Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Sábado, 22 de Março de 2008

Pedra angular

Desilusão e até desespero. Desapontamentos de saber que se está no sítio certo para ser tratado e não ligarem importância.
Tudo o que é simples e humilde é, não digo maltratado, mas ignorado.
Em todos os sítios parece ser a regra: se não transpira importância, se não se tem estatuto, parece que se torna invisível.
E se se acrescentar à simplicidade, qualquer espécie de padecimento, pior ainda é o abandono. É um sentimento de desamparo que se cola bem colado e parece apertar, espremer o ser por dentro, numa angústia que, se a deixarmos, se torna poderosa. Nesses momentos, nessas horas difíceis, surge a ideia de que tudo é aproveitado na vida, e então, talvez, a nossa situação sirva como exemplo para outros se corrigirem.
E um dia... talvez consigam olhar para baixo e dar a mão.
Pois se até os construtores rejeitaram, alhures no tempo, a "pedra angular" porque lhes pareceu sem importância para tal função...
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Diego Rivera
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Disse Anatole France : A majestosa igualdade da lei proibe tanto os ricos como os pobres de dormir debaixo da ponte !
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publicado por eva às 12:01

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Sexta-feira, 21 de Março de 2008

Fotografias

As montagens fotográficas têm, pelo menos, duas vertentes: a de recuperação de fotos irreconhecíveis de familiares e amigos que já não podem ver a não ser pela «magia» da fotografia, e a da fantasia e criatividade, em que se inventam situações, só pelo gosto e recreio de o fazer, embora utilizando, por vezes, pessoas menos precavidas e que, de boa mente, dão a sua fotografia ou a enviam, sem saber tudo a que se sujeitam a partir daí.
Ilusionistas das imagens, produzem situações de pesadelo ou de sonho.
Hoje, mais do que nunca, a tecnologia permite um mundo de possibilidades .
Cabe a cada um a responsabilidade do que faz.
Por mim, é bom poder olhar para imagens de pessoas que foram tão (mas tão!) importantes para mim.
E como tiveram essa importância durante a minha infância, entre o afastamento geográfico e o afastamento temporal, restam-me as fotografias recuperadas e ampliadas para lhes distinguir as feições que, ainda hoje, me são tão queridas.

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Imagem de Isabel Filipe

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Disse  Aldous Huxley :  A memória de cada pessoa é a sua biblioteca privada !

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publicado por eva às 12:49

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Quinta-feira, 20 de Março de 2008

Dificuldades

Os problemas que todos vamos tendo, hoje e amanhã, ontem e pela vida fora, podem ser resolvidos, de tantos modos, quantos os tipos de problemas que há.
As nossas atitudes também influem não só nas soluções como também na rapidez da própria solução.
As duas atitudes mais habituais são a fuga ou ficar e enfrentar o problema.
Por fuga, entende-se tanto o querer ignorá-los, como ir embora para outro sítio, de armas e bagagens.
Seja qual for a atitude tomada, só a de enfrentar as dificuldades, com coragem e calma, é que tem a capacidade de resolução mais completa, de modo a que elas não apareçam mais tarde de outro modo.
No entanto, às vezes, é necessário saber esperar a altura mais propícia para reunir os elementos concorrentes a uma boa solução.
Porque problemas todos temos e, segundo os estudiosos, eles dependem, em grande parte, da nossa personalidade.
Talvez seja por isso que sabemos de  pessoas que os «atraem» e outras que os resolvem ainda antes destes se fazerem notados.
Como no ténis, há quem apare a bola com uma boa raquetada; e há quem nem veja vir a bola a tempo.
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Imagem retirada da net

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Disse  Ralph Emerson :  Um problema sem solução é um problema mal colocado !
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publicado por eva às 12:17

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Quarta-feira, 19 de Março de 2008

O impossível de hoje

Em cores suaves e maravilhosas, estão uns átomos suspensos - ou serão planetas?
Parecem berlindes, diferentes porque uns são mais acastanhados, outros mais esverdeados, outros azulados, ou ainda amarelos ou brancos até ao transparente.
Estão ligados por fios ou elos e daí a dúvida se átomos, se planetas.
No entanto parecem-se mais com planetas e por tal serão considerados.
Faz-me pensar quantos sistemas e possibilidades nem sonhadas haverá nessa imensidão espacial, semelhantes ao nosso.
Serão presumivelmente habitados, e por quem? Piores ou melhores que nós?
Mais grosseiros ou mais moralizados?
Seja como for, um dia virá em que o impossível de hoje será o vulgar de amanhã.
O dia em que o tempo não existirá e o espaço nos aproximará a todos por igual e fraternalmente.
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 .
Imagem retirada da net
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Disse  Ray Bradbury :  Nós somos uma impossibilidade num universo impossível !
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publicado por eva às 12:00

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Terça-feira, 18 de Março de 2008

