Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Sábado, 10 de Novembro de 2007

Dias de sol

Praia ainda com muitos banhistas.
Não admira, com o sol que tem feito.
Na areia estão toalhas, espreguiçadeiras e pés.
Pés de pessoas que estão paradas a conversar umas com as outras.
Pés de crianças que só estão quietas o tempo de agarrar o lanche que a mãe ou a avó lhes dá.
A seguir é uma corrida para não perderem mais tempo sem jogar com os amigos acabados de conhecer.
Os mais velhos passeiam calmamente à beira da água, para lá e para cá, conversando sobre nada de importante.
Apenas daquelas pequenas coisas que, por vezes, ganham importância desmedida nas nossas vidas.
A água do mar, junto à praia, está serena como um lago.
Nem espuma, nem ondas.
Às vezes, no Verão, não se consegue um dia calmo assim.
Dias que nos pacificam as emoções e os sentimentos mais rebeldes.
Dias de sol interior. No interior de nós.
Talvez alguns de nós vamos conseguir mantê-lo durante o Inverno. 
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 .
Eugène Delacroix
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♪: Pas de deux (O Lago dos Cisnes) - Tchaikovsky
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publicado por eva às 21:33

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Sexta-feira, 9 de Novembro de 2007

Olhares

Pareciam colunas de fogo a nascer do chão ou a cair do céu. Ou então, uma simples transformação de coisas.
Essas colunas oscilavam devagar, tornando-se cada vez mais dançantes, ao sabor de suave brisa.
As cores eram variadas e ora eram mais translúcidas, ora mais transparentes.
Viam-se também a diminuir de altura ou a inflamarem-se mais alto.
Apesar da aparência de colunas ígneas, não o eram propriamente.
Tinha relação com alterações climatéricas. Apareciam assim, quando menos se esperava, ao olhar sobre a planície.
Podíamos ficar ali que tempos, que eram sempre interessantes.
Depois ficavam luzes ou estrelas muito pequeninas que se afastavam e levavam consigo o brilho e a luz.
- Que barulho!
- É o ruído de um motor…
- Olha, assustaram-se!
- Assustaram-se ou esfumaram-se com a poeira da estrada?
- Pois, é isso… esfumaram-se na tarde… na nossa tarde! 
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 © Walter Tape
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♪: Música para os Reais Fogos-de-Artifício - Händel
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publicado por eva às 08:53

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Quinta-feira, 8 de Novembro de 2007

Felicidade simples

Fios de electricidade e de qualquer outra energia estão carregados de… pássaros.
Satisfeitos que eles estão! Chilreiam, esvoaçam e voltam a pousar nos fios.
A cena repete-se vezes sem conta durante todo o dia, que até está soalheiro e aprazível.
Apetece ficar assim… quieta… a desfrutar a vida.
Sim, ficar assim, simplesmente, quieta, sossegada.
Sem relógios, sem telefones, sem campainhas, sem horários.
Um dia inteirinho assim.
Ah, tão bom!
E os passaritos lá continuam nos seus cantos, voos e volteios nos fios.
Não, não estou a defender a preguiça – é um pouco de relaxe.
Às vezes parece que trabalho desde sempre porque comecei cedo e sempre me lembro de trabalhar, às vezes a troco de um obrigado! Outras vezes nem isso, que é obrigação ajudar os pais, tios, que sei eu…
Épocas e educações que hoje parecem irreais.
Há dias em que me parece que até a dormir estou a trabalhar, tal é o cansaço que sinto ao acordar.
E estou a dormir cada vez menos horas o que também não ajuda nada.
Por isso, sabem, isto não pode ser preguiça.
Por isso, isto é relaxe e das melhores compensações que poderia ter.
Porquê?
Ora, porque me faz sentir tão bem! Como há muito tempo não sentia.
Momentos como estes, são para recordar.
São momentos de felicidade simples.

