Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Segunda-feira, 20 de Abril de 2009

O imediatismo

Confiança e desconfiança – as duas faces da mesma moeda.
Todos as sentimos em relação a quase tudo.
Quase tudo porque, às vezes, o imediatismo é tal que não sentimos mas reagimos no instante necessário.
Só depois, mais tarde, conseguimos reunir os sentimentos com lucidez.
Nessa altura, se o indivíduo não é disciplinado, emocional e mentalmente, ocorre um diferencial entre o que foi e o que gostaria de ter sido naquela, tal, ocasião.
Aliás, podem encontrar-se diferenças, ou não, entre a emoção e a mente.
Ou seja, termos acertado no que gostaríamos de ter sentido.
- Porque dizes que depende da disciplina do indivíduo? Porque não somos todos iguais?
- Porque o indivíduo mentalmente disciplinado educou as suas variadas emoções e a mente em moderado equilíbrio entre elas e portanto reage em serenidade, em paz consigo – instantaneamente ou atempadamente.

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Imagem retirada da net

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Disse  Fernando Pessoa:  Disciplina é um princípio regrador da vida e da obra, que a inteligência aceita como verdadeira, e a sensibilidade aceita por boa !

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publicado por eva às 00:20

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Domingo, 19 de Abril de 2009

Mário Rui # Dois poemas

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pátria


Em que floresta mar ou
mesmo casa ponto de encontro
caminhos ou palavras
em que cabelos crespos ondulados
lisos onde (porquê esta pergunta?)
se morre cidadão
em que trajecto se cumpre
a trajectória
em que língua se liberta
a liberdade e
em que derrota
se sente uma vitória…
ah, a Pátria essa invenção.




alegria


LIQUIDO O TEMPO FRÁGIL
LÁGRIMA ….. NA PÁLPEBRA
AREIA FINA ENTRE O ESPAÇO
DA AMPULHETA

(hei-de inventar com a raiz da chuva
um calendário perpétuo
para parar o sol no zénite
do teu sorriso)

HEI-DE INVENTAR.
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de Mário Rui
in "A Onda"
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Disse  Mário Rui:  Por vezes a memória trai-nos/ainda na palavra que persiste !
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publicado por eva às 17:34

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Sábado, 18 de Abril de 2009

Aprendizagens

Céus em tons de rosa, azul, laranja, amarelo, branco – são muitos e de cores variadas, e nós estamos quietos, à espera.
- À espera do quê?
- À espera de conseguirmos aprender.
- Aprender?
- Sim, aprender a viver. Porque todos somos sofridos e amargurados. Não conseguimos entender como sentir alegria.
- Alegria, em quê?
- Alegria não necessita motivo, ela sente-se, ou não, em nós, pronta para nos fazer rir por tudo e por nada. É uma predisposição pessoal! Se ainda não é consciente, ou se está abafada, pode sempre re-apreender-se.
Então viemos para aqui, junto do arco-íris, na esperança de a aprender.
- Que tem o arco-íris com isso?
- És um pouquinho ignorante, não és? Então nunca ouviste dizer que no fim do arco-íris há um pote de ouro para quem o procurar achar?
- Talvez…
- Pronto, estamos aqui à espera de receber um pote de ouro para cada um de nós. Porque já procurámos o fim do arco-íris e já o achámos.
- Para que queres tu o pote de ouro?
- Bem, o pote de ouro é o ouro da sabedoria e eu quero aprender a levar melhor a vida. Não me refiro a facilidades. Refiro-me a viver aproveitando o máximo de aprendizagem que possa angariar com ela.
- Tu és esquisita, não és?
- Eu? Que ideia! E adeus, que vamos aprender ainda mais umas coisas.

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Imagem retirada da net
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Disse  Agostinho da Silva:  O que impede de saber não são nem o tempo nem a inteligência, mas somente a falta de curiosidade !
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publicado por eva às 19:44

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Sexta-feira, 17 de Abril de 2009

As cores da música

Músicas envolvem o ar que nos rodeia. Vão até às flores que olham os acordes.
Seguem até lá fora, pela janela aberta e pavoneiam-se pelos jardins.
Os pássaros fazem-lhes concorrência e despertam um olhar sério nos gatos.
Os cães miram os gatos e ouvem, também, atentamente as músicas.
E o ar toma cores conforme os sons.
Até a água, que cai, transborda de cores nas suas gotas.
A paisagem é música. A música fica em nós, que vamos caminhando e sentindo os sons em cada passo.
Os carros, autocarros e comboios não têm tempo para sentir os sons. Os sons das vidas que transportam.
Será o isolamento de todo esse metal que lhes forma a carroçaria?
Ou será o isolamento da natureza que percorrem a grande velocidade, sem a ver sequer?
Mesmo sem nos vermos uns aos outros podemos sentir as existências mutuamente e ser sempre solidários.

