Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Quinta-feira, 20 de Setembro de 2007

Conhecer

- Falar, ensinar, partilhar ou calar. Qual é a tua opção?
- Hã? O quê?
- É para escolheres!
- Isso depende das circunstâncias. Uma vezes fala-se, outras não! Outras vezes fala-se explicando tudo; outras, apenas se justifica o essencial. Depende!
- E depende de quê? Da disposição, do dia, do assunto, da pessoa que se tem à frente?
- Sei lá! De tudo um pouco! Há coisas que até nem vale a pena responder! E há pessoas a quem é preciso explicar tudo muito bem! Etc, etc.
- Volto à questão inicial. De tudo isso, o que preferes tu fazer?
- Posto assim… se ficar calada, dá menos chatice!
- Isso não é preferência, é omissão!
- Mas estava na tua lista, não estava?
- Estava porque devia estar, como em qualquer análise de situação deve contemplar-se o sim e o não!
- Ahh! Só para fazer figura! Mas ainda continuo a preferir a economia de meios!
- Bem, eu tenho que dizer que gosto de explicar e gosto de encontrar quem queira saber! Aliás, de quem deseje saber e querer trocar opiniões. E…
- E encontras gente que te oiça?
- O interesse em ouvir é conhecer, porque é pelo conhecimento das coisas (das mais variadas) que se evolui na educação da personalidade!
- Pois… mas, hoje em dia, toda a gente acha que sabe tudo!
 
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Rapaz e Buda

Fotógrafo: W.L.H. Skeen (1847-1903) circa: 1870
© Museum of Asian Art

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♪: Decide lá - Jacinta

publicado por eva às 08:43

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Quarta-feira, 19 de Setembro de 2007

Criança menina-mulher

Era uma criança com outra, só que muito mais pequena.
Uma menina-mulher de 11 ou 12 anos apenas, bonita e simples como só se pode ser nessa idade.
Sobretudo quando a paisagem à volta é turbulenta, de guerrinhas entre grupos, que assolam populações pobres.
Rapariga forçada a ser mulher por qualquer desvario desconhecido e vagabundo.
Algo fica, não “resto” que os restos são desperdiçados e o que fica não é desperdício.
Mas uma rapariga tão jovem sofre suplícios, sem assistência e ainda com medos e fome a fazê-la tremer ainda mais.
Outras mulheres, mais velhas e experientes, juntam-se para a ajudar e a essa reunião e barafunda de opiniões seguem-se horas dolorosas. Das maiores dores que se podem sentir.
Parecem chorar os dois seres, o de dentro e o que lhe deu guarida meses a fio.
Meses de trabalho constante, de fome permanente, de refúgios sonhados sempre – acordada ou a dormir.
Tanta desgraça, tanto esforço no meio de tanta amargura de vida; como um sol brilhante de esperança, chora já um recém-nascido que colocam em cima da barriga da mãe, valente criança-jovem mãe.
Ele vem com olhar vivo de esperança. As mulheres olham com dúvidas e a sua mãe olha-o entre o alívio das dores e o espanto de dias tão diferentes para viver a partir daí.
Ela, que precisa de ajuda e protecção para sobreviver, vai alargar o olhar e o sentir para englobar nela mesma outro mais necessitado de protecção.
- Acho que não pode dar mais porque está a dar até bem mais do que tem!
- Ohh, mas ela consegue!
.
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Crianças na guerra civil espanhola (1936-1939)

Fotógrafo desconhecido

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♪: Rosa de Hiroshima - Ney Matogrosso

publicado por eva às 22:25

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Terça-feira, 18 de Setembro de 2007

Os sons

- Os sons, as palavras, as músicas e outras expressividades sonoras como o assobiar, o tamborilar ritmos são também sugestões individuais e de grupo.
São usados (os sons) para tratamento de depressões e problemas de saúde vários, assim como para relaxamento e tratamentos de estética.
Os sons podem funcionar como meio unificador das mentes se alguém o pretender. Os efeitos terapêuticos, por vezes, ultrapassam a melhor das expectativas. Aliás, como tudo o que é agradável – sejam cores, perfumes, etc.
A mente descontrai, o corpo relaxa e as pessoas sentem-se felizes “por dentro”.
Reportamo-nos, claro, a sons melodiosos e suaves.
- Sim, eu estava precisamente a lembrar-me de casos exactamente opostos, como os de tortura!
- Evidentemente, tudo tem sempre duas faces. Mas aqui tratamos o lado positivo, o da qualidade de vida! Inclusive casos de isolamento e de deficiência, encontram rapidamente caminhos de cura ou de consideráveis melhoras por terapias musicais.
- Bem hajam os artistas!
.
.

