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Sexta-feira, 21 de Julho de 2006

Dimensão

21 de julho de 2006

Dimensão da sala. Dimensão dos projectos.
Dimensão do espaço. Dimensão das leis.
Dimensão dos homens. Dimensão das suas capacidades.
Quem poderá medi-las? Os cientistas quererão - talvez.
O próprio homem está geralmente mais interessado na dimensão da sua importância - familiar, social e económica. A dimensão dos poderes materiais.
Noutra dimensão, a natureza mostra os seus poderes no belo e no tormentoso.
É a natureza que nos envolve desde tempos imemoriais.
Seja protegida ou não pelo homem. Esteja em desiquilíbrio ou não pelo homem.
É sempre ela que nos permite sobreviver.
Respirando, hidratando e curando.
Curando as ideias e o corpo, permitindo o equilíbrio de forças ao ser humano.
O mesmo ser que tanto a desrespeita e maltrata. Tanta irracionalidade assusta.
Esta é também uma lição de amor.

publicado por eva às 23:13

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Quinta-feira, 20 de Julho de 2006

O tratamento

20 de julho de 2006

Um homem leva um corpo, meio nos braços meio nos ombros.
Vai a voar e os olhos do corpo olham para os dois com assombro.
Nunca se vira em tal circunstância, a olhar para si mesmo a ser um carrego para outro levar.
E eles, olhos, ficam no sofá onde estavam a descansar há já algum tempo.
Bem, voltando à história, lá ia ele a voar com o outro.
Entretanto, reconheceu que era um seu amigo quem o carregava e relaxou.
E vê também que chegaram a uma espécie de consultório ou hospital.
Ou sala de cirurgias. Ou... algo parecido.
Nesta altura ele está como que pendurado por fio invisível no meio da tal sala.
O amigo senta-se a olhar para ele.
É observado por uma luz que lhe percorre o corpo todo e, de seguida, vê-se já numa maca a ser tratado com aqueles utensílios todos de médicos e a ser deitado cuidadosamente na maca.
O amigo então levanta-se e vai buscá-lo.
Trá-lo de volta, agora com mais cuidado e deita-o junto dos olhos que agora vão dormir.
Boa noite.

publicado por eva às 18:08

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Quarta-feira, 19 de Julho de 2006

Um pouco de perfume

19 de julho de 2006

Flores espalhadas por todo o lado.
Voam, poisam e algumas até estão a boiar. O seu perfume está também em todo o lado.
Um casal já idoso sobe para uma espécie de gruta.
Digo espécie porque as grutas dão-me uma sensação de escuridão e frio.
Mas esta tem o "tecto" muito alto, está cheia de luz rosa ou coral. Mais coral.
E tem um caminho largo, como uma estrada, no meio.
Ao fundo bifurca mas agora está lá uma pessoa à espera do casal.
Ela reconhece-o imediatamente e corre para ele.
O marido não parece dar conta da sua presença e ela leva-o como que a reboque dos seus passos rápidos.
Enquanto avançam pela gruta as suas figuras vão mudando e como que rejuvenescendo.
Fazem lembrar a si próprios nos seus trinta ou quarenta anos.
Se bem me lembro, foi a sua época de vida mais feliz, cheia de planos e sonhos sem fim.
Ele vira-se, depois de cumprimentar respeitosamente a pessoa que os espera, e pede para lhe enviarem as flores que viu à entrada da gruta.
Quando as recebeu, agradeceu e, já agora, que tal um pouco desse perfume?
Obrigado!

publicado por eva às 17:36

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Terça-feira, 18 de Julho de 2006

A realidade

18 de julho de 2008

Como um emprego, é a realidade que enfrentamos.
Uns dias, o chefe tem boa cabeça para mandar. Noutros, ele é que deveria sair.
Como uma tempestade, é também a realidade.
A realidade abraça-nos com tanta força que caímos e nem sabemos como levantar e lutar outra vez.
Outras vezes, é como uma carícia amorosa. E quando é coisa boa é só parar e desfrutar.
Como o vento, é a realidade. Sopra, chega e vai nem se sabe como nem para onde.
A realidade também é como o arco-íris cheio de cores que se justapõem sem nunca se sobrepôrem.
A realidade só clama coragem e mais coragem. Fôlego e mais fôlego.
Forças onde parece que já não há.
E ainda pede vontade. Boa vontade para continuar o caminho.
Lembra um poema, que foi cantado : "caminhante não há teus passos no caminho, fazes o caminho ao andar" (adaptado do original).
♪: http://fotos.sapo.pt/evacristal/pic/00051qce

publicado por eva às 10:01

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Segunda-feira, 17 de Julho de 2006

O um e o outro

17 de julho de 2006

Casal em constante discussão. Velhice em conjunto.
Doenças que, de origem diferente, causam deficiências semelhantes para o viver do dia a dia.
Tratamentos e médicos diferentes para resultados semelhantes entre ambos.
Perspectivas de vida quase opostas, mas que lhes permitem felicidade afim.
Modos de viver tão diferentes para resultados tão semelhantes.
Bem vistas as suas vidas, são tão próximas como as de muitos casais que se entendem constantemente e em harmonia.
Esses, contudo, completam-se até nas diferenças.
Conseguem ser um par ideal, ligados por um sentimento de amor sublimado por todas as épocas que viveram juntos.
Ajudando-se mutuamente no bem e no mal.
Carregando um o que o outro desdenhava.
Trabalhando o outro o que um não fazia.
Vivendo intensamente um o que o outro parava pacíficamente.
Equilibrando-se os dois em um só.
Ultrapassando a morte caminhando juntos, pois um vai indicar a estrada de luz ao outro, continuando a evoluir juntos.
Juntos sem fim.

