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Quinta-feira, 20 de Novembro de 2008

A indecisão

Indecisão – que fazer?
Tantos sim e tantos não que prevemos antes de tomar decisões.
Por vezes, parece demasiada responsabilidade para ser realizada apenas por uma pessoa.
E quantos – outros - dependem dessas decisões…
Que lhes poderemos dizer quando, afinal, nos enganamos?
Que podemos fazer quando outros vão ser sobrecarregados pela nossa incompetência, mesmo quando ela é fruto de muita reflexão e trabalho?
Dizia-se na minha família que, quando o trabalho está bem feito ninguém pergunta nada e, talvez, felicitem; porém, quando o trabalho está imperfeito todos perguntam se houve pressa…
Quando se é responsável e zeloso ocorrem muitas dúvidas.
Nesses casos a indecisão é apenas o tempo da dúvida.
Noutros casos, a indecisão é simples omissão, pela preguiça de tomar resoluções.
Reportemo-nos ao primeiro caso e o zelo não deve resvalar para o excesso de zelo.
Tudo tem o seu ponto de virtude.
- Ou seja, o ponto de rebuçado!

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Imagem retirada da net

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Disse  Jacques-Bénigne Bossuet:  Não falemos mais de acaso e de sorte, ou então citemo-los apenas para ocultar a nossa ignorância !
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publicado por eva às 00:30

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Quarta-feira, 19 de Novembro de 2008

Recados

Ela estava ali, com um vestido amarelo que lhe ficava tão bem!
Olhava-me e dava os seus recados para a mãe.
A mãe não estava longe, mas não a percebia.
Finalmente sentiu o seu doce abraço e os seus beijos amorosos e comovidos, que lhe envolveram a cara e até o cabelo.
Uma mãe sofrida, com vários falecimentos seguidos em familiares muito chegados.
Uma mãe que foi conseguindo sempre forças para seguir adiante.
Agora, esta filha também vai estar perto dela, mesmo que não a perceba.
São engraçados os laços que se conseguem fortalecer na distância, às vezes bem mais fortes do que quando estamos juntos e nos parece que ter todo o tempo do mundo à mão.
Como se nada pudesse abalar o aconchego de um lar.
O lar que é tão mais querido quanto mais o sentimos nosso.
Às vezes é ainda a casa dos pais, outras já a nossa, outras nem isso.
O que é importante é um dia sentir que temos um lar, ou um lugar, que nos acolhe sempre que ali nos dirigimos, um lugar aconchegado de amor e calor humano, onde nos sentimos compreendidos e podemos simplesmente estar, e, mesmo sem falar sequer, poder estar ali em são convívio.
É um convívio de corações em sintonia.
E geração após geração, um lugar destes é sempre muito importante para todos os que o partilham e para a paz que gera nos corações de cada um.

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Imagem retirada da net

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Disse  Fernando Pessoa:  Estamos ainda, e durante séculos estaremos, na escola e só na escola !
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publicado por eva às 00:25

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Terça-feira, 18 de Novembro de 2008

Planeta vivo

Osgas e lagartixas pequeninas andam por todo o lado, parecendo jogar às escondidas com as pessoas e as casas.
Correm rastejando e até trepando socalcos em pequenos pulos, muito desengonçados. Para o chão atiram-se mesmo como se soubessem voar.
Pois, todos fazemos parte do planeta vivo, dos mais bonitos aos mais feios.
Maiores ou menores, mais «fofos» ou mais assustadores.
- Sim, sim, todos! Mas que queres, efectivamente, uns são agradáveis e outros não. São como as pessoas – de algumas apetece fugir e de outras apetece aproximar e nem percebemos porquê.
- Entretanto já é a nossa vez. Um menu de 5 e outro de 4. Obrigado.
- Aquela mesa ali já está vazia e limpa.
- Finalmente sentados e, melhor ainda, para poder comer quando se tem fome.
- Bem, sem dúvida que a comida necessária também faz o dia.
- Esse é um dos meus desejos – que chegue o dia em que mais ninguém passe sede ou fome e possam todos saber o que é um abraço ou um sorriso amistoso, sem querer nada em troca.
- Hum, hum!

