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Escritos de Eva

Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

Escritos de Eva

10
Mar07

Antes tarde que nunca

eva
10 de março de 2007

Famílias numerosas ou pequenas.
Discórdias e desavenças fazem parte de quem tem interesses comuns e opiniões diferentes.
Sempre que possível, devem estabelecer regras de respeito mútuo.
Senão, não se resolve nada, mas as discórdias aumentam e todos soçobram entre indiferença e raivas.
Por vezes é precisamente em família que temos falta de regras de boa conduta.
Não se percebe bem porquê, em virtude de serem geralmente aqueles que nos acompanham mais tempo e estão mais próximos de nós.
As partilhas sofrem, geralmente, deste desassossego de emoções e atitudes.
É por essa razão que a nossa função é importante, como catalisadores de todos esses problemas.
- Ficamos com os contactos de todos e quando tivermos os papéis para assinarem, nós contactamos.
- Mais ou menos um mês. Depois seguem, para as repartições, os registos já individualizados das propriedades.
De saída e na rua, entre pais, filhos, sobrinhos e primos há uma impressão comum que teria sido mais barato um entendimento entre eles, sem advogados.
A discussão que tiveram ali, de modo cordato e elegante, poderia ter existido das outras vezes (inúmeras vezes) que se encontraram e que até estragaram o sono e os dias seguintes em preocupações fantasiosas.
Os números até são os mesmos. Eram dados pelo valor patrimonial e depois era só ter dividido por todos, com honestidade e igualdade de circunstâncias e equivalências.
Tinham entretanto aprendido, à força, os valores da honestidade, do respeito mútuo e da harmonia, que voltaram a sentir uns pelos outros.
Antes tarde que nunca.
09
Mar07

Tempo

eva
9 de março de 2007

Dia limpo, sol brilhando e o locutor anunciava chuva em todo o território nacional.
Da janela dava para pensar que, ou eu ou ele, não estávamos no mesmo território nacional.
Fui fazer as coisas de rotina obrigatória, logo pelo princípio da manhã, esquecendo, na pressa dos horários, as tais chuvas "nacionais".
Tão entretida andei que não voltei a olhar para o céu, até sentir frio.
Do calor aconchegante da primeira manhã, estava agora, pelo meio da manhã, a ficar cheia de frio.
Vesti o casaco e olhei então para o céu.

Não é que estava nublado? Lembrei o dito locutor e a previsão.
Nem dava para acreditar que, em poucas horas, o tempo tivesse sofrido uma reviravolta daquelas.
E, despreocupada, não tinha trazido nada para a apregoada chuva.
- Olha, às vezes é bem feito! Foste avisada e sorriste incrédula. Não acreditaste que tudo está sempre em mudança...
- Mas logo tinha de ser para pior?
- Pior ou melhor. Porque as terras já precisam de água. Para uns serve agora, para outros serve depois, quando quiserem comer os produtos dessa terra regada.
- Bem regada, vai ser, parece-me agora a mim.
- E bem te empresto eu o guarda-chuva quando fores almoçar. Que dizes?
- Obrigada! Que houvera de dizer?
- De nada servem os avisos se quem pode ouvir, não o quer fazer. Em contrapartida, outros há que levariam em conta os avisos que não têm.
A verdade é que todas as coisas parecem ter o seu tempo justo, apesar de tudo.
Mas também é verdade que isso, na maioria das vezes, só se nota mais tarde
.
08
Mar07

Médicos

eva
8 de março de 2007

Hospitais, camas metálicas, macas, doentes, familiares e médicos.
Muito barulho e, por vezes, demasiado silêncio.
Os médicos são os grandes administradores de tudo isto.
Da sua consciência e dos seus conhecimentos dependem as vidas - oh, tantas e tantas vidas - que lhes passam pelas mãos.
Deles dependem os diagnósticos individuais, mais do que a leitura de análises e outros exames.
Deles dependem pessoas que, pelo facto de estarem doentes e com mau aspecto, não deixam de ser pessoas.
Pessoas que chegam a parecer farrapos numa cama.
Pessoas de quem ainda dependem outros indivíduos.
As camas tornam-se enormes para seres humanos que vão mirrando lentamente, pelos anos, doenças ou maus-tratos.
Pessoas que choram (e gritam) sem abrir os olhos, em sonhos ou no seu sono, também cheio de dores e sofrimento.
Por vezes dão-se remédios excessivos e calmantes, porque não se tem tempo para a devida atenção.
Mas tanto fármaco acalma o sofrimento e o doente até consegue voltar a sorrir.
Por vezes os tratamentos conseguem calar gritos incessantes de dor.
Mas as dores existem e agora são gemidos abafados e lágrimas que deslizam de rostos que dormem.
Deve ser das profissões mais sublimes e há médicos que velam a sua vida inteira, em desvelo dedicado pelos seus semelhantes.
A esses um agradecimento especial e felicitações por assegurarem valores elevados na ética das suas vidas, e pelas vidas dos outros que recebem o seu carinho profissional.
07
Mar07

