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Sábado, 10 de Junho de 2006

Oiço-as falar

10 de junho de 2006

Oiço-as falar e respondo como posso.
A conversa é agradável até. Mas ao mesmo tempo não consigo deixar de pensar que são pequenos assuntos e grandes dramas dos nossos dias. Do dia-a-dia.
Os signos, os destinos traçados e sei lá que mais, garantem que as nossas vidas estão previstas.
Eu devo ser diferente. Porque nem sempre penso nem reajo do mesmo modo em situações semelhantes.
E nem precisa mudar o calendário.
Em breve tempo, a opinião e a necessidade podem diferir.
Refiro-me a decisões lúcidas, não a leviandades.
Então, onde fica o pré-definido da nossa vida?
No caminho das estrelas e, talvez por isso, inatingíveis para alguns?
De qualquer modo, às vezes, tenho a impressão que já ouvi a conversa do presente - algures.
Às vezes, tenho a impressão que as nossas preocupações são apenas temas de conversa.
Outras realidades deveriam ser meditadas. Alimentadas na nossa mente.
Pensamentos felizes, dias maiores.
Paz, cultura e uma qualidade de vida melhor para todos os povos.
Todas as crianças e desvalidos. Todos os trabalhadores de vontade.
Um mundo feliz.

publicado por eva às 09:58

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Sexta-feira, 9 de Junho de 2006

Como um avião nas nuvens, ou

9 de junho de 2006

Como um avião nas nuvens, ou entre as nuvens, ou sobre as nuvens. Uma dessas...
Se pudesse ser, talvez ficasse mais leve.
Mais aérea certamente.
Como seria poder deixar preocupações e voar leve.

Tão leve como algodão.
Seria uma ida ou um regresso às origens.
Uma ilusão ou uma realidade.
Uma transferência de pessoas e medidas.
Um encanto de levezas.
Tanta brancura paralisa a vista.
Os olhos pretendem ver mais além.
Além das alturas dos céus.
Uma casa acolhedora. Uma família feliz.
Povos felizes, com abundância de saúde física e moral.
O planeta em paz.
Mais um avião que cai cheio de passageiros a bordo.
Incêndios, desgraças, desespero.
Desespero dos elementos que se despedaçam em sismos, erupções vulcânicas, maremotos.
Noutros lados, sorrisos, estrelas, amor, praias calmas.
Dinheiros que se perdem em impostos que mais ninguém vê.
Dinheiros que tilintam nos casinos cheios de gentes embriagadas de morte lenta.
Novamente o desespero do dia seguinte.
O despertador toca, imperturbável.
Todos os dias. Faça chuva ou faça sol.
Alegre ou triste, o caminho é em frente, cabeça levantada empurrando quanto baste a coragem.
Equilíbrio 24 horas sobre 24 - precisa-se.

publicado por eva às 22:48

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Quinta-feira, 8 de Junho de 2006

Rosas, cravos, margaridas

8 de junho de 2006

Rosas, cravos, margaridas, camélias, lírios, jasmins, buganvílias, enfim... a representação de um jardim florido.
Hoje são os cravos que me chamam a atenção.
São brancos, ponteados de rosa-encarnado (rosa forte ou encarnado pálido, sei lá!).
Muitos, frescos e bonitos. Abertos e farfalhudos.
Juntam-se e do ramo formam um coração no chão, à soleira da porta.
Junto aos jasmins acabados de plantar.
Aqui ainda são só ramos meio-soltos, sem as flores brancas
(só estas "lançam o perfume" do jasmim).
São lindos e agora são novamente o começo de um jardim.
Tudo limpo e cheio de luz.
Uma vida espera. A outra esmera-se. Tudo por amor.
O amor não remove as montanhas da fé. Ele pode mais, até construir um mundo.
Um mundo novo.
Se calhar todos temos direito a esse mundo novo no meio de tantas conversas sobre deveres, direitos, obrigações e impostos.
Este pensamento cresce em esperança.
A esperança poderia ser do tamanho do céu.
Poderia, sim, que o céu é grande.
Convenientemente grande.


publicado por eva às 21:54

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Quarta-feira, 7 de Junho de 2006