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Imagem retirada da net


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Disse  Martha Medeiros:  O contrário do amor não é o ódio, é a indiferença !
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publicado por eva às 00:29

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Segunda-feira, 17 de Novembro de 2008

A morte

Vencer a morte, não! Vencer aquela morte – talvez.
Porque, simplesmente, ainda não tinha chegado a hora dele. São alturas de profundo sofrimento, em que tanto faz viver ou morrer, apenas interessa ultrapassar aqueles minutos, dias ou meses de agonia.
Depois de tudo passado, tudo deverá ser apenas lembrança, sem dores, e nessa altura dá-se uma alegria de estar vivo.
De estar vivo para todas as coisas.
E então, como lhes parecem lindas – como nunca antes se perceberam.
Cada momento tem então o sabor de toda a nossa energia.
Parece que se personalizaram os objectos, as situações, os caminhos ou trajectos, os convívios.
Até a água e o pão simples têm um sabor mais requintado. E então surge um apego mais forte…
Para uns, esse apego é à vida, ao quotidiano, à família, ao trabalho, dinheiro, etc.
Para outros é ao Ser Divino que nos concedeu mais tempo de saúde para gozar a vida o melhor possível.
Para todos surge um outro modo de viver.
- Mas… Vale a pena?
- Uma nova oportunidade de viver é sempre valiosa, seja qual for o entendimento que dela se tenha.
- Certo! Uma oportunidade tem sempre essa finalidade!

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S. Dali - O Sono 
Imagem retirada da net

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Disse  Muslah-Al-Din Saadi:  Quando morreres, só levarás aquilo que tiveres dado !
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publicado por eva às 00:39

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Domingo, 16 de Novembro de 2008

Agostinho da Silva # Felicidade e infelicidade

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Os felizes passam na vida como viajantes de trem que levassem toda a viagem dormindo; só gozam o trajecto os que se mantêm bem despertos para entender as duas coisas fundamentais do mundo: a implacabilidade, a cegueira, a inflexibilidade das leis mecânicas, que são bem as representantes do Fado, e cuja grandeza verdadeira só se pode sentir bem no desastre; é quando a catástrofe chega que a fatalidade se mede em tudo o que tem de divino, e foi pena que não fosse esta a lição essencial que tivéssemos tirado da tragédia grega; como pena foi que só tivéssemos olhado o fatalismo dos árabes pelo seu lado superficial.
Por outra parte, é igualmente na desgraça que se mede a outra grande força do mundo, a da liberdade do espírito, que permite julgar o valor moral no desastre e permite superar, pelo seu aproveitamento, o toque do fatal; não creio que Prometeu estivesse alguma vez verdadeiramente encadeado: talvez o estivesse antes ou depois da prisão; mas era realmente um espírito de liberdade e um portador de liberdade o que, agrilhoado a montanha, se sentiu mais livre ainda; porque podia consentir ou não no desastre, superá-lo ou não, ser alegre ou não. E este ser alegre não significa de modo algum a alegria daquele tipo americano de «Quebre uma perna e ria»; acho que eram muito mais alegres as pragas dos velhos soldados de Napoleão. No fundo é o seguinte: é necessário, ajudando a realizar o homem no que tem de melhor, que a mesma energia que se revelou pela física no mundo da extensão, se revele pelo espírito no mundo do pensamento e domine a primeira vaga de energia, como onda rolando sobre onda mais alto vai. E mais ainda: que pelo momento de infelicidade, o que não poderá nunca suceder no caso da felicidade, entenda o homem como as duas espécies ou os dois aspectos de energia se reúnem em Deus. Só por costume social deveremos desejar a alguém que seja feliz; às vezes por aquela piedade da fraqueza que leva a tomar crianças ao colo; só se deve desejar a alguém que se cumpra: e o cumprir-se inclui a desgraça e a sua superação.
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de Agostinho da Silva
in “Textos e Ensaios Filosóficos”
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Disse  Agostinho da Silva:  Ser intransigente com os outros não tem grande sentido; eles são o que podem ser e creio bem que seriam melhores se o pudessem !
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publicado por eva às 00:30

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Sábado, 15 de Novembro de 2008