Contas em dia

eva
7 de março de 2007

Flores e mais flores.
Pequenas, totalmente abertas, em botão.
Ou de pé alto e aos molhos.
As floristas têm uma característica: uma loja ou espaço onde assomam a beleza das flores, em qualquer época do ano.
A beleza dos arranjos que fazem a gosto próprio, com a melhor arte.
O cuidado com que arranjam as flores em bases aguadas, molhadas ou húmidas, ou em vasos com terra, conforme a necessidade.
Enfim, uma actividade que obriga a levantar cedo para encontrar do melhor, nos mercados.
Abertas todos os dias e, por vezes, em sítios que têm horário prolongado - mas uma actividade agradável.
Tanto fazem arranjos para felicitações, como para acompanhar os defuntos à sua última morada. Num caso ou no outro, lembro-me sempre duma frase sobre a "felicidade que é poder ter as contas em dia com a nossa consciência".
De facto, para morrer basta estar vivo.
Não é preciso estar doente ou ser velho.
Basta, tão somente, estar vivo.
E, para viver bem, basta estar bem com a sua consciência.
Mas quem é que não comete erros no dia-a-dia?
Quanto mais não seja, por relaxe, preguiça ou incúria, sem maldade explícita.
Todos falhamos de modo mais ou menos grave.
O problema reside em não notar ou observar o erro.
Porque isso implica continuar a errar pelas mesmas razões.
Mesmo se, analisando com cuidado, não o soubermos ultrapassar, não superarmos as nossas vontades instintivas nem compensarmos aqueles que lesamos.
Então a nossa evolução será nula e os anos passarão por nós como o vento.
E o vento não deixa as flores desabrochar, nem mostrar a sua beleza.
Apenas passa depressa demais...
06
Mar07

Um colar

eva
6 de março de 2007

Um colar em pedras verdes, de fantasia.
Muito bonito e bem feito, à mão, pela empregada.
A avó gostou tanto que achou que era dela e não o queria devolver.
Mas não, não era da avó. Era da empregada, que os faz nas horas vagas.
- Tão bonito! Encantador!
A avó gostava e o avô também mostrava a sua concordância.
A neta não resistiu aos seus olhares de pena quando a empregada guardou o colar nos bolsos.
- Poderia vendê-lo?, perguntou.
- Eu? Talvez! Quanto acha que vale?
Chegaram a acordo. Não foi barato mas também não foi caro.
A avó nem queria acreditar quando lho deixaram no seu colo.
Então, afinal, sempre era dela...
- Não era! Mas a sua neta comprou-mo. Agora já é!
- Avó, tudo é possível! Ainda tudo é possível para ti, para mim, para esta senhora tão habilidosa com colares e pulseiras...
- Netinha, eu sei disso. ainda tenho esperança!
- De quê? De ficares melhor?
- Pois! Já sei que boa não volto a ficar! Mas melhor e ver mais vezes as flores a renascer, como estes malmequeres... tão pequeninos e tão bonitos!
- São ainda muito frágeis, avó!
- Afinal eu que sou a mais velha, percebo mais disto que tu... que vocês! Até brincaram com o meu colar! Era o meu, não era, marido?
- Era, era! - disseram todos em coro.
Nós é que ainda não tínhamos percebido a verdade do seu tempo, sem tempo.
05
Mar07