Liberdade

As divisórias amovíveis, como o nome indica, movem-se!
Podem ser paredes de vidro, que deixam passar a luz e permitem a comunicação entre as pessoas, em vez daquelas que dão a ideia de se trabalhar em "currais" no interior de salas enormes.
Estas dão vontade de imitar a publicidade dos desodorizantes de ar e fingir que há janelas abertas, a deixar passar flores e os perfumes entre o céu e a paisagem lá de fora. 
A liberdade de cada um está no pensamento, que é sempre livre, dizem. Será?
E os que sofrem de ideias fixas ou de uma qualquer das mil e uma deficiências possíveis da mente?
Somos livres sempre que escolhemos sê-lo, e escolhemos se já merecemos essa escolha por todas as que fizemos anteriormente.
Sentimo-nos livres sempre que já o somos.
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Imagem retirada da net
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Disse 
Fernando Pessoa :  primeiro sê livre; depois pede a liberdade ! 
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publicado por eva às 11:50

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Segunda-feira, 17 de Março de 2008

Problemas

– Credo! Tanta chuva, tudo alagado e aquela gente outra vez sem casa.
– E os carros, ou melhor, os carros e os camiões que se amontoam. Uns porque não passam, outros porque avariam.
– Pois estão! Estão todos parados sem saber o que fazer.
– Bem, como se costuma dizer... nas crises o melhor é ficar quieto a um canto à espera que a crise passe.
– Nem sempre! Havia de ser bonito! Metade da população ficava quieta e depois...
– É um modo de dizer que se deve ser paciente e ter esperança, creio eu...
– Mas se não tentarmos, não ultrapassamos os nossos problemas. É pela luta e pela perseverança que conseguimos passar. Olha, como aquele autocarro e o carro ali... foram os únicos que conseguiram passar!
– Isso foi porque um outro se deslocou agorinha mesmo e fez-se uma passagem que não havia. É o que te digo: é necessário paciência porque surge sempre um elemento novo que permite solucionar as coisas.
– Será! Mas geralmente vêm é outros que ainda pioram!
– Nesse caso, é preciso estar atento; vigilante, mesmo!
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Imagem retirada da net

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Disse  Stanislaw Jerzy Lec :  quando saltares de alegria, tem cuidado para que ninguém te tire o chão debaixo dos pés !

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publicado por eva às 12:13

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Domingo, 16 de Março de 2008

Vitorino Nemésio # Romance de Xangô

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Lá em Matatu Pequeno
Uma cortina de cassa
Velava o Pègi de Anísia,
Iahorixá da Bahia.
Já aquedes e alabês
Enchem o casto terreiro
De bustos de bronze adustos
E corpetinhos de crivo.
Um cheiro a canela e a cravo
Paira, dos verdes de Oxóssi
Ao branco e azul de Nãnã:
Que teremos candomblé
Até romper a manhã.
Rum, rúmpi, lé já perfilam
Suas cordas de atabaques.
Um mugido de zebu
Vibra nas peles de carneiro,
Agasalha as velhas negras
Em saiote de sinhá,
E os dentes dos negros púberes
Em etéreas melancias
Destilam saliva e sumo.
A noite de oiro tornou
Meu rosto negro de fumo.
Ouvi um timbre de cobre:
É o xerê de Xangô.
Dàzinha, que o peito encobre,
Branca e vermelha, chegou.
É negra. Seu rosto duro
Parece o duplo machado
Que lhe talha os alvos ossos
Sob o véu da pele de sombra.
Terrível, firme, rodada,
A Filha do Raio assombra.
Dàzinha, quando iàô,
A sua lã de ovelhinha
Nas mãos de Anísia deixou.
Seu cabelo vira arame
De que tira os braceletes
Para dançar a Xangô.
Deixem-na! Deixem-na! Sobe
Nas fitas-de-cor do tecto
O relento das gargantas,
O casto aulido nagô.
Dàzinha, com os pés em leque
E as aspas das mãos nas ancas,
Como grávida de um deus,
Tenebrosa, começou.
Primeiro, peneira cravos
Na roda da sua saia;
Depois queima um seio vivo
Na chama do movimento;
Faz do outro seio cego
A carapaça do cágado
Grato a Xangô. E um galinho,
Com crista de fogo, cheira
A fogo no seu focinho.
Dança, dura e verdadeira,
Dàzinha no candomblé.
Xangô gosta de amalá:
E da terra do terreiro
(Batido, ressoa o chão)
Dàzinha, a ponta de pé,
Dançando, amassa pirão.
Sua aromas em seu busto
Perfumando o caruru:
É um anjo de azeviche
Que salta de canguru.
E eu, atônito, estrangeiro,
Sentindo um agbé nas veias,
Vejo tudo rosa e beje,
Encolhe-me ao seu girar:
Está jogando a Cabra-Cega;
Dança – e parece voar!
Não que tenha nada de ave,
Salvo de galo nagô,
Nem peninha meiguiceira
Seu corpo pesado alou.
Mas, porque dança esvoaçando
Como ave de trilho pobre,
Vejo-a avestruz de Nigéria
Nos braceletes de cobre.
Ao seu calcanhar de pau
O chão do terreiro é oco;
O deus bebe-lhe o suor
Mais doce que água de coco.
Pára, tonta, possuída,
Muge sagrada, escorrendo
Fúrias de Xangô dançadas,
Leões do Sudão morrendo.
Vejo tudo negro e beje;
Nas toalhas encharcadas,
Como quem embala fruta,
Chica seus seios protege.
Então, velando-lhe o rosto,
Como o do deus, falquejado,
O sacrifício e o desgosto
Arfam no peito suado.
Outra vez dança Dàzinha
O rito do fogo breve,
A lança da guerra preta
E o pilão da escravaria:
Pavlova, com véus e dedos,
Mais fundo não dançaria.
Até que, tendo prostrado
Su'alma de anéis e fugas
Em vénia à Iá do Alaqueto,
Seu corpo de ébano fica
Definitivo e quieto.
Outra vez Xangô a abrasa
Na viração da Bahia;
O diadema do caçoilo
Em sua fronte luzia.
As negras, fechando os olhos,
Comem pavios inteiros
Acesos no seu dançar;
E então, passando o caçoilo,
Alta, nutrida de lume,
Dàzinha vem me abraçar.
Não é coisa do outro mundo
Nem convite ao mestiçar:
É o «ritual muito limpo»
(Diz Pessoa) do deitar.
Passa-me os braços nas costas,
Tremenda, digna e direita;
Duas vezes seu pescoço
Toca o meu, pra mo sagrar,
Como quando à noite deita
O seu minino a ninar:
E lá vai, mais pura ainda,
Arder, arder e dançar.
.
Oiçam agora! Não levem
Mais brancos ao candomblé!
Fechem a barra à Bahia,
Ponham Lévy-Bruhl no Index,
Queimem o Museu do Homem,
Esqueçam tudo: Pavlova
De pernas coregrafadas,
Hermes, a Antropologia,
A Psicanálise, Froboenius,
Gobineau, a Etnografia,
As religiões comparadas ...
Mas, pelo amor de Deus, não levem
Mais brancos ao candomblé!
.
Dàzinha, Xangô virada,
Sendo negra, o Fogo é!
.
.
in "Violão de Morro... e 9 Romances da Bahia"
.
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Disse   Malcom Forbes :  o objectivo da educação é transformar uma mente vazia numa mente aberta !
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publicado por eva às 15:59

