiro fio da teia, que haveria de formar, logo acima da sua cabeça.
Olharam-se e esperaram. Ela, que o aranhiço se fosse embora.
O aranhiço, inquiria que lhe faria aquela ali sentada. Nada?
Então aproveitava para seguir, mas noutra direcção – nunca se sabe…
E subiu apressadamente pelo mesmo fio da teia.
A luz ia e vinha. Ela ia e vinha acompanhando o foco de luz.
O cadeirão continuava no mesmo sítio. O aranhiço lá para cima, na direcção do tecto.
Ela continuava sentada e uma música tocava, quase inaudível.
A casa, a bem dizer, poderia estar vazia. Não se lembra, pois não consegue concentrar-se.
Mas tem tempo, porque assim que uma tarefa acaba, outra começa…
Agora, o que agora mesmo precisa é de espaço - dentro e fora de si.

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Imagem retirada da net

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Disse Zulma Reyo: Em vez de corrermos como a água na vida e nos ritmos da natureza, acumulamos uma reserva restritiva de fixações que criámos e que são, na realidade, formas-pensamento solidificadas !

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publicado por eva às 00:25

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Segunda-feira, 4 de Maio de 2009

Transparentes

Uma luz esbranquiçada ilumina uma sala enorme.
Poderia ser um salão se não tivesse tantas divisórias a formar recantos.
A luz encandeia e, no entanto, é fraca. O brilho deve ser dos reflexos que faz contra as paredes e chão brancos.
Dá vontade de fechar os olhos, mas queremos, todos, estar atentos à conversa que se vai desenrolando.
Os temas, de tão generalistas, não são nenhuns.
Mas alguns falam sem parar. Parece, até, que nem precisam respirar.
Alguns dos que ouvem preguiçam e bocejam.
- Tudo isso é banal!
- Talvez. O engraçado é que eles vão ficando transparentes, conforme o tempo de conversa se vai alongando.
- Transparentes? Mas quem são eles?
- São gente como nós.
- Então?
- Nada! Vão ficando cada vez mais transparentes e por fim desaparecem. Mas, nos lugares ou cadeiras que ocupavam, fica a sua presença inconfundível. Algo que os identifica, e que eles identificarão quando voltarem à sua forma mais densa; algo como um perfume, uma gravata, uma pulseira… Assim!
- Humm…

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Imagem retirada da net

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Disse  Séneca:  Aprender a viver exige uma vida inteira e, o que te pode surpreender ainda mais, é necessária uma vida inteira para aprender a morrer !

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publicado por eva às 00:25

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Domingo, 3 de Maio de 2009

Mãe # Dois poemas

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Palavras para a Minha Mãe

mãe, tenho pena. esperei sempre que entendesses
as palavras que nunca disse e os gestos que nunca fiz.
sei hoje que apenas esperei, mãe, e esperar não é suficiente.

pelas palavras que nunca disse, pelos gestos que me pediste
tanto e eu nunca fui capaz de fazer, quero pedir-te
desculpa, mãe, e sei que pedir desculpa não é suficiente.

às vezes, quero dizer-te tantas coisas que não consigo,
a fotografia em que estou ao teu colo é a fotografia
mais bonita que tenho, gosto de quando estás feliz.

lê isto: mãe, amo-te.

eu sei e tu sabes que poderei sempre fingir que não
escrevi estas palavras, sim, mãe, hei-de fingir que
não escrevi estas palavras, e tu hás-de fingir que não
as leste, somos assim, mãe, mas eu sei e tu sabes.
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de José Luís Peixoto
in "A Casa, a Escuridão"
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Para Sempre

Por que Deus permite
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.
Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Por que Deus se lembra
— mistério profundo —
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho.


 

de Carlos Drummond de Andrade
in "Lição de Coisas"
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Diz  a Sabedoria Popular:  Com três letrinhas apenas / Se escreve a palavra mãe / É das palavras pequenas / A maior que o mundo tem !

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publicado por eva às 00:25

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Sábado, 2 de Maio de 2009

Viver bem

Salões e gabinetes. Consultórios e aconselhamentos. Tudo por um fio de esperança.
Esperança em que alguém ensine a viver
Não a viver sem custo, sem gastura – não!
Ensinar a viver com qualidade de vida – não com luxos, nem sequer comodidades de relaxe – não!
Ensinar a viver bem – a bem viver – sim!
Ensinar a encontrar a alegria em pequenas e grandes coisas.
Em sorrisos e brisas. Em brisas e ventanias.
Em coisas apetitosas e na simples água para beber – um copo cheio.
Sem ficar aguado, sem ficar com soluços, nem com o estômago a chocalhar se der uma corrida.
Água bem saborosa, sem sabor. Água que dê sensação de limpar, sem esfregar o corpo por dentro.
Sensação de luz nos olhos que se tornam vivos de alegria sã, simples.
Simplicidade em viver. Amor puro de se sentir.
Juventude no sentir, no coração e na pureza de pensamentos.
Aprender a pureza de viver, de sentir a beleza que (ainda) nos rodeia.
A pureza da paz.
Da paz lá fora e da paz cá dentro.
Viver em paz – deve ser maravilhoso!
 

Pablo Picasso
Imagem retirada da net
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Disse  Ralph Emerson:  Nada te poderá proporcionar a paz a não ser tu próprio !
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publicado por eva às 00:25

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Bem vindos! Namastê!

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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