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Van Gogh - Vila de Prades
Imagem retirada da net

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Disse  Edward Elgar:  Há música no ar, há música à nossa volta, o mundo está cheio de música e cada um tira para si simplesmente aquela de que necessita !
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publicado por eva às 00:21

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Quinta-feira, 16 de Abril de 2009

Tão simples e tão difícil

Ela estava ao lado da outra e prejudicava-a, sem o querer propriamente.
O que acontecia é que esta era parecida com ela e tinha mais atenção do que ela alguma vez sentiu.
Pelo contrário, sentiu-se sempre melindrada e humilhada pelos outros.
Não gostava das risadas que causava e não conseguia rir-se de si mesma.
Tudo a melindrava cada vez mais. Sentia-se infeliz e, agora, até ciumenta.
- Mas o problema estava nela, não era?
- Quem se melindra não está bem com a vida. Há quem tenha razões para estar infeliz e nem esteja triste sequer. Não por irresponsabilidade, mas porque consegue ver sempre o lado positivo da vida ou ter esperança que tudo pode melhorar.
- E há quem, sem razão aparente, não suporte estar vivo.
- Ou não suporte ver outros com mais sucesso junto dos familiares.
- Às vezes é o resultado de mimo a mais…
- Sim, é sempre algo que não está bem doseado e que causa desequilíbrio com a realidade.
- Mas é essa realidade que se tem de enfrentar e superar como mais uma tarefa a fazer.
- Pois é! Tão simples e tão difícil!
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Imagem retirada da net
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Disse  Oscar Wilde:  Toda a gente é capaz de sentir os sofrimentos de um amigo. Ver com agrado os seus êxitos exige uma natureza muito delicada !
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publicado por eva às 00:23

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Quarta-feira, 15 de Abril de 2009

Quem sabe?

Almoço à beira rio, bastante calor e boa brisa a contrabalançar o Sol forte.
Horas e horários para cumprir.
Sentia-se um bom ambiente entre a limpeza e a decoração da casa.
Sentia-se, também, algum constrangimento entre o desconhecido e a vontade de revisitar lugares e lembranças de outros tempos.
Os docinhos típicos rivalizavam com as loiças pintadas tradicionalmente.
Tudo tão bom quanto cansativo.
Seria do ar fresco e das diferenças do ar livre para quem, quase sempre, está dentro de casa?
Seria da correria para chegar a tempo?
Seria do Sol forte e a moleza pela comida extra a pesar no corpo?
- Ou não seria cansaço mas sim relaxe por conseguir fazer algo que se desejava há muito tempo?
- Quem sabe? Agora é tempo de ir por essa estrada de terra e tão larga que parece uma avenida. É muito bonita com as árvores junto às bermas a formar uma alameda. Continua o Sol quente e radioso, apesar de já passar do meio da tarde.
- Mas onde estás? E onde está essa estrada?
- Mesmo à tua frente, como é possível não a veres?
- Adeus!

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Imagem retirada da net

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Disse  André Malraux:  Se existe uma solidão em que o solitário é um abandonado, existe outra onde ele é solitário porque os homens ainda não se juntaram a ele !

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publicado por eva às 00:33

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Terça-feira, 14 de Abril de 2009

Música viva

As músicas dos rios, e lembro especialmente a do Moldava, são uma preciosidade de sons cristalinos e de sons arrojados, a julgar pelas aventuras que contam nas melodias.
Há músicas que preenchem o ar, o espaço, enchendo tudo com os seus sons – a natureza, a paisagem citadina… Enfim, tudo fica impregnado da melodia que vai tocando.
E nós também, é claro!
Parece que a nossa roupa, o nosso corpo, faz jus às notas musicais que ouve e vibra em uníssono com elas. Olhando o céu, recortado entre as cortinas da sala, parece que ele também vibra, com o seu azul, em conformidade com as notas.
Gosto apaixonadamente de música e hoje, apesar de não conseguir tocar nada, é igualmente bom sentir o vibrar da música em mim, em redor de mim.
A música parece ficar viva, tal a sua dinâmica.
- Vem aí um novo dia…
- Sim, talvez seja um dia mudo ou talvez seja musical.