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Vitorino Nemésio # Violão de Morro e 9 Romances da Bahia

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Violão de Morro e 9 Romances da Bahia
.

de Vitorino Nemésio, Lisboa, 1968

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publicado por eva às 15:48

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Sábado, 15 de Março de 2008

Cultura

Estudos, pesquisas, investigações sobre temas, mais ou menos especializados.
Tempos mais ou menos gastos, mais ou menos demorados, mais ou menos aproveitados.
Mas tudo é necessário e, no cômputo final, é gratificante o que se aprende e os conhecimentos que se adquirem e vão completando as nossas ideias.
Enfim, uma culturazita especializada que vai acrescentar a cultura que a vida, por outros meios, vai permitindo.
Há pessoas que são "um poço de cultura", extasiando pela sua conversa e presença agradável, sempre renovada de interesse.
Há umas gerações atrás, tal só era conseguido a partir de certa idade; hoje, com os meios disponíveis, podemos encontrar jovens já com uma vasta cultura.
Isto corresponde a conhecimentos mais alargados e maiores possibilidades de investigação científica, por mais indivíduos ao mesmo tempo; e daí pressupõe-se mais progresso para a humanidade.
E a esperança de que os valores humanistas ultrapassem a importância dos economistas e políticos, vai-se mantendo acesa.
Apesar dos horrores que ouvimos ou lemos, há sempre a esperança que não seja sempre assim e que a mente vá manter-se aliada ao coração, sem grandes materialismos.
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Imagem retirada de http://europa.eu 

..
Disse 
António Alçada Baptista :  nasci em pleno reino do ter. Agora estamos no reino do fazer, mas tenho uma certa esperança de que um dia se alcance o reino do ser !
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publicado por eva às 20:22

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Sexta-feira, 14 de Março de 2008

Pureza

Uma borboleta branca voa por aqui e por ali, entre a folhagem e a janela do varandim.
- Lembra a pureza!
- Porquê?
- Ora, porque se associa facilmente o branco à pureza. É um hábito. Um pouco por todo o lado, o branco significa pureza!
- Sim, sim... desde os véus aos lenços... em todas as religiões... sim, é verdade que um pouco por todo o mundo.
- Em boa verdade deveria ser a transparência a simbolizar pureza, precisamente pela ausência de cor.
- Pois, mas aí diz-se cristalina, etc. , não se fala em pureza. Voltando à borboleta, que tinha ela além da cor branca?
- Nada, voava como as outras mas notava-se mais por causa da cor. Dava nas vistas, era o que era...
- Ai, ai que voltamos ao mesmo. É que a pureza dá sempre nas vistas, umas vezes com repercussões boas e outras vezes com repercussões muito, muito abusivas.
- É. Tudo é dual!
- É verdade! Mas vamos desejar que acabem as vítimas da pureza! 
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Imagem retirada da net, de mongabay.com
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Disse  Georg Christoph Lichtenberg :  Para muitas pessoas, a virtude consiste principalmente em arrepender-se dos erros, não em evitá-los !
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publicado por eva às 08:37

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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