A Flauta Mágica

de Mozart

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♪: A Flauta Mágica - Mozart

publicado por eva às 08:39

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Segunda-feira, 17 de Setembro de 2007

Verso e reverso

- Trovoadas e ventos!
- Não, não. Calor ofegante, isso sim.
- Exactamente! Calor ofegante porque estão aí as trovoadas. Não sentes a electricidade no ar?
- Bem… não! Mas até gosto assim! São dias de preguiça, não são para trabalhar.
- Todos os dias são de trabalho, a não ser que se esteja doente. O trabalho dignifica as atitudes.
- As atitudes!? E como?
- É assim o que eu penso. O trabalho mostra a nossa utilidade na vida, em relação aos outros. Isto é, servimos, ou não, para melhorar a vida dos outros com uma tarefa que promove sempre a nossa dinâmica e nos valoriza, porque com o dinheiro que ganhamos podemos ser independentes. E independência é liberdade. E, pela liberdade, vale sempre a pena o esforço.
- O problema aí é outro. É que geralmente as pessoas querem mais e querem adquirir coisas além do que podem gastar… e então vai de pedir empréstimos!
- Isso não tem que ser forçosamente mau!
- Para quem sabe gerir o dinheiro do mês pode ser ajuda benéfica, senão pode ser uma desgraça!
- Sempre os dois lados de ver as coisas.
- Bem… e lá estamos nós outra vez no início da conversa!


.
Denário de prata
Cunhado nos anos 2 a 4 d. C. (depois de Cristo)
.
♪: In God's Hands - Nelly Furtado

publicado por eva às 20:53

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Domingo, 16 de Setembro de 2007

Cassiano Ricardo # Rotação

a esfera
em torno de si mesma
me ensina a espera
a espera me ensina
...........a esperança
a esperança me ensina
uma nova espera
a nova espera me ensina
de novo a esperança
................na esfera

a esfera
em torno de si mesma
me ensina a espera
a espera me ensina
...........a esperança
a esperança me ensina
uma nova espera
a nova espera me ensina
de novo a esperança
................na esfera

a esfera
em torno de si mesma
me ensina a espera
a espera me ensina
...........a esperança
a esperança me ensina
uma nova espera
a nova espera me ensina
de novo a esperança
................na esfera

.Cassiano Ricardo
In “Jeremias Sem-Chorar”

.
♪: Te Busqué - Nelly Furtado e Juanes

publicado por eva às 20:35

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Sábado, 15 de Setembro de 2007

Nevoeiros

Nevoeiros de manhã e ao anoitecer, alargando as horas das noites.
São os Setembros de hoje iguais aos Outubros de há uns tempos atrás.
O tempo corre mais rápido ou nós percorremos mais rapidamente os anos das nossas vidas.
Seja como for, o principal é aproveitar o que a vida tem de bom e dar a todos os que nos rodeiam o melhor de nós.
Vivemos numa sociedade em que se faz publicidade, a toda a hora, de mil e um produtos que favorecem o bem-estar, o bem-parecer.
O bem-sentir, contudo, é sempre uma construção individual e  interior de cada um.
Em contrapartida, a paz interior que se encontra não tem preço e é garantia de muito trabalho e dedicação pela sabedoria de viver.
Que seja possível, a cada um de nós, imitar a terra que transforma o carvão em diamante e assim viver cuidadosamente a vida que cada um tem para viver.


Toulouse-Lautrec

O Segredo

.

♪: Only Ask of God - Outlandish

publicado por eva às 12:49

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Sexta-feira, 14 de Setembro de 2007

A culpa e o remorso

Anos e anos mantendo um sentimento de culpa pela morte de outro – um amigo.
Desejou-lhe a morte para se livrar dele, da sua presença, que se tornara incomodativa.
Gostavam de coisas diferentes e, nessa concorrência, ficava sempre para o mais velho deles a escolha.
O capricho ou a amargura, a pena de si mesmo ou a impaciência fizeram o resto. E o amigo morreu de doença grave e algo prolongada.
No dia que lhe anunciaram a morte, sentiu-se gritar por dentro.
Sentiu um desespero que nunca tinha sentido e, em instantes, reviu as suas atitudes egoístas.
Afinal admirara sempre o amigo pela sua rectidão, pela sua alegria franca, pelo apreço que todos lhe devotavam.
Tinha figura e carisma a condizer. Enfim, nada a apontar.
Então como fora possível essa atitude, essa má vontade de querer livrar-se dele e por isso – apenas por isso – desejar-lhe a morte até em rezas?
Incompreensível, a não ser que estivesse louco.
A culpa e o remorso doíam-lhe constantemente. Jurou não voltar a desejar mal a nada nem a ninguém.
Um dia, anos passados, sonhou acordado (porque parecia um sonho, mas ele sabia que estava acordado) que o amigo estava ali à sua frente a perdoar-lhe e a pedir a Deus por ele mesmo, que lhe perdoasse tanta ignorância.
Ignorância do mal que, afinal, tinha feito a si mesmo: o remorso não o deixava viver!
- Agora (dizia-lhe o amigo), tens que transformar esse remorso em amor fraterno por todos os que erram como tu!


