Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Domingo, 21 de Outubro de 2007

Nuno Oliveira M. - Meu menino meu anjo

O meu menino nasceu
Na torre o sino tocou
Do céu um anjo desceu
E o meu menino acordou
.
Do céu um anjo desceu
E o meu menino adormeceu
.
Ò anjo branco trouxeste
Toda a alegria dos céus
O sol, a lua, uma estrela
E o mundo é todo seu
.
Do céu um anjo desceu
E o meu menino adormeceu
.
O meu menino cresceu
Do céu um anjo o guiou
E ao ver o mundo que é seu
O meu menino chorou
.
Do céu um anjo desceu
E o meu menino adormeceu
.
Ò anjo branco meu guia
A noite encobriu a lua
E o meu menino deixaste
tão só, tão triste e sem rumo
.
E ao céu um anjo subiu
Ao meu menino ele sorriu.
.
.in "Fados de Coimbra"
letra e música de Nuno Oliveira M.
.
.
imagem retirada de  http://www.attambur.com/
.
♪: Meu menino meu anjo - Fado de Coimbra

publicado por eva às 09:45

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Sábado, 20 de Outubro de 2007

Trabalho

- Quero trabalhar.
- Ou queres um emprego?
- Não, não (risos), quero mesmo trabalhar.
- Hum… e já foste ao médico?
- Oh… se foi ele mesmo que disse.
- Ahhh!
- Não ahhh, nada! Eu perguntei se podia, que já estou com mais energias, tenho contas a pagar e tenho demasiado tempo livre.
- Está bem, está bem! E queres trabalhar em quê?
- Era disso que queria falar-te…
- Ai, ai! Não arranjo nada. Desculpa mas se tenho um empregado, vai-se embora a loja.
- O quê?
- É assim, é. Não há capacidade de negócio para a capacidade de negociação dos sindicatos. E não quero trabalhadores em condições ilegais. Pronto! Já disse tudo! Sou pobre mas honesta. Trabalho quase noite e dia mas só tenho a responsabilidade do meu ordenado, e quando tenho de prescindir dele um mês ou outro, faço-o e, até hoje, tenho recuperado bem.
- Eu diria muito bem.
- Pois, mas "sai do lombo".
- Mas se achas que vale a pena…
- Ah, isso sim. Trabalho no que gosto e não arranjo discussões patrão-empregado. Em contrapartida, trabalho constantemente. Dou apoio à família, pago as dívidas, ainda dá para umas fériazitas fora daqui… e estou ocupada todo o tempo. Creio – estou convictamente convencida disso – que o meu trabalho, na sua humildade, também contribui para o bem-estar dos outros. Portanto… acho bem que vás trabalhar. E não desistas de encontrar o que queres p
ara teu bem e dos outros. 
.

 

.
.
Diego Rivera
.
♪: Ponteio - Edu Lobo

publicado por eva às 00:06

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Sexta-feira, 19 de Outubro de 2007

Conhecimentos

- Ele agora chega mais tarde porque está a tirar um curso, de seis meses, para poder concorrer ao nível acima.
- Estás a falar de cursos académicos?
- Não, de cursos profissionais; uma espécie de equivalência a uma pós-graduação.
- Então tem exames, etc. e tal.
- Tem, tem tudo e as aulas ocupam-lhe parte da noite.
- Fora o tempo para estudar.
- Sim, sim, e ainda falta esse. Mas, sabes? Vale a pena! Não está tão resmungão, tem outra dinâmica no dia-a-dia e vejo-o mais interessado pelo que acontece no mundo e lá em casa. Verdade! Agora que não tem tempos livres é que se dedica a todos com mais interesse.
- Isso tem também a ver com o nível dos conhecimentos que se adquirem. Dá-se uma expansão ou descompressão (ou compressão) do intelecto e, logo, da capacidade de entendimento de si mesmo e dos outros. É como a troca de oxigénio, ou seja, tão simples como respirar: inspiração e expiração.
- Mas a respiração já não é só isso! É inspirar, parar e expirar.
- Hã? Inspirar… parar… expirar… é isso é... pois, tens razão! 
.
.

 © Paul Bourke e Gayla Chandler
.