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Caixa de música - Porter Museum em Vermont
Imagem retirada da net

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Disse  Ludwig van Beethoven:  A música é o vínculo que une a vida do espírito à vida dos sentidos. A melodia é a vida sensível da poesia !

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publicado por eva às 08:25

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Segunda-feira, 13 de Abril de 2009

Que serei eu para Deus?

Eu creio em Deus. E pergunto então: que serei eu para Deus?
Se Deus é tudo, é tão infinitamente tudo – piedoso, amoroso, caridoso, misericordioso, etc. – que serei eu para Deus?
Sendo Deus omnipotente – que serei eu para Deus?
É difícil para mim – na minha insignificância perante o cosmos ou perante a natureza que nos rodeia e que tem forças ainda não explicadas – perceber o que sou para Deus!
Tudo o que me dedico a construir para os outros, para mim e em mim, que significado tem isso para Deus?
As diferenças que se vêem um pouco por todo o lado – que significado têm para Deus e a sua criação?
Que sou eu nessa criação divina?
Olhando o céu, tão alto, e olhando para mim, que faço eu de mim?
Que faço da minha vivência aqui?
- Não sei, o modo de viver é responsabilidade tua.
- Pois é e não sei se está correcto.
- Está a ser como gostas, segundo os teus princípios?
- Talvez… O resto é dourado pela paciência e pela tolerância.

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Isabel Marques da Silva, Zabé da Loca
Zabé de Isabel, da loca por ter vivido 25 anos numa gruta (loca)
Imagem retirada da net

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Disse Teilhard de Chardin: Ninguém no Mundo pode salvar-nos ou perder-nos, contra a nossa vontade !

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publicado por eva às 19:42

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Domingo, 12 de Abril de 2009

Gomes Leal # O rouxinol do calvário

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Na noite que passou
o Cristo, no Calvário,
um rouxinol cantou
sobre a Cruz, solitário.

Os trigueiros soldados
e os lírios de Salém,
perguntavam pasmados:
- Que voz canta tão bem?

Como sentindo os males
das suas próprias penas,
vergavam-se nos cálix,
chorando, as açucenas.

Choravam os caminhos,
os dados, os cilícios,
a grinalda de espinhos
e a esponja dos suplícios.

Choravam os sem luz
e os rijos peitos bravos.
Começavam na cruz
a vacilar os cravos.

Pelo tranquilo espaço,
paravam as estrelas,
e o vagaroso passo
as mudas sentinelas.

Os peitos desumanos
ressentiam mudanças.
Deixavam os romanos
escorregar as lanças.

Assim cantou... cantou...
lembrando o Amor, o Céu.
Quando Jesus morreu,
do lenho, enfim, voou!... 


 

de Gomes Leal
in "História de Jesus para as criancinhas lerem"
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Disse  Gomes Leal:  Há uma faculdade prestigiosa na nossa alma, que nos torna rivais dos deuses; chama-se «vontade» !

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publicado por eva às 00:29

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Sábado, 11 de Abril de 2009

Equilíbrio

Era como nos filmes. Ora estava ali, ora se desfazia em luzinhas de energia e aparecia noutro lugar.
E quando se fartava do outro lugar, voltava a desfazer-se nas tais luzinhas e ia para outro sítio que gostasse mais.
Desse modo, achava que era uma capacidade sua poder sair, ou entrar, em qualquer situação quando o desejasse.
Esta atitude transformou-se da facilidade de poder escolher onde estar para a defesa fácil de estar onde lhe apetecesse mais.
Daí começou uma fuga sem perceber, sequer, que tinha arranjado um meio de fugir às complicações, ou às dificuldades.
O que tinha começado por ser uma possibilidade passou a ser uma estratégia.
Enfim, demorou bastante tempo até entender o que lhe acontecera.
Nessa altura, já vivia mais nas ilusões que criava do que na realidade, da qual, aliás, fugia constantemente.
Pouco menos que louca de ilusões, resolveu estudar a sua situação, analisando os acontecimentos e começando um auto-tratamento.
- E deu resultado?
- Pois claro! Hoje é uma pessoa que enfrenta o seu dia-a-dia e quando lhe apetece fugir, senta-se à espera pelo equilíbrio dourado que, ao atingi-lo, lhe permite resolver as coisas.

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Guyer Salles - Em perfeito equilíbrio
Imagem retirada da net
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Disse Dadi Janki: Os nossos valores guiam os nossos pensamentos e os nossos pensamentos são as sementes das nossas palavras e acções. Isso é tão importante que cada um deveria perguntar-se: quais são os meus valores na vida ?
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publicado por eva às 17:23

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Bem vindos! Namastê!

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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