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Escritos de Eva

Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

Escritos de Eva

10
Fev09

Conferências

eva

Estão todos reunidos numa sala polivalente, de espectáculos e reuniões.
Daquelas salas que têm palcos e holofotes e onde podem realizar-se projecções e baixar a intensidade da luz até à luminosidade conveniente.
Era o dia de conferências seguidas sobre temas regionais de interesses pragmáticos.
Enfim, foram abordados diferentes assuntos, que versavam dos transportes públicos à logística, da agricultura à instrução e cultura especializada dos agricultores.
O desenvolvimento tecnológico e cultural era a tónica das comunicações.
Enfim, chegamos todos às conclusões habituais mais à grande novidade do dever individual em vez da corrida aos direitos face às desgraças.
- Isso não quer dizer liberalismo em vez de confraternidade?
- É um modo de colocar a questão, mas prefiro a valorização individual à despersonalização dos grandes interesses.
- Porquê? Qual a vantagem?
- A vantagem é cada um realizar projectos úteis para si e para os outros. Se quiseres, deixarem de correr a foguetes!
- Mas, dantes era mais fácil.
- Mais fácil, menos progressista e mais interessante para os lobbies; porém, geralmente, não era útil nem oportuno para o indivíduo.

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Imagem retirada da net

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Disse  Winston Churchill:  O político deve ser capaz de prever o que vai acontecer amanhã, no próximo mês e no próximo ano, e de explicar depois o porquê de não ter acontecido !

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09
Fev09

A verdade

eva

Verdade das coisas. O que é a verdade?
- A minha verdade sobre este ou aquele assunto – hoje é uma, ontem, se calhar, era outra; quando era criança talvez nem desconfiasse do assunto e no futuro poderei, ou não, mudar de ideia quanto ao dito assunto.
- E então a verdade é o quê?
- É o estar aqui e não noutro lugar – isto é – acho que não estou em dois lugares ao mesmo tempo.
- Nem em pensamento? Porque quando se pensa estabelecem-se relações e co-relações…
- Nesse caso, agora pergunto eu, onde está a verdade?
- A verdade sou eu em todas as idades e situações. Se duvidarmos sempre, onde encontraremos a verdade?
- Humm… Pilatos também perguntou a Jesus o que era a verdade.

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Nicolas Poussin - O Tempo subtrai a Verdade à Inveja e à Discórdia
Imagem retirada da net

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Disse  Raymond Aron:  Porque se representa a Verdade nua? Para que cada um a vista como lhe pareça !

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08
Fev09

Vida depois da Vida no Antigo e Novo Testamento

eva

 

1º Livro de Samuel  28, 3-17


[Aos textos do Livro de Samuel atribui-se a datação do século V a. C. (antes de Cristo)]

Samuel falecera e todo o Israel chorava a sua morte. Sepultaram-no em Ramá, sua cidade. Saul havia expulsado do país os que praticavam a adivinhação e a invocação dos mortos. Os filisteus mobilizados foram acampar em Chuném. Saul, reunindo as tropas de Israel, foi acampar em Guilboa. Ao ver o exército dos filisteus, Saul afligiu-se e teve um medo enorme. E consultou o Senhor, que não lhe respondeu, nem pelos sonhos, nem pelas sortes, nem pelos profetas. Saul disse, então, aos seus servos: «Buscai-me uma mulher que invoque os espíritos dos mortos, e eu irei consultá-la.» Responderam-lhe eles: «Há uma em En-Dor.» Saul disfarçou-se, mudou de roupa, e pôs-se a caminho com dois homens. Chegaram de noite à casa da mulher. Saul disse-lhe: «Prediz-me o futuro, invocando um morto, e faz-me aparecer quem eu te designar.» Respondeu-lhe a mulher: «Bem sabes o que fez Saul, ao eliminar os que invocavam os espíritos dos mortos e os adivinhos. Porque me armas ciladas para me matar?» Mas Saul jurou-lhe pelo Senhor, dizendo: «Por Deus, não te acontecerá mal algum.» Disse-lhe, então, a mulher: «A quem invocarei para esse assunto?» Respondeu-lhe Saul: «Faz com que me apareça Samuel.» E a mulher, tendo visto Samuel, soltou um grande grito, e disse a Saul: «Porque me enganaste? Tu és Saul!» Disse-lhe o rei: «Não temas! Que viste?» Respondeu a mulher: «Vi um espírito que subia da terra.» Saul replicou: «Qual é o seu aspecto?» Replicou: «O de um ancião envolto num manto.» Saul compreendeu que era Samuel e prostrou-se com o rosto em terra. Samuel disse a Saul: «Porque perturbaste o meu repouso, fazendo-me vir aqui?» Respondeu Saul: «Estou numa grande angústia, porque os filisteus me atacam e Deus retirou-se de mim, não me respondendo, nem pelos profetas, nem pelos sonhos. Chamei-te para que me digas o que devo fazer.» Samuel disse-lhe: «Porque me consultas, uma vez que o Senhor se retirou de ti, tornando-se teu adversário? O Senhor fez como havia anunciado pela minha boca. Ele tirará a realeza da tua mão para a dar a outro, a David.