Paciência. A virtude da paciência

7 de junho de 2006

Paciência. A virtude da paciência.
Acho que não a conheço ainda.
Preocupante... Se é!
Talvez seja possível um treino acelerado, socorrendo-me do princípio que o óptimo é inimigo do bom.
Desejável nesta disciplina. Autodisciplina de modo cada vez mais exigente.
Oiço uma melodia agradável, daquelas que lembram os pássaros, ondas suaves, águas calmas.
Viver assim em serenidade. Equilíbrio e harmonia nas emoções. Esse o objectivo.
A paciência e a paz interior interligam-se.
Deduzo que tal signifique um paraíso interior.
Não interessa escorregar em significantes como indolência, preguiça, "mal-parado", etc.
Agarro a imagem do paraíso.
A vida corre lá fora e eu estou em contra-relógio.
Não, afinal devo ir em sentido contrário, mesmo...
Reconheço que é muito mais simples este novo ritmo.
Como um poema.
"Aprende a distanciar-te dos teus próprios actos. Age livremente.
"Depois torna a ti próprio de mãos vazias do mundo.
"Só com a integridade e a verdade.
"E ser-te-á concedida a paz".

publicado por eva às 16:41

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Terça-feira, 6 de Junho de 2006

Cremes, loções, gels. Caixas

6 de junho de 2006

Cremes, loções, gels. Caixas, boiões, frascos.
Embalagens simples se são desinfectantes. Luxuosas para um "niquinho" de produto quando são de perfumaria.
Tem que se usar protecção para tudo.
Para o sol, para a chuva. Para o frio e para o calor. Para a secura e para a humidade.
Mais as roupas, os lenços/écharpes, os chapéus, os gorros.
Gerações de centros comerciais - dizem uns.
Gente previdente e preocupada consigo - dizem outros.
É o consumismo - ainda dizem outros.
Parece que o dia a dia gira em torno de duas preocupações essenciais: conforto e conforto saudável.
Hoje ouvi falar de ioga grátis e técnicas de relaxe e de concentração.
Numa primeira observação dir-se-ia que o equilíbrio entre corpo e mente é inferior, em interesse geral, do que a cedência ao marketing.
Quem percebe a verdade? Que é a verdade...
A verdade entre nós mesmos - entre o próprio (ou consigo mesmo).
Ou a verdade entre nós e os outros.
Que diz a verdade. Alguém traduziu mal o que Jesus disse. Ou Pilatos.
A verdade andará por aí aos molhos.
Ou à venda nas bancas.
Ou está em algum lugar perfeitamente puro dentro de nós.
E há alguém que quer entrar lá...
Aquele que sabe ser importante, para si próprio, entrar nesse lugar de si.

publicado por eva às 09:42

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Segunda-feira, 5 de Junho de 2006

Almoço na cantina

5 de junho de 2006

Almoço na cantina. Ou refeitório para usar a terminologia moderna.
O costume, sopa- prato-sobremesa com fruta ou doce- pão e água.
A novidade da época actual para o passado é a salada conforme se quer.

Tudo bom e a fome é muita.
A companhia é uma aniversariante cheia de fibra e de boa vontade.
Muito querida avó de netos já casadoiros.
Também como habitualmente, os problemas na mesa.
Não é fácil mudar o rumo à conversa mas apetecia temas para distrair mais. Alegrar até.
Só girando para os netos e prever bisnetos para aqueles braços se reconfortarem outra vez na doçura.

Em laços amorosos renovados, a lembrar uma infância própria e a dos filhos.
Fico a sonhar e pergunto-me. Pergunto ao sol, ao céu, a Deus - enfim..., pergunto porque não sei a resposta.
Pergunto porque cortamos com os laços da infância. Especialmente se fomos felizes.
Que perdemos pelo caminho, que nos impede de ver o amor como o principal elemento da nossa felicidade.
O amor carinhoso, mais que o amor paixão, que transforma até os nossos sentidos.
Transforma as nossas razões em serenidade de vida.
Aí a realidade e a vida criam um laço indestrutível de felicidade.

publicado por eva às 21:10

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Domingo, 4 de Junho de 2006

V. Nemésio # Chamo verbo ao equívoco falado

4 de junho de 2006

Chamo verbo ao equívoco falado
Que em tábuas decorei de tempo e modo,
mas o Verbo é unívoco e sagrado,
Junto a Deus, mesmo Deus, único e todo.
a
Lá do sempre arrancando e em nunca nado,
O eterno abarca o mundo e a vida a rodo:
É no que foi e no devir, tornado
Por amor novo Adão, limpo do lodo.
a
Desse Verbo que falo, mal declino
O caso do meu nome, nele divino;
Anónimo, sem ele, vagueio mudo:
a
Mas, chamem-no os vestígios da parábola,
E brilho como a pérola da fábula,
Homem, menos que nada e mais que tudo.
a
Vitorino Nemésio
 