Paralelo Inacabado IX

Parece uma caverna iluminada lá ao longe, por cima do mar – como que suspensa.
Faz lembrar aquele hotel, creio que na Turquia, em que os quartos são antigas cavernas escavadas na rocha.
Desde a decoração dos móveis à iluminação escolhida para as diferentes partes – quartos, entrada e recepção, salas de jantar e de estar, espaços e recantos arranjados ao ar livre – tudo é uma mostra do que o Homem é capaz quando se empenha na beleza a favor da não menos bela natureza.
A tal caverna afinal é uma passagem para um campo, ou vale, extenso e ameno.
Parece intocável, que ninguém passa por ali. Nem a relva mexe….
E então passámos nós a chapinhar nas pequenas poças de água límpida do campo, que logo a seguir se transformou em areal.
Lá vamos nós, em grupo cada vez mais numeroso entre os que vinham e os que nos vêm acolher.
Seguimos todos, não sabemos bem para onde, porque não falamos a mesma linguagem.
Por gestos e por sinais lá nos fomos organizando, como se formássemos uma excursão.
- Vamos fazer o quê?
- A dar o melhor de nós a quem não sabe o que isso é.
- Eu também não sei, ora!
- Sabes sim!
A dar simpatia, carinho e consolo a quem está ou se sente órfão. A quem está só e não aguenta bem a solidão.
- A solidão ou o vazio de si mesmo?

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Maria João Brito de Sousa – A Lágrima
Imagem retirada da net

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Disse  Marco Aurélio:  Em parte alguma se encontra lugar mais tranquilo, mais isento de ruídos, que na alma !
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publicado por eva às 00:31

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Sexta-feira, 14 de Novembro de 2008

Escravidão de crianças

Não vi e vi, parece que vi só de saber e… as lágrimas caíram.
O assunto das imagens era o tráfico e escravidão de crianças, vendidas pelos pais por pouco dinheiro.
Um dos casos foi por alguma comida, durante uma semana. E nem quiseram saber se o filho que vendiam poderia ser muito mais que isso, ao ajudá-los na lida do campo.
Outras vezes são as raparigas escravizadas e violadas repetidamente para estarem continuamente grávidas e os bebés serem imediatamente traficados, para tudo (mesmo tudo) o que se possa imaginar.
Enfim – a decadência humana em esplendor!
Sei bem que as sociedades têm culturas próprias.
E que o contrário é igualmente verdadeiro – isto é, que todos são passíveis de se aculturarem.
Que não há mãos a medir em certos sítios – as pessoas vivem em piores situações que os animais.
Que há pessoas que têm bons quocientes de inteligência e que actuam, por vezes, de modo tão degradante que os animais lhes são superiores em dedicação e carinho pelos semelhantes.
Hoje, em finais de 2008, vê-se o quê sobre desigualdade de condições humanas por esse mundo? Vêem-se adultos a obrigar crianças a fazer coisas que eles, adultos, não querem fazer.
E vêem-se e… ahh, pois vêem! Vêem-se grupos, equipas de pessoas excelsas que sacrificam o seu bem-estar para socorrer todos os casos que podem.
São uma gota no oceano? – pois são!
Mas é gota a gota que se formará – um dia – um oceano de paz e dignidade humana.
Bem hajam os que dão o melhor de si e conseguem ajudar outros tão carenciados e, ainda, dar ânimo e esperança aos que desesperam e fraquejam.
- Olha ali! Está uma criança com uma flor enorme em amoroso agradecimento.
- Onde?
- Acho que é doutro nível…
- Hã?

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Imagem retirada da net

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Disse  Madre Teresa de Calcutá:  Sei que o meu trabalho é uma gota no oceano, mas sem ele, o oceano seria menor !
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publicado por eva às 00:23

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Quinta-feira, 13 de Novembro de 2008