♪: A Toi - Joe Dassin

publicado por eva às 22:14

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Quinta-feira, 18 de Outubro de 2007

Odores

Loja de perfumes.
Bem, soa melhor perfumaria, pois é o mais comum.
Ela fica meio atarantada, logo a seguir à porta.
Bom, isto hoje! Nesta perfumaria, não se vê a porta (imagine-se!).
Entra-se logo na loja, entre as vitrines da esquerda e da direita.
Vitrine ou montra, claro está.
A loja está um pouco rebaixada em relação ao plano da rua e, por isso, é necessário descer uma rampa levemente inclinada.
A ladeá-la estão perfumes em nichos de prateleiras (ou prateleiras em forma de nichos).
Tudo muito bonito… e perfumado.
Ela continua zonza mas está habituada a uns costumeiros minutos de espera, para se recompor.
É que os perfumes e outros cheiros, se alcançam determinado grau odorífero, causam-lhe este transtorno.
Fica vacilante e atordoada ou dormente.
Depois espirra uma série de vezes seguidas e fica pronta para a necessária compra de perfume.
Apesar do que os profissionais dizem, às vezes é bom identificarmo-nos apenas com um determinado perfume e não usar vários conforme os que estão em moda.
Isto de perfumes não pretende, aqui, querer significar o dinheiro para comprar este ou aquele perfume, desta ou daquela marca.
Quer dizer identificar a nossa personalidade com um determinado odor.
O perfume pode ser tão banal na higiene diária como lavar-se, secar e pentear o cabelo ou vestir roupa sempre lavada.
É mais um acessório pessoal ou individual, do que um acessório para mostrar.
É um andar satisfeito consigo mesmo.
Harmoniosamente limpo. 
.

. Michel Roudnitska
.

♪: Ice dance – do filme Eduardo Mãos de Tesoura (Edward Scissor
tags: ,

publicado por eva às 08:44

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Quarta-feira, 17 de Outubro de 2007

Arco-íris

- Outra vez a chover.
- Sim, mas hoje há um arco-íris.
- Vale que cada dia “é sua coisa”…
- Hoje, se as pessoas correm é por causa da chuva.
- Ah, isso é natural.
- Ou seja, os centros comerciais estão cheios, assim como os cafés… telheiros… toldos…
As ruas ficaram desertas ou então têm pessoas a correr - e bem...
O chapéu-de-chuva não dá, porque esta cai com muita força.
Só de casa, das janelas ou a conduzir é que dá para ver o arco-íris que entretanto se formou.
É lindo e as cores estão bem distintas e bem largas.
- E, já agora, porquê tanto interesse no arco-íris?
- E porque não? Se está no céu e é lindo… Mas está bem - é que, para mim, ele simboliza uma porta. A porta que dá para outros mundos, um em cada cor, com as suas diferenças e as suas possibilidades.
A da cor verde é a da saúde; a azul, a do escudo ou da protecção; a rosa-laranja é a do amor;a amarela, da sabedoria e a roxa é a do perdão e da regeneração...
- Nem comento! 
.
.
. .

Imagem retirada da net (sem indicação de autoria)

.

♪: Theme from Antarctica - Vangelis

publicado por eva às 08:27

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Terça-feira, 16 de Outubro de 2007

Entendimentos

Fios brilhantes estão por todo o lado.
Parece que saem do céu e nos envolvem como se fossem uma écharpe.
Envolvem tudo. Os cabelos, as roupas, as mãos, o chão, as copas das árvores…
Até as borboletas e os pássaros ficam com esses fios brilhantes.
Todos nós brilhamos de modo especial.
E por razão desse brilho, ou de qualquer outra, olhamos uns para os outros tentando perceber o que está a acontecer.
- Ora, está a trovejar e quem anda à chuva molha-se. É a luz dos raios e relâmpagos nas gotas brilhantes… é o que é!
- Não é só isso, não, porque ninguém parece importar-se de estar à chuva e todos parecemos mais animados e felizes… parece... simplesmente, que é por estarmos vivos! O olhar de todos é mais simpático!
- Andas a ver muitos filmes, não?
- Filmes, não, nem ando a ler livros sequer!
- Então…
- Então, quem puder entender, entende como pode e deve entender! 
.
.

 Dhira Lawrence
.

♪: Angel – Sarah McLachlan

publicado por eva às 08:27

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Segunda-feira, 15 de Outubro de 2007

Estamos

Na tarde quente, abafada e seca, começa a soprar uma leve aragem.
O ar que asfixiava começa também a ser mais agradável, com uma leve frescura. Ah, tão bom, passear assim, no fim da tarde… lentamente...
Parece que fazemos parte desse ar, desse céu, desse chão, desse… tudo que nos rodeia.
Estamos nas árvores e elas estão em nós.
Estamos azuis como esse céu e ele está como nós, copiando até as cores da nossa roupa.
Os nossos olhos, o nosso cabelo, a nossa pele está cheia de luzinhas e parece que, se quiséssemos, poderíamos flutuar em vez de caminhar.
Acho que gostaria de ficar assim o tempo que fosse possível. Quanto seria isso?
Parece que parámos no mundo, nos nossos dias.
Estaremos noutra esfera, noutro...humm, qualquer coisa…
Será que os pássaros têm esta sensação quando voam, planando?
- Ó rica, planar é isso tudo. Por isso se chama p-l-a-n-a-r…
- Credo, caí no chão duro. Livra!
- Adeus! 
.
.

