Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Segunda-feira, 19 de Dezembro de 2011

De que nos servem as cores?

s cores.

De que nos servem? Que fazemos com toda a paleta de tons variados sobre cada cor?

No entanto elas estão por todo lado, em todos os objectos e demais coisinhas.

E o ar – que cor tem?

Os sentires têm coloração?

- As máquinas do sistema Kirlian provam que sim.

Usufruímos de toda a vida colorida à nossa volta?

A água – sentirá? Transformar-se-á com as cores?

A cromoterapia parece ter imenso êxito em tratamentos de situações desesperadas pela medicina química.

De onde provêm as cores?

- Da única – a branca.

Felizes os que podem ver e apreciar as cores na vida, dos que sentem as cores.

Felizes os que têm sensibilidade aflorada para todo o belo que há nas suas vidas, para usufruir generosa e gratuitamente de todo o bem que nos alcança.

Felizes os que avaliam amplamente a vida – nos detalhes como na sua grandiosidade.


publicado por eva às 22:50

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Sexta-feira, 28 de Outubro de 2011

O corpo físico

 corpo físico

É uma responsabilidade

De cada um

Em cada situação

Conforme o tempo justo

Para decidir

Por si

Sem maneirismos nem fantasias

Sem vaidades nem deformações

Sem tolices mas acertadamente

Realmente decidindo

Investigando e intuindo

Sentindo com toda a sensibilidade

O que é

O que deve conseguir

O que poderá ser

Saudavelmente

Equilibradamente

Em harmonia com o que tem

Partindo da sua própria matriz

Para sua projecção etérea

Para cumprir

Para viver plenamente

O que veio viver

Subtilmente intuição realizada

Em si.


publicado por eva às 00:36

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Terça-feira, 22 de Março de 2011

Crer

rer. Acreditar que existe algo mais que esta vida que vivemos.

Desejar que exista algo melhor, desejar merecer algo mais…

São crenças que fazem parte do nosso íntimo.

São as crenças deste tipo que diluem um vazio que doutro modo se instalaria tão facilmente em nós mesmos.

- E as crenças serão correctas?

- Há um número infindável de coisas que não percebemos… E isso também facilita para deixar espaço a que todo o desagradável possa ter uma interpretação melhor do que aquela que tão-somente poderíamos dar.

- Então… e quando acontece o que nos é agradável?

- Aí ninguém precisa de crenças ou explicações e vão gozar o que gostam de gozar.

- Prazenteiramente?

- Simplesmente, sim.

- Então, qual é a necessidade das crenças? Apenas compensar tristezas?

- Elas justificam tudo o que, para muitos, não tem explicação lógica. Por exemplo, ouvimos nas notícias, ou sabemos, de inúmeras descobertas científicas e avançadas conclusões sobre isto ou aquilo e que se tornaram possíveis em virtude de novas tecnologias, observações mais apuradas, melhores equipas para o estudo ainda mais especializado, etc. Ora, todos compreendem que estava tudo lá mas as condicionantes anteriores não permitiram a resolução agora apresentada e…

- E as crenças de que algo superintende estes tempos de resolução…

- Emergem especialmente para os que são sensíveis ao sobrenatural.

- Será tudo uma questão de sensibilidade?

- Tudo? Talvez o tudo seja apenas relativo para nós aqui neste pequeno planeta de um Universo ainda desconhecido.

- Então conhecemos o quê? Tudo?

- Quase nada!

 


publicado por eva às 00:38

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Terça-feira, 9 de Novembro de 2010

Emoções

- ou emocionado!

- Porque dizes isso?

- Po’que choro e rio muito por nada de je’to.

- Isso é sensibilidade mais aflorada, mais abrangente.

- Isso é bom?

- É! Mas também é preciso vigiar ainda com mais atenção, porque dessa sensibilidade pode ocorrer pena e gastura para si próprio. Isto é, sentindo apuradamente tudo o que ocorre e o que rodeia consegue-se presenciar passado e pressentir o futuro e isso pode abalar as estruturas mentais e pode trazer medo, revolta ou pena para níveis mais lúcidos da consciência.

- E a’tão?

- Então, se não houver vigilância apropriada, ou seja, se não se fizer diariamente análise racional do que sentimos e do que nos sucede pode acontecer ficar-se na desilusão dos que nos rodeiam.

- E a’tão?

- E então isso é tudo menos um saudável modo de viver.