publicado por eva às 09:07

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Domingo, 16 de Julho de 2006

Alexandre O'Neill # O Poema Pouco Original do Medo (excerto)

16 de julho de 2006

.............................................
.
Ah  o  medo  vai  ter  tudo
tudo
(Penso  no  que  o  medo  vai  ter
e  tenho  medo
que  é  justamente
o  que  o  medo  quer)
.
.....................................................
..
Alexandre O'Neill
.


publicado por eva às 22:05

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Sábado, 15 de Julho de 2006

O recomeço

15 de julho de 2006

Um deserto à frente. Tudo seco e árido. Apenas terra, areia e pó.
Dia quente e luminoso.
Alguém está à espera, em pé junto a uma rocha (ou algo parecido) onde também podia estar sentado.
Mas, teimosamente em pé, espera.
Chega quem espera e começa as despedidas.
Despede-se da raiva, do desespero, dos enganos.
Das penas cuidadosamente tecidas por si próprio.
Das suas desgraças alimentadas ao longo de anos.
Despede-se de si mesmo, para agarrar a segunda, ou melhor, a terceira oportunidade de viver.
Viver honradamente para si e para a sua família.
Para viver alimentando agora a força do amor.
Do amor pelos seus, mais que por si mesmo.
Pelo amor à felicidade da vida que ainda tem para viver.
Viver melhor, mais plenamente.
Será que percebeu que o amor é a maior força do universo e dele próprio?
Será que ainda alguém duvida da força de um céu rosa para cada um e para todos?
Para todos - a união da força do amor.
E da transparência do amor.

publicado por eva às 23:22

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Sexta-feira, 14 de Julho de 2006

Compreensão

14 de julho de 2006

Cores e mais cores. As cores do arco-íris e mais tonalidades.
Paletas de tons da mesma cor. De cada cor.
Impossível escolher a mais bonita.
No meio delas, dois olhos começam a surgir. Entre admirados e tristes.
Algo desamparados no tempo e, sobretudo, no lugar.
Tento explicar-lhes que o melhor era estarem no corpo a que pertencem.
Mas os olhos dizem que não. Não, por duas razões - não sabem onde está o seu corpo e não sabem porque estão ali.
De qualquer modo, ali está-se bem e é tudo cheio de cores em matizes que nunca aqueles olhos viram. E lá vão eles dar uma volta por ali.
Vou à procura do corpo, que isto está a ficar surrealista.
Ora bem, cá está ele. E, claro, meio aparvalhado à espera que os olhos voltem.
O problema é que eles não querem vir. Ou já não voltam.
Parece que entendeu. Sim, está a relaxar e vai dormir.
Voltamos então à procura dos olhos.
Meu Deus, que velocidade.
Bem, como sempre, o que é bom (ou bonito) apreende-se depressa.
Bem hajam no seu vôo.
tags: ,

publicado por eva às 17:32

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Quinta-feira, 13 de Julho de 2006

Ilusão e fantasia

13 de julho de 2003

Uma tapeçaria com chão cor de areia e flores de várias cores.
Pessoas a passearem no que parece ser um jardim, com fonte/chafariz e coreto.
As roupas eram simples e bonitas, em tons claros. Passeavam em passadas harmoniosas e algo lentas.
Tudo tinha aspecto agradável, nada era garrido ou diferente. Alguns conversavam. Um grupo estava perto de um edifício de arquitectura clássica, com frontão e colunas.
Nesse grupo falava-se de saudade, dos valores a que nos apegamos e que se transformam, eles próprios, na vida personificada de cada um.
E, claro, falava-se das atitudes decorrentes da importância dada a esses interesses.
Esquisito como se podiam virar vidas do avesso pela força dessa vontade.
A mesma vontade que atrai a rectidão e integridade.
A mesma que delas se afasta para satisfazer opções precárias, para tentar resolver uma realidade infeliz.
Ilusão e fantasia que tapa e afunda totalmente a paciência e a resignação de uma realidade que um dia irá ser ultrapassada.
Convencimento que se enfrenta com coragem e a determinação necessária.

publicado por eva às 20:01

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Quarta-feira, 12 de Julho de 2006

As respostas

12 de julho de 2006

Mesa grande.  Pessoas que chegam por um corredor em pedra branca tipo mármore.
Há um degrau e a seguir, passando por uma porta envidraçada com madeiras castanhas, entram na dita sala da mesa grande.
Parecem conhecer o sítio e o encontro porque sentam-se sem hesitação ao lado uns dos outros.
Não há conversas, apenas as palavras necessárias. Homens e mulheres de várias idades estão ali com semblante grave de responsabilidade.
Começam a gesticular em conjunto e o ambiente torna-se pesado. Desagradável, até.
Nós, que nem percebemos se fomos convidados ou se esperavam simplesmente por nós, voamos instintivamente dali para fora.
A "milhas", o ar fresco da noite devolveu ânimo e serenidade.
Exercitando harmonia individual e global não pudemos deixar de constatar, com alguma tristeza, o poder da ignorância.
Aflição relaciona-se mais fácilmente ( ou ainda, instintivamente ) com mais aflição.
No meio da correria desenfreada à procura de solução para os seus problemas, as pessoas deveriam parar, para tomar fôlego.
E pensar, raciocinar!, pois, sempre ( mas sempre ) as respostas estão já connosco.
Guardadas às vezes lá muito ao fundo do nosso precioso coração!

publicado por eva às 19:36

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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