 
Evangelho segundo S. Marcos 9, 2-6

[Ao texto do Evangelho segundo S. Marcos atribui-se a datação de cerca do ano 70]

Seis dias depois, Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e João e levou-os, só a eles, a um monte elevado. E transfigurou-se diante deles. As suas vestes tornaram-se resplandecentes, de tal brancura que lavadeira alguma da terra as poderia branquear assim. Apareceu-lhes Elias, juntamente com Moisés, e ambos falavam com Ele. Tomando a palavra, Pedro disse a Jesus: «Mestre, bom é estarmos aqui; façamos três tendas: uma para ti, uma para Moisés e uma para Elias.» Não sabia que dizer, pois estavam assombrados.

 
Evangelho segundo S. Mateus 17, 11-13

[Ao texto do Evangelho segundo S. Mateus atribui-se a datação de cerca dos anos 80-90]

Ele respondeu:«Sim, Elias há-de vir e restabelecerá todas as coisas. Eu, porém, digo-vos: Elias já veio, e não o reconheceram; trataram-no como quiseram. Também assim hão-de fazer sofrer o Filho do Homem.» Então, os discípulos compreenderam que se referia a João Baptista. 


in “Bíblia Sagrada” da Difusora Bíblica
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Diz a  1ª Carta de Paulo aos Coríntios:  Há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo; há diversidade de serviços, mas o Senhor é o mesmo; há diversos modos de agir, mas é o mesmo Deus que realiza tudo em todos !
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07
Fev09

Reencontros

eva

Como que uma chuva de estrelas de prata vinha até nós e essas luzinhas prateadas estavam à nossa frente, tanto no chão como parecendo a chuva.
- Já sei o que era – era uma cortina com esses desenhos.
- Se calhar…
- São muito bonitas e há de várias medidas, em prateado, branco, dourado e outras cores.
- E nós sentimo-nos muito bem,
fantasticamente bem!
Era um sentir bem fisicamente e também sentirmo-nos felizes sem saber do quê. Pois apenas estávamos ali parados porque não podíamos avançar.
- Essas cortinas podem ser leves ou pesadas e, neste caso, entravam a passagem.
- A seguir vimos gente conhecida que não víamos há muito tempo e foi, então, uma ocasião de reencontro e de trabalho. As tarefas foram-se desenrolando de modo diferente para cada um de nós, mas todos completaram a sua com satisfação. A organização dos trabalhos era impecável e, no entanto, não se via ninguém a dirigir, trabalhara-se lado a lado.
- Mas essa cortina estava pendurada aonde?
- Eu não percebi a tua cortina…

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Dennis Warren - Dueto
Imagem retirada da net

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Disse  Carlo Goldoni:  O mundo é um belo livro, mas é pouco útil a quem não o sabe ler !
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06
Fev09

Pormenores

eva

Ursos de peluche que nos olham fixamente. Sons de flauta de bambu. Um Sol pálido que nos ilumina.
Eis o enquadramento para o trabalho que desenvolvemos, um pouco a cada dia.
É um trabalho que se faz e nunca se dá por acabado, porque há sempre mais para fazer.
E porque o que se faz com devoção também não cansa - pelo contrário - junta-se à impressão de utilidade.
É bom sentirmo-nos úteis. E, às vezes, somos úteis em pormenores insignificantes.
Os pormenores que parecem insignificantes são, muitas vezes, os que têm a importância toda.
A nossa vida decide-se em pormenores e, mesmo os mais racionais, continuam a ser pormenores no todo da vivência.
- Às vezes é conveniente um afastamento de nós connosco, não é?
- Pois, senão não entendemos a conjuntura e, além disso, os pormenores podem fazer a qualidade manifestar-se, ou não.

