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Escritos de Eva

Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

Escritos de Eva

20
Abr06

Nenúfares do lago, com flores, muitas flores. E muitas cores por

eva
20 de abril de 2006

Nenúfares do lago, com flores, muitas flores. E muitas cores por cima dos verdes nenúfares.
As suas raízes veêm-se na água, tão clara.
Peixes e sapos pequenos aparecem e desaparecem entre a água, as pedras e as plantas.
As pessoas passeiam e passam curiosas pelas bordas do lago.
As crianças são as mais entusiastas mas também as mais distraídas.

Os baloiços e escorregas, ao lado, estão à espera delas.
O sol faz, de tudo isto, um palco iluminado onde pessoas e animais se movimentam.
Loiças e cheiros apetitosos convidam para almoçar ali mesmo, nas mesas de madeira.
Chapéus de sol e árvores dão as sombras.
A luz do sol tudo purifica.
As cores são as mais nítidas. A vida, mais alegre e agradável.
O sol é uma carícia amorosa para todos, sem excepção.
Quando o dia parte, a lua tenta iluminar do mesmo modo, mas a sua luz é mais suave.
E em vez da vivacidade do dia, ela convida ao sonho e ao aconchego.
De dia como de noite a felicidade espreita sempre.
É bom confiar nela e deixá-la entrar na nossa vida.
19
Abr06

Correndo, andando. Caminhando sempre. Em frente é o caminho

eva
19 de abril de 2006

Correndo, andando. Caminhando sempre.

Em frente é o caminho.
Lojas cheias de produtos.

Ruas cheias de gente.
Gente que tudo comenta e de tudo fala.
A casa na colina e o seu silêncio.
Tentador esse silêncio.
No alpendre - é tão bom estar; ficar ali, simplesmente.

Admiração pela natureza que nos rodeia.
Noutro lado as pessoas passam apressadas umas pelas outras.
Um medalhão azul escuro num fio e uma moldura dourada sobressai pelo forte brilho que leva consigo - não sei se do ouro ou da pedra azul.
Pedras azul água aparecem por todo o lado.

E desafazem-se em água de rio.
Límpido, cristalino. Correndo em leito rochoso.
Água limpa que corre a boa velocidade para o mar...

E o mar evapora-se no céu.
O céu torna-se amarelo do sol.
E a luz é cada vez mais forte.
O planeta é todo ele essa luz fantástica.

Enche-se de flores.
Um planeta florido e e iluminado.
Assim seja!
18
Abr06

Dúvidas e mais dúvidas. Se perseverarmos

eva
18 de abril de 2006

Dúvidas e mais dúvidas.
Se perseverarmos que o "não" é sempre certo, a coragem de avançar na confiança e no invisível torna-se mais acessível e facilitada pela vontade lúcida.
Numa bola de cristal ela sobe, qual uma criança, pelos céus.
A bola parte estilhaçando-se pelo topo e, depois, toda ela. Completamente.
Mas a ciência não cai.

Pelo contrário, eleva-se numa coluna vertical, agora com a figura da estátua da Liberdade.
Com toda uma chama branca, sem arder, mas a brilhar sem cessar.
Subindo sempre pela coluna vai perdendo forma.

Cada vez mais transparente chega a uma plataforma de luz a jorros.
Sorrindo, acena um adeus entre flores.
Flores, flores... milhões de flores.
Os céus enchem-se de flores brancas que formam nuvens, de dia.

E estrelas em nebulosas, à noite.
Ouvem-se cantares.
Melodias suaves e bem cantadas.
Uma orquestra inspirada por anjos.
Tudo roda em remoinho suave.
Parece que o sonho acabou.
Hoje está um dia de sol lindo.
Vamos à praia.
17
Abr06

Lantejoulas azul no céu - e missangas brancas. Oscilavam e

eva

 

17 de abril de 2006

Lantejoulas azul céu - no céu - e missangas brancas.
Oscilavam e dançavam - lindas de ver.
Espanto para a vista. As nuvens alteavam para as verem melhor.
A brilhar no céu.
Quando o sol lhes oferecia a sua luz directa, brilhavam... brilhavam...
Os dias sucedem-se. A natureza renova-se e agora é primavera.
As emoções seguem o brilho das lantejoulas, do sol, do céu.
Toda a natureza está azul.

Subiu e integrou-se no céu.
Um oásis nas alturas. Possamos nós, simples mortais, elevarmo-nos aos céus e brilhar para o Todo-Poderoso Criador!
E uma estrela maior brilhou azul.

**************

"Se os homens quiserem
"Se todos souberem
"Fazer a paz
"A vida na Terra
"Seria mais bela
"Mais cheia de luz..."

 


15
Abr06

Andando sobre as ondas e correndo sobre a espuma

eva
15 de abril de 2006

Andando sobre as ondas e correndo sobre a espuma assim aparecem as gaivotas.

Mas elas afinal estão a voar.
Mais uma vez a ilusão do que acontece.

É sempre preciso vigilância para a verdade.
A verdade ou realidade é sempre uma dúvida a ser peneirada com muito, oh! muito cuidado.
Tudo para a medida certa. Nem dúvidas em demasia nem, muito menos, certezas.
Análises e lógicas em quantidade. Técnicas e científicas, com princípio, meio e fim. Programadas pelo raciocínio e pela lógica.
E então o que sobra vai validar o que os sentidos perceberam.
Porém, sempre a atenção. Deve estar alerta para qualquer pormenor que a distração ou o cansaço não viram. Ou qualquer detalhe novo. Ainda pode alterar o conjunto dos resultados.
Depois da revisão em partes e da sua relação com o global.

