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Terça-feira, 21 de Outubro de 2008

Sementeira

Chuvas de Outono – são quentes e frias ao mesmo tempo.
São tempos de escolas, de cozinhados para guardar – são as compotas, os licores e demais doçarias.
São tempos de novas modas, de rebuscar casacos e guarda-chuvas, porque agora já não se vai conseguir fugir entre os pingos da chuva.
Ela cai ora com força ora mais leve, mas cai.
- Oh! Se cai. Cai e alaga logo as estradas.
- Mas fica tudo com um ar tão lavado! E o cheiro a terra molhada? E… as novas flores que aparecem para alegrar os nossos olhos, as nossas vidas.
- São as caras do Outono! O Outono que é o tempo de recolher o que se semeou.
- Se por acaso se semeou…
- Todos semeamos algo. Se não foram sementes da agricultura, foram sementes dos nossos comportamentos.
E agora, ou depois, vamos também recolher o que semeamos.
Como o lavrador, apenas somos livres de escolher quais as sementes.
A colheita é sempre correspondente ao tipo de semente, ao solo, à rega e ao clima.
Se optamos por determinados hábitos familiares, sociais, de trabalho ou de comunicação, são esses que se desenvolvem e dos quais iremos poder recolher os frutos.
E os frutos ou serão maus e nos farão mais omissos ou partidários de algo que estacionará o progresso; ou serão bons frutos e serão aqueles que nos farão felizes e fortes para aceitar a vida.
Aceitar a vida aceitando-a dentro de nós, sabendo ultrapassar tudo pela paciência e benevolência.

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 Vincent van Gogh - Canteiros de Flores na Holanda 
Imagem retirada da net

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Disse  Séneca:  Façamos com que a nossa vida, à semelhança dos materiais preciosos, valha pouco pelo espaço que ocupa, e muito pelo peso que tem !
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publicado por eva às 19:25

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Segunda-feira, 20 de Outubro de 2008

Encontro

Eram cores a filtrar o ar, eram energias rosas, azuis, amarelas e brancas que apareciam com a força dos acordes da música de Strauss.
Aquela composição que foi utilizada como tema de abertura do filme 2001 Odisseia no Espaço.
Nunca aquela música foi tão grandiosa para nós.
As energias apareciam do céu, do tecto alto e espalhavam-se por todos os que estavam ali, naquela sala-salão.
Gritaram-se poemas e esses sons gritantes quase que dispersaram as belas cores que o ar tinha.
Depois falou-se baixo e elas quedaram-se e envolver todos e tudo, com graça, beleza e uma doçura imensa.
Doçura do carinho daqueles que as enviaram… Mas não puderam ser ouvidos.
No apaziguamento das vozes e na leitura do melhor trabalho, as cores elevaram-se novamente com toda a força.
Esse era o trabalho mais simples, falava do AMOR, do amor sublime e provava a sua existência com o resultado de experiências científicas.
Do amor que todos conseguimos sentir sempre que nos desprendemos dos nossos interesses.
Do amor que supera tudo porque tudo é assim por alguma razão, mesmo quando ainda se desconhece a causa.
E que essa razão é algo de bom, porque sempre que a ultrapassamos somos mais lúcidos em lembrar dos outros que existem, sofrem, gozam, choram e riem.
E assim conseguimos olvidar nossas confusões de choro e tristeza, risos e alegria.
Enquanto se cantavam poemas românticos, as tais energias voaram para o espaço e reencontrando o nosso mundo – a Terra – envolveram-na com os círculos de protecção do amor, da razão, da sabedoria e de luz da paz.
Talvez… oh! Talvez amanhã não haja tantas notícias de guerras…

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Fotograma de 2001, Odisseia no Espaço
Imagem retirada da net

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Disse  Paolo Mantegazza:  Da luz apenas fogem os escaravelhos, os ladrões e os ignorantes !
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publicado por eva às 00:39

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Domingo, 19 de Outubro de 2008

Alexandre O´Neill # AUTO-RETRATO

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O´Neill (Alexandre), moreno português,
cabelo asa de corvo; da angústia da cara,
nariguete que sobrepuja de través
a ferida desdenhosa e não cicatrizada.
Se a visagem de tal sujeito é o que vês
(omita-se o olho triste e a testa iluminada)
o retrato moral também tem os seus quês
(aqui, uma pequena frase censurada…)
No amor? No amor crê (ou não fosse ele O´Neill!)
e tem a veleidade de o saber fazer
(pois amor não há feito) das maneiras mil
que são a semovente estátua do prazer.
...........Mas sofre de ternura, bebe de mais e ri-se
...........do que neste soneto sobre si mesmo disse…


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de Alexandre O´Neill
in "Poemas com Endereço"


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Disse  Rainer Maria Rilke:  Nada é insignificante ou inútil !
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publicado por eva às 00:36

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Sábado, 18 de Outubro de 2008