Leão

Rembrandt

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♪: The Other Side of the World - KT Tunstall

publicado por eva às 22:17

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Quinta-feira, 13 de Setembro de 2007

Manias?

- Mania de querer que os outros e todas as coisas sejam ou estejam em conformidade com a sua opinião ou dedução.
- Isso é o princípio dos ditadores, não é?
- Deve ser! Realmente denota uma imensa vontade de dirigir a seu belo prazer. O que não quer dizer que os pensamentos não sejam um final de muitos pensamentos e raciocínios alternativos que, por dedução, confluam em determinado pensamento.
- Não é isso que está em causa, pois não?
O que interessa é a falta de condescendência para outras opiniões por não serem iguais à sua ou por nem sequer terem ocasião de ser formadas.
- Há quem considere isso apenas falta de concentração ou disciplina mental. Isto é, se a pessoa direccionar a sua atenção para o seu próprio trabalho, exteriorizado em algo material ou interiorizado em pensamentos lógicos, não interessa o que os outros fazem.
- Hãã…? Egocentrismo puro?
- Não, não! Simples concentração! A atenção está naquilo que é capaz de discernir ou produzir. Os outros interessam para ajudar se necessitarem. Ou confraternizar em relato de ideias. Não no sentido de progredir nas conclusões ou dar a conhecer as suas.
- Entendi! Não mais que a procura incessante da qualidade que pode imprimir ao que se idealiza.
- Precisamente! Seguindo esse objectivo o mais consciente possível – o da sua significância e insignificância no universo!
- Pois sim… será isso… então…hum… talvez sim!

 

Joan Miró

.

♪: Under the Boardwalk - Bruce Willis

publicado por eva às 20:15

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Quarta-feira, 12 de Setembro de 2007

Um dia calmo

Um dia calmo, sem trânsito nem o movimento das pessoas que já se devem ter dirigido para as praias.
Um verdadeiro sossego de ruídos.
É incrível como a nossa casa se transforma nestes dias, apesar de estar no mesmo sítio, ao lado das mesmas lojas e das outras casas.
Parece que não existe mais nada a não ser o tal “som do silêncio.”
É bom assim (não digo para sempre) mas como variante.
O tempo parece alargar os minutos e as horas rendem mais.
E o trabalho torna-se até mais perfeito.
Não é possível ser tudo isto à conta da tranquilidade e do silêncio. Ou é?
A verdade é que esta paz que se faz sentir em redor facilita o concentrarmo-nos e, como tal, o trabalho não é tão cansativo como é costume, para as mesmas tarefas.
O telefone não toca nem interrompe nada; não há barulhos que distraiam ou que provoquem um esforço de concentração…
Enfim, tudo é mais fácil e, como tal, mais rápido e descansado.
No meio de tudo isto, a conclusão é que sempre sossego, também não!
Dá gosto o élan do movimento, a concorrência saudável.
Portanto – e como sempre – a variedade traz qualidade e vivacidade.
 
 
Gathering Flowers In A French Garden

Childe Hassam
.

♪: My Soul - Simon Webb

publicado por eva às 22:50

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Terça-feira, 11 de Setembro de 2007

O alento

Alguém está caído no chão. Não sei se no chão de uma casa, ou de uma rua, ou ainda de uma estrada.
Parece ser uma mulher e, de cada vez que tenta levantar-se, cai.
Usa uma túnica e tem um aspecto ainda jovem. Resolve arrastar-se para conseguir mover-se.
Não vê ninguém por perto e vai chorando. Não grita nem soluça.
Simplesmente lhe vão caindo lágrimas enquanto vai murmurando, lentamente, algumas frases.
São essas palavras que lhe dão alento e é com elas que se vai movendo.
Quando pára de falar também param os seus movimentos. Mesmo na sua lentidão, pára.
Não é reza nem prece. Parecem mais versos ou palavras de esperança relacionadas consigo própria.
Ou seja, não são frases conhecidas, mas parecem fazer muito sentido para ela.
Por vezes arrasta-se mesmo, mas no meio do deserto em que se encontra (já não é, de todo, o chão de uma casa), começam a despontar umas ervas rasteiras à sua frente.
Ela aproveita para se ajudar a si própria a avançar, agarrando-as.
Após o que pareceram horas dessa angústia, ela senta-se sobre as suas pernas dobradas, levanta um pouco a cabeça e abre um pouco mais os olhos, até aí semicerrados.
Finalmente ouve-se o que ela diz, à luz forte do sol: Graças à força infinita do amor!
 
 

Igreja de Zuidbroek, Holanda

Escultura Mater Dolorosa (fragmento)

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♪: Littlest Things - Lily Allen
tags: ,

publicado por eva às 20:00

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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