 Joseph Raffael
.

♪: Grand Pianola - John Adams
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publicado por eva às 21:44

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Domingo, 14 de Outubro de 2007

Ary dos Santos e Joaquim Pessoa - Os Amigos

.
Quem faz o Natal para todos nós? São os amigos
Quem nos dá prazer e dá calor? São os amigos
A quem é que damos a ternura? É aos amigos
A quem é que damos o melhor? É aos amigos
.
Os amigos são o nosso bolo de Natal
Cada amigo nosso vale mais que um Pai Natal
É um irmão nosso que trabalha no Natal
E com suas mãos faz a diferença do Natal
.
O dinheiro pouco importa
O que importa é a verdade
E a prenda mais valiosa
É a prenda da amizade
.
Quem faz das tristezas forças
E das forças alegrias
Constrói à força de Amor
Um Natal todos os dias.

.
in "Operários do Natal"

disco (vinil) com textos de Ary dos Santos e Joaquim Pessoa
música e interpretação de Carlos Mendes, Fernando Tordo, Paulo de Carvalho
voz de Maria Helena D'Eça Leal
.

.
♪: Os Amigos - Carlos Mendes, Fernando Tordo, Paulo de Carvalho

publicado por eva às 18:26

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Sábado, 13 de Outubro de 2007

Os amigos

A amizade, para as pessoas, está na razão da sua “capacidade” social.
Isto é, a maioria deseja formar uma família, cuidar da educação dos filhos, etc. etc.
E as relações de amizade vão-se perdendo com os anos, os horários… e nem sempre se preenchem esses relacionamentos ausentes com outras amizades.
Ficam então as que se fazem no local de trabalho ou das relações decorrentes do trabalho.
Mas aquele sentimento de ter amigos para partilhar tempos, actividades ou problemas e opiniões nem sempre persiste.
É como se ficassem fora de moda nas novas rotinas a que nos dedicamos.
No entanto, as amizades geram sentimentos de igualdade, de humildade e reciprocidade (pelo menos).
Dão uma sensação de liberdade de comentários que também é necessária.
Na família somos o apoio, a trave mestra que não pode falhar e onde temos sempre abrigo.
No grupo de amigos temos a troca de sentires afins. Encontramo-nos semelhantes nos problemas e pode formar-se um grupo para juntar as famílias, dividindo tarefas por todos e permitindo a todos mais tempos livres e divertidos.
Os filhos convivem, zangam-se, fazem as pazes e vão compreendendo o que são deveres e direitos com toda a facilidade e confiança.
Os amigos são uma trave de apoio à estrutura familiar.
Em todo o lado, a sensatez, o respeito e a honestidade podem valorizar o amor familiar.
Em tempos tão apressados não podemos esquecer que outros tantos sentem e partilham situações semelhantes à nossa e, todos juntos, poderemos evoluir e valorizarmo-nos reciprocamente. 
.
.

Georges Seurat

.

♪: Amigos para siempre - Sarah Brightman e José Carreras

publicado por eva às 18:44

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Sexta-feira, 12 de Outubro de 2007

Cansaço

Que cansaço… parece que acordo já cansada!
Não devo dormir o suficiente ou não me estou a alimentar convenientemente.
Mas depois de parar, nem que sejam uns minutos, já sou capaz de agir como se tivesse dormido umas horas.
Ou seja, tem a ver com o relaxe do corpo e da mente.
É seguir aquele conselho de “se já está, não te preocupes; se não depende de ti, não te preocupes”.
Porém, não é fácil adoptar essa postura mental.
A dinâmica própria do dia-a-dia também faz bem.
Como sempre, o equilíbrio entre as duas posições é o mais acertado. Pelo menos para a saúde.
O cansaço provoca dor de cabeça e mal-estar. Há ocasiões em que sobrevém o desespero de querer repousar.
- Nessas alturas lembra-te do que acabaste de dizer. O melhor é o equilíbrio dos pensamentos e acções.
Foi isto, não foi?
- Pois foi, mas é mais fácil dizer que fazer!
- Olha ali, aquela rede a baloiçar. Até parece que está a chamar-te.
- Se calhar… sabes que mais? Vou já para lá.
- Adeus.
- Até logo! 
.
.
.  

Di Cavalcanti

 .

♪: Jupiter (The Planets) - Gustav Holst

publicado por eva às 08:49

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