SER

Árvores de copas pontiagudas erguem-se para o céu.
Elas ladeiam, em cercadura, toda uma casa e jardins.
É um isolamento, é uma defesa da casa – enfim, a interpretação depende de cada um e da sua disposição em cada dia.
O problema do isolamento não é só o isolamento físico ou palpável, mas o isolamento dos habitantes da casa ou, se quisermos, em si mesmos.
Não é, também, do individualismo que se fala aqui.
Porque esse simboliza as características pessoais e a sua, maior ou menor, independência em relação aos outros e ao mundo em redor.
Fala-se agora do isolamento por solidão interior.
E isolamento também é diferente de solidão.
O isolamento pressupõe sentir-se uma ilha.
A solidão tanto é de silêncio interior como de separação dos outros.
O isolamento pode ser de pessoas, como pode ser de coisas.
A solidão está em si mesmo, no seu vazio.
Esse vazio pode ser condição necessária para se tornar reconstrutivo de si mesmo – com calma e paciência.
Pode ser o silêncio necessário para bem pensar sobre si mesmo.
Ou pode ser o vazio que aniquila.
Tanta dualidade no ser, tanta diferença necessária para o ser SER.

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Phil Bean - Abandoned Solitude
Imagem retirada da net

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Disse  Erico Veríssimo:  A gente foge da solidão quando tem medo dos próprios pensamentos !
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publicado por eva às 00:41

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Sexta-feira, 17 de Outubro de 2008

Felizes

Felizes são os que podem ver, ouvir, mover-se com independência e que, ainda, podem tentar entender o mundo e os seus enigmas.
Destes, muitos estão por esclarecer e outros tantos por descobrir e desvendar.
Mas muitos outros já são compreendidos e conhecidos da maioria.
É tão bonito perceber, conhecer!
Ouvir falar de um tema e saber a que se referem…
Utilizar a curiosidade, não para bisbilhotices, mas para ir procurar informações que permitam conhecer melhor qualquer coisa nova ou acabada de aprender.
É tão bom estar lúcido – lúcido para a vida.
E, ainda melhor, lúcido de si mesmo.
Dos seus próprio silêncios, dos sentires do próprio coração.
Das interpretações que faz – rapidamente ou não – das informações que os sentidos lhe enviam do mundo exterior que o rodeia.
Sentir a lucidez de estar vivo, conscientemente vivo, porquê e para quê…
Ser lucidamente feliz consigo, com os outros e com o mundo, mesmo nas piores circunstâncias.
Porque ser feliz pode ser simplesmente sentir-se um – uma parcela importante para o todo porque reflecte o todo – a unidade em si a favor de si mesmo e que redunda na sua participação para a felicidade de todos.
É bom ser feliz assim…

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Imagem retirada da net

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Disse  Ludwig Wittgenstein:  A solução do enigma da vida no espaço e no tempo encontra-se fora do espaço e do tempo !
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publicado por eva às 00:31

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Quinta-feira, 16 de Outubro de 2008

Amanhã continuamos

Numa plataforma de pedra branca caem flores – é uma homenagem.
As pessoas homenageadas estão emocionadas e vão agradecendo, uns de pé, outros de joelhos.
Parece que fizeram um bom trabalho mas, segundo a opinião geral, tal não seria possível sem a ajuda de outros tantos, que nunca são conhecidos, mas que foram imprescindíveis para a boa condução de todas as tarefas.
O dia já vai alto quando começam as despedidas e a dispersão típica para cada um voltar aos seus afazeres habituais.
Brilham labaredas de um fogo que não arde, mas que purifica sem ferir ninguém – é um fogo de renovação.
A luz e o calor fazem-se sentir na paisagem, que agora é um sereno lago entre montanhas.
Olhando a água com atenção é possível sentir alguma da sua frescura.
E, agora, tudo em volta está em tons róseos – desde o rosa pálido ao laranja suave.
E tudo parece, também, acetinado ou, será melhor dizer, nacarado…
Todos querem seguir a luz, que em tons de amarelo, ameaça ir embora porque o dia vai ceder à noite.
As noites aqui são claras e apenas mais sombrias e frias que os dias.
Todos se regozijam com os bons resultados alcançados e se felicitam mutuamente.
Mais uma tarefa cumprida. Amanhã é dia de iniciar outra.
Amanhã…

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Imagem retirada da net

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Disse  Confúcio:  Ouve e esquecerás, vê e recordarás, faz e saberás !
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publicado por eva às 00:50

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Quarta-feira, 15 de Outubro de 2008

Reflexos

Que brilho!
Os vidros fazem isso. Provocam outra força à luz.
Seja o vidro pequeno ou grande – atrai qualquer luz.
O brilho reflecte-se à distância, o que é uma ajuda para encontrar algo ou alguém que se tenha perdido.
As paisagens com luz são muito mais ricas em pormenores.
E todos podemos fazer parte da paisagem integrando-nos nela.
Usando da nossa transparência para nos vestirmos com ela.
Podemos integrar-nos, ou espelharmo-nos, em toda ou parte da paisagem.
- Mas não são atitudes diferentes – integrar ou espelhar?
- Pois são, juntei-as porque ambas nos transportam no melhor de nós, na união ou na reunião do reflexo.
- Isso é como as canções de embalar?
- Exactamente, embalamo-nos na paisagem… no espaço cósmico… E tudo se harmoniza em nós e nós mesmos connosco.