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Ursula McCannell - A Flauta Mágica
Imagem retirada da net

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Disse  Antoine de Saint-Exupéry:  Se atraiçoas a tua vocação, é a ti que desfiguras !
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05
Fev09

Medida justa

eva
Às vezes queremos tanto fazer bem e ajudar… e só erramos.
Outros, sem querer, ou pensar sequer, acertam e benfazejos se tornam.
Que dizer? Pois é assim! Se é conveniente pensar e reflectir também é conveniente não ficar a pensar mais do que seja sensato.
Para tudo há sempre uma medida justa.
Se damos muito carinho e não damos lugar à necessária independência…
Ou se não damos muito carinho e cedemos lugar à personalidade independente e fechada…
Ou se exigimos em demasia e a resposta é desistência ou arrogância…
Ou ainda, se não exigimos e nasce o relaxe ou a despreocupação desrespeitosa…
- Será assim?
- Na maior parte das vezes é, mesmo, uma dessas situações referidas.
- Mas cada um percebe a vida e o mundo segundo os próprios elementos conjunturais. E o meio em que o indivíduo se desenvolve tem uma importância capital.
- Tem importância como os outros elementos. E todos os passos são úteis. Ano após ano, todos nos vamos transformando sempre, sem cessar.
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Gregory Colbert
Imagem retirada da net
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Disse  Ortega y Gasset:  Muitos homens, como as crianças, querem uma coisa, mas não as suas consequências !

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04
Fev09

Coisas simples da vida

eva

Um gato listado está sentado no bando de jardim.
É sempre o mesmo gato e o mesmo banco.
Quando nos vemos, ainda ao longe, ele começa a miar e a olhar para nós, mas não se mexe.
Assim que chegamos perto, salta do banco e vai rebolando na relva à espera das festas habituais.
Todos lhe damos uma dose de festinhas e, então, ele segue o seu caminho.
Mas vai miando e olhando para trás, para nós.
Mais à frente pára e senta-se outra vez à espera.
E a cena vai-se repetindo até irmos, mesmo, embora dali.
Na semana seguinte volta a repetir-se a cena.
- E que tenho eu com isso?
- Absolutamente nada, é conversa ao vento. Apenas apeteceu partilhar esse acontecimento contigo. Achei piada ao gato do jardim.
- Eu não acho piada a nada disso, nem a gatos.
- És sisuda, é o que és. Acho que estes pormenores são coisas boas da vida; são simples e alegram os dias vulgares…
- Mas se já se está a instalar uma rotina?
- Ora, és sisuda e triste!

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S. S. tripathi
Imagem retirada da net

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Disse  Johann Goethe:  A alegria não está nas coisas, está em nós !

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03
Fev09

Modos de viver

eva

Modos sérios de encarar a vida e as coisas do dia-a-dia. E modos descontraídos de viver.
Todos vivem e sobrevivem às asperezas do caminho de cada um.
Uns são mais sisudos e formais, outros mais alegres e agradáveis.
Outros, ainda, distinguem-se pela indiferença e vão singrando o seu caminho adaptando-se completamente, sem gasturas, nem esperanças ou sonhos.
São modos de viver e de estar perante os outros. A cada um a sua medida.
Os problemas surgem quando somos de um modo e queremos ser doutro, mais esforçado e que não está na nossa natureza.
Aí advém um esforço que facilmente se processa em desajuste e depressão ou ansiedade.
Se a mudança for valiosa em termos de qualidade e de progresso do ser – então valerá todo o esforço desenvolvido.
 

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Sonia Peters - Campeã de ténis em cadeira de rodas
Imagem retirada da net

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Disse  Séneca:  O esforço chama sempre pelos melhores !

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02
Fev09

Percepções

eva

Mortos e vivos para uns; renascidos para a eternidade do ser e vivos na dimensão física para outros.
Seja dito deste modo ou doutro, a morte, misteriosa para muitos, é uma passagem para o retomar da vida espiritual, de modo mais pleno.
No entanto impõe-se o dilema da morte – o que é? Como aceitar?
Pois cada um aceitará e a compreenderá conforme puder o seu entendimento e a sua capacidade de esperança.
Trata-se disso, mais do que de crença, mais do que cada um consegue ver desta vida e do que consegue perceber de outras vidas.
Porque o que ouve pode ser ficção, pode ser outro Matrix, pode ser… sei lá o quê!
Cada um tem para si a resposta que aceitar como verdadeira, mesmo que não seja suficiente para apaziguar as tristezas e mágoas que cala fundo no seu coração.
- Olha, estão ali! Afinal estiveram ali o tempo todo.
- Onde?
- Ali, naquele banco. Não os vês? Mas escreveste o que te estiveram a dizer, ora!

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Estátua de Jean Argent - Alice do outro lado do espelho
Imagem retirada da net

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Disse  Mahatma Gandhi:  Um erro não se transforma em verdade pelo facto de ser muito propagado, nem a verdade se transforma em erro pelo facto de ninguém a ver !