Matemática e conjuntos

eva
5 de março de 2007

- Matemática e os conjuntos.
Os conjuntos e as regras da sua intersecção ou divisão ou separação, que sei eu quantas coisas podem acontecer com estes conjuntos...
- Ora essa! Não sabes é as regras, porque tudo o que acontece com os conjuntos está regulado. E garanto-te que não há falhas! Só há leis a serem cumpridas. E sabidas! Bem decoradas, de preferência.
- Mas olha lá, conjuntos ou grupos de dados são a mesma coisa, não são?
- Ihhh, ainda vais aí...
- É para que vejas que, se não percebo matemática, não significa que não saiba das coisas.
- Isto está bom, está!
- Ou seja... os grupos de coisas, animais, plantas ou pessoas também são formados por elementos semelhantes, com regras a cumprir para as suas transformações ou simples manutenção - digo sobrevivência.
- Pode ser uma das aplicações, pode!
- A grande diferença então é que a matemática já regulou as características e publicou-as de modo a que todos possam aprendê-la, se quiserem.
- Pois foi!
- Mas as ciências, a biologia, por exemplo, ainda não regulamentou nada semelhante neste campo de acção.
- Nem vai, porque está interessada (a ciência) na experimentação livre de quaisquer entraves.
- E as éticas e as morais?
- Essas têm regras, sim senhor, mas não são muito conhecidas e de modo algum decoradas como deveriam ser, ou como as da matemática.
- Pois! Senão as experiências não padeceriam desse falha nas atitudes de alguns cientistas.
- Chegámos. Obrigada pela boleia. Amanhã levo-te eu e assim vai ficando bom e mais barato.
- Óptimo.
04
Mar07

Sophia de Mello Breyner Andresen # O Anjo de Timor

eva
4 de março de 2007

Há muitos, muitos anos, em Timor, vivia um liurai muito poderoso e muito bom. Na sua juventude resolveu ir correr mundo, para se tornar mais sábio.
Foi viajando de barco, de ilha em ilha, até chegar a uma terra muito distante.
Ali, um dia, conheceu um mercador vindo de muito longe, dos países do lado do Poente e que, também ele, andava há longos anos no caminho.
Esse mercador disse-lhe que, numa das suas viagens, tinha ouvido contar que, ainda muito mais longe, para além de montanhas, oceanos e dos imensos desertos de areia, vivia um povo que adorava um Deus único e todo-poderoso, criador do Universo e de todas as suas criaturas. E esse povo acreditava que o seu Deus, um dia, desceria à terra para salvar todos os homens.
- Quero ir ao país onde mora esse povo, disse o timorense.
Quero ouvir mais notícias do Deus que um dia viverá entre nós.
- Ai, é impossível, respondeu o mercador. Esse país fica tão longe que mesmo se viajasses a tua vida inteira não conseguirias lá chegar.
.................................................
- Já vi tantos lugares e tantos povos, mas não posso encontrar o povo que adora o Deus único, porque mesmo que viajasse a vida inteira não conseguiria lá chegar. Por isso, de que me serve viajar mais?
E voltou para a sua terra.
...............................................
E enquanto dormia, ouviu em sonhos uma voz que lhe disse que esperasse, esperasse sempre, pois um dia, a meio da noite, Deus lhe mandaria um sinal.
..............................................
Daí em diante, foi sempre assim. ... quando todos tinham adormecido, sentava-se de novo sozinho, à porta da sua casa, à espera de um sinal de Deus. ... ia envelhecendo, mas todas as noites se sentava à entrada da sua casa, à espera do sinal de Deus. Poisava sempre ao seu lado a pequena caixa de sândalo onde estavam guardadas as pedrinhas com as quais na sua infância jogava o hanacaleic.
...........................................
E o jovem disse:
- Sou o Anjo de Timor. Alegra-te, liurai, porque o Deus que tanto tens esperado se fez homem e desceu hoje à terra. ... Gaspar traz uma caixa com oiro. Melchior uma caixa com mirra e Baltasar uma caixa com incenso.
- Quero ir com eles, exclamou o chefe timorense.
- É impossível. Belém fica tão longe que nem que caminhasses a tua vida inteira lá chegarias.
- Então, Anjo, tu que és mais rápido que o pensamento, leva o meu presente ao Menino. É uma caixa de sândalo que tem lá dentro as pedras com que eu brincava ao caleic quando era pequeno. O Anjo tomou a caixa nas mãos e disse:
- Ainda bem que te lembraste de Lhe mandar um brinquedo.
...........................................
Este Natal, de novo, o Anjo de Timor se ajoelhou e ofereceu uma vez mais a caixa de sândalo e as pedras do caleic:
- Menino Deus, Príncipe da Paz, Deus todo Poderoso, lembra-Te do povo de Timor que por Ti foi confiado à minha guarda. Vê como não cessam de Te invocar, mesmo no meio do massacre. Senhor, libertai-os do seu cativeiro, dai-lhes a paz, a justiça, a liberdade. Dai-lhes a plenitude da Vossa graça.
Glória a Ti, Senhor!
.

in "O Anjo de Timor"
de Sophia de Mello Breyner Andresen
ilustrações de Graça Morais