Então, o que parece, tem fortes probabilidades de ser mesmo assim.
Até nova ordem das coisas.
As gaivotas enchem os ares com o seu piar forte e decididas a sobreviver.

Realidade na vida!
14
Abr06

Parece um berlinde a voar. Azul e branco. À volta - em várias voltas

eva
14 de abril de 2006

Parece um berlinde a voar. Azul e branco.
À volta - em várias voltas - estão grinaldas de flores amarelas e brancas.
Parece uma bola em festa.
E vai rodando em si mesma e ao mesmo tempo sai disparada a alta velocidade.
Segue uma via iluminada e com um sol brilhante ao fundo.
Lá chegada (ao sol) vai-se transformando em luz brilhante e vai ficando transparente, com reflexos amarelo-dourado no seu contorno e nos laços da grinalda.
Continua a rodar em si mesma dirigindo raios brilhantes em todas as direcções.
Será que a ciência poderia explicar este feito? Ou simplificaria a sua tarefa sentenciando que é tudo ilusão, imaginação ou sonho.
Penso que, e apenas seguindo a lógica da evolução tecnológica e análise interessada dos cientistas. Bom, penso que um dia haverá possibilidades de analisar a ilusão/sonho de modos diferentes e chegar a outros factos científicos.
Pois não diz um poeta que quando um homem sonha o mundo pula e avança... ?
Espero, pois, pelos dias do esclarecimento primordial.
13
Abr06

À beira da estrada alcatroada, um rapazinho de óculos azuis

eva
13 de abril de 2006

À beira da estrada alcatroada, um rapazinho de óculos azuis esperava sentado numa grande pedra.
Um rapaz quase-homem, à frente da porta da sua casa estendeu-me um pequeno ramo de flores.
Uma senhora de idade deu-me um ramo de flores silvestres, como o da Páscoa, com papoila e espiga e o resto, igualzinho.
Um senhor de idade esperava numa igreja.
A luz forte do Sol quente em dia de verão iluminava a rodos.
Um senhor de túnicas sobrepostas, brancas e bordeaux, aproximou-se do homem da igreja, estendeu-lhe a mão e levou-o devagarinho. Desapareceram no meio de uma nuvem de luz.
O rapaz da pedra, cheio de mágoas e de angústias, convencido que ninguém o amava, recebeu um raio de luz do Sol, exclusivo para ele. E duvidou das suas certezas de desamor.
O rapaz quase-homem e a senhora de idade sorriam e a luz do Sol inundava-os fazendo que brilhassem com a sua alegria.
E lembrei-me de uns versos que falavam de um rapaz maravilha, que explicava que o mais importante era amar e ser amado em eterno retorno.
12
Abr06

Voando sempre a uma velocidade incrível vou sempre vendo a luz

eva
12 de abril de 2006

Voando sempre a uma velocidade incrível vou sempre vendo a luz, aonde devo chegar.
No meio da escuridão ela é o único guia do meu destino.
Cheguei e parece ser uma construção industrial de algo tóxico, porque os guardas têm máscaras na cabeça - azuis escuras e só os olhos se vêem. Por acaso... a olharem para mim friamente.
Mas não me dão importância.
Entretanto vão-se embora em carros, ou jipes.
Fico a olhar para o que parece ser uma administração abandonada e enormes armazéns vazios.
Nesta altura os armazéns abrem-se ao meio e enchem tudo de luz.
O chão abre também em fendas.
Agora os sulcos vão para mais longe deixando antever túneis e túneis seguidos.
Em subsolos mais fundos saem pessoas "a voar" como se fossem libertas de uma prisão.
Vestidas com túnicas de cores claras ou escuras.
O chão continua a abrir e a mostrar mais túneis.
E lá, no espaço mais fundo, está uma rapariga de túnica clara. Assustada, mas estende-me a mão para a ajudar a subir.
Eis que vem a voar também.
Observando melhor vejo que todos seguem os reflexos de uma luz fortíssima, em grande alegria. Outros esperam-nos nessa zona iluminada, também em grande júbilo.
É um reencontro feliz.
11
Abr06

As flores de papel voavam e rodavam. Amarelo, castanho...

eva

11 de abril de 2006

As flores de papel voavam e rodavam.
Amarelo, castanho... rodavam e rodavam no mar.
E no céu rumo ao horizonte e ao sol.
Pareciam sorrir para mim, como se nada do que me preocupava fosse importante. A não ser o avançar. Avançar sempre e sempre para a luz.
Pois a luz ilumina também as soluções.
A vida vale sempre a pena e temos de a tornar tão significativa quanto possível.
Para nós e para os que nos rodeiam.
Um pássaro entoa a sua cantiga à Primavera ou à namorada.
É sempre uma melodia pequenina e alegre.
Esconda-se a tristeza da injustiça sentida - escondam-se as lágrimas antes de aparecerem.
É tempo de tentar e de conseguir passar pelas nuvens.
Pelos céus até o sol aquecer outra vez.
Porque não podemos desistir de o encontrar a brilhar para nós.

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