.
.
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Trabalho de Jean Dunn
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♪: Blackbird - The Beatles

publicado por eva às 23:11

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Quarta-feira, 7 de Novembro de 2007

Encontros

Chapinhando em águas rasteiras, um grupo enorme de pessoas, homens e mulheres de várias idades, vão chegando a uma lagoa no meio de montanhas e arvoredo.
A lagoa está cheia de pedras de lajes lisas, como pequenas mesas onde não só se pode pisar em segurança, como até se podem sentar ou recostar.
Uma parte da lagoa dá para nadar e é muito funda, como um tanque.
Outra parte, a maior, estende-se em pequenos degraus e aqui os locais mais fundos apenas dão para sentar com água pelos ombros.
A areia, entre pedras castanhas claras, é muito fina e nela crescem , aqui e ali, arbustos muito bonitos.
Em redor, o arvoredo não é denso e forma constantemente espaços e recantos aprazíveis, ao estilo de jardins muito convidativos.
Uma espécie de helicóptero amarou nas águas para os levar de regresso ao hotel.
O problema foi que muitos não queriam ir. Tinham encontrado familiares que não viam há muitos anos e até animais que tinham perdido, que vieram ter com os donos conforme estes os chamaram pelo nome.
A hora, porém, era de regresso e por isso, ficou no ar a promessa de voltarem a encontrar-se num futuro mais ou menos próximo.
- A Deus agradecemos esta visita.
- A Deus? 
.
.

.
Sonho Secreto
Albert Desmangles
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♪: Aleluia (Exultate Jubilate) - Mozart
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publicado por eva às 08:33

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Terça-feira, 6 de Novembro de 2007

Sonho

- Foi um sonho, e foi tão lindo que não é fácil explicar.
- Olha, não importa. Vamos mas é depressinha antes que as lojas fechem.
- E depois, posso contar?
- Boa tarde! Queria ver fios e lãs para um trabalho da escola. Conta, então…
- Estava a voar e passava os céus como se fossem níveis ou degraus. Sempre mais brilhantes e de cores diferentes, do azul ao rosa quase transparente. Fazia lembrar as auroras boreais porque não escurecia. E podia estudar nas escolas de lá porque estavam cheias de gente.
- Sim, sim, levo estes. Pode embrulhar estes aqui. Só estes. Obrigada!
Mas isso era algum sítio conhecido? Querias mudar-te para lá? Onde foi isso?
- Ah, se eu soubesse onde era, mudava sim. Era tão lindo! Mas fiquei na dúvida se estava viva ou se já tinha morrido.
- E se tivesses morrido, gostavas de continuar a estudar nas tais escolas que viste?
- Porque não? Se não se aprende tudo aqui…
- Ou seja, acreditas que, depois da morte, podemos continuar a viver… hum… de outro modo?
- Sempre me pareceu isso - não sei porquê… para mim, é assim.
- Mas olha que, se para ti, isso parece ser uma esperança renovadora, para outros (muitos outros) a vida acaba com a morte.
- E têm esperança no futuro? Deles, digo! 
.
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 .
A Janela

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©  Elizabeth Snow
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♪: Sogno - Andrea Bocelli
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publicado por eva às 08:28

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Segunda-feira, 5 de Novembro de 2007