.
03
Mar07

Noutros planos

eva
3 de março de 2007

Festa de reencontro.
Flores, chocolates, lanches, aperitivos, brincadeiras e alegrias entre as famílias. Passou uma eternidade desde a última vez que estiveram juntos.
Os papéis eram diferentes, as casas e as vidas também.
As famílias, hoje, estão - digamos - misturadas em relação ao ontem longínquo.
Depois dos primeiros esforços de reconciliação, as famílias voltam a conviver com alegria sã.
Até os animais de afeição e companhia, se esforçam para se entenderem, mesmo quando isso é contra a sua natureza.
Isto é, apesar de, pela sua natureza, serem inimigos.
Mas vale o esforço duma disciplina para não deixar de ter a companhia dos donos.
O problema surge quando essa disciplina falha, nem que seja um instante, pois há logo uma enorme vontade de se caçarem uns aos outros.
Os donos, sempre vigilantes, ajudam-nos a evoluir e a respeitarem-se mutuamente, apesar das suas diferenças.
Os impulsos são, evidentemente, sentimentos primários e, como tal, sujeitos à evolução para atingir o seu objectivo último, que é a sensação de serenidade perante todas as coisas;
a consciência de que tudo se altera a cada momento e que resta sempre o trilho da conduta certa e do pensar correcto.
Resta a integridade pessoal e de grupo.
Resta a luz da paz nos corações de todos.
02
Mar07

Visitas

eva
2 de março de 2007

Um camião, ou um pesado, vai a boa velocidade pelas estradas rurais.

Entre curvas e contracurvas vai sempre acelerando até encontrar um ligeiro.
Nessa altura ultrapassa-o e corta-lhe a passagem.
Sem dizer uma palavra, o motorista abre o carro e retira um corpo de rapaz, quase inanimado, do banco de trás e leva-o nos braços, para o seu camião.
O condutor do ligeiro que, entretanto, saiu do carro, diz-lhe, do meio da estrada, que não teve culpa de nada e que ia precisamente levá-lo para cuidarem dele.
O do camião arranca com o rapaz e deixa o outro a falar sozinho e a gesticular no meio da estrada.
Muito mais tarde, encontram-se novamente os dois condutores e o do camião resolve falar.
Já sabia que não tinha prejudicado o rapaz mas também tinha de compreender que o rapaz agora pertencia àquela família.
Isso era evidente, mas o rapaz é que tinha aparecido lá em casa e depois sentira-se mal.
Pois sentira, porque tinha ficado muito tempo longe de si próprio e foi enfraquecendo até ficar inanimado.
Certo, mas ele não sabia como levá-lo de volta.
E, mesmo que soubesse, se ele não queria, como fazer? Não podia expulsá-lo pois ele só queria estar um pouco com a mãe. E ele também queria estar com ele.
Famílias separadas são assim e os filhos nem sempre concordam com a desunião.
Talvez fosse mais construtivo deixar, cada um por si, escolher as visitas e o tempo delas.

Porque os filhos nem pediram para nascer nem pediram a separação dos pais.
O meio termo, o da sensata harmonia, talvez possa ser encontrado, com (muita) boa vontade.
E vale a pena, de certeza, esse esforço.
01
Mar07

Tudo passa

eva
1 de março de 2007

Bandeiras amarelas com letras cinza, fazem algum barulho nos mastros por causa do vento.
Devem ter sido amarelo forte e letras pretas porque os dizeres lembram as habituais das corridas de carros.
O que antes deve ter sido cheio de movimento e energia de vida, hoje está fechado e abandonado.
Os tempos, as épocas - tudo passa.
Nada é permanente nas nossas vidas a não ser a existência do nosso ser.
Passamos os dias a dar tanta, ou demasiada, importância a pormenores...
Outras vezes, damos importância a coisas que realmente têm alguma, como os nossos compromissos .
Podemos alargar o leque da nossa consciência para o que nos rodeia, atendendo a critérios de selecção mais apurados para dedicar às nossas preocupações e sentimentos.
Em média preocupamo-nos o dobro do que precisamos, em intensidade, e no triplo das razões que deveríamos, e ainda conseguimos desleixar outras tantas.
Para melhor saúde do nosso sistema nervoso impõe-se uma selecção de interesses mais puros, no nosso modo de viver.
Mais saúde seleccionando também bebidas, alimentos e até na disciplina dos horários em que os ingerimos.
Mais exercício e agilidade no dia-a-dia, tentando equilibrar os tempos de posturas obrigatórias pelo tipo de trabalho e, muitas vezes, erradas.
Mais bem estar para nós mesmos, de modo natural (através da natureza), na convicção de que tudo o que nos rodeia é passageiro e que a relevância das coisas importantes é constantemente transferida.

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