A ilusão da ilusão

- Ora, assim é muito fácil.
- Ah, é?
- Sim, se tudo o que vemos e temos é ilusão, como ele disse, então não precisamos de nos ralar. Nem muito nem pouco – nada, nadinha, nada mesmo!
- Essa é boa, então porquê?
- Se é ilusão, nada é real, então ralar para quê? Vamos mas é viver a vidinha à vontade e fazer o que nos apetece. Pois se é ilusão, vamos aproveitar a ilusão e gozar o mais possível.
- Não me pareceu ser bem essa a ideia. Efectivamente não é necessário cair nem em depressão nem em delírio por não ter o que se deseja ou, sequer, se gostaria de ter ou ser. Tudo tem um tempo certo…
- Isso, vês – estás a dar-me razão. Vamos sair, gastar, gozar e quando estivermos cansados – vamos descansar. E no dia seguinte e no outro será assim também até se esgotar o nosso tempo. Aí morremos e pronto!
- E pronto?
- Pois, pronto - acabou!
- Então não ouviste a parte de que, nessa altura, vamos ver na balança da nossa vida o que fizemos de bem e de mal.
- Não estou a perceber… Ai, ai!… Se foi, é e será tudo ilusão…
- Isso sim, portanto chegamos aí ao ponto em que a ilusão é, também ela, uma ilusão – ou não?

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Salvador Dali - Dali, com seis anos, quando pensava ser uma rapariga, levantando a pele da água para ver o cão adormecido à sombra do mar
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Imagem retirada da net


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Disse  Giacomo Leopardi:  Parece um absurdo, e no entanto é a exacta verdade, que, se toda a realidade for vazia, não haverá mais nada de real nem de substancial no mundo além das ilusões !
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publicado por eva às 00:28

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Quarta-feira, 12 de Novembro de 2008

Força universal

Água a correr – não sei onde, mas deve ser perto daqui, porque se ouve muito bem.
Parece um «carreirinho» de água a cair, talvez de uma louça ou água de outra água em desnível.
É um barulho relaxante, sobretudo se temos abrigo e estamos aquecidos.
Senão, pode ser algo deprimente e frio.
O calor é mais fácil de definir, porque é quase sempre aconchegante, assim como é uma luz em vez da escuridão.
Assim como são os tons claros das cores.
Assim como os tons suaves das melodias.
Creio que se pode generalizar dizendo que aquilo que transmite suavidade é sempre aconchegante.
Como é um colo de mãe, ou de pai, quando se precisa.
Como é um sorriso doce quando se carece de carinho.
- E suavidade é sinónimo de carinho, não é? Deve ser isso e muito mais ainda, porque não há dúvidas que o Amor é a maior força universal – hoje diz-se cósmica – conhecida e que conduz a felicidade.
- O Amor que todos podemos, porque temos aptidão para sentir e transmitir.

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Alfred Gockel - Sun Dance
Imagem retirada da net

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Disse  Pe. António Vieira:  Em todas as outras coisas o deixar de ser é sinal de que já foram; no amor o deixar de ser é sinal de nunca ter sido !
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publicado por eva às 00:26

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Terça-feira, 11 de Novembro de 2008

Mães

Mães e, felizmente ainda para a maioria, seus bons exemplos. E seu amor.
São quase provas de vida que nos dão e que os filhos sentem nos momentos mais difíceis.
É o acolhimento dos seus braços, das suas palavras e, sobretudo, do seu olhar.
Quando chegamos perto, com as nossas angústias e preocupações, elas esquecem as suas e olham-nos a querer indagar o porquê da nossa intranquilidade.
Longe… e elas sentem. Lá fundo, lá dentro – elas sabem tudo dos filhos.
Antes das coisas acontecerem elas sentem um aperto, um sufocar, uma tremura – um não sei quê…
Mas sabem se é deste ou daquele filho.
Sabem que algo vem… E instintivamente «agarram-se» a toda a fé que têm e pedem, enlevadas, por esse filho.
E rezam, oram e suplicam a Deus, ao divino poder, que mostre a sua mão poderosa e a sua clemência para o filho.
Então, mais tranquilas, já conseguem continuar o seu trabalho, as suas tarefas.
São mães, as que param estáticas, sem mais o quê, durante o dia, a olhar para o horizonte ou para o céu.
Vendo o que mais ninguém vê com o seu olhar especial de mãe.
Esse olhar maternal eleva todo o seu ser e chega a ser transcendente.
É a intuição de mãe, que umas têm e outras não.
Que também uns pais têm e outros não.
Que uns filhos percebem e outros não, mas que continua sempre.

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J. Kirk Richards
Imagem retirada da net


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Diz um  Provérbio judeu:  Deus não podia estar em todo o lado, e então criou as mães !
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publicado por eva às 00:26

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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