Reflexos

Quartzos e cristais em pedras facetadas, colares, pulseiras… montras e lojas cheias destas peças coloridas e brilhantes.
Não são joalharias, são lojas de pedras semi-preciosas, trabalhadas para ornamento.
Peças lindíssimas e, como sempre, a beleza dá outro lustro aos nossos dias.
Materialidades que imitam as belezas naturais – o brilho do sol, o azul das águas, o azul-escuro da profundidade ou o verde-claro da água no chão de areia.
O rosa e o alaranjado das flores podem ser vistos através de caleidoscópios com os vidros e cristais.
Há também os facetados que multiplicam a luz em milhares de reflexos diferentes.
Luas e estrelas tão brancas como nuvens.
Assim, a espreitar estas coisas feitas pelo homem, se passou uma tarde.
A rua, movimentada como antes, é agora olhada como se trouxéssemos em nós o caleidoscópio das lojas.
O céu, o ar... parecem igualmente brilhantes e cheios de reflexos, conforme as cores dos carros estacionados ou das roupas das pessoas que passam. 
Será um esforço muito grande mas parece valer a pena - essa tentativa de tentar ver assim tudo o que nos rodeia.
E os momentos mais banais ou desagradáveis podemos deixá-los a preto e branco, até os conseguirmos transferir para o nosso caleidoscópio imaginário.
Será então mais um milagre da cor, desta vez na nossa própria vida. 
.

.

.
♪: Fiesta in blue - Natalie Cole

publicado por eva às 08:21

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Domingo, 4 de Novembro de 2007

Alejandra Pizarnik - O Despertar

.
Senhor
A gaiola se tornou pássaro
e voou
e o meu coração está louco
porque uiva para a morte
e sorri atrás do vento
para os meus delírios
.
Que farei com o medo
Que farei com o medo
.
Já não dança a luz no meu sorriso
nem as estações queimam pombas nas minhas ideias
Minhas mãos ficaram nuas
e foram onde a morte
ensina os mortos a viver
.
Senhor
O ar me castiga o ser
No ar existem monstros
que bebem do meu sangue
.
É o desastre
É a hora do vazio não vazio
É o instante de pôr um ferrolho nos lábios
ouvir os condenados a gritar
contemplar cada um dos meus nomes
enforcados no nada
.
Senhor
Tenho vinte anos
Também os meus olhos têm vinte anos
e contudo não dizem nada
.
Senhor
Consumei a minha vida num instante
A última inocência explodiu
Agora é ou nunca jamais ou simplesmente foi
.
Por que não me suicido diante do espelho
e desapareço para reaparecer no mar
onde um grande barco me esperaria
com as luzes acesas?
.
Por que não arranco as minhas veias
e faço com elas uma escada
para fugir ao outro lado da noite?
.
O princípio deu à luz o fim
Tudo continuará igual
Os sorrisos gastos
O interesse interessado
Os gestos que arremedam o amor
Tudo continuará igual
.
Mas os meus braços insistem em abraçar o mundo
Porque ainda não lhes ensinaram
que já é demasiado tarde
.
Senhor
Expulsa os féretros do meu sangue
Recordo a minha infância
quando eu era uma anciã
As flores morriam nas minhas mãos
porque a dança selvagem da alegria lhes destruía o coração
Recordo as negras manhãs de sol
quando era criança
quer dizer ontem
quer dizer faz séculos
.
Senhor
A gaiola se tornou pássaro
e devorou as minhas esperanças
.
Senhor
A gaiola se tornou pássaro
Que farei com o medo 
.
in “Las Aventuras Perdidas”
de Alejandra Pizarnik
.
.
 
♪: La Gayola - Carlos Gardel

publicado por eva às 16:37

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Sábado, 3 de Novembro de 2007

Simplesmente

Waffles, scones, croissants – gulodice e mais gulodices… a servir de lanches nestes primeiros dias de Outono.
O chocolate, em recheio ou cobertura, impera.
Deve ser excessivo mas sabe tão bem…
Até os bombons reaparecem com novas embalagens.
São os doces gulosos que traduzem momentos prazenteiros.
São os pormenores da diferença para a nova estação e os frios que se avizinham.
O doce, a doçura, reflectem suavidade, simplicidade…
E, no entanto, são precisamente sinais de possibilidades de “boa vida”.
Como os carros são para os homens e as roupas e imagem são para as mulheres.
Conforme as idades, assim as preferências.
Ah, e é claro – a importância dos perfumes que também têm idades preferenciais.
Tudo pormenores nas nossas vidas, mas são por vezes esses pormenores que nelas fazem sentido.
Há vivências tão vazias, tão mecânicas e desalentadas, que impressionam.
É evidente que há pessoas que preenchem os seus dias com os tais pormenores, sem custo, sem esforço… conforme lhes apetece.
Mas outros há que tentam compensar (ou recompensar) as suas rotinas menos agradáveis com um “toque” de amor por si mesmos.
Nesse caso, os tais pormenores são alegria de viver – simplesmente! 
.
.