- Ora ess’? A’tão o melhor é nem sentir, seguir sempre que nem estouvad’?

- O melhor é enriquecer-se intimamente e entender que nem sempre temos a vida que gostaríamos ter ou que nos achamos merecedores de viver, e que tudo tem uma razão e…

- E?

- E que nos compete perceber sentindo o mais possível, compreender tudo e todos o mais possível e viver na maior harmonia possível consigo próprio e com a vida, pois esta é instrução e educação por nosso passado-presente-futuro. Será a nossa mola para níveis superiores de vivência cada vez mais aperfeiçoada se a soubermos aproveitar aprendendo com humildade a viver simplesmente.

- Hã! Nã’ sê’ se consigo…

- Basta irmos tentando um passo mais largo a cada dia.



publicado por eva às 00:34

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Segunda-feira, 25 de Outubro de 2010

Sonhos?

- ntão, então? Vamos indo! O autocarro não espera.

- Autocarro? Onde está?

- Ali mesmo, senhora. Ali estacionado – não o vê?

- Agora já, mas de autocarro só tem o tamanho!

- É quanto basta, senhora. De resto leva-nos onde quisermos ir.

- Ah! sim?

- Onde quer ir, senhora?

- Eu quero ir para casa, nem sei onde estou nem o que estou fazendo aqui.

- Foi aqui chamada e por isso aqui está a fazer o que lhe disseram para fazer.

- Chamada? Eu? Por quem?

- Por aqueles ali, vê-os? Estão a rir e a divertir-se com isto tudo, com todos vocês.

- Todos nós, quem?

- Todos estes, não os vê? Não tem disciplina, pois não senhora?

- Eu? Mas como é que chamaram, se não ouvi nada? Só se foi em sonhos!

- Sonhos? Mente, disciplina mental, sono, sensibilidade… faz ideia do que isso seja?

- Não, e não me parece que queira saber!

- Vamos para sua casa, então! Já chegámos!

- Mas… como é possível? … nem chegou a um instante!

 


publicado por eva às 00:37

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Sábado, 25 de Setembro de 2010

O entendimento entre os seres

- á cheiraste hoje o ar?

- …? Nem penses que me vou pôr de nariz no ar a fingir que sou cão.

- Já viste as folhas com as cores da terra?

- Pudera! Estão a ficar amareladas e secas.

- Já ouviste os passaritos pequenos a chilrear e já os viste a tentar voar? Já viste as novas borboletas e libelinhas que aí estão?

- E tu, já viste o ataque de formigas a tudo o que pode ser-lhes útil para o Inverno?

- Claro que sim, por isso falei-lhes e expliquei-lhes que no campo sim, mas na minha casa preciso de higiene e vou ter que pôr insecticida amanhã. Têm um dia para fugir.

- Hã?

- O entendimento entre os seres é superior, oh! muito superior ao que estás a pensar neste momento. Só tens que te predispor e aceitar estes dados como realidade, ou então, vai verificar por ti mesmo, com toda honestidade e vontade de encontrar esta realidade que escapa a ti e a muitos que tamponam a própria sensibilidade.

- Sensibilidade?

- A bem da sociedade e para não serem alcunhados de loucos, ou fantasistas, muitas pessoas recusam-se a sentir a natureza, ou o mundo inteiro que os rodeia e do qual podemos fazer parte assim que estivermos dispostos a isso.

- Então que dizes dos fogos, etc. etc.?

- Digo que o mal é a ignorância do bem e uma vida relaxada pode ser simplesmente preguiça.

- Ohhh!

 


publicado por eva às 00:32

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Domingo, 18 de Julho de 2010

O esplendor da qualidade

uvindo a primeiríssima e bela versão de Smile, por Nat King Cole e as subsequentes versões, tão modernizadas em instrumentações, somos levados a considerar que a estrutura de uma canção segura, ou mantém, essa canção épocas a fio com a qualidade que nos surpreendeu ao primeiro instante.

E o que pode acontecer com uma canção pode acontecer com o resto das coisas. A qualidade é intrínseca e o resto são versões actualizadas dessa qualidade.

E se a qualidade pode estragar-se e até aparentemente enfraquecer, assim que se proporciona melhor ambiente ela ressurge e a todos admira com o seu esplendor.

Esse esplendor, mesmo quieto, é percebido por alguns mais sensíveis e que, por diferentes opiniões, lhe provocam o desapreço e aniquilamento ou lhe bafejam a possibilidade de desabrochar e florescer.

Cabe a cada um escolher o caminho para o tal menosprezo ou florescimento das suas qualidades em virtudes, dos defeitos e problemas em qualidades.

A fé em si mesmo, é, então, paralela à Fé em Deus ou no Absoluto e Poder Divino que em tudo é intrínseco e se manifesta.

- Duvidas do poder do Homem?

- Aceito que a Humanidade e tudo o que existe está interligado por Leis superiores que não temos a capacidade de entender, mas em que poderemos confiar.

- E isso é bom?

- Isso dá paz interior, uma Paz que uma vez sentida não mais queremos perder.

 


publicado por eva às 00:39

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Sexta-feira, 28 de Maio de 2010

O que se pretende e o que se consegue

 assim mesmo!

Pensamos uma coisa e sai outra completamente diferente, para não dizer que é mesmo contrária à primeira intenção, à primeira ideia.

É assim e devemos preparar-nos para seguir em frente, haja o que houver. Olhar para trás apenas para ver, e ter a certeza, do caminho que se percorreu; se pouco, se muito…

Pois, uma questão é o que se pretende, outra é o que se consegue.

Os mais atentos conseguem resultados extraordinários com pouco dispêndio de energia, mas para a maioria tal não é possível.

Os resultados têm a força que tem a execução das coisas.

Devemos estar muito atentos para não sermos nem mal interpretados, nem realizarmos mal os nossos melhores propósitos.

Tudo se deve conjugar para atingir o resultado pleno dos nossos esforços e em nós mesmos, na nossa satisfação pessoal.

- Pronto. Bom dia e até amanhã a todos!

- E eu também? E nós?

- Quem és tu – vocês?

- Eu sou o cão dele! Aquele ali é o gato dela, o outro é o papagaio dos gémeos e a planta é a que quer chegar a arbusto, mas cortam-na…

- Chega! Vou descansar, porque isto só pode ser um cansaço maior…

- Ou uma sensibilidade maior?

 


publicado por eva às 00:39

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Quinta-feira, 20 de Maio de 2010

Porque choras tanto?

- orque choras tanto, mulher santa?

- Se calhar por ser mulher, ou por ser mãe, ou por ser mais fraca, ou por ser mais sentida…

- Não me parecem razões, a não ser a da maior sensibilidade… Sim, talvez por aí todas as outras já façam sentido. Mas, um dia, não sei dizer quando, um dia todos teremos a tua sensibilidade e já não quereremos atropelar-nos uns aos outros, nem sequer viver os dias em sucessão intermitente. Vamos querer viver com alegria por nós mesmos, pelas nossas famílias e até por desconhecidos em igualdade de alegrias sãs, bem-estar e entreajuda.

- Ainda não queres tu isso?

- Queremos todos na generalidade mas, aos primeiros embates de contrariedades, queremos é salvar-nos a todo o custo e os outros logo se vê…

- Coitado!

 


publicado por eva às 00:34

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Terça-feira, 9 de Fevereiro de 2010

Amizade sincera

- mizade sincera? O que é?

- É… é…
- Confunde-se com amor? Amor platónico? Amor de mãe?
- É… é…
- É amor de mãe?
- É… é…
- É carinho?
- É, é! É especialmente carinho e fraternidade, se calhar com um pouco de tudo o que disseste antes.
- Pode ser assim tão abrangente?
- Todas as emoções podem ser redutoras ou abrangentes sem limites.
- É questão da nossa capacidade de ampliar as emoções e os sentimentos?
- É questão de sintonia.
- Somos energias puras, não é?
- Somos energia, ou energias.
- Parece-me haver uma certa relutância quanto á purificação?
- Da purificação tratam os nossos sentidos morais e éticos. Temos sensibilidade para saber o que está errado ou correcto. Seguir essa sensibilidade nem sempre é uma situação tão lúcida como possa parecer. A nossa mente tolda-se e muitas vezes aceitamos como certo o que há de mais errado.
- Então é tudo um emaranhado…
- Então, o uso do sentimento de benevolência para com todos, sejam quem sejam, não deixando de perceber a linha da ética moral, é o necessário. Porque há sempre uma causa que interfere de modo errado e outra que interfere de modo correcto.
- Andamos na vida como numa corda bamba?
- A cada passo fazemos o nosso caminho, com descuido ou com cuidado.
- Só a nós compete?
- Digamos que a cada um o seu quinhão de competência.
 

publicado por eva às 00:36

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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