 

publicado por eva às 10:00

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Sábado, 3 de Junho de 2006

A minha amiga está triste

3 de junho de 2006

A minha amiga está triste. Angustiada.
O marido está doente. Mal aguçado pela raiva, porque o dinheiro não dá para os luxos, só para viverem como classe média, medianamente abastados.
A minha amiga está cheia de dores de cabeça.
O marido vai fazer tratamentos todas as semanas a algo que cresce e não seca.
E já foi operado. E vai ser outra vez.
Não percebe a utilidade, porque não há hipótese de melhoras.
Mas os médicos insistem. Porque sim. Talvez porque não.
E a vida, ou as vidas, onde ficam? Desalojadas da alegria e da vontade de viver.
Olhando para o céu, até parece que voam como as nuvens.
Ela está apática. Não pensa, mas faz o seu trabalho como sempre.
Quando pensa, quer fugir e descansar a cabeça. E o corpo, porque lhe balança os sofrimentos.
Bendita rotina que não precisa de raciocínio nem lógicas.
A vida voou para férias.
Ela ficou com o seu cigarro. Só tem esse vício e esse entretém.
O "Mercedes" chegou. Lá vai ela cheia de coragem.
Sempre um sorriso. Sempre amável.
Continua na esperança de dias melhores.
O trabalho distrai a mente. Dá-lhe novo fôlego.
Até amanhã.


publicado por eva às 10:30

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Sexta-feira, 2 de Junho de 2006

Praia cheia, a abarrotar de sol

2 de junho de 2006

Praia cheia, a abarrotar de sol. Sol brilhante, quente.

Sol que faz neblina e ondas no mar.
Mar azul - mesmo azul simples, médio, nem claro nem escuro.
Azul - pronto! Sem ondas. Chegava à praia assim... suavemente.
De azul, ficava a água transparente e molhava os pés de todos por igual.
Fossem adultos, velhos, crianças.

Ou patas dos cães e gaivotas.
Algumas orelhas peludas e longas, de cães mimados, também se faziam alvo das águas.
Mas estas águas eram tão preguiçosas que nem os salpicavam nas corridas.

Só as orelhas esvoaçavam os pingos.
Um pensamento, uma paragem no tempo.
Tudo à espera. Tudo quieto, nem um som, nem um movimento.
Todos - pessoas e animais - pareciam desaparecer na paisagem de areia, mar e céu.
Todos transparentes.

Sem pensamentos, nem negros, nem coloridos de qualquer espécie.
Corpos transparentes, sem doenças.
Paisagem parada, sem pressas nem ritmos.
Um clique do sol.
Todos retomam o seu tempo.
Por um instante o tempo mudou e todos foram um único ser.
Unificados no planeta vivo.
Harmonioso e alegre.
Um dia de paz.

publicado por eva às 21:12

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Quinta-feira, 1 de Junho de 2006

Uma criança pequena que

1 de junho de 2006

Uma criança pequena que espera numa nuvem. Branca também, espera no meio do céu e no meio das estrelas.
A mãe olha-a de baixo. E chora.
Chora lágrimas sem tempo. Há muito tempo. Demasiado.
Olham uma para a outra e sorriem entre as lágrimas de uma e o abraço radioso da outra.
Palavras que não necessitam ser ditas.
O amor entre ambas é tão dilatado que ilumina o céu e a terra.

Explodem estrelas à sua volta.
Agora, de modo mais terra-a-terra, as guerras, os desencontros entre pessoas e quereres.
Interesses gratuitos de tanto querer poder e dinheiro.
Interesses hipotecados nas vidas dos inocentes que caem pelas guerras armadilhadas por tão poucos.
E que nada valem.
Fantástico. Parece que se desloca o sonho do planeta.
O céu desloca-se da realidade.
Relatividade - dizem.
Problemas de visão - também se diz.
Problemas mentais - também são referidos porque já não há mais respostas sadias.
Mas onde há o não, também tem que haver o sim. Tudo tem um contrário.
Então, saudávelmente, eu escolho o sim do desprendimento.
Da paz e da harmonia.
O céu está sereno (a terra ainda treme).

publicado por eva às 20:47

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