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Fotograma de The Abyss (O Abismo)
Imagem retirada da net

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Disse  Séneca:  Passar da vida mundana à vida da sabedoria é uma ascensão! A luz distingue-se do reflexo por ter a sua origem em si mesma, enquanto o reflexo brilha com luz alheia !
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publicado por eva às 00:25

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Terça-feira, 14 de Outubro de 2008

Caminhar

Vêem-se a passar na água e por um túnel de neve.
Parecem estar dentro da montanha e logo a seguir chegam a um lago, sob um céu azul e limpo de nuvens.
A neve é muita e vai abrindo passagem amontoando-se aos lados em neve menos compacta, porém mais alta.
Sob este céu, o branco fica mais branco e o azul reflecte-se num forte brilho prateado, que faz resplandecer até as pessoas.
Todos estão maravilhados e ao mesmo tempo quedos e apáticos.
No horizonte aparece como que uma nova aurora, apesar do Sol já ir alto por cima do lago.
E a paisagem assume, então, tons brancos, prateados, beges, rosas e laranja-amarelados.
Estas cores espalham-se como raios, iluminando, iluminando e colorindo tudo como se fossem tintas de aguarela.
Apetece fechar os olhos e ficar ali, por tempo indefinido.
Mas a quietude é agora, também, o movimento de todos em direcção à tal nova aurora.
Todos vão até lá e… surpresa! - De lá vê-se que o branco-neve continua completamente acastelado e em maior extensão, continuando até… não se sabe onde…
Só resta caminhar…
Caminhar sempre até esse horizonte de cores e céu branco que agora vislumbram.

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Imagem retirada da net


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Disse  Giuseppe Ungaretti:  A meta é partir !
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publicado por eva às 00:29

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Segunda-feira, 13 de Outubro de 2008

Doentes

Uma doente em tratamento para o estômago. Outras mais para tratamentos diversos.
Todas precisam é de tratamento para o desequilíbrio nervoso e mental.
Choram por nada, riem por nada. Tremem assustadas por nada.
Por nada, isto é, nada que se perceba de imediato.
Para outras, a cama torna-se um refúgio e não querem sair dali.
Habituaram-se a que a cama não as deixa cair ao chão desamparadas a cada vez que aparecem as tonturas.
A mesma cama protege-as das dores mais fortes.
E, mais importante que tudo, o tempo passa mais depressa.
E elas têm esperança que atrás deste tempo de doentes, venha um tempo de felicidade.
Porque é bom esperar que o tempo passe…
Há quem, ao fechar os olhos, veja luzes muito bonitas.
Luzes com brilhos e cores variadas a formarem figuras lindas, mas que não têm significado a não ser o deleite da sua beleza.
As tais luzes vão iluminando tudo à sua volta e depois vão formando imagens de lugares que nunca viu e também de lugares que conhece.
Então sente-se bem. Maravilhosamente bem e tanto lhe faz viver aqui, ali ou estar lá naqueles sítios.
Ao fechar os olhos parece-lhe que ser feliz é simplesmente estar ali, assim…
E já percebeu que ali vão ter os que lhe são mais próximos e queridos ou outros por bem querer…
Que ser saudável – é simplesmente estar ali…
- Ali - afinal, é sonho ou realidade?
- Tanto faz, porque é uma das realidades dela.

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James Tissot - A Visão de Zacarias
Imagem retirada da net

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Disse  Jonathan Swift:  Visão é a arte de ver o que é invisível para os outros !
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publicado por eva às 22:16

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Domingo, 12 de Outubro de 2008

Mário de Sá-Carneiro # 3 poemas

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Eu não sou eu nem o outro,

Sou qualquer coisa de intermédio:

                Pilar da ponte de tédio

                Que vai de mim para o Outro.

 

 

 

 

Epígrafe

 

 

A sala do castelo é deserta e espelhada.

 

Tenho medo de Mim. Quem sou? De onde cheguei?...

Aqui, tudo já foi… Em sombra estilizada,

A cor morreu – e até o ar é uma ruína…

Vêm de Outro tempo a luz que me ilumina –

Um som opaco que me dilui em Rei…

 

 

 

 

 

Fim

 

Quando eu morrer batam em latas,

Rompam aos saltos e aos pinotes,

Façam estalar no ar chicotes,

Chamem palhaços e acrobatas!

 

Que o meu caixão vá sobre um burro

Ajaezado à andaluza:

A um morto nada se recusa,

E eu quero por força ir de burro!...

 

 

de Mário de Sá-Carneiro

In “Poemas Escolhidos”

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Disse  Cecília Meireles:  Liberdade é uma palavra que o sonho humano alimenta, não há ninguém que explique e ninguém que não entenda !

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publicado por eva às 00:25

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Bem vindos! Namastê!

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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