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01
Fev09

Maria José Rijo # O Curinga

eva

Às vezes, sem quê, nem porquê, ocorre-nos pensar cada coisa mais inesperada que, se bem que no primeiro momento, pela surpresa, nos possa divertir, depois, até nos faz reflectir e pensar.
O ano, de 2008, terminava.
Por escolha minha, estava só, como já estivera no Natal.
À medida que o tempo vai passando, cada vez mais, estas e outras datas, ganham tão profundo significado, que o acto de as comemorar requer uma intimidade connosco próprios que só se consegue no silêncio e na solidão.
Minha Avó, frente aos grandes acontecimentos, tristes ou alegres, recolhia-se dizendo: - vou rezar!
Lembro-me de não entender, o que agora se me afigura tão evidente como reconhecer que as nascentes brotam do misterioso interior da terra.
Claro que, estando só, podia escutar dentro de mim, como numa sinfonia, o eco, amalgamado, de tudo o que a Vida já me deu.
Assim, dei comigo lembrando o costume antigo das famílias quando se reuniam, nas tardes, ou aos serões, para conviver, jogar damas, cartas, dominó, xadrez, mah-jong, ao assalto, à glória...
As escolhas eram feitas de acordo com o número de pessoas, as idades e os gostos. Então, em épocas de festividades, nas grandes confraternizações familiares, quando as presenças eram bem heterogéneas, ou se escolhiam os jogos, de acordo com as preferências, por pequenos grupos, ou se fazia uma grande mesa para envolver as crianças e lá aparecia a bolsa - quase sempre - de veludo - com as bolinhas numeradas e os cartões para o loto que dava para entreter muita gente ao mesmo tempo.
Recomendava-se apenas: - quem amua, por perder, não pode jogar e, assim, se estimulava o brio da garotada que não querendo fazer má figura - entre os grandes - aprendia a suportar esses 'pequenos desaires' com dignidade.
Neste fim de ano de 2008, fiz, para meu conforto íntimo, uma retrospecção de memórias acumuladas até onde a lembrança me pôde, ainda, levar.
A certa altura, evoquei as 'paciências' de cartas que tinham, então, uma função calmante, benéfica, apaziguadora do nervosismo das inevitáveis esperas, sempre que alguém faltava ou se atrasava criando preocupação.
Como um reflexo do que recordava, agarrei, ainda hesitante sobre o que fazer, na caixa das cartas. Esvaziei-a sobre a mesa sem vontade definida.
Entretanto, fui manuseando-as, quase a olhá-las uma a uma, como quem revê esquecidos retratos de família.
Parei, nem sei quanto tempo, com as reservadas para jogar o 'crapaud,' segurando-as como um leque.
Crapaud é jogo para dois. Não poderia ser. Uma paciência era a solução possível.
Assim decidi.
Impunha-se, para isso, tirar as cartas que, muito embora sendo do baralho e completando-o, nestes jogos de entretenimento, ficam de fora, porque não são necessárias.
Melhor dizendo: estão de sobra, estão a mais.
Até se podem guardar à parte para evitar que atrapalhem.
Às vezes, se calhar perderem-se, até se poderá lamentar o facto dizendo: foi pena! faziam parte do conjunto...
Mas, logo se aduz, serviam tão pouco! Nem se vai dar por isso. Fiquei a olhar os pobres curingas. Coisa estranha!
Chamei-lhes pobres, porquê?
São os menos comuns. Nalguns jogos até os mais importantes. Valiosos. Há casos em que até exibem um certo mimetismo!
Fazem as vezes de outras com igual préstimo, são, digamos: -poli-valentes...
Estranha na sociedade das cartas, a situação do curinga... Onde pode valer tudo, ou nada...
Pode ser imprescindível ou absolutamente inútil, como sorte de gente.
De muita gente. De tanta gente...nestes jogos de família. Talvez por isso o configurem muitas vezes de clown...
Vá-se lá saber, desse jeito, se está a rir ou a chorar... Nem ele quereria que o soubessem - suspeito!
2009 - chegou! - ou tudo, ou nada ! - Como o curinga. - Rir? - Chorar?
Depende - também - de quem baralha, dá cartas e tem o jogo na mão...
Haja esperança!
Embora se saiba que há quem faça batota e ganhe sempre...
Feliz 2009!
 
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in Jornal Linhas de Elvas, 8 de Janeiro de 2009
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Disse  Maria José Rijo:  Tempos melhores, só virão com Homens melhores, e esse esforço, essa luta, é de todos nós !
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