.
Preparação de doces para o sultão de Mandu
Imagem do Nimatnama
(livro persa, do séc. XV/XVI, de receituário de doces)
.

♪: Sweets for my sweet - The Searchers

publicado por eva às 16:25

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Sexta-feira, 2 de Novembro de 2007

Maternidade

Futuras mães que aguardam, cheias de ansiedade, para verem o filho que trazem consigo.
E já no fim do tempo certo, pelas luas e sóis que passavam e deveriam passar sobre o momento da fertilização, ei-las com os seus recém-nascidos.
Há uma transformação em todas elas, que vê quem quiser ver.
Até naquelas que, a seguir, dão os filhos para adopção ou os abandonam.
Mais visível nas que se sentem felizes por pegar-lhes e tê-los ao seu lado.
Em todas há uma percepção do que realmente é importante na vida.
O filho, como dezenas ou milhares de outras razões por que vale a pena viver e, por vezes até, dar a vida.
Hoje é dia de pesagem e medição de recém-nascidos pelas enfermeiras do posto médico regional e, por isso, é um entra-e-sai constante de mães e bebés bem apertados no colo, porque o frio já se faz sentir.
Depois da aventura clínica e em soluços ainda suaves, todos querem mamar.
Nitidamente o transtorno, para todos eles, deve ter sido grande.
Todos se aninham mais de encontro ao regaço querido e alguns já sabem estender os bracitos, na tentativa de se segurarem melhor nesse colo que, às vezes, desaparece para ficarem “ao léu” com outras «mães» a pegar-lhes.
Episódios maternais são da maior doçura e encanto.
São para recordar sempre como algo importante na nossa vida. 
.
.

 .
Salvador Dali
.

♪: Live is Life - Opus

publicado por eva às 08:43

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Quinta-feira, 1 de Novembro de 2007

O todo e as partes

Zummmmm… Zummmmm …
- O que é aquilo?
- É um moscardo e parece atarantado.
- Tão feio e desagradável…
- Coitado! Realmente não tem cores nem chilreia… mas nem tudo pode ser fantástico…
- Pois, mas ainda por cima é incomodativo, com este barulho… e depois… até parece que vai contra os vidros.
- Parece e vai! Olha… já encontrou o seu caminho.
- Ah, ainda bem. Para ele e para mim.
- Há dias assim. Não é só ele. Às vezes queremos fazer as coisas e não conseguimos, por esta ou aquela razão.
- Bom, hoje não me posso queixar porque adiantei bastante o trabalho. Mais a mais que nem tinha ideia do que ia escrever em cada um dos rectângulos. Às vezes tenho a ideia geral e não consigo depois especificar os dados parciais.
- Sim, sim. Quantas vezes isso acontece… E ao contrário, idem. Sabemos os pormenores e não conseguimos encontrar o eixo condutor.
- É isso, é. Mais cedo ou mais tarde conseguimos chegar ao todo e isso é o importante.
- Nem mais. O todo e as partes ou a unidade composta com a identificação das unidades parcelares.
- Pois, no entanto, nem todos compreendem que o todo é uma nova unidade de unidades. 
.
 .

.
Bumble Bee Faairy
.
Kasia Dziewanska ( aka Kluska )

.

♪: O Voo do Moscardo - Rimsky-Korsakov
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publicado por eva às 19:51

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Bem